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Quinta-feira, Julho 31, 2008
TÉNIS Masters Series Montreal'08: Michelle faz-nos sonhar
» Jovem portuguesa esteve perto de bater nº4 mundial Foto REUTERSCom apenas 15 anos, Michelle Larcher de Brito verá oficializada, na próxima segunda-feira, a sua condição de melhor tenista portuguesa de todos os tempos. Ao atingir os oitavos-de-final no WTA de Montreal, evento de categoria Tier I dotado de 1340000$ em prémios monetários, a tenista portuguesa garantiu uma subida para bem próximo da 130ª posição da hierarquia mundial feminina, ultrapassando o registo de Frederica Piedade ( 142ª). Uma mera formalidade, por certo, porque para Michelle o céu está bem mais acima. Depois da façanha que foi atingir a 3ª ronda em Miami, na condição de wild card, já em Março passado, e da não menos meritória prestação em Stanford, onde, vinda da qualificação, só foi parada por Serena Williams, na 2ª ronda e em três sets, Michelle voltou agora a surpreender o mundo do ténis ao chegar novamente aos " oitavos" em Montreal, mas desta feita após ultrapassar o qualifying. Foram quatro vitórias no total -duas no quadro de qualificação e outras tantas no quadro principal-, respectivamente sobre Katerina Paliivets ( 837ª WTA), Olga Savchuk ( 119ª), Vania King ( 97ª) e Flavia Pennetta ( 18ª), antes da natural derrota de hoje frente à nº4 mundial, Svetlana Kuznetsova. E se a vitória sobre Pennetta, pelos parciais de 6-3, 0-6 e 6-3, surpreendeu sobretudo pela maturidade que Michelle revelou ao ultrapassar aquele "desastre" no segundo set, o encontro de hoje mostrou uma verdadeira menina-prodígio, capaz de ombrear taco-a-taco com uma das melhores tenistas do planeta durante 136 minutos, ininterruptamente. E, no final, pela primeira vez após uma derrota, vimo-la esboçar um sorriso aquando da ovação que justamente lhe foi prestada pelo público presente. "A caminhada da jovem Michelle Larcher de Brito, de apenas 15 anos, foi hoje interrompida, na terceira ronda, por Svetlana Kuznetsova, mas a sua inspirada performance durante a derrota por 7-5, 2-6 e 6-4 pode muito bem ser um sinal do que está para vir", frase escolhida pelo site do WTA Tour, atesta bem a dimensão da proeza. A popularidade de Michelle é cada vez maior e extravasa largamente o nosso país. Por todo o mundo, há cada vez mais fãs da jovem lusa, uma estrela emergente no panorama do ténis feminino mundial. E, pelo que se tem visto, a protegida de Nick Bollettieri tem todas as condições para singrar ao mais alto nível. Se o seu ténis ainda algo unidimensional, que tem no serviço a sua maior lacuna, não lhe permite por ora subir mais alto, a margem de progressão que possui e a enorme garra e vontade de vencer que demonstra em court deixam no ar a certeza de que, em breve, Portugal terá finalmente uma verdadeira referência numa modalidade em que nunca antes se destacou. » Nadal cada vez mais próximo da liderançaEntretanto, na cidade norte-americana de Cincinnati, decorre o sétimo evento de categoria Masters Series da temporada de 2008 do ATP Tour. Já hoje, Roger Federer voltou a dar um autêntico tiro no pé, ao perder com o croata Ivo Karlovic - 76(6), 46 e 76(5)-, nos oitavos-de-final da prova. O suíço, que já havia passado por enormes dificuldades na ronda anterior, fica agora à mercê de Rafael Nadal na liderança do ranking mundial. Caso vença o torneio, o maiorquino assumirá de imediato o posto de nº1 do mundo, lugar que Federer ocupa há 235 semanas. Hoje, Nadal discute a passagem aos quartos-de-final com o alemão Tommy Haas, mas o maior perigo parece mesmo vir de Novak Djokovic, com quem pode cruzar-se nas " meias". Por último, nota de destaque para o "veterano" espanhol Carlos Moya que, aos 31 anos, foi capaz de vencer dois duríssimos duelos num só dia. Primeiro, derrotou Nikolay Davydenko, em três sets; depois, bateu o russo Igor Andreev, em dois, apurando-se para o lote dos oito melhores. Notável.
# Artigo de Carlos Morais Publicado às 22:03 |
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Quarta-feira, Julho 30, 2008
LIVRES Futebol de Verão #5
Foto SIMPLESMENTE BRIOSA+ Há muito futebol de Verão que não passa nas televisões e está por isso a passar despercebido aos mais desatentos. Destaco o Torneio Legea, disputado na zona Centro do país entre Académica, Nacional, U.Leiria e Beira-Mar. Um torneio que deverá ter como vencedor a Briosa, mas que tem sido pautado por um enorme equilíbrio entre os participantes, o que demonstra que quer leirienses quer aveirenses são sérios pretendentes à subida na Liga Vitalis. + Em quatro jogos, só um não terminou empatado: o Académica v U.Leiria desta quarta-feira. Vitória dos estudantes por 2-0, com golos de Nuno Piloto e Lito. O Beira-Mar v Nacional terminou 1-1. No entanto, a grande figura do torneio veste de auri-negro: Fary Faye. O ponta-de-lança senegalês marcou em todos os jogos (3) e é um dos nomes mais fortes do reabilitado Beira-Mar de António Sousa. Na época que vem, ou muito me engano, ou vamos ter um dos campeonatos da Liga de Honra mais disputados dos últimos anos. Há, quanto a mim, três ou quatro grandes candidatos à promoção - U.Leiria, Gil Vicente, Beira-Mar e Boavista (?) - e há ainda outras equipas que se perfilam como equipas do comboio da frente, como Estoril, Vizela, Santa Clara e até Portimonense, Olhanense ou Varzim. Teremos campeonato, de certeza. + Depois deste pequeno parêntesis sobre o segundo escalão, convém falar nos resultados mais recentes que envolvem equipas da Liga Sagres. V.Setúbal e Belenenses empataram a duas bolas, num jogo em que saltam à vista os golos de Bruno Moraes e Carlos Saleiro para os sadinos, o Rio Ave foi à Mata Real derrotar (2-0) um P.Ferreira vindo da aventura em Marrocos e o Leixões de José Mota, ainda pouco definido, foi surpreendido pelo Vizela (1-0). É também por isto que digo que a turma de Carlos Garcia, depois da excelente campanha passada, pode muito bem voltar a intrometer-se nas contas da subida.
# Artigo de Da Rocha Publicado às 23:57 |
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Terça-feira, Julho 29, 2008
LIVRES Snapshot #132
Foto AFPNAIDE BATE RECORDE NACIONAL - No Meeting do Mónaco, Naide Gomes saltou 7,12 metros, ganhou o concurso do salto em cumprimento sem deixar margens para dúvidas e, à boleia, estabeleceu o novo recorde nacional e a melhor marca mundial do ano na especialidade. A poucos dias do início dos JO, podemos estar confiantes que Naide vai trazer uma medalha de Pequim. Se tudo correr bem, a mais desejada de todas, porque estes registos não são 'areia para os nossos olhos' (a legenda que casava bem com a foto).
# Artigo de Da Rocha Publicado às 23:44 |
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LIVRES Central de Negócios #7
» Petit ruma ao Colónia Foto UEFA+ Petit vai para a Alemanha agarrar uma das últimas oportunidades que tinha de fazer um bom contrato. O Colónia, clube de Christoph Daum que este ano ascendeu à 1.Bundesliga e que nos últimos anos anda num sobe e desce constante, é o destino do internacional português, que assinará por duas épocas com outra de opção. Considerado dispensável por Quique Flores, muito por culpa de no último ano e meio só ter estado num patamar competitivo aceitável durante o Europeu, Petit deixa o Benfica ainda mais órfão de referências de balneário. Mas o que interessa agora é saber quanto teve vai demorar até os nomes de Maniche, Pedro Mendes ou Tiago virem à baila... + Quanto a outras movimentações dos últimos dias - sem serem as movimentações de João Moutinho e do 'insuspeito' Pini Zahavi -, o destaque vai para o facto do Braga ter garantido um bom reforço ao assegurar Meyong, o jogador que deu nome ao caso que ajudou a colocar os bracarenses na rota europeia desta temporada. Antes, ainda na semana passada, Benfica e FC Porto gastaram pequenas fortunas em 50% dos passes de dois brasileiros: Sidnei, do Inter-PA, e Hulk, do Tokyo Verdy mas vindo via o 'não menos insuspeito' Rentistas. Sou capaz de apostar que o novo '12' portista vai surpreender muita gente. + Lá por fora, os destaques vão para a transferência do ganês Sulley Muntari para Inter de Mourinho e para o salto de Robbie Keane, que trocou o Tottenham pelo Liverpool para fazer companhia a Fernando Torres na frente de ataque dos Reds. Referência ainda para a esquisita opção do Ajax de gastar 3 milhões de euros para resgatar Oleguer ao Barça e para a 'bomba' que já se comenta em Inglaterra: no Verão de 2009, o Man Utd dispõe-se a pagar ao MSI cerca de 40 milhões de euros (valor recorde por aquelas bandas) para segurar o craque argentino Carlos Tévez.
# Artigo de Da Rocha Publicado às 00:42 |
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Segunda-feira, Julho 28, 2008
BRASILEIRÃO Jornada 15
» Flamengo e Botafogo dividem pontos Foto UOL ESPORTENada de novo no Brasileirão. Se, na ronda anterior, houve uma chuva de golos e mudanças na classificação, esta jornada praticamente manteve tudo como estava. No jogo mais importante do fim-de-semana, Flamengo e Botafogo não conseguiram desfazer o nulo até o final, enquanto que o Palmeiras visitou o Rio Grande do Sul e conseguiu um precioso ponto frente ao Grêmio ( 1-1). No Olímpico, a chuva foi a principal inimiga das equipas na etapa inicial. Tornou o relvado pesado, com algumas poças de água e isso, para equipas que gostam de jogar a bola no chão, é um pesadelo e foi o que aconteceu, pois não existiram oportunidades flagrantes. Na etapa final o panorama mudou, com o verdão a assumir as despesas do jogo e a inaugurar o marcador: aos 63’, Alex Mineiro lança em profundidade Kléber e este é travado em falta dentro da área por Pereira: penalty, bem convertido por Alex Mineiro. No entanto, a vantagem durou pouco mais que quatro minutos: Tcheco tira cruzamento para a área, Marcos despacha a bola de forma deficiente e Anderson Pico agradece para fazer a festa com os adeptos do tricolor gaúcho. Até final, as duas equipas procuraram desfazer o empate, mas não conseguiram. No Maracanã, faltaram apenas os golos a um clássico bem disputado. A etapa inicial trouxe um fogão muito preocupado em resguardar a sua defensiva, dando o controlo de jogo ao mengão. E o resultado só não foi para o intervalo favorável ao Fla porque os jogadores flamenguistas mostraram estar em noite não. Ibson e Obina destacaram-se particularmente neste capítulo, com o avançado rubro-negro a desperdiçar, em cima do apito, a hipótese de abrir o marcador: ao isolar-se, tira Castillo do caminho e remata fraco para a baliza deserta, o que acabou por permitir o corte de Renato Silva. A etapa complementar trouxe outra história. A estrela solitária, com a entrada de Lúcio Flávio, ganhou o meio-de-campo e passou a sufocar o Flamengo. Aos 64’ Jorge Henrique imitou Obina e falhou o 1-0 e pouco depois Wellington Paulista remata sem hipótese para o guardião Diego, mas a bola carimba no poste. Nos últimos minutos, a pressão foi ainda maior e foi com muita dificuldade que os pupilos de Caio Júnior evitaram a derrota. Fim de jogo e o Flamengo começa a perder gás no campeonato. No restante da jornada, destaque para a goleada do Santos em cima do Vasco ( 5-2, com hat-trick de Kléber Pereira, o melhor marcador do campeonato) e para a inesperada vitória do Ipatinga frente ao Internacional, graças ao golo de Beto. » BRASILEIRÃO | 15.ª Jornada(classificação) | (calendário) | (marcadores) Fluminense 1-3 Cruzeiro Ipatinga 1-0 Internacional Náutico 1-2 Coritiba Santos 5-2 Vasco Grêmio 1-1 Palmeiras Atlético Paranaense 0-0 Figueirense Goiás 1-2 Sport Recife Atlético Mineiro 2-1 Vitória Bahia São Paulo 3-1 Portuguesa Flamengo 0-0 Botafogo
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# Artigo de Mário Palmeira Publicado às 18:44 |
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TÉNIS Masters Series Toronto'08: Nadal soma e segue
» Espanhol cada vez mais próximo da liderança do ATP Tour Foto AFPE vão 29 vitórias consecutivas para Rafael Nadal. Pelo meio, 5 títulos, em três pisos diferentes -terra batida (2), relva (2) e hardcourt. O espanhol está numa forma realmente fantástica e continua imparável rumo à liderança do ranking mundial ATP, na posse de Roger Federer há já 235 semanas. Hoje, em Toronto, na final da Rogers Cup, Nadal desenvencilhou-se do alemão Nicolas Kiefer, o finalista surpresa de uma metade superior de quadro fraca, mas ainda mais enfraquecida pela derrota precoce (2ª ronda) de Federer, nº1 mundial, frente a Gilles Simon ( 29º). Em apenas 1h30 de encontro (20 minutos foi quanto durou o 5º jogo do 2º set), Nadal superiorizou-se a Kiefer pelos parciais de 6-3 e 6-2, sem sequer ter necessitado de jogar ao seu melhor nível. Aliás, tirando alguns momentos dos embates face a Richard Gasquet (" quartos") e Andy Murray (" meias"), o maiorquino nunca foi seriamente testado durante toda a semana. Por sua culpa, diga-se, não dos demais. Com efeito, nesta altura da época, é bastante evidente que Nadal se encontra uns furos acima dos restantes jogadores do circuito, facto a que não será alheia a confiança adquirida nomeadamente com o triunfo em Wimbledon. E foi agradável constatar que parece estar a adaptar cada vez melhor o seu jogo às exigências dos pisos duros rápidos, actuando mais próximo da linha de fundo e sempre pronto para comandar os pontos desde cedo. Não só não se desgasta tanto fisicamente, como se habilita a resultados desportivos ainda melhores. Arriscando um prognóstico, diria que o "Verão americano" de 2008 será o melhor da sua carreira e consagrá-lo-á como o melhor jogador do mundo da actualidade. O Masters Series de Cincinnati é a próxima prova de fogo (inicia-se já amanhã) e permitirá tirar importantes ilações quanto a uma cada vez mais previsível troca de posições no topo da hierarquia mundial masculina. A não perder.
# Artigo de Carlos Morais Publicado às 00:40 |
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LIVRES Futebol de Verão #4
Foto MAISFUTEBOL+ O já tradicional dérbi do Guadiana foi favorável ao Sporting, que assim ganhou o torneio algarvio. Vitória sem contestação dos leões sobre o Benfica (2-0), num jogo em que os encarnados confirmaram que não é com os reforços que a imprensa vende - Luis García, Miccoli, etc. - que vão resolver um problema que é estrutural. O Sporting mantém a base da época anterior, corrigiu os erros defensivos da segunda parte com o Sunderland e, a menos de um mês do início do campeonato, é muito mais equipa que o velho rival. + Num jogo que começou envolto na polémica que afastou João Moutinho dos planos de Paulo Bento, a toada foi de equilíbrio até ao início da segunda parte, quando o Sporting construiu a vitória. Um triunfo à base de vitamina D - de Derlei e Djaló -, mas alicerçado numa fórmula a que vou chamar de fórmula E - de erros de Edcarlos. O central brasileiro foi ridículo em duas ocasiões e possibilitou que Derlei assistisse o companheiro de ataque para o 1-0, num primeiro instante, e que Yannick retribuísse a oferta pouco depois. Muitas facilidades no último reduto encarnado que, aliadas às facilidades consentidas diante do Blackburn, são sinónimo de muito trabalho para Quique Flores. + Rochemback foi (justamente) considerado o melhor jogador do torneio. Polga, Tonel e Grimi provaram que juntos ajudam a forma uma defesa mais sólida, talvez à espera de Caneira - que hoje foi um trinco em bom plano - para a direita. No Benfica, Urreta foi dos melhores, Aimar esteve muito confinado aos últimos metros e Carlos Martins quis fazer tudo depressa e bem... saiu-lhe quase tudo mal. Sei que Quique ainda está na fase de testes, mas não dá para entender que ensaio é que quererá fazer ao colocar Binya, Amorim, Fellipe Bastos e Jorge Ribeiro como quarteto da linha média. De Edcarlos nem vale a pena falar, porque deverá ter destino traçado...
# Artigo de Da Rocha Publicado às 00:26 |
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Domingo, Julho 27, 2008
LIVRES Snapshot #131
Foto FIFA.COMPORTUGAL TERMINA NO PÓDIO - No mesmo dia em que o pior Brasil dos últimos anos mostrou que continua a mandar nas areias e renovou o título mundial, ao derrotar a Itália (5-3), Portugal ganhou à Espanha (5-4) e fechou a sua participação no terceiro lugar. A selecção lusa regressou a um lugar de destaque neste tipo de torneios e parece com condições para chegar ao título mundial em 2009 - se a grelha de jogos da FIFA o permitir, claro. Madjer e Amarelle foram as figuras do duelo ibérico e repartiram também os prémios individuais: o português foi o melhor marcador (13) e o espanhol o melhor jogador.
# Artigo de Da Rocha Publicado às 21:12 |
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HÓQUEI EM PATINS Portugal vice-campeão europeu
» Selecção das quinas só foi batida pela Espanha na final Foto RTPA selecção nacional de hóquei em patins sagrou-se vice-campeã europeia de hóquei em patins, na prova realizada em Oviedo, palco de uma das 20 conquistas lusas, em 1987. E ainda que o título europeu não tenha vindo para o nosso país, pode muito bem dizer-se que está limpa a péssima imagem deixada pelos portugueses no último mundial da modalidade. Mérito para Luís Sénica, que soube pegar numa equipa "esfrangalhada" depois desse pesadelo de Montreux, marcado por derrotas desprestigiantes e um 6º lugar final, e torná-la num grupo de excelentes jogadores com potencial para grandes conquistas que fogem há já alguns anos. Em Oviedo, Portugal assinou uma campanha muito boa, com vitórias sobre Inglaterra (7-0), Alemanha (4-1) e Suíça (6-3), na fase de grupos, e Holanda (10-1) e Itália (5-0), nos "quartos" e "meias", respectivamente, antes de ceder frente a "nuestros hermanos" por um equilibrado 1-0. No jogo de ontem, foi a Espanha que entrou melhor, fazendo circular a bola com grande rapidez e criando algumas jogadas de perigo, quase invariavelmente iniciadas no stick de Pedro Gil. No entanto, a melhor ocasião do primeiro quarto da partida até pertenceu a Portugal, por intermédio de Reinaldo Ventura. O hoquista do F.C.Porto perdeu o esférico no meio-ringue espanhol, mas conseguiu recuperá-lo e isolar-se frente a Sergi Fernandez. Contudo, o guarda-redes espanhol venceu o duelo, à semelhança do que aconteceu por diversas vezes ao longo da partida. E, claro, lá diz a velha máxima: "quem não marca, arrisca-se a sofrer". À passagem do 15º minuto, Marc Gual encarregou-se de adiantar os espanhóis no marcador, na recarga a um remate defendido por João Miguel. Um duro revés nas aspirações de Portugal. Ainda assim, a equipa das quinas não baixou nunca os braços e, após o reatamento, surgiu disposta a mudar o rumo dos acontecimentos. Luís Viana viria mesmo a empatar, mas a dupla de arbitragem decidiu chamar a si algum do protagonismo, anulando imcompreensivelmente o golo. Um erro grosseiro, que viria a revelar-se decisivo no desfecho do jogo. Até final, os jogadores lusos deram o tudo por tudo na tentativa de levar a contenda a um prolongamento, mas não mais o marcador sofreria qualquer alteração, não obstante a grande penalidade de que dispôs Reinaldo Ventura. Este foi o quinto título consecutivo para os espanhóis, que passam a somar 14 e se aproximam dos 20 que contabiliza Portugal. No entanto, nada disso assusta, até porque estes jogadores deixaram bem claro que poderemos contar com eles para voltarem a erguer a modalidade a um patamar mais condizente com o estatuto de potência do hóquei patinado europeu e mundial.
# Artigo de Carlos Morais Publicado às 18:46 |
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TOUR DE FRANCE Etapa 21
» Carlos Sastre consagrado vencedor em Paris Foto ASSOCIATED PRESSCarlos Sastre (CSC) é rei da Volta a França durante um ano. O ciclista espanhol foi coroado esta tarde como vencedor do Tour 2008 e tornou-se no sétimo corredor do país vizinho a vencer a prova gaulesa. Festa merecida para Sastre, que soube explorar a apatia geral e mostrou-se determinado na mítica subida ao Alpe d'Huez e soube depois contrariar o favoritismo dos adversários no contra-relógio final. Em Paris, nos Campos Elíseos, a Quickstep mandou nos metros finais e a vitória coube ao belga Gert Steegmans. No final, Cadel Evans (Silence-Lotto) e Bernhard Köhl (Gerolsteiner) ladearam Sastre no pódio, enquanto Óscar Freire (Rabobank) e Andy Schleck (CSC) também mostraram as suas camisolas.
# Artigo de Da Rocha Publicado às 18:02 |
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Sábado, Julho 26, 2008
LIVRES Futebol de Verão #3
Foto ASSOCIATED PRESS+ Não correu lá muito bem a festa de apresentação do FC Porto aos seus sócios, adeptos e simpatizantes. No Dragão, foi da forma que se pode ver na foto acima que Vennegor of Hesselink a estragou. Ganhou o Celtic, mas o que fica deste jogo são as incertezas de Jesualdo Ferreira quanto ao esquema táctico com que vai atacar a nova temporada. Do que vi, a primeira parte foi bem melhor que a segunda, apesar de faltar alguma largura à equipa. Talvez porque Quaresma só marcou presença em teoria e porque Rodríguez joga mais por dentro. Até à Supertaça, com o plantel já definido, Guarín (talvez o melhor de hoje) cimentará o seu lugar na linha média, deverá chegar alguém para as faixas (?) e Sapunaru talvez me dará mais razões para achar que afinal não é o "barrete" que me pareceu depois de ver os jogos na Alemanha. + No Guadiana, o Sporting derrotou o Blackburn (2-1) e, mesmo sem ter feito muito por isso, ganhou o primeiro teste mais a sério desta pré-temporada. Os processos defensivos melhoraram um pouco relativamente ao treino com o Sunderland, mas voltou a faltar criatividade a meio-campo e Tiuí e Postiga não se deram nada bem na frente de ataque. No entanto, a equipa parece em crescendo. Os destaques positivos vão para Adrien Silva, Carriço e talvez Rochemback. Pela negativa indico Pedro Silva, porque não é um golo inesperado que apaga tudo o que de mau tem o lateral brasileiro. Amanhã há dérbi e tudo deverá ser feito com mais vontade do que esta noite. + Mais a sério ainda, o Braga despachou o Sivasspor (3-0) e meteu-se na segunda pré-eliminatória da Taça UEFA. A televisão não mostrou, mas deve ter ficado provado que os turcos não metiam medo a ninguém, por mais que Jesus diga que discutiram o título até à antepenúltima jornada. Golos de Matheus, Linz e Aguiar (g.p.) e está carimbado o passaporte dos arsenalistas. A 1 de Agosto conhecerão o adversário e Portugal terá outra vez os pontos do ranking a dividir por 7 equipas.
# Artigo de Da Rocha Publicado às 23:37 |
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LIVRES Snapshot #130
Foto FIFA.COMO MESMO FADO NA AREIA - Portugal perdeu com o Brasil (4-5) e falhou a final do Mundial FIFA de Futebol de Praia. O conjunto de Zé Miguel foi superior em muitos momentos, esteve três vezes em vantagem, viu os novatos como Torres ou Zé Maria a mostrarem valor, mas foi incapaz de superiorizar-se a uma das selecções brasileiras mais acessíveis que me lembro. André marcou três para os canarinhos. O duelo de titãs pende quase sempre para o Brasil. O guarda-redes Rodrigues esteve infeliz e Portugal vai ter que contentar-se com a discussão do último lugar do pódio.
# Artigo de Da Rocha Publicado às 18:06 |
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TOUR DE FRANCE Etapa 20
» Sastre fica com a amarela, Evans de novo em segundo Foto ASSOCIATED PRESSAfinal não houve troca de camisola amarela no penúltimo dia da Volta a França. Carlos Sastre (CSC), o herói da mítica subida ao Alpe d'Huez, segurou o primeiro lugar da geral individual e consagra-se amanhã como o vencedor do Tour 2008. Sastre pedalou motivado pela possibilidade de fazer história e acabou por contrariar todos os prognósticos, vincando a sua vitória final ao perder apenas 29 segundos para Cadel Evans (Silence-Lotto). Evans desiludiu. O grande favorito e grande especialista no crono pareceu sempre muito desgastado - talvez por não ter tido apoio da sua equipa nos dias mais difíceis - e nunca conseguiu ser tão "explosivo" como prometeu no dia de ontem. Assim, fez segundo pelo segundo ano consecutivo na prova gaulesa. Bernhard Köhl (Gerolsteiner) foi a surpresa do dia e vai estar no pódio em Paris, enquanto Denis Menchov (Rabobank) é quarto e Franck Schleck (CSC) foi o maior derrotado do contra-relógio. Sastre é o virtual dono da amarela e conseguiu o tri para os espanhóis - num ano dourado para o desporto do país vizinho, sucedendo a Pereiro e Contador. Quanto ao contra-relógio, Stefan Schumacher (Gerolsteiner) 'voou' e juntou este contra-relógio individual ao outro que tinha conquistado na quarta etapa, desta vez superiorizando-se a Fabian Cancellara (CSC) e a Kim Kirchen (Team Columbia).
# Artigo de Da Rocha Publicado às 17:04 |
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Sexta-feira, Julho 25, 2008
LIVRES Futebol de Verão #2
Foto RECORD+ Ainda não é este o Benfica versão 2008/09 que os benfiquistas esperam. E, como era de prever, Aimar mostrou na estreia que não é a solução para todos os problemas que muitos fizeram crer aquando da sua contratação. Nem Luis García ou Miccoli - os mais falados - serão. Os encarnados precisam de reforços noutras posições, porque jogando com Luís Filipe, Edcarlos ou Sepsi, por exemplo, já se viu que o adversário não precisa de fazer muito para marcar. O Blackburn não fez e marcou três. + Destaque no Benfica para o facto de Carlos Martins já ter mostrado muito mais do que contra o Estoril e para as prestações de Fellipe Bastos, Yebda e Nuno Assis (um dos tidos como dispensáveis). Amorim e Balboa, do que vi, também não estiveram mal, assim como Urretavizcaya. Moreira sofreu três golos e, apesar de não ter tido culpa em nenhum, não é assim que vai recuperar a confiança necessária para beliscar o lugar de Quim. Ainda para mais sabendo que um dos três reforços que estão na agenda encarnada deve ser para a baliza... Domingo há dérbi no Guadiana. Mesmo a feijões, pode ser que dê para ver mais qualquer coisa. + Quanto aos outros destaques desta pré-temporada, saliência para a aventura do Paços de Ferreira em Marrocos, onde derrotou o campeão africano, os tunisinos do Étoile du Sahel, empatou com os marroquinos do FAR e perdeu com a Udinese. Paulo Sérgio não tem - ainda - divisão, mas começou cedo a fazer a construção do plantel e parece que tem equipa. Destaques dos últimos dias são também as prestações dos Vitórias frente aos ingleses. O Vitória de Cajuda ganhou ao 'Boro (1-0), ao passo que os sadinos empataram (1-1) com Sunderland - Bruno Moraes marcou e promete ser de novo feliz no Bonfim. + De resto, o Leixões de Mota já começa a ganhar forma e desforrou-se do Freamunde (2-0) e para o Torneio Legea, que se está a disputar na zona Centro entre Académica, Nacional, U.Leiria e Beira-Mar. No primeiro jogo, dois dos 'grandes' da Liga Vitalis empataram a um, com golos de Fary Faye, para os aveirenses, e de Luiz Carlos, para os leirienses. Este sábado, há um Beira-Mar v Académica (18h30) e um Nacional v U.Leiria (19h00).
# Artigo de Da Rocha Publicado às 23:50 |
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TOUR DE FRANCE Etapa 19
» Chavanel vence primeira etapa no Tour Foto ASSOCIATED PRESSSylvain Chavanel (Cofidis) foi o homem do dia na 19.ª etapa da Volta a França 2008. O percurso entre Roanne e Montluçon não teve história e ficou marcado por uma fuga que vingou e deixou a discussão da etapa entre Jérémy Roy (Française des Jeux) e Chavanel. O actual campeão francês de contra-relógio foi mais forte e conseguiu um dos maiores feitos da sua carreira, vencendo pela primeira vez no Tour. Num dia que serviu para recarregar baterias para o contra-relógio de amanhã, não houve quaisquer alterações na geral individual e só praticamente a camisola amarela é que está por decidir, entre Carlos Sastre e Cadel Evans - muito dificilmente Menchov lá chegará. De resto, Bernhard Köhl (Gerolsteiner) tem a camisola da montanha garantida e Oscar Freire (Rabobank) a dos pontos.
# Artigo de Da Rocha Publicado às 19:54 |
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BRASILEIRÃO Jornada 14
» Palmeiras goleia Santos; Vasco e Fluminense empatam em jogo electrizante Foto UOL ESPORTEEspectacular! Assim se pode classificar a décima quarta jornada do Campeonato Brasileiro. Emoção, mudanças na classificação e golos, muitos golos para os amantes do futebol. Dois clássicos animaram ainda mais a ronda deste meio de semana. No Rio de Janeiro, Fluminense e Vasco empataram a três golos, enquanto que o Palmeiras despachou o Santos por 4-2. No Maracanã, o Vasco entrou a mandar na partida. Com a equipa concentrada e sem conceder veleidades aos jogadores do Fluminense, o Gigante da Colina procurou cedo chegar à vantagem. E, depois de uma oportunidade desperdiçada de forma inacreditável por Leandro Amaral (atirou à barra quando estava sozinho com a baliza completamente deserta), eis que o Vascão abre o marcador: aos 18’, Mádson invade a área e assiste Edmundo, que não perdoa. Na volta do intervalo, o machão da Gama continuou a mandar na partida e faria o segundo aos 52’: Leandro Amaral, tentando a redenção depois do seu falhanço, faz grande arrancada desde o meio-campo, que pára apenas no fundo da baliza. No entanto, a torcida vascaína nem teve tempo de vibrar: no minuto seguinte, Washington faz jogada individual e, na base da força, reduz a desvantagem, onde o guardião Tiago não fica isento de responsabilidades. Mesmo assim, os comandados de António Lopes não desanimaram e chegaram ao terceiro: aos 58’, Edmundo recebe passe de Morais e faz o seu segundo golo no jogo. Parecia estar tudo decidido mas faltava a defesa do bacalhau comprometer: aos 74’, Rodrigo António faz penalty desnecessário sobre Dodô, convertido na perfeição por Washintgon. E já bem perto do final, Somália faz jogada na linha de fundo e cruza rasteiro. A defesa cruzmaltina ficou a ver a bola passar e Tartá agradeceu para conseguir um ponto para o tricolor. Fim de jogo e um resultado muito penalizador para o Vasco. No Parque Antárctica, Palmeiras e Santos fechavam a jornada em situações distintas: o peixe procurava a melhoria na tabela e o verdão não perder de vista os primeiros lugares. Por isso, não foi de estranhar que o porco tomasse conta da partida e de um jogador começar a brilhar: Leandro. O defesa-esquerdo, emprestado pelo FC Porto ao Palmeiras, abriu o marcador aos 12 minutos após passe de Alex Mineiro. Ainda os adeptos da casa comemoravam e já aparecia o segundo: dois minutos depois, o ex- benfiquista Diego Souza faz belo passe para Alex Mineiro aumentar a vantagem. A noite estava a tornar-se de terror para os pupilos de Cuca e pior ficou quando, aos 28’, Leandro cobra livre e o guardião Felipe não consegue segurar. Nos melhores quarenta e cinco minutos da competição, o Santos reagiu e reduziu a desvantagem: primeiro, Kléber Pereira aproveitou cruzamento de Fabão para reduzir; depois foi a vez de Apodi aparecer bem posicionado para bater Marcos. O empate começava a pairar no ar, mas seria Leandro novamente a decidir: cruzamento do homem do jogo e um velho conhecido dos portugueses, Gladstone, subiu mais alto que todos para dar contornos de goleada ao jogo. A etapa final, nada mais trouxe que a provocação dos adeptos palmeirenses aos santistas, pois o jogo já estava resolvido. No restante da jornada, destaque para a fantástica goleada fora de portas do Grêmio ao Figueirense ( 7-1, com o benfiquista Marcel a participar na festa), resultado que fez com que o tricolor gaúcho se tornasse no novo líder da competição. De realçar também os 35 golos marcados na ronda, dando a grande média de 3,5 golos por jogo. Não é todos os dias que se vêm coisas dessas… » BRASILEIRÃO | 14.ª Jornada(classificação) | (calendário) | (marcadores) Vasco 3-3 Fluminense Portuguesa 2-2 Flamengo Botafogo 4-0 Atlético Mineiro Internacional 2-0 São Paulo Cruzeiro 0-1 Goiás Coritiba 1-0 Ipatinga Vitória Bahia 2-0 Náutico Palmeiras 4-2 Santos Figueirense 1-7 Grêmio Sport Recife 1-0 Atlético Paranaense
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# Artigo de Mário Palmeira Publicado às 13:17 |
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Quinta-feira, Julho 24, 2008
LIVRES Snapshot #129
Foto FIFA.COMPORTUGAL v BRASIL ANTES DA FINAL - Portugal derrotou o Uruguai (6-3) e apurou-se para as meias-finais do Mundial FIFA de Futebol de Praia. Belchior voltou a estar em evidência - o que já não é surpresa -, num jogo em que o conjunto de Zé Miguel não derrotou apenas a aguerrida selecção sul-americana, mas também uma dupla de arbitragem que deu um espectáculo daqueles que eu pensava que só se viam nos antigos torneios de futebol de salão. Agora, Portugal encontra o Brasil nas semi-finais. Muito sinceramente, acredito na passagem ao jogo decisivo. A selecção deste ano merece, não acham?
# Artigo de Da Rocha Publicado às 19:38 |
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TOUR DE FRANCE Etapa 18
» Burghardt vence etapa, favoritos só pensam no CRI Foto ASSOCIATED PRESSNenhum dos favoritos está com cabeça para outra coisa que não o contra-relógio final desta Volta a França 2008. A provar isso mesmo está o facto da 18.ª etapa do Tour ter permitido que uma fuga vingasse e que a vitória sorrisse ao alemão Marcus Burghardt (Team Columbia), que se superiorizou na recta final ao espanhol Carlos Barredo (Quick Step), na chegada a Saint-Etienne. Sastre continua com a amarela, claro está, e amanhã é dia de fazer contas a pensar na luta contra o tempo da etapa entre Cérilly e Saint-Amand-Montrond. Amanhã, na tirada que liga Roanne a Montluçon já não estará Damiano Cunego (Lampre), que não suportou as lesões provocadas por uma queda e abandonou o Tour.
# Artigo de Da Rocha Publicado às 17:55 |
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Quarta-feira, Julho 23, 2008
TOUR DE FRANCE Etapa 17
» Sastre acredita, ganha e sai líder do Alpe d'Huez Foto ASSOCIATED PRESS Carlos Sastre foi o herói da mítica subida ao Alpe d'Huez. Um dia, quando se retirar, o ciclista espanhol da CSC poderá olhar para a sua carreira e ver o seu nome inscrito nos vencedores da mais célebre etapa de montanha do ciclismo mundial. Hoje, acreditou nas suas capacidades, saltou para a frente de corrida assim que começou a subida propriamente dita e foi queimando quilómetros e ganhando segundos até à meta. Soberba vitória que o faz vestir pela primeira vez a amarela na prova gaulesa e que o coloca praticamente no pódio deste Tour de 2008. Sastre esteve intratável ao longo de toda a subida. A camisola amarela assenta-lhe bem e a conquista é mais do que merecida. Roubou-a ao companheiro Franck Schleck, curiosamente com uma boa dose de mérito deste e do seu irmão, Andy Schleck - os dois responsáveis por mais uma demonstração de poder da CSC. As contas para a vitória final estão agora simplificadas. Há três fortes candidatos a acabarem nos três primeiros lugares: Carlos Sastre (CSC), Cadel Evans (Silence-Lotto) e Denis Menchov (Rabobank). Franck Schleck (CSC) e Bernhard Köhl (Gerolsteiner) talvez o merecessem por tudo o que fizeram. A discussão parece estar entre o australiano e o espanhol. Evans, num dia bom ou até mesmo normal, deverá conseguir no contra-relógio tirar o minuto e meio a Sastre, apesar da motivação com que este vai partir para o dia final. Menchov, esse, mesmo tendo dado hoje uma enorme demonstração de crer, terá que 'voar' para ganhar a prova.
# Artigo de Da Rocha Publicado às 17:13 |
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Terça-feira, Julho 22, 2008
LIVRES João Pinto termina carreira
Foto VIEWIMAGES+ Acabou esta tarde - oficialmente - a carreira de um dos melhores jogadores portugueses das últimas décadas: João Vieira Pinto. Foram quase duas décadas de (muito bom) futebol nas pernas, repartidas entre Benfica, Sporting, Boavista e Braga. Olhando para a sua carreira, fica o sabor amargo de nunca ter jogado num grande campeonato como o inglês, o italiano ou o espanhol. Convites não faltaram, no entanto o reconhecimento internacional deu-se ao serviço da Selecção Nacional - em especial no Euro'2000. + A agressão a Angel Sánchez fica como mancha, claro está, mas a soma de todos os grandes momentos "à João Pinto" é mais do que suficiente para a fazer desaparecer das nossas memórias. Quem não se lembra do hat-trick ao Sporting a 14 de Maio de 1994, naquele que foi seguramente o melhor jogo da sua carreira? E daquele golo fantástico à Inglaterra, um dos melhores golos da história dos Europeus? E aquele remate que Barthez desviou com os olhos e que ia colocando Portugal na final de 2000? Poucos não se lembrarão destes momentos. + No entanto, assim que soube da decisão de JVP, o primeiro lance que me veio à memória foi outro. Deste acredito que não são tantos os que se lembrem. Na qualificação para o France'98, em pleno Estádio da Luz, passou por meia equipa da Alemanha, num lance só ao alcance dos predestinados, e só Kopke evitou que desfizesse o nulo com que terminou o encontro. Foi a 14 de Dezembro de 1996, era eu um miúdo e nunca mais me esqueci. Outra vez num dia 14. '14', precisamente o número com que João Pinto foi bicampeão mundial de juniores em Lisboa, em 1991. + Na hora da despedida, fica aqui a minha pequena homenagem ao jogador que foi João Pinto. É uma pena que os futebolistas só durem para sempre nas nossas memórias. No caso de João Pinto, é uma pena que não haja um único jogador português com as mesmas características. Até porque JVP tinha um estilo de jogo difícil de igualar.
# Artigo de Da Rocha Publicado às 17:58 |
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TOUR DE FRANCE Etapa 16
» Vitória de Cyril Dessel, Schleck segue de amarelo Foto ASSOCIATED PRESS A décima sexta etapa do Tour 2008 foi hoje ganha pelo ciclista francês Cyril Dessel ( Ag2r), num dia que desiludiu pela falta de ataques entre os favoritos - estariam já todos a fazer contas à etapa de amanhã? O percurso de hoje, com 157 km de extensão, ligava Cuneo a Jausiers e apresentava como pontos altos as duas contagens de montanha de categoria especial - primeiro o Col de la Lombarde e depois o Cime de la Bonette - Restefond, o ponto mais alto da presente edição da Volta a França, registando 2802 metros de altitude. A primeira grande fuga do pelotão, iniciada ao quilómetro quarenta, foi integrada por Christophe Le Mevel ( Crédit Agricole), Sébastien Rosseler ( Quick Step), Thomas Voeckler ( Bouygues Telecom), Samuel Dumoulin ( Cofidis) e Stefan Schumacher ( Gerolsteiner). Contudo, Schumacher não tardou a isolar-se na frente da corrida, enquanto do pelotão saía um grupo de trinta perseguidores, incluindo Damiano Cunego ( Lampre), Yaroslav Popovych ( Silence-Lotto) e Cyril Dessel. Apesar de ter imposto um ritmo elevado durante um largo período da etapa, a entrada na segunda contagem de montanha do dia condenou ao fracasso a fuga solitária de Schumacher, com o alemão a ser apanhado a quatro quilómetros do topo. Se no grupo do camisola amarela, Franck Schleck ( CSC), não se assistiu a qualquer ataque "a sério" na subida para Restefond, na frente da corrida, a poucos metros do final da contagem, John-Lee Augustyn ( Barloworld) destacou-se dos seus companheiros mas, já na descida, acabou por protagonizar um queda que o deixou "pendurado" na encosta da montanha, ficando a ver passar Dessel, Sandy Casar ( FDJ), David Arroyo ( Caisse d'Épargne) e Yaroslav Popovych rumo à meta com quase dois minutos de vantagem para o grupo de Schleck. A vitória na etapa foi então disputada por este quarteto, com Dessel a impôr-se no sprint a Casar e Arroyo, segundo e terceiro classificados, respectivamente. O grupo dos principais favoritos - incluindo os irmãos Schleck, Cadel Evans ( Silence-Lotto), Alejandro Valverde ( Caisse d'Épargne), Carlos Sastre ( CSC) e Bernhard Köhl ( Gerolsteiner) - cruzou a meta com 1'28'' de diferença para o vencedor. Quanto às desilusões do dia, os grandes destaques vão para a perda de mais de meio minuto por parte de Denis Menchov ( Rabobank) em relação ao grupo do camisola amarela e para o facto de Christian Vandevelde ( Garmin) ter terminado a etapa já a 4'04'' de Dessel. Em termos de classificação geral, os resultados da tirada de hoje não produziram qualquer alteração nos três primeiros lugares: Franck Schleck continua na liderança da prova com os mesmos sete e oito segundos de vantagem sobre Köhl e Evans, respectivamente. As perdas de tempo de Menchov e Vandevelde possibilitaram a ascensão de Carlos Sastre à quarta posição da tabela, a 49'', enquanto o russo caiu para o quinto posto, agora a 1'13'' do líder, e o americano para a sexta posição, já a 3'15''. Na classificação relativa à camisola branca, Andy Schleck ( CSC) aproveitou o dia menos bom de Vincenzo Nibali ( Liquigas) para roubar ao italiano a liderança desta tabela, ainda que por apenas seis segundos de diferença. Já nas contas relativas às camisolas de montanha e de pontos, não se registam novidades de maior, na medida em que Bernhard Köhl e Óscar Freire ( Rabobank) seguem como líderes. O dia de amanhã será, provavelmente, o mais decisivo para a definição dos primeiros classificados nesta Volta a França (salvaguarda-se apenas uma margem para surpresas no contra-relógio individual de sábado...). A décima sétima etapa do Tour, entre Embrun e o Alp d'Huez, assemelha-se a uma montanha russa de tantas dificuldades que os ciclistas terão que enfrentar: aos 31 km, há uma primeira subida de terceira categoria ( Col de Sainte Marguerite) só para o pelotão "aquecer as pernas" para a ascensão ao Col du Galibier ao quilómetro 79 (categoria especial); após uma longa descida, o quilómetro 156 km assinala a segunda categoria especial do dia, o Col de la Croix de Fer; e, como não há duas sem três, o final da etapa coincidirá com a ascensão ao Alp d'Huez (quilómetro 210,5), também de categoria especial. Tendo em conta a falta de ataques entre os favoritos no dia de hoje, a etapa de amanhã promete...
# Artigo de Margarida Martins Publicado às 17:15 |
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Segunda-feira, Julho 21, 2008
LIVRES Snapshot #128
Foto FIFA.COMBELCHIOR METE PORTUGAL EM 1.º - Portugal ganhou o Grupo B e já tem adversário nos quartos-de-final do Mundial FIFA de Futebol de Praia: o Uruguai. Em Marselha, nas areias da Praia do Prado, a turma de Zé Miguel derrotou a Itália no prolongamento (5-4), num jogo que é notícia pelo golo de Maradona Júnior. Belchior, com um 'hat-trick', afirma-se cada vez mais como o português deste campeonato. Nos quartos, os aguerridos uruguaios serão um osso bem duro de roer. Portugal está bem melhor que há um ano e os seguidores da modalidade acreditam cada vez mais nesta equipa. Mesmo com a possibilidade de encontrar o Brasil nas meias.
# Artigo de Da Rocha Publicado às 21:08 |
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LIVRES Take #71
» Um futuro incerto Foto MIGUEL LOPESComeçou hoje mais uma edição de um campeonato da Europa de hóquei em patins, a 47.ª, se não me engano. A modalidade que outrora era uma religião em Portugal está hoje cada vez mais esquecida, abandonada e, por que não dizê-lo?, às portas da morte. Sofre o hóquei em patins o mesmo que todas as modalidades amadoras sem grandes instituições bancárias ou patrocinadores sofrem. Hoje em dia as crianças já não crescem com as histórias do hóquei em patins, com as grandes figuras. O menor interesse faz com que os responsáveis federativos sejam os mesmos anos após anos, sem empreendedorismo e com quase nula capacidade para dar uma volta à modalidade. Falando a nível europeu, Portugal já não vence uma competição desde 1998. Nessa altura, foi o 20.º título em 43 edições. Daí para cá, o vencedor tem apenas um nome: Espanha. Se hoje o hóquei em patins português é o que é, a Espanha terá também a sua quota parte de culpabilidade. Desprezada dos Jogos Olímpicos, a modalidade tem um lote de quatro selecções que dominam o panorama internacional. Tudo bem que a Inglaterra até tem 12 títulos europeus, apenas menos um que a Espanha e mais dez que a Itália, mas é preciso notar que os ingleses venceram as 12 primeiras edições. Hoje, na estreia, Portugal venceu sem dificuldades a Inglaterra (7-0). Pessoalmente, a emoção já não é a mesma da década passada. Olho para o televisor e reconheço apenas Reinaldo Ventura. Em 90, sem ter sequer dez anos, enumerava sem dificuldade e quase que automaticamente os nomes de Chambel, Paulo Almeida, Tó Neves, Pedro Alves, Paulo Alves, Vítor Fortunato, Realista, entre outros. Sabia também das grandes equipas que Sporting, Paço de Arcos e Oeiras tinham tido no passado, com Chana, que entretanto vim a conhecer, António Livramento e Sobrinho em plano de destaque. Haverá futuro risonho para esta modalidade?
# Artigo de Rui Silva Publicado às 19:33 |
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BRASILEIRÃO Jornada 13
» Grêmio derruba hipótese de liderança do Cruzeiro Foto UOL ESPORTEO Brasileirão está mais emocionante do que nunca! Depois de nova derrota do Flamengo ( 1-0 com o Vitória da Bahia), os seus mais directos perseguidores aproveitaram para colocar-se ainda mais próximo da liderança. No entanto, um deles não teve motivos para sorrir: diante do Grêmio, o Cruzeiro desperdiçou excelente oportunidade de se tornar líder ao perder por 1-0. Já o São Paulo continua a sua recuperação na tabela, derrotando o Botafogo por 2-1. No Olímpico, em Porto Alegre, realizou-se o jogo mais esperado da ronda. Grêmio e Cruzeiro enfrentavam-se com objectivos semelhantes: encostar-se ainda mais ao Flamengo. Logo, não foi de estranhar o fraco desempenho na primeira parte, com o medo mútuo de ambas as equipas em partir para o ataque e tentar o golo. No entanto, foi no pior período da partida que o único golo surgiu: aos 17’, Tcheco cobra canto cortado pela defesa da raposa; a bola cai nos pés de Rafael Carioca, que vê Paulo Sérgio livre e este último agradece com um remate certeiro para o fundo da baliza. A equipa cruzeirense, após o golo, tentou a reacção, mas o número elevado de passes errados fez com que não conseguissem sequer um remate à baliza de Victor nos primeiros 45 minutos. Na etapa final, a equipa celeste começou a todo gás, presionando junto à defesa gremista e criando algumas oportunidades. Porém, com o passar do tempo, o tricolor gaúcho voltou a controlar as operações e acabou a partida em cima do Cruzeiro, que só não teve um resultado mais dilatado porque o guardião Fábio rubricou excelente exibição. Fim de jogo e o Grêmio é o novo vice-líder do campeonato, a apenas um ponto do Flamengo. Em São Paulo, a equipa local realizou uma péssima exibição, mas levou a sua avante graças à tremenda falta de pontaria dos jogadores do Botafogo. Sem o seu lateral direito Joílson, Muricy Ramalho resolveu optar por adaptações e o certo é que deu-se bastante mal com a sua opção, uma vez que foi sempre pelo seu lado direito que o fogão tentava chegar ao golo. Todavia, no melhor período alvinegro no jogo, o sampa chegou à vantagem: Jorge Wagner lança Cazumba na perfeição e deixa este frente à frente com Castillo, que não teve outro remédio senão pará-lo em falta: penalty, convertido por Rogério Ceni. Na etapa complementar, o tricolor paulista continuou ‘ausente’ da partida e o Bota a mandar no jogo. Já diz o ditado que água mole em pedra dura tanto bate até que fura e foi isso mesmo que aconteceu para os comandados de Ney Franco: aos 77’, o ex- portista Carlos Alberto recebe na entrada da área e, contando com um desvio da defesa, finalmente bate Rogério Ceni. O jogo continuou inclinado para a equipa botafoguense que viu tanto desperdício ser penalizado aos 88’: Jorge Wagner cruza, encontra Dagoberto e o ‘baixinho’ não se faz rogado e dá os três pontos ao São Paulo. No final, a equipa da casa sobe para o quinto lugar, a três pontos do líder, enquanto o Botafogo aproxima-se perigosamente dos lugares de descida. No restante da ronda, destaque para a inesperada goleada do Ipatinga frente à Portuguesa por 4-1, resultado que fez cair o técnico da Lusa e para a primeira vitória do Santos de Cuca, ao bater o Sport Recife graças ao golo de Kléber Pereira. » BRASILEIRÃO | 13.ª Jornada(classificação) | (calendário) | (marcadores) Grêmio 1-0 Cruzeiro Fluminense 1-0 Figueirense Ipatinga 4-1 Portuguesa Goiás 3-2 Palmeiras Atlético Paranaense 3-1 Vasco Santos 1-0 Sport Recife Náutico 1-1 Internacional Flamengo 0-1 Vitória Bahia Atlético Mineiro 3-2 Coritiba São Paulo 2-1 Botafogo
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# Artigo de Mário Palmeira Publicado às 18:41 |
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LIVRES Futebol de Verão #1
Foto MAISFUTEBOL+ Vistos os três 'grandes' versão 2008/09 em acção, ainda muito pouco há a destacar do actual estado das respectivas equipas. Os resultados contam muito pouco nesta altura do ano, é certo, mas só o Sporting é que perdeu, logo no primeiro teste que teve digno desse nome. Diante do Sunderland, a novidade foi a abolição do losango na primeira parte e o destaque vai para os erros defensivos grosseiros que permitiram a reviravolta dos Black Cats. + Ronny, Pedro Silva e Grimi foram autênticos buracos na defesa dos leões. Salva-se o facto do argentino só ter começado a treinar há quatro dias. Os outros dois, esqueçam. Notou-se ainda a necessidade que qualquer jogador tinha de dar a bola a Rochemback. Pareceu-me exagerado. Também por isso, a equipa que menos mudou nos últimos três meses é a mais atrasada na preparação. E isso é preocupante. Sem alarmismos. + No Benfica, o agora chamado "Benfica de Quique Flores e Rui Costa", não consegui ver um Carlos Martins assim tão preponderante como as capas dos jornais fazem crer. Yebda e Balboa sim, foram destaques e com nota bem positiva. Surpreendeu-me o ex-Real Madrid. Pela negativa, Edcarlos - o que nem chega a ser surpresa. + O FC Porto, por sua vez, foi quem mais trabalhou até agora e também quem mais trabalho mostrou. Mas penso que há demasiadas opções que pisam os mesmos terrenos a meio-campo. Num jogo mostrou-se Guarín e noutro Tomy Costa. Mesmo assim, partindo do princípio que Lucho e Meireles têm as suas posições definidas, eu arriscaria no jovem Fernando Reges para aprender a fazer de Assunção. De resto, fica a ideia que não era preciso ir muito longe para conseguir os préstimos de laterais melhores que Benítez e Sapunaru. Barretes? + Quanto aos outros, tenho curiosidade para ver o que conseguirá o Vitória sem Geromel, Alan, Mrdakovic e Ghilas. Dos pilares da fantástica campanha de 2008, só Nilson, Sereno e Desmarets disfarçam a fractura na espinha-dorsal. Interessante também o desafio do Belenenses. Veremos se os azuis conseguirão fazer melhor com Mior, que terá que justificar o bom trabalho de há uns anos no Nacional. + No meio de tanto futebol de Verão, deixei para último a estreia oficial de uma equipa portuguesa na nova época. O Braga foi à Turquia ganhar ao Sivasspor (2-0), para a Intertoto, e está com pé e meio na 'pré' da Taça UEFA. Roland Linz e Moisés - os responsáveis por Volkan Ünlü vir a ter um espaço só dele naquelas compilações de 'bloopers' - abriram o caminho para a boa estreia de Jesus e marcaram o início do trajecto europeu dos arsenalistas.
# Artigo de Da Rocha Publicado às 01:51 |
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LIVRES Take #70
» As novas ambições Foto RECORDFC Porto, Sporting e Benfica estão já em plena pré-época e, apesar de ainda não terem o plantel fechado nem contar com todos os jogadores possíveis, realizaram jogos particulares neste fim-de-semana. Tendo visto apenas o FC Porto na totalidade e segmentos de Sporting e Benfica, julgo que o balanço foi fraco. As equipas não deslumbram e, apesar de haver um ou outro pormenor de destaque, há ainda muito a melhorar. Neste momento, Jesualdo Ferreira, Paulo Bento e Quique Flores não se importam com a qualidade do jogo, mas sim com outros pormenores, com a transição ofensiva a assumir importância fundamental. A concentração defensiva, a velocidade e outros factores são adquiridos quase de mão dada com a forma física. As movimentações nas transições dependem do treino, dos chamados automatismos, da ambientação de uma equipa, composta por diferentes jogadores, a uma nova mentalidade. Neste aspecto, o Sporting poderia ser aquele que teria mais vantagem à partida. Os reforços estão perfeitamente ambientados ao futebol português: Batista é guarda-redes e não entra nas contas, Caneira e Rochemback até já estiveram no Sporting, enquanto Postiga ainda não chegou. Então por que será que o futebol esteve tão mastigado? Não só é precoce para fazer estas análises, como também é preciso ver outro aspecto. Os principais responsáveis para esta função nos últimos anos, Veloso e Moutinho, ainda não chegaram. E mesmo que cheguem, poderão vir a sair. Isto será uma verdadeira dor de cabeça para Paulo Bento. No FC Porto, as coisas são diferentes. As duas equipas vão disputar o primeiro troféu da época e, neste momento, os dragões parecem levar uma enorme vantagem. Veloso, Moutinho, Postiga e Patrício ainda não treinaram, Bruno Alves, Raul Meireles e Quaresma já jogam. Os leões têm dois jogos, o FC Porto tem cinco. Das três, é a equipa de Jesualdo que melhor futebol evidencia e que maior rapidez consegue imprimir na transposição de jogo da defesa para o ataque. Pelo jogo de hoje, Tomás Costa parece ser uma excelente aposta. Se tiver Raul Meireles ao lado então... A verdade é que Jesualdo Ferreira parece estar a preparar tudo de forma a partir em vantagem para o jogo frente aos carrascos. No Benfica, vive-se uma dupla ambientação. A do treinador e a dos jogadores, sejam reforços ou não. O plantel está longe de estar fechado e há muito ainda a definir. Tenho algumas dúvidas no planeamento do plantel e parece-me que, apesar do equilíbrio do plantel ficar a um nível muito mais elevado, surgirão investimentos deitados ao lixo, especialmente sabendo que jogadores como Nuno Gomes e Petit parecerem gozar de um estatuto especial. Cardozo e Makukula custaram 15 milhões, Aimar, Carlos Martins e Balboa foram 13,5 no total. Depois há ainda Ruben Amorim, Petit e Yebda, mais um jogador que poderá chegar para o lado esquerdo. O jogo com o Estoril não foi brilhante, mas teve bons momentos. Os reforços não fizeram os adeptos delirar, mas deixaram boas impressões. Vive-se o clima de nova época com novas ambições. Há trabalho para mostrar.
# Artigo de Rui Silva Publicado às 00:32 |
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Domingo, Julho 20, 2008
TOUR DE FRANCE Etapa 15
» Vitória de Simon Gerrans, Evans perde camisola amarela para Franck Schleck Foto ASSOCIATED PRESS A décima quinta etapa do Tour 2008 - a primeira de alta montanha nos Alpes - foi hoje ganha por Simon Gerrans ( Crédit Agricole) após uma longa fuga de quase cento e setenta quilómetros na companhia de mais três ciclistas. No dia de hoje, o pelotão saiu de Embrun com destino a Prato Nevoso (Itália), tendo pela frente 183 km com duas contagens de montanha de elevado nível de dificuldade: a passagem de categoria especial pelo Col Agnel (2744 metros de altitude) e o final ao alto de primeira categoria. A principal notícia no início da tirada era o abandono de Mark Cavendish ( Team Columbia), que, tendo já vencido quatro etapas na presente Volta a França, terá decidido dar por terminada a sua participação no Tour para melhor preparar a sua presença nos Jogos Olímpicos de Pequim. Entretanto, com a ascensão ao Col Agnel a surgir logo ao quilómetro cinquenta e oito, assitiu-se à fuga do pelotão à passagem do quilómetro doze por parte Egoi Martinez ( Euskaltel), José Luis Arrieta ( Ag2r) e Danny Pate ( Garmin), a quem se juntou Simon Gerrans quatro quilómetros depois. O quarteto soube entender-se e conseguiu construir alguma vantagem sobre o pelotão, numa altura em que os ciclistas sofriam com as más condições meteorológicas (chuva e frio, com 9ºC no topo do Col Agnel). Contudo, se a subida de categoria especial foi difícil, a descida imediatamente a seguir foi ainda pior: a estrada estreita e com muitas curvas tornou-se ainda mais perigosa devido à chuva e, no pelotão, assistiu-se à queda arrepiante de Óscar Pereiro ( Caisse d'Épargne), que, juntamente com Robert Hunter ( Barloworld), galgou as protecções e acabou por cair na estrada cinco metros abaixo. Com o ciclista espanhol imóvel no meio da estrada, o pelotão viveu momentos de apreensão mas, felizmente, tudo indica que Pereiro não terá mais do que uns ossos partidos - clavícula e fémur. Não deixam de ser lesões graves mas, tendo em conta a forma como caiu, pode-se dizer que Pereiro acabou por ter sorte dentro de tanto azar; quanto a Hunter, o australiano pôde prosseguir em prova. De qualquer modo, este acidente levou ao aumento da vantagem sobre o pelotão do quarteto em fuga, que assim iniciou a subida final para Prato Nevoso com mais de dez minutos de avanço. Chegados a este ponto, os quatro ciclistas deixaram de colaborar entre si, com Martinez a lançar o primeiro ataque. No metros finais da ascensão, Simon Gerrans acabou por se libertar dos seus companheiros de fuga e cruzou a meta com três segundos de vantagem sobre Martinez, dez sobre Danny Pate e cinquenta e cinco sobre Arrieta, que entretanto já descolara da frente da corrida. Entretanto, no grupo do camisola amarela viviam-se momentos mais tensos: Andy Schleck foi a grande figura da CSC pelo excelente trabalho realizado na frente deste grupo, enquanto Denis Menchov ( Rabobank) viu um ataque seu travado devido a uma queda sem consequências de maior. Apesar de estarem todos a lutar pela vitória no Tour, o grupo soube mostrar desportivismo e "esperou" pela reentrada de Menchov para aumentar novamente o ritmo, com o russo, Carlos Sastre ( CSC), Alejandro Valverde ( Caisse d'Épargne) e Bernhard Kohl ( Gerolsteiner) a deixarem para trás o camisola amarela Cadel Evans ( Silence-Lotto) a pouco mais de um quilómetro da meta. Kohl foi o quinto classificado na etapa, a 4'03'' do vencedor (o mesmo registo que Carlos Sastre, sexto classificado), com Alejandro Valverde a cruzar a meta na sétima posição, a 4'12''. Menchov foi oitavo, a 4'23'', Franck Schleck nono, a 4'41'', e Christian Vandevelde ( Garmin) décimo, a 4'43''. Cadel Evans foi "apenas" décimo terceiro na etapa, a 4'50'' de Gerrans. Tal como se esperava, a etapa de hoje trouxe alterações significativas à classificação geral, entre as quais se destaca a ascensão à liderança de Franck Schleck. O luxemburguês tem sete segundos de vantagem sobre Bernhard Kohl e oito sobre Evans, respectivamente segundo e terceiro classificados. De resto, destaque para o facto de Menchov, Vandevelde e Sastre se encontrarem igualmente a menos de um minuto do camisola amarela, enquanto Valverde reentrou no top ten - é agora nono classificado a 4'11'' de Schleck, com pouco mais de meio minuto de diferença para o oitavo classificado, Vladimir Efimkin ( Ag2r), e cerca de minuto e meio de distância para o sétimo posto, entregue a Kim Kirchen ( Team Columbia). O top ten é então encerrado por Samuel Sanchez ( Euskaltel), a 4'34'' do líder, com o antigo dono da posição, Vincenzo Nibali ( Liquigas), a cair para o décimo segundo lugar da geral, que ainda assim lhe permite manter-se como melhor jovem em prova. Em relação à classificação de montanha, Kohl é o novo líder, com 25 pontos de vantagem em relação ao seu companheiro de equipa, Sebastian Lang. Por fim, na camisola dos pontos não se regista qualquer novidade, com Óscar Freire a seguir de camisola verde. Amanhã teremos o segundo dia de descanso da Volta a França 2008 mas os Alpes regressam em força já na terça e quarta-feira. A décima sexta etapa será disputada entre Cuneo (Itália) e Jausiers, com os ciclistas a percorrerem 157 km preenchidos por duas contagens de categoria especial: o Col de la Lombarde (2351 m), ao quilómetro 72,5, e o Cime de la Bonette - Restefond (2802 m), a pouco mais de vinte quilómetros da meta. Resta saber se os favoritos vão atacar já na terça-feira ou se vão guardar as forças para o Alp D'Huez, na quarta...
# Artigo de Margarida Martins Publicado às 18:25 |
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AUTOMOBILISMO Fórmula 1 - GP Alemanha
» Hamilton soma segunda vitória consecutiva e isola-se na liderança do mundial de pilotos Foto ASSOCIATED PRESSApós um conjunto de corridas menos conseguidas - desde o erro no GP do Canadá até à péssima prestação em Magny-Cours -, Lewis Hamilton ( McLaren-Mercedes) parece ter recuperado a sua confiança e hoje, no circuito de Hockenheim, somou a sua segunda vitória consecutiva no campeonato mundial de Fórmula 1. O piloto inglês saiu para a prova na primeira posição da grelha de partida, tendo superado Felipe Massa (Ferrari) e Heikki Kovalainen ( McLaren-Mercedes) na qualificação do dia de ontem. No arranque para a corrida, Hamilton defendeu o primeiro lugar e volta após volta foi confirmando o estatuto de piloto mais rápido em pista. Contudo, o trabalho de Lewis Hamilton foi anulado pela entrada do safety-car em pista devido ao despiste de Timo Glock ( Toyota), num momento que poderia ter produzido um resultado final bastante diferente: enquanto a maioria dos pilotos optou por rumar às boxes no período do safety-car, a McLaren - provavelmente ainda com o incidente entre Hamilton e Kimi Räikkönen ( Ferrari) bem presente na memória - decidiu não efectuar a segunda paragem do inglês nesta altura e, em consequência, quando seis voltas depois Hamilton parou, ao reentrar na pista acabou por perder posições para Nelsinho Piquet ( Renault) e Felipe Massa. Mantendo-se como o mais rápido em pista, Lewis Hamilton não demorou a colar-se a Massa e a sua ultrapassagem ao brasileiro acabou por constituir o momento mais espectacular da corrida, fazendo lembrar Michael Schumacher pelo modo como quase obrigou Massa a sair de pista. Ultrapassado o primeiro "obstáculo", Hamilton conseguiu aproximar-se do surpreendente líder Piquet - numa táctica de uma só paragem após ter largado da décima sétima posição - e recuperou então a liderança do corrida, onde se manteve até ver a bandeira de xadrez. Nelsinho Piquet foi o segundo classificado, o que corresponde à primeira subida ao pódio da sua carreira, e Felipe Massa cruzou a meta na terceira posição. Em quarto lugar terminou Nick Heidfeld ( BMW-Sauber), seguido pelos finlandeses Kovalainen e Räikkönen, respectivamente quinto e sexto classificados. Os últimos lugares pontuáveis ficaram entregues a Robert Kubica ( BMW-Sauber) e Sebastian Vettel ( Toro Rosso). Em termos de campeonato de pilotos, o triunfo de hoje coloca Hamilton isolado na liderança com quatro pontos de vantagem sobre Felipe Massa e sete sobre Kimi Räikkönen. Na quarta posição segue Robert Kubica, agora com menos dez pontos somados do que Lewis Hamilton. Em relação ao campeonato de construtores, enquanto a Ferrari continua na primeira posição, a BMW-Sauber começa a ver o seu segundo posto ameaçado pela McLaren-Mercedes, tendo visto a sua vantagem encurtada para apenas três pontos. O próximo Grande Prémio de Fórmula 1 terá lugar no circuito de Hungaroring, em Budapeste ( Hungria), no dia 3 de Agosto. Às portas do último terço do campeonato, cada prova converte-se num momento decisivo, logo, será certamente uma corrida interessante e que poderá dar indicações se os pilotos da Ferrari têm capacidade de contrariar a recente melhoria de forma de Hamilton. FÓRMULA 1 | Classificações
# Artigo de Margarida Martins Publicado às 15:50 |
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Sábado, Julho 19, 2008
LIVRES Snapshot #127
Foto FIFA.COMEM FRENTE NO MUNDIAL DE PRAIA - Portugal cumpriu com a sua obrigação e já está nos quartos-de-final do Mundial FIFA de Futebol de Praia. Nas areias da Praia do Prado, em Marselha, o conjunto de Zé Miguel já goleou El Salvador (8-2) e as Ilhas Salomão (13-4). Belchior brilhou a grande altura no jogo desta tarde e Madjer está com a veia goleador apurada (7 golos). A equipa portuguesa vai discutir com a Itália o primeiro lugar do Grupo B e poderá encontrar a França na fase a eliminar. Os de Cantona, como anfitriões do torneio, estão a desiludir.
# Artigo de Da Rocha Publicado às 19:13 |
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TOUR DE FRANCE Etapa 14
» Sprint para a vitória de Óscar Freire, Cadel Evans vai entrar nos Alpes de amarelo Foto ASSOCIATED PRESS À décima quarta etapa do Tour, e um dia antes da entrada nas montanhas dos Alpes, o camisola verde Óscar Freire ( Rabobank) somou a sua primeira vitória em etapas na presente edição da Volta a França e voltou a confirmar que é um sério candidato a vencer a classificação por pontos. O percurso de hoje contava com 194,5 km de extensão, ligando Nîmes a Digne-les-Bains, e, apesar da chegada aos Alpes ser já amanhã, a etapa foi cumprida com uma boa média. Embora se tenham verificado diversos ataques no início da tirada, apenas à passagem dos quilómetro quarenta e dois o quarteto constituído por Sandy Casar ( FDJ), William Bonnet ( Crédit Agricole), Bram Tankink ( Rabobank) e José Ivan Gutierrez ( Caisse d'Épargne) conseguiu escapar ao controlo do pelotão e isolar-se na frente da corrida. Contudo, o pelotão manteve-se atento à diferença de tempo em relação aos homens da frente e o último sobrevivente da fuga - José Ivan Gutierrez - foi apanhado a cerca de doze quilómetros da meta, já na ascensão à segunda contagem de montanha de quarta categoria do dia. Nenhum ciclista foi capaz de lançar um ataque decisivo e, como tal, o pelotão entrou compacto no último quilómetro. No sprint final, e sem a oposição de Mark Cavendish ( Team Columbia) - o britânico atrasou-se na tal subida na parte final da etapa... -, Óscar Freire destacou-se e cruzou a meta em primeiro lugar, superiorizando-se a Leonardo Duque ( Cofidis) e Erik Zabel ( Milram), segundo e terceiro classificados respectivamente. No top ten da classificação geral não se registaram quaisquer alterações: Cadel Evans ( Silence-Lotto) continua como líder, mantendo um segundo de vantagem sobre Franck Schleck ( CSC) e trinta e oito sobre Christian Vandevelde ( Garmin). Nas contas da camisola verde, o triunfo de hoje permitiu a Óscar Freire cimentar o seu primeiro lugar, agora com 47 pontos de vantagem sobre Thor Hushovd ( Crédit Agricole). Por fim, em relação às camisolas branca e de montanha, estas seguem entregues respectivamente a Sebastian Lang ( Gerolsteiner) e Vincenzo Nibali ( Liquigas). A etapa de amanhã assinala o início da fase decisiva desta Volta a França: os ciclistas vão enfrentar a primeira etapa de alta montanha nos Alpes, com o percurso de amanhã a ligar Embrun a Prato Nevoso (Itália) ao longo de 183 km. A primeira grande dificuldade aparece logo cinquenta quilómetros após o início da tirada - a subida de categoria especial ao Col Agnel (2744 m de altitude)-, com a ascensão de primeira categoria a Prato Nevoso a coincidir com o final de etapa, com o acréscimo de surgir poucos quilómetros após uma subida de nível três. Estando a segunda-feira reservada para dia de descanso, serão de esperar ataques entre os favoritos já no dia de amanhã, logo, será certamente uma etapa a não perder.
# Artigo de Margarida Martins Publicado às 16:23 |
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Sexta-feira, Julho 18, 2008
BRASILEIRÃO Jornada 12
» Palmeiras trava recuperação do Fluminense; Cruzeiro vence e cola-se ao Flamengo Foto UOL ESPORTEComeçam a mostrar-se os candidatos ao título no Brasileirão. Com a derrota do Flamengo, os seus principais rivais aproveitaram-se para se colar ao rubro-negro carioca: o Cruzeiro recebeu e venceu o Atlético Paranaense por 1-0, enquanto que o Palmeiras segurou a recuperação do Fluminense e venceu por 3-1. No Palestra Itália, cedo se percebeu que o Palmeiras pretendia assegurar os três pontos e, assim, chegar perto dos três primeiros lugares. Mais ofensivo e remetendo o Fluminense a seu meio-campo, o verdão chegou à vantagem aos 33 minutos, quando Denílson tira belo cruzamento na medida de Kléber, que não perdoa. Mesmo estando mal na partida, o tricolor carioca chegou à igualdade: dois minutos depois, Thiago Neves cobra livre na cabeça de Washington, que agradece para deixar a sua marca. Na etapa complementar os comandados de Vanderlei Luxemburgo voltaram ainda melhor e o 2-1 surgiu logo aos 49’, com Kléber a bisar, aproveitando assistência de Leandro, lateral contratualmente ligado ao FC Porto. Os pupilos de Renato Gaúcho, atordoados, fiaram completamente perdidos em campo e disso se aproveitou o porco para ampliar a vantagem: Leandro, muito activo neste jogo, tira cruzamento teleguiado para Maicosuel que, em dia de estreia, agradeceu o presente para começar da melhor forma a sua etapa no Palmeiras. Fim de jogo e o Palmeiras começa a justificar o rótulo de candidato ao título. Já em Minas Gerais, mais concretamente no Mineirão, o Cruzeiro sentiu dificuldades inesperadas com o Atlético Paranaense. O Furacão, bem próximo dos lugares de despromoção, apostou na marcação cerrada como forma de travar o ataque cruzeirense, fórmula que durante a etapa inicial resultou na perfeição, pois a raposa pouco ou nada fez em termos de perigo para a baliza de Galatto. Na segunda etapa, porém, o guardião paranaense começou a brilhar negando, com boas defesas, o golo a Bruno, Jajá e Reinaldo. No entanto, bem perto do fim, a equipa celeste foi finalmente premiada, quando Elicarlos, á segunda tentativa, fez explodir de alegria os adeptos do Cruzeiro. O Atlético Paranaense ainda buscou o empate, mas já foi muito tarde. Com este resultado, o Cruzeiro está apenas a dois pontos do Flamengo e começa a colocar pressão sobre a equipa carioca. No restante da jornada, destaque para a goleada do Botafogo frente ao fraco Ipatinga ( 4-0) e para a pesada derrota do Santos, que perdeu por 3-0 com o Figueirense. » BRASILEIRÃO | 12.ª Jornada(classificação) | (calendário) | (marcadores) Sport Recife 2-2 Grêmio Botafogo 4-0 Ipatinga Figueirense 3-0 Santos Portuguesa 3-2 Náutico Palmeiras 3-1 Fluminense Cruzeiro 1-0 Atlético Paranaense Vitória Bahia 1-3 São Paulo Coritiba 1-0 Flamengo Vasco 1-1 Goiás Internacional 1-0 Atlético Mineiro
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# Artigo de Mário Palmeira Publicado às 19:12 |
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TOUR DE FRANCE Etapa 13
» Novo triunfo de Cavendish, Evans continua de amarelo Foto ASSOCIATED PRESS Mark Cavendish ( Team Columbia) continua a fazer história neste Tour e igualou as lendas Mario Cipolini e Alessandro Pettachi no número de vitórias em etapas numa única Volta à França graças ao quarto triunfo ao sprint - e segundo consecutivo - conquistado na etapa de hoje. Nesta décima terceira etapa, o pelotão saiu de Narbonne com destino a Nîmes, com 182 km para percorrer pela frente. O percurso iniciou-se logo com a fuga ao primeiro quilómetro de Florent Brard ( Cofidis) e Niki Terpstra ( Milram), que seguiram isolados na frente da corrida durante mais de 150 km, sendo apanhados pelo pelotão ligeiramente antes da marca de dez quilómetros para a meta. Apesar de algumas tentativas de ataques individuais - nomeadamente por parte de Sylvain Chavanel ( Cofidis) na aproximação à meta, o pelotão conseguiu manter-se compacto, preparando assim um final ao sprint. Nos metros finais, Mark Cavendish voltou a não dar hipóteses aos seus adversários e deixou para trás Robbie McEwen ( Silence-Lotto) e Romain Feillu ( Agritubel) - segundo e terceiro classificados, respectivamente - para ser novamente o primeiro a cruzar a linha de meta. Em virtude da chegada à meta com pelotão compacto, a classificação geral não sofreu alterações nos primeiros lugares, com o australiano Cadel Evans ( Silence-Lotto) a conservar a liderança com um segundo de vantagem sobre Franck Schleck ( CSC) e trinta e oito segundos sobre Christian Vandevelde ( Garmin). Apesar da aproximação de Cavendish, a camisola verde continua entregue a Oscar Freire ( Rabobank), tal como Sebastian Lang ( Gerolsteiner) segue equipado com a de montanha e Vincenzo Nibali ( Liquigas) se mantém como o jovem melhor classificado. A décima quarta etapa do Tour será disputada ao longo de 194,5 km, ligando Nîmes a Digne-les-Bains e antecendo a primeira grande etapa de montanha nos Alpes. Apesar de só contar com duas contagens de montanha de quarta categoria, o facto da última se localizar a menos de dez quilómetros da meta pode causar surpresas ao nível do vencedor da tirada.
# Artigo de Margarida Martins Publicado às 17:13 |
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Quinta-feira, Julho 17, 2008
TOUR DE FRANCE Etapa 12
» Terceira vitória de Cavendish em dia que Riccò é notícia pelos piores motivos Foto ASSOCIATED PRESS O sprinter Mark Cavendish ( Team Columbia) continua a dar cartas no Tour e hoje somou a sua terceira vitória em etapas na sua primeira participação na prova-rainha do ciclismo internacional, impondo-se nos metros finais da etapa que ligou Lavelanet a Narbonne ao longo de 168,5 km. Contudo, o ciclista britânico é hoje ofuscado pelo controlo positivo registado por Riccardo Riccò e pelo consequente abandono da sua equipa, a Saunier Duval. Riccò, segundo classificado no Giro deste ano e vencedor da sexta e nona etapa da presente Volta a França, acusou um novo derivado de EPO no controlo efectuado após o contra-relógio individual - quarta etapa - e tornou-se assim no terceiro caso de doping no Tour 2008, após os positivos de Manuel Beltrán ( Liquigas) e Moises Dueñas Nevado ( Barloworld). No entanto, se os dois anteriores casos não tinham feito "mossa", o mediatismo de Riccardo Riccò - que liderava também as classificações jovem e de montanha - e o seu estatuto como uma das novas estrelas do ciclismo fazem desta situação a grande notícia do dia na Volta a França. Voltando ao ciclismo propriamente dito, a etapa de hoje iniciou-se com várias tentativas de fuga, com Samuel Dumoulin ( Cofidis) e Arnaud Gérard ( FDJ) a conseguirem finalmente escapar à passagem do quilómetro trinta e seis. Aos dois franceses juntou-se Juan José Oroz ( Euskaltel) já a cerca de cinquenta quilómetros da meta mas o trio nunca conseguiu aumentar a vantagem sobre o pelotão, que assim anulou a fuga a menos de dez quilómetros do final da etapa. A chegada à meta foi efectuada, deste modo, com o pelotão compacto e Mark Cavendish aproveitou então para aumentar o seu registo pessoal na presente edição do Tour, batendo Sébastien Chavanel ( FDJ) e Gert Steegmans ( Quick Step) - respectivamente segundo e terceiro classificados - no sprint final. Na classificação geral, Cadel Evans ( Silence-Lotto) continua de amarelo com um segundo de vantagem sobre o segundo classificado, Franck Schleck. Em relação aos primeiros classificados, destaque apenas para a entrada de Mikel Astarloza ( Euskaltel) e Vincenzo Nibali ( Liquigas) no top ten na sequência do abandono da Saunier Duval - Riccardo Riccò e Juan Cobo Acebo eram, respectivamente, oitavo e nono classificados antes do controlo positivo ao italiano. A exclusão de Riccò tornou Sebastian Lang ( Gerolsteiner) no novo líder da camisola de montanha, enquanto Nibali ascendeu ao primeiro lugar da classificação da camisola branca. Por fim, nas contas da camisola verde, Oscar Freire ( Rabobank) continua a ser o líder incontestado. A etapa de amanhã sairá de Narbonne com destino a Nîmes, com o percurso a estender-se por 182 km e a incluir três contagens de montanha de quarta categoria.
# Artigo de Margarida Martins Publicado às 16:52 |
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Quarta-feira, Julho 16, 2008
LIVRES Central de Negócios #6
» Aimar certo no Benfica, Ricardo Batista para a baliza do Sporting Foto DAYLIFE+ Pablo Aimar é finalmente jogador do Benfica. Chegou a estar complicado o negócio, devido ao alegado recente interesse do Newcastle no jogador, porém o criativo argentino estará às ordens de Quique Flores. Aos 28 anos, Aimar deixa o despromovido Saragoça e tenta dar novo rumo à sua carreira na 'refrescante' Liga Sagres. Trará qualidade ao nosso campeonato e ao meio-campo do Benfica. Mas a qualidade paga-se: aparentemente 7,5 milhões de euros, o que comparando com os valores dispendidos por Balboa até se pode considerar um excelente negócio. + No Sporting, a novidade foi surpresa para todos e chama-se Ricardo Batista. O jovem internacional português foi a solução encontrada pelos leões para o problema da baliza, o que deve indiciar que Rui Patrício continuará entre os postes e a merecer a confiança de Paulo Bento. Não faz sentido outra situação. Se não vem um guarda-redes com créditos firmados, é sinal que a aposta em Patrício é para manter, com Batista numa segunda linha e Tiago como 'tutor' dos dois. Mas nunca se sabe...
# Artigo de Da Rocha Publicado às 21:19 |
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TOUR DE FRANCE Etapa 11
» Fuga em grupo dá vitória a Arvesen, Cadel Evans continua de amarelo Foto ASSOCIATED PRESS A 11ª etapa da Volta a França 2008, disputada entre Lannemezan e Foix ao longo de 167,5 km, foi ganha ao sprint por Kurt-Asle Arvesen ( CSC), após uma longa fuga na qual estiveram envolvidos doze ciclistas. À partida, a etapa de hoje era proprícia a fugas por parte de ciclistas não muito bem classificados na geral e, de facto, logo nos primeiros quilómetros se verificaram várias tentativas de sair do pelotão principal. À passagem do quilómetro trinta e seis, um grupo de doze ciclistas - entre os quais Alessandro Ballan ( Lampre), Pierrick Fredigo ( Bouygues Telecom), Fabian Wegmann ( Gerolsteiner), Dimitry Fofonov ( Crédit Agricole) e Arvesen - conseguiu escapar e beneficiou do facto de não ter nenhum homem perigoso para a geral para construir uma boa vantagem sobre o pelotão. O grupo de ciclistas escapados colaborou na parte mais difícil do percurso de hoje - a ascensão à contagem de primeira categoria do Col de Portel (ao quilómetro 110) - e, assim, garantiu o sucesso da fuga. Nos quilómetros finais, e em consequência dos largos minutos de diferença para o pelotão, os ataques entre os doze ciclistas começaram a suceder-se, com quarto ciclistas a entraram no quilómetro final isolados em relação aos companheiros de fuga. O triunfo na etapa foi, deste modo, disputado ao sprint, no qual Kurt-Asle Arvesen se impôs a Martin Elminger ( Ag2r) e a Alessandro Ballan, respectivamente segundo e terceiro classificados. O pelotão cruzou a meta com 14'51'' de atraso, com Thor Hushovd ( Crédit Agricole) a destacar-se no sprint pelos pontos da camisola verde. Em termos de classificação geral, não há novidades no top ten, com Cadel Evans ( Silence-Lotto) a manter o mesmo segundo de vantagem sobre Franck Schleck ( CSC), enquanto Christian Vandevelde se conserva na terceira posição, a 38''. Seguindo a tendência registada na geral, também nas classificações por pontos e de montanha se mantém os líderes, na primeira Oscar Freire ( Rabobank) e na segunda Riccardo Riccò ( Saunier Duval), que segue igualmente como líder da camisola branca. A etapa de amanhã saíra de Lavelanet com destino a Narbonne, onde terminará após 168,5 km de extensão. O perfil da etapa não coloca grandes dificuldades (apenas uma contagem de montanha, de quarta categoria) e, como tal, poder-se-á assistir ao regresso das disputas pela vitória ao sprint com pelotão compacto.
# Artigo de Margarida Martins Publicado às 16:15 |
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Terça-feira, Julho 15, 2008
LIVRES FC Porto admitido na Champions
» UEFA mantém tudo na mesma e tranquiliza dragões Foto ARQUIVO" O Tribunal Arbitral do Desporto (TAS), em Lausana, na Suíça, anunciou a rejeição dos recursos apresentados por Benfica e Vitória de Guimarães, sobre a decisão do Comité de Recursos da UEFA, de 13 de Junho de 2008, no caso que envolve o FC Porto.
Decisão de Junho
Em resultado desta deliberação, o caso fica exactamente como estava após a comunicação da UEFA de 16 de Junho de 2008, na sequência da decisão do Comité de Recursos. Isto significa que o FC Porto será admitido na UEFA Champions League de 2008/09."
Fonte: RECORD + Tudo igual à decisão que saiu há um mês atrás. Benfica e V.Guimarães não conseguiram levar a sua avante, talvez por culpa da própria desorganização das instâncias portuguesas, viram negados os recursos apresentados ao TAS e o FC Porto vai ser mesmo um dos representantes portugueses na Liga dos Campeões. Significa esta decisão que quem ganhou foi o tricampeão nacional? Não, perderam todos os envolvidos. Principalmente o futebol português, claro.
# Artigo de Da Rocha Publicado às 14:06 |
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LIVRES Há Um Ano #10
Foto ARQUIVOBRASIL VENCE COPA AMÉRICA - Há um ano, o Brasil contrariava o favoritismo da Argentina e garantia a conquista da Copa América'2007. Um convincente 3-0 para o Escrete, com golos de Júlio Baptista e Dani Alves e um autogolo de Ayala. Foi o primeiro título de Dunga, que na altura conseguiu afastar por uns tempos a contestação. Por uns tempos, não definitivamente, como se pode ver pelo que se passa no apuramento para o Mundial'2010.
# Artigo de Da Rocha Publicado às 13:34 |
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Segunda-feira, Julho 14, 2008
TOUR DE FRANCE Etapa 10
» Triunfo do veterano Piepoli, Cadel Evans é o novo líder Foto AFP A etapa-rainha da passagem do Tour pelos Pirenéus não desiludiu as expectactivas: houve ataques, favoritos a quebrar, emoções ao rubro e, no fim, a grande vitória de Leonardo Piepoli ( Saunier Duval), um dos mais experientes ciclistas do pelotão mas que nunca antes conquistara uma etapa na Volta a França. Os pontos altos do percurso da etapa de hoje (com 156 km de extensão) eram, sem dúvida, as duas contagens de montanha de categoria especial, primeiro ao Col du Tourmalet e depois a Hautacam, com esta última a coincidir com a meta. E, de facto, o resultado da etapa só se começou a desenhar no início da subida ao Tourmalet, altura em que Rémy Di Grégorio ( FDJ) se libertou na frente da corrida do grupo de ciclistas em fuga composto por Fabian Cancellara ( CSC), Hubert Dupont ( Ag2r), Marcus Fothen ( Gerolsteiner), Oscar Freire ( Rabobank), Leonardo Duque ( Cofidis) e Jérémy Roy ( FDJ). O francês, que viria a ser considerado o ciclista mais combativo do dia, foi o primeiro a atingir o topo desta contagem de montanha, enquanto no pelotão se assistia à primeira grande surpresa do dia: dois dos principais favoritos à vitória final no Tour, Damiano Cunego ( Lampre) e Alejandro Valverde ( Caisse d'Épargne), quebraram totalmente na ascensão ao Tourmalet e chegaram ao topo quase um minuto depois do grupo do camisola amarela, tendo ainda pela frente mais cinquenta quilómetros até ao final da etapa. Di Gregorio acabou por ser apanhado a doze quilómetros da meta - já em plena subida a Hautacam - após um excelente trabalho da CSC, que chegou a contar com cinco ciclistas no pelotão principal no período de "intervalo" entre as duas grandes contagens de montanha. A uma dezena de quilómetros do final da etapa, Franck Schleck ( CSC), Juan Jose Cobo Acebo ( Saunier Duval) e Leonardo Piepoli conseguiram deixar o grupo dos favoritos para trás, do qual o camisola amarela Kim Kirchen ( Team Columbia) não tardou a descolar devido ao desgaste criado pelos ataques de Cadel Evans ( Silence-Lotto), Riccardo Riccò ( Saunier Duval) e Carlos Sastre ( CSC). Nos quilómetros finais da etapa, o duo da Saunier Duval trabalhou em harmonia perfeita e libertou-se de Franck Schleck, com Cobo Acebo a oferecer então a vitória a Leonardo Piepoli. Franck Schleck foi o terceiro a cruzar a meta, a 28'' do italiano, sendo seguido por Bernhard Kohl ( Gerolsteiner), a 1'06'', e pelo "nosso conhecido" Vladimir Efimkin ( Ag2r), a 2'05'' - o vencedor da Volta a Portugal de 2005 continua a dar cartas no Tour... O grupo de favoritos chegou ao final da etapa com uma perda de 2'17'' em relação a Piepoli, com Riccò a sprintar para assegurar o máximo de pontos para as contas da camisola de montanha. Kim Kirchen foi apenas 15º classificado na etapa, a 4'19'', enquanto Cunego e Valverde foram, respectivamente, 18º e 19º, perdendo 5'51''. Na classificação geral, as novidades são muitas, começando com a conquista da camisola amarela por parte de Cadel Evans - muito emocionado por ser a primeira vez que consegue tal feito -, ainda que Franck Schleck tenha apenas um segundo de desvantagem. Christian Vandevelde ( Garmin) continua a surpreender, conservando a terceira posição a 38'' da liderança, tal como Bernhard Kohl, quarto classificado a 46''. Denis Menchov ( Rabobank) é o quinto classificado, a 57'', sendo seguido por Carlos Sastre, a 1'28'', Kim Kirchen, a 1'56'', e Juan Jose Cobo Acebo, a 2'10''. A fechar o top ten encontram-se Riccò e Efimkin, respectivamente a 2'29'' e 2'32'' de Evans. Apesar de não ter conseguido atacar no dia de hoje, o Tour continua a correr de feição a Riccardo Riccò, que agora lidera tanto a classificação de montanha como a dos ciclistas jovens. Por fim, quanto à camisola verde, Oscar Freire continua a ser o ciclista mais pontuado. Amanhã será dia de descanso na Volta a França - mas a prova-rainha do ciclismo internacional regressa na quarta-feira com a décima primeira etapa. O percurso entre Lannemezan e Foix, de 167,5 km, pode proporcionar algumas surpresas devido às três contagens de montanha que inclui (a primeira e a última de terceira categoria, a intermédia - o Col de Portel - de primeira), com o triunfo a poder surgir duma fuga de ciclistas mais atrasados na classificação geral.
# Artigo de Margarida Martins Publicado às 17:43 |
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BRASILEIRÃO Jornada 11
» São Paulo, Flamengo e Cruzeiro vencem clássicos Foto UOL ESPORTEFim-de-semana em cheio para os amantes do futebol brasileiro. Numa jornada recheada de clássicos, os adeptos do São Paulo, Cruzeiro e Flamengo ficaram certamente mais contentes, pois as suas equipas deixaram para trás os seus rivais. O tricolor paulista bateu o Palmeiras por 2-1, idêntico resultado com o qual a raposa derrotou o Atlético Mineiro. No Rio de Janeiro, o rubro-negro foi mais forte e venceu o Vasco por 3-1. O Morumbi encheu para o clássico entre sampa e verdão. Mais determinados, os comandados de Muricy Ramalho cedo se colocaram em vantagem: aos 8’, Jorge Wagner cruza, André Dias desvia e conta com a colaboração do guardião Marcos para abrir a contenda. O golo abalou o porco, que durante a primeira parte foi uma autêntica nulidade, criando apenas uma jogada de perigo e já bem perto do intervalo. Na etapa complementar, os pupilos de Wanderley Luxemburgo melhoraram, mas continuaram sem inspiração no ataque, a qual agradeceu o São Paulo para fazer o segundo: aos 83’, Jorge Wagner volta a colocar a bola na área e Éder Luís, que tinha entrado em campo um minuto antes, fez o segundo. O Palmeiras até final procurou o golo de consolação que surgiu por intermédio de Jéci, já em período de compensação. No Mineirão, o grande clássico mineiro começou electrizante. Muito movimentado, ambas as equipas buscavam o golo e o perigo rondava a área das duas equipas. Estava visto que os adeptos não iriam demorar a gritar golo e isso aconteceu para a torcida do galo, aos 33 minutos: Charles comete erro grotesco dentro da área e perde a bola para Danilinho. O avançado atleticano, com frieza, tira o guardião Fábio da jogada e abre o marcador. Mas a alegria do alvi-negro mineiro durou apenas três minutos: canto da esquerda, Jadílson coloca na área e Thiago Martinelli empata o jogo. Na etapa final, a raposa recuou, fazendo com que o Atlético dominasse o jogo sem, no entanto, conseguir chegar à vantagem novamente. Começava a pairar no ar a divisão de pontos, mas aos 90+1’, o galo levou um balde de água fria: Fabrício lança em profundidade Ramires e o médio do Cruzeiro, frente a Édson, não teve problemas em marcar. Resultado injusto, que penaliza a falta de eficácia do Atlético Mineiro. A fechar a ronda, o clássico dos milhões. Vasco e Flamengo jogavam por objectivos distintos: o Fla para consolidar a liderança, o Vascão para chegar perto dos quatro primeiros lugares. Os comandados de António Lopes começaram melhor, mas logo aos 8’ a história do jogo mudou: Juan invade a área e Wágner Diniz, precipitadamente, faz grande penalidade. Na conversão, o portista Ibson não perdoou e colocou o mengão em vantagem. O gigante da colina esboçou uma reacção, mas a falta de criatividade no miolo vascaíno era evidente. E, para piorar ainda mais, a defensiva cruzmaltina, já habituada a dar presentes aos adversários, resolveu dar mais um aos 37’: Cristian marca um livre para a área, Eduardo Luiz não vê o guardião Tiago a fazer-se ao lance e entrega a bola de presente para Fábio Luciano, que aceitou a oferta e fez o segundo. Na segunda parte o Vasco veio melhor, mais determinado e disposto a reduzir cedo a desvantagem. Todavia, depois de Leandro Amaral quase ter descontado, o rubro-negro fez o terceiro: Cristian progride com a bola e, a 30 metros da baliza, remata de forma imparável para o fundo da baliza. Grande golo do Flamengo, que sentenciou o jogo. O melhor que o Vasco conseguiu foi reduzir, por intermédio de Alex Teixeira aos 84 minutos. Final de jogo e o mengo é cada vez mais líder da competição. No restante da ronda, destaque para a vitória do Sport Recife no clássico pernambucano frente ao Náutico ( 2-0) e para o bis do benfiquista Marcel, fundamental para a vitória do Grêmio por 2-1 diante da Portuguesa. » BRASILEIRÃO | 11.ª Jornada(classificação) | (calendário) | (marcadores) Fluminense 2-1 Vitória Bahia Goiás 2-2 Coritiba Ipatinga 0-1 Figueirense Atlético Paranaense 1-1 Internacional São Paulo 2-1 Palmeiras Cruzeiro 2-1 Atlético Mineiro Santos 2-2 Botafogo Grêmio 2-1 Portuguesa Náutico 0-2 Sport Recife Flamengo 3-1 Vasco
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# Artigo de Mário Palmeira Publicado às 12:24 |
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Domingo, Julho 13, 2008
TOUR DE FRANCE Etapa 9
» Riccò bisa em vitórias em etapas, Kirchen segue de amarelo Foto ASSOCIATED PRESS Na primeira etapa de alta montanha da 95ª edição da Volta a França assistiu-se a nova exibição de luxo - premiada com o triunfo - de Riccardo Riccò ( Saunier Duval), que já havia vencido a sexta etapa desta mesma competição. O percurso de hoje, que ligava Toulouse a Bagnères-de-Bigorre, apresentava como principais pontos de destaque nos seus 224 km de extensão as subidas aos Col de Peyresourde e Col d'Aspin, ambas de primeira categoria. Após algumas tentativas de fuga anuladas, Sebastian Lang ( Gerolsteiner), Alexandr Kuschynsky ( Liquigas) e Nicolas Jalabert ( Agritubel) conseguiram libertar-se do pelotão à passagem do vigésimo quilómetro e mantiveram-se na frente da corrida durante grande parte da etapa. Contudo, a pressão do pelotão liderado pela Caisse d'Épargne e pela Euskaltel e o início da subida ao Col d'Aspin condenaram a fuga ao insucesso, com Lang a ser último ciclista a ser apanhado. À entrada nesta última contagem de montanha, o pelotão seguia já muito partido, enquanto David de la Fuente ( Saunier Duval), Maxime Monfort ( Cofidis) e Luis Léon Sánchez ( Caisse de Épargne) seguiam num grupo intermédio na perseguição a Lang. A quatro quilómetros do topo da subida, o "cobra" Riccardo Riccò lançou-se num verdadeiro sprint e rapidamente construiu uma boa vantagem sobre o pelotão, ultrapassando o trio de perseguidores e alcançando Sebastian Lang a cerca de um quilómetro da contagem do Col d'Aspin. Com vinte e seis quilómetros praticamente sempre a descer até à meta, o ciclista italiano, segundo classificado no Giro d'Itália deste ano, conseguiu segurar a vantagem conquistada na subida e alcançou o final da etapa isolado, festejando assim a segunda vitória no presente Tour. Entretanto, no pelotão, um trio de ciclistas, composto por Sandy Casar ( FDJ), Mikel Astarloza ( Euskaltel) e Vladimir Efimkin ( Ag2r), tentou ainda um último ataque, mas apenas o russo se conseguiu manter numa posição avançada em relação ao grupo principal, cruzando a meta a 1'04'' de Riccò, enquanto o que então restava do pelotão perdeu 1'17''. Na classificação geral, Kim Kirchen (Team Columbia) continua como líder, mantendo os mesmos seis segundos de vantagem sobre Cadel Evans ( Silence-Lotto), hoje debilitado por uma queda aparatosa. A quebra de Stefan Schumacher ( Gerolsteiner) nos quilómetros finais fez cair o alemão para a quarta posição, a 56'' do líder, enquanto Christian Vandevelde ( Garmin) ascendeu ao terceiro posto, a 44''. Os principais favoritos a uma boa classificação final mantém-se todos no top 20, com o homem do dia, Riccardo Riccò, a ocupar a 21ª posição a 2'35'' de Kirchen. O luxemburguês, para além de permanecer de amarelo por mais um dia, recuperou hoje a camisola verde, somando quatro pontos de vantagem sobre Oscar Freire ( Rabobank). Na classificação de montanha, David de la Fuente segue também como líder, enquanto Thomas Lövkvist ( Team Columbia) cedeu na etapa de hoje e, consequentemente, perdeu a camisola branca para Andy Schleck ( CSC). A etapa de amanhã será a mais curta do Tour 2008 - com "apenas" 156 km de extensão - mas, para além de duas contagens de montanha de terceira categoria, inclui a subidas de categoria especial ao Col du Tourmalet e a Hautacam, sendo que esta última coincide com a meta. A Volta a França decide-se nas montanhas - e, considerando as dificuldades desta décima etapa, serão certamente de esperar ataques dos grandes favoritos na etapa de amanhã.
# Artigo de Margarida Martins Publicado às 16:59 |
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Sábado, Julho 12, 2008
LIVRES Snapshot #126
Foto REUTERSCAMPEÕES DE 98 DE NOVO JUNTOS - O décimo aniversário da conquista do título mundial, diante do Brasil, juntou de novo, em Saint-Denis, os heróis da França no torneio desse ano. Zidane, Giuly (o convidado) e Diomède marcaram para os Bleus, que se vestiram como há dez anos e foram comandados por Aimé Jacquet. Butragueño (aos 45 anos), Pauleta e Suker apontaram os golos da selecção do Resto do Mundo. No final, empate a três e com grandes golos - vale mesmo a pena ver o do português.
# Artigo de Da Rocha Publicado às 23:46 |
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TOUR DE FRANCE Etapa 8
» Cavendish volta a ganhar ao sprint Foto ASSOCIATED PRESSÀ oitava etapa do Tour 2008, segunda vitória para Mark Cavendish (Team Columbia). Depois de na passada quarta-feira ter logrado a sua primeira vitória na prova francesa, o ciclista britânico foi o mais forte na chegada em pelotão a Toulouse, à chuva. Beneficiando do excelente trabalho da sua Team Columbia, Cavendish superiorizou-se a Jimmy Casper (Agritubel), Oscar Freire (Rabobank), Erik Zabel (Milram) e Thor Hushovd (Crédit Agricole), entre outros. Apesar da segunda vitória do britânico, a camisola verde está no corpo de Freire. Na geral, mantém-se tudo na mesma com Kim Kirchen (Team Columbia) a liderar. Amanhã, o pelotão deixa Toulouse e ruma a Bagnères-de-Bigorre, numa tirada com 224 km de extensão. Estão aí os Pirinéus a marcarem o início da segunda semana de competição.
# Artigo de Da Rocha Publicado às 16:59 |
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LIVRES Há Um Ano #9
Foto ARQUIVO'VAIS MOSTRAR O CARTÃO A QUEM?' - Foi há um ano que Zéquinha se passou da cabeça, tirou o cartão vermelho das mãos do árbitro Mohd Salleh e foi naturalmente expulso na derrota dos Sub'20 portugueses com o Chile. Uma vergonha a culminar uma campanha simplesmente vergonhosa da turma de Couceiro. Depois de Carlos Queiroz ter sido confirmado como novo seleccionador nacional, é também por nos lembrarmos de episódios como este que se conclui que a notícia vem em boa altura. Há muito para mudar nas nossas selecções e não há ninguém que as conheça melhor que Queiroz.
# Artigo de Da Rocha Publicado às 00:32 |
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Sexta-feira, Julho 11, 2008
TOUR DE FRANCE Etapa 7
» Luis León Sánchez vence a etapa isolado, Kirchen conserva a camisola amarela Foto ASSOCIATED PRESS O triunfo na sétima etapa do Tour 2008 foi para o espanhol Luis León Sánchez ( Caisse d'Épargne), que, após andar em fuga e ser apanhado pelo pelotão, conseguiu voltar a sair do grupo principal já nos quilómetros finais e conquistar a primeira vitória da sua carreira na prova-rainha do ciclismo internacional. Disputada entre Brioude e Aurillac e com 159 km de extensão, a etapa de hoje foi algo atípica, com vários grupos de ciclistas a escaparem do pelotão mas sem conseguirem fazer vingar a fuga. O grupo que acabou por passar mais tempo na frente destacou-se do pelotão na subida de segunda categoria ao Col d'Entremont, ao quilómetro 101,5, sendo constituído por David de la Fuente e Josep Jufre da Saunier Duval, Vincenzo Nibali ( Liquigas) e Luis León Sánchez. Com o pelotão muito atento à diferença para a frente da corrida, o quarteto não conseguiu construir uma vantagem confortável e foi absorvido na passagem pela última contagem de montanha do dia, a apenas dez quilómetros da meta. Já em Aurillac, a menos de quatro quilómetros do final da etapa, Sánchez ainda encontrou forças para atacar e, servindo-se da sua experiência em contra-relógios (é o actual campeão espanhol neste tipo de prova), seguiu isolado até à meta aguentando uma magra vantagem sobre o pelotão, amealhando também o prémio de ciclista mais combativo do dia. No sprint do grupo principal, que terminou a seis segundos do vencedor, Stefan Schumacher ( Gerolsteiner) superou Filippo Pozzato ( Liquigas), Kim Kirchen ( Team Columbia) e Alejandro Valverde ( Caisse d'Épargne) para amealhar pontos para as contas da camisola verde. Os destaques negativos do dia vão para o abandono de Christophe Moreau ( Agritubel) e para o novo atraso de Damiano Cunego ( Lampre), que terminou a etapa a 33'' de Sánchez. Na classificação geral não se registam alterações nas primeiras posições, com o líder Kim Kirchen a conservar a vantagem de 6'' e 16'' sobre Cadel Evans ( Silence-Lotto) e Stefan Schumacher, respectivamente segundo e terceiro classificados. O sprint no final da etapa de hoje permitiu ao camisola amarela cimentar também a liderança na classificação por pontos, somando agora mais 28 pontos do que o segundo classificado, Oscar Freire ( Rabobank). Entre os ciclistas mais jovens, Thomas Lövkvist ( Team Columbia) continua a ser o melhor, enquanto as contas da tabela de montanha se complicaram um pouco mais, com De la Fuente a assumir a liderança da classificação com apenas um ponto de vantagem sobre Sylvain Chavanel ( Cofidis) e Thomas Voeckler ( Bouygues Telecom). A oitava etapa da Volta a França 2008 sairá de Figeac amanhã com destino a Toulouse, constituindo uma espécie de "dia de descanso" antes da entrada nos Pirenéus. A primeira metade do percurso de 172,5 km apresenta, ainda assim, quatro contagens de montanha (duas de quarta e duas de terceira categoria), onde se espera uma luta interessante pela camisola às bolinhas vermelhas...
# Artigo de Margarida Martins Publicado às 16:57 |
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BRASILEIRÃO Jornada 10
» Grêmio e Santos ficam no empate; Vitória goleia Botafogo e já é segundo Foto GLOBO ESPORTEA décima jornada do campeonato brasileiro trouxe a maior surpresa da prova até ao momento: o Vitória da Bahia, recém promovido à primeira divisão, goleou em casa o Botafogo por 5-2 e ascendeu à segunda posição da tabela. No jogo de maior interesse, Santos e Grêmio empataram a uma bola. Na Vila Belmiro, Santos e Grêmio procuravam regressar às vitórias. Para os donos da casa, era a oportunidade de respirar melhor na tabela e para os forasteiros a hipótese de voltar a colar-se aos líderes. Desde o início foi o peixe quem comandou a partida, determinado em chegar cedo ao golo. No entanto, na primeira jogada de perigo, o tricolor gaúcho abriu o placar: canto da direita e Rodrigo Mendes sobe mais alto para abrir o marcador. A equipa santista sentiu o golpe, demorando a esboçar uma reacção, que só viria a aparecer em cima do intervalo, quando Michael aproveitou cruzamento de Maikon Leite para igualar o jogo. A etapa final trouxe um maior domínio por parte dos comandados de Celso Roth. O golo em cima do intervalo não teve o efeito positivo que era esperado para o Santos, que ficou os últimos 45 minutos a resguardar-se, tentando manter o empate até final. O resultado só não foi favorável ao Grêmio porque os avançados Perea e o ex- benfiquista Marcel estavam em noite não. Divisão de pontos nada favorável para ambas as equipas. No Barradão, em Salvador, o Vitória brindou os seus adeptos com um festival de futebol, que viria inclusive a custar o cargo ao treinador do fogão, Geninho. O festival baiano teve uma personagem central: Ramón. O experiente número 10 fez uma exibição como há muito não se via e apontou um hat-trick ainda na primeira parte. Lúcio Flávio, pelo meio, ainda reduziu a desvantagem mas Marcelo Cordeiro faria o quarto do rubro-negro baiano ainda antes do intervalo. Na etapa final, o mesmo Cordeiro faria o seu segundo na partida, cabendo a Wellington Paulista fechar o marcador. Como bónus, o futebol atractivo do Vitória conseguiu a segunda posição na tabela e ainda o elogio de toda a crítica, que agora começam a olhar para eles de outra forma. No restante da ronda, destaque para a primeira vitória do Fluminense no campeonato ( 3-0 ao Atlético Paranaense) e para a vitória do Náutico frente ao São Paulo por 2-1, confirmando a má fase dos actuais campeões brasileiros. » BRASILEIRÃO | 10.ª Jornada(classificação) | (calendário) | (marcadores) Atlético Mineiro 1-1 Flamengo Internacional 1-0 Goiás Coritiba 4-0 Portuguesa Vitória Bahia 5-2 Botafogo Fluminense 3-0 Atlético Paranaense Náutico 2-1 São Paulo Santos 1-1 Grêmio Vasco 4-0 Sport Recife Palmeiras 1-1 Figueirense Ipatinga 2-2 Cruzeiro
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# Artigo de Mário Palmeira Publicado às 14:42 |
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Quinta-feira, Julho 10, 2008
TOUR DE FRANCE Etapa 6
» Ricco cumpre promessa, Kirchen é o novo líder após queda de Schumacher Foto ASSOCIATED PRESS Riccardo Ricco ( Saunier Duval) tinha prometido atacar na subida a Super-Besse e não só cumpriu como venceu a sexta etapa da Volta a França 2008. E os adversários que se cuidem, porque o italiano prometeu também tentar o triunfo na mítica etapa do Alp d'Huez para honrar o seu ídolo, Marco Pantani... A etapa de hoje, com 195,5 km de extensão, foi a primeira de duas incursões pelas montanhas do Maciço Central - e foram novamente ciclistas franceses a animar o início do dia, com Sylvain Chavanel ( Cofidis), Benoît Vaugrenard ( FDJ) e Freddy Bichot ( Agritubel) a escaparem ao pelotão com menos de dez quilómetros percorridos. O trio da casa andou isolado na frente da corrida até doze quilómetros da meta, altura em que o pelotão principal - já com muitos ciclistas a ficarem para trás - apanhou o último ciclista em fuga, Bichot. A última dezena de quilómetros ficou marcada por uma sucessão de ataques que contribuíram sobretudo para partir ainda mais o pelotão, com Vladimir Efimkin ( Ag2r), Christian Vandevelde ( Garmin) e Leonardo Piepoli ( Saunier Duval) como animadores de serviço. Contudo, foi já no quilómetro final que tudo se decidiu: a força do ataque de Riccardo Ricco deixou Cadel Evans ( Silence-Lotto) e Alejandro Valverde ( Caisse d'Épargne) sem hipóteses de apanhar o italiano e este pôde assim celebrar a sua primeira vitória no Tour. O título de "azarado do dia" vai para Stefan Schumacher ( Gerolsteiner), que, apesar de estar a acompanhar bem o ritmo dos homens da frente, caiu já no quilómetro final juntamente com Franck Schleck ( CSC) e, ao cruzar a meta 32'' após Ricco, perdeu a camisola amarela para Kim Kirchen ( Team Columbia), quinto no final da etapa, a quatro segundos do vencedor. Em termos de "desilusões", destaca-se sobretudo o facto de Damiano Cunego ( Lampre) ter terminado a etapa no mesmo grupo que Schumacher, perdendo meio minuto para adversários importantes como Valverde ou Evans. Na classificação geral, então, Kim Kirchen vê premiado o seu excelente início na Volta à França com a subida ao primeiro lugar, somando seis segundos de vantagem sobre Cadel Evans e dezasseis sobre Schumacher. Quanto ao vencedor da etapa de hoje, Riccardo Ricco é apenas 31º classificado, a 3'52'' de Kirchen, que também lidera a classificação por pontos. Sylvain Chavanel igualou Thomas Voeckler ( Bouygues Telecom) no topo da classificação de montanha mas sairá para a etapa de amanhã equipado com a camisola às bolinhas vermelhas. Por fim, Thomas Lövkvist ( Team Columbia), sexto classificado da geral, mantém-se como o melhor ciclista jovem em prova, continuando a envergar a camisola branca. A sétima etapa do Tour sairá amanhã de Brioude com destino a Aurillac e contará com alguns momentos interessantes ao longos dos seus 159 km de extensão: o percurso inicia-se praticamente com a ascensão ao Côte de Fraisse (terceira categoria), passando por mais três contagens de montanha (uma de quarta e duas de segunda categoria) até chegar ao topo da última subida do dia (nível 3) a nove quilómetros da meta.
# Artigo de Margarida Martins Publicado às 17:19 |
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Quarta-feira, Julho 09, 2008
LIVRES Take #69
» A fobia do desporto rei Foto ASSOCIATED PRESSO Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, expressou hoje grande simpatia pelo evento dos Jogos Olímpicos. A razão principal, segundo o algarvio, é, simplesmente, porque não é o futebol que recebe mais destaque, mas sim outras modalidades praticadas por ele, como o remo, o atletismo ou o ténis de mesa. No apoio a Cavaco Silva estão praticamente todos os praticantes das modalidades menos mediáticas em Portugal. Há menos condições para as praticar, menos apoios e os jornais relegam-nas para segundo plano. O desporto rei em Portugal, o futebol, surge como o mau da fita que veio para esmagar todas as outras. Em Portugal gosta de se falar como se o mal estivesse sempre no alheio. Faz parte da nossa mentalidade-tipo, inclusivamente no futebol. A verdade é que Portugal foi, desde sempre, um país talhado para o futebol, bem como o futebol é, desde sempre, um desporto talhado para os portugueses. Apesar de só ter praticado um desporto federado (futebol) procurava em pequeno praticar outras modalidades, ou fingir que as praticava. Os paus serviam de sticks para um hóquei em patins de... ténis; o mesmo pau, quando entre dois muros, servia de tela de uma rede imaginária para jogar ténis e até o estendal da roupa serviu, durante muitos anos, como uma rede de vólei. No caso do futebol era mais fácil. Com cinco pedras e duas pessoas fazia-se um jogo de futebol. Quatro para fazer duas balizas e outra para servir de bola. Além do mais, era muito fácil jogar futebol, seja com bolas de ténis, basquetebol, pedras ou mesmo as famosas bolas de trapos. Ainda assim, a maior questão é outra. Os adeptos e praticantes de futebol em Portugal ainda são uma maioria. E, como em quase todas as maiorias, os principais ataques surgem das minorias. É algo que percebo, se fosse praticante de uma outra modalidade também não gostaria de ver um espaço tão grande para uns e outro tão pequeno para outros. Actualmente, Portugal não tem condições para mais. Não somos como nos Estados Unidos, em que em cada bairro existe uma equipa de basebol ou que em cada esquina há uma tabela de basquetebol. Não há crianças portuguesas em número suficiente para justificar uma maior aposta em modalidades colectivas, até porque os dados estão viciados à partida, tendendo para o futebol. O futebol é o desporto rei por excelência em Portugal e a tendência não parece apontar para uma alteração. Atacar o futebol não é, nem pode ser, a solução encontrada para conseguir fazer com que outras modalidades ganhem maior interesse junto dos jovens. É que as crianças quando nascem, são sócias do Benfica, do FC Porto ou do Belenenses, não são da Ovarense, do ABC ou do Sporting de Espinho. A melhor forma para criar interesse numa modalidade é, antes de mais, haver onde se possa ver. E isto surge mesmo antes de serem criadas as condições necessárias para a sua prática. Em último caso, Cavaco Silva será também responsável, directa ou indirectamente, de não haver remo, atletismo ou ténis de mesa com maior frequência na televisão. É um tema muito delicado e mesmo a minha opinião não é demasiado vincada. Agora, puxar o veredicto culpado para o futebol é injusto. É este o meu ponto de partida. Não só no desporto, mas como em muita coisa em Portugal, o problema está na mentalidade. E eu admito que são muitas as vezes em que tenho dúvidas e tantas ou mais aquelas em que me engano.
# Artigo de Rui Silva Publicado às 19:37 |
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TOUR DE FRANCE Etapa 5
» Vitória de Cavendish ao sprint, Schumacher segue de amarelo Foto ASSOCIATED PRESS A vitória na etapa mais longa da Volta a França 2008 foi hoje disputada ao sprint, com o ciclista britânico Mark Cavendish ( Team Columbia) a superiorizar-se nos metros finais para garantir o primeiro triunfo na sua carreira no Tour. Os 232 km que ligaram Cholet a Châteauroux não ofereciam dificuldades de maior e, como tal, concretizou-se a etapa calma que todos esperavam. Com alguns ciclistas a gerirem as suas forças após o esforço do contra-relógio de ontem, o pelotão deixou sair em fuga Lilian Jégou ( FDJ), Nicolas Vogondy ( Agritubel) e Florent Brard ( Cofidis) com apenas dez quilómetros percorridos, ficando o início da etapa marcado pelo abandono do vencedor da classificação de montanha no Tour 2007, Mauricio Soler ( Barloworld), na sequência das lesões sofridas após uma queda na primeira etapa. Apesar da colaboração entre o trio de franceses, a vantagem esteve sempre sob controlo por parte do pelotão, ainda que, nos quilómetros finais, este tenha tido que se esforçar um pouco mais do que o esperado para anular a fuga. Efectivamente, Nicolas Vogondy foi apanhado já a quinhentos metros da meta, com os principais sprinters a lançarem-se então na disputa pela vitória na quinta etapa desta Volta a França. Mark Cavendish, em excelente forma ao longo de toda a época, acabou por ser o mais forte no sprint e cruzou a meta à frente de Oscar Freire ( Rabobank), Erik Zabel ( Milram) e Thor Hushovd ( Crédit Agricole), segundo, terceiro e quarto classificados, respectivamente. Na classificação geral não se registaram alterações de maior, com o líder Stefan Schumacher ( Gerolsteiner) a manter os mesmos doze segundos de vantagem sobre Kim Kirchen ( Team Columbia) e David Millar ( Garmin). Se a camisola branca e a camisola de montanha continuam entregues, respectivamente, a Thomas Lövkvist ( Team Columbia) e Thomas Voeckler ( Bouygues Telecom), já na classificação por pontos há novo líder: Thor Hushovd sairá para a etapa de amanhã a envergar a camisola verde, com Oscar Freire na segunda posição, a apenas três pontos, à espreita de uma oportunidade de roubar a liderança ao ciclista norueguês. A etapa de amanhã, a sexta da presente edição do Tour, terá 195,5 km de extensão e ligará Aigurande a Super-Besse. Classificada como uma etapa de média montanha, terá quatro contagens de montanha: as duas primeiras serão de quarta categoria e as restantes já de segunda categoria, com o pormenor da chegada à meta coincidir com o fim da subida a Super-Besse. Embora não se espere que seja uma etapa decisiva para um ataque dos favoritos, um mau dia amanhã pode deitar muito a perder... E, com Riccardo Ricco ( Saunier Duval) a prometer um ataque para amanhã, será certamente um etapa a seguir com atenção.
# Artigo de Margarida Martins Publicado às 17:07 |
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Terça-feira, Julho 08, 2008
TOUR DE FRANCE Etapa 4
» Schumacher, o mais rápido no contra-relógio, é o novo camisola amarela Foto REUTERS Stefan Schumacher, da Gerolsteiner, foi o ciclista mais rápido a cumprir os 29,5 km de contra-relógio em Cholet e torna-se assim no terceiro ciclista diferente a envergar a camisola amarela na presente edição do Tour. O ciclista alemão esteve imparável e superiou-se a Kim Kirchen ( Team Columbia) e David Millar ( Garmin) por dezoito segundos para confirmar o seu triunfo na etapa de hoje. Cadel Evans ( Silence-Lotto) foi quarto no contra-relógio individual, a 27'' do vencedor, com a "desilusão" do dia, Fabian Cancellara ( CSC) a fazer apenas o quinto melhor tempo, a 33''. Quanto aos favoritos à vitória final nesta Volta à França, Denis Menchov ( Rabobank) foi sexto, a 34'', Damiano Cunego ( Lampre) 17º, a 1'26'', Andy Schleck ( CSC) 20º, a 1'29'', Alejandro Valverde ( Caisse d'Épargne) 23º a 1'34'' e Carlos Sastre ( CSC) 28º, a 1'43''. Riccardo Ricco ( Saunier Duval) confirmou as suas dificuldades no contra-relógio e terminou o dia num desapontante 115º lugar, já a 3'36'' de Schumacher. Na classifcação geral, o novo líder, Stefan Schumacher, tem uma vantagem de doze segundos sobre Kim Kirchen e David Millar, respectivamente segundo e terceiro classificados. Dos principais favoritos, Cadel Evans no quarto posto, a 21'', e Denis Menchov em décimo primeiro lugar, a 1'12'', são os que se encontram melhor classificados. As camisolas dos pontos e de montanha continuam a pertencer, respectivamente, a Kirchen e Thomas Voeckler ( Bouygues Telecom), enquanto a camisola branca está agora entregue a Thomas Lövkvist ( Team Columbia), oitavo classifcado da geral. A etapa de amanhã da Volta a França, com 232 km de extensão, ligará Cholet a Châteauroux e terá três pontos de sprint bonificados, antecendendo uma incursão de dois dias pelas montanhas do Maciço Central.
# Artigo de Margarida Martins Publicado às 17:20 |
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Segunda-feira, Julho 07, 2008
LIGA SAGRES Calendário 08/09
Foto ARQUIVO + Talvez para compensar aqueles que queriam que começasse novo Europeu já este mês, o sorteio da Liga Portuguesa ditou que vamos ter um início de campeonato escaldante. Os três grandes clássicos do futebol português, com o início da campanha para o Mundial'2010 pelo meio, jogam-se todos nas cinco primeiras jornadas: Benfica - FC Porto na segunda ronda, Benfica - Sporting na quarta e Sporting - FC Porto na quinta. Quem é que se vai dar melhor com estes jogos de grande carga emocional em tão pouco tempo? + Na ronda inaugural, destaque para o facto dos recém-promovidos Trofense e Rio Ave irem jogar com Sporting e Benfica, respectivamente. Os da Trofa em Alvalade, os vilacondenses nos Arcos. O tricampeão FC Porto recebe o Belenenses, uma das equipas que lhe roubou pontos no Dragão em 2007/08, enquanto o V.Guimarães recebe o V.Setúbal - tal como há um ano, no início da memorável campanha de 2008. Bom presságio para os vitorianos? + Quanto às curiosidades do calendário, para além de todas as equipas irem jogar com Benfica e FC Porto em jornadas consecutivas, também o terão que fazer com as duas equipas madeirenses, Marítimo e Nacional. Ou melhor: quase todas as equipas, porque o Rio Ave não segue o mesmo quadro que as restantes. Depois, podia dar-se o caso de, pela terceira temporada consecutiva, haver dérbi entre Sporting e Benfica na mesma jornada que o dérbi da Invicta entre Boavista e FC Porto. Todavia, os axadrezados devem mesmo deixar o primeiro escalão e deve ser o P.Ferreira a entrar neste calendário. + Para conferir o calendário completo da Liga Sagres, basta seguir esta ligação.
# Artigo de Da Rocha Publicado às 19:42 |
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TOUR DE FRANCE Etapa 3
» Fuga bem sucedida dá vitória a Dumoulin, Feillu é o novo líder da geral Foto ASSOCIATED PRESS À terceira etapa do Tour 2008, assistiu-se à primeira fuga bem sucedida e à primeira troca da camisola amarela: Samuël Dumoulin ( Cofidis) foi o mais forte nos metros finais do quarteto de ciclista escapados enquanto Romain Feillu ( Agritubel) conquistou a camisola amarela, garantindo um dia perfeito para o público francês. A fuga começou a desenhar-se logo nos primeiros quilómetros dos 208 que compunham a etapa que ligou Saint-Malo a Nantes, com Dumoulin, Feillu, Paolo Longo Borghini ( Barloworld) e William Frischkorn ( Garmin) a construírem rapidamente uma vantagem de dez minutos sobre o pelotão. A reacção do pelotão deu-se já tarde demais e, após uma queda a pouco mais de vinte quilómetros da meta (que resultou na desistência de Angel Gomez, da Saunier Duval), acabou mesmo por se partir em três grupos distintos, o que enfraqueceu ainda mais a sua capacidade de perseguição. A colaboração entre os ciclistas em fuga permitiu-lhes entrar no quilómetro final com a certeza de que o triunfo seria discutido entre os quatro, com Dumoulin a ser o primeiro a lançar-se no ataque. Frischkorn respondeu e Feillu, apesar de já saber que era o camisola amarela virtual, não se coibiu de também atacar. Contudo, o triunfo acabou mesmo por pertencer a Dumoulin, com o americano Frischkorn a cruzar a meta no segundo posto e Feillu a ser o terceiro. O pelotão principal, onde se encontrava integrado o ainda camisola amarela Alejandro Valverde ( Caisse d'Épargne), alcançou a meta 2'03'' depois do vencedor da etapa, com Robbie McEwen a superiorizar-se na disputa pelos pontos do sprint relativo ao quinto lugar. Dos favoritos à vitória no final do Tour, o destaque vai para o atraso de Denis Menchov ( Rabobank) e de Riccardo Ricco ( Saunier Duval), que ficaram presos no segundo grupo do pelotão e terminaram a etapa já a 2'41'' de Dumoulin, perdendo segundos que podem ser preciosos em relação a Valverde, Cadel Evans ( Silence-Lotto) ou Franck Shleck ( CSC), entre outros. Em virtude dos resultados de hoje, Romain Feillu é, como já foi referido, o novo dono da camisola amarela, somando-lhe também a liderança na classificação da camisola branca. O segundo classificado da geral é Longo Borghini, a 35'', seguido por Frischkorn e Valverde, a 1'42'' e 1'45'' de distância, respectivamente. Ricco e Menchov encontram-se agora a 2'24'' e 2'30'' do camisola amarela. Quanto à camisola verde, relativa à classificação por pontos, Kim Kirchen ( Team Columbia) segue como líder, com cinco pontos de vantagem sobre Thor Hushovd ( Crédit Agricole). Por fim, na camisola da montanha, não se registam novidades: Thomas Voeckler ( Bouygues Telecom) não sofreu nenhum azar que o impedisse de continuar em prova e mantém a posse da camisola às bolinhas vermelhas. O dia de amanhã, correspondente à quarta etapa da presente edição da Volta à França, será ocupado pelo primeiro contra-relógio individual da prova: a extensão do percurso em torno de Cholet ronda os 30 km e, apesar de curto, pode começar já a distinguir os ciclistas em boa e má forma, sendo provável uma nova mudança de líder na classificação geral.
# Artigo de Margarida Martins Publicado às 17:25 |
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BRASILEIRÃO Jornada 9
» Botafogo bate Grêmio; Flamengo vence e distancia-se Foto GLOBO ESPORTENada de novo no Brasileirão. Numa jornada morna, sem grandes jogos de interesse, o grande vencedor da ronda acabou por ser o Flamengo que, ao vencer o Náutico por 3-0, alargou a vantagem no topo da tabela. No jogo de maior interesse, o Botafogo derrotou o Grêmio por 2-0. No Engenhão cedo se percebeu que apenas uma equipa estava disposta a lutar pela vitória: o Botafogo. O Grêmio esteve irreconhecível na primeira parte, muitos furos abaixo do que vinha a demonstrar e não se estranhou em nada o primeiro golo do fogão aos 16’, por intermédio de Túlio. O tricolor gaúcho continuou apático na primeira etapa e só não levou um resultado mais pesado ao intervalo porque os comandados de Geninho baixaram consideravelmente o ímpeto inicial. Na etapa final, os pupilos de Celso Roth vieram para jogo mais motivados, apostados em mudar a história da partida. No entanto, aos 53’, Zé Carlos aproveita livre directo para ampliar a vantagem. Até final, a equipa gaúcha procurou reduzir a desvantagem de forma a poder lutar pelo resultado, mas já foi muito tarde. Ainda no Rio de Janeiro, o Flamengo continua a dar mostras de que o campeonato é a prioridade da equipa carioca. A equipa orientada por Caio Júnior recebeu e não teve qualquer dificuldade em despachar o Náutico. Desde o início que a equipa pernambucana não teve forças para fazer frente ao Fla, que se adiantou no marcador com o ex- bracarense Leonardo Moura, aos 11 minutos. A primeira etapa do mengão foi muito boa e o segundo surgiu sete minutos depois, por intermédio de Marcinho. A etapa complementar não mudou o figurino da primeira parte e Kléberson, aos 59’, fechou o caixão do timbú. Final de jogo e o Flamengo continua a demonstrar, de jogo para jogo, que a liderança do campeonato não foi por acaso. No restante da ronda, destaque para a vitória folgada do Internacional diante do Coritiba por 3-0 e para o surpreendente empate caseiro do São Paulo frente ao Ipatinga a um golo. » BRASILEIRÃO | 9.ª Jornada(classificação) | (calendário) | (marcadores) Flamengo 3-0 Náutico Sport Recife 1-0 Cruzeiro Atlético Paranaense 1-0 Santos Figueirense 2-1 Vasco Atlético Mineiro 1-1 Palmeiras Internacional 3-0 Coritiba Portuguesa 1-2 Vitória Bahia Goiás 1-0 Fluminense Botafogo 2-0 Grêmio São Paulo 1-1 Ipatinga
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# Artigo de Mário Palmeira Publicado às 14:24 |
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TÉNIS Wimbledon'08: a hora de 'Rafa' Nadal
» Espanhol destronou Federer em Wimbledon Foto REUTERSVerdadeiramente épica! Independentemente do desfecho da final de Wimbledon de hoje, favorável a Rafael Nadal ( 6-4, 6-4, 6-7(5), 6-7(8) e 9-7), será difícil encontrar alguém que não a qualifique desta maneira, tal foi a qualidade do duelo protagonizado entre o maiorquino e Roger Federer. Teve de tudo: muita emoção, grandes momentos de ténis, dramatismo quanto baste, alternâncias no marcador e até a habitual chuva, que prolongou a mais longa partida decisiva do mais tradicional dos torneios do Grand Slam para lá das 21h. Contudo, quem se sentou em frente ao televisor e se propôs a não perder pitada desta aguardada contenda terá estado, a dada altura do terceiro set, longe de imaginar aquilo que viria a acontecer. No primeiro parcial, Nadal aproveitou o desacerto de Federer no único ponto de break que este enfrentou (3º jogo) para construir uma vantagem que não mais viria a perder, não obstante as três oportunidades que o suíço teve para igualar o marcador, primeiro a 2-1 e posteriormente a 5-4. Foto REUTERSNo segundo set tudo pareceu mudar, numa primeira instância, mas tal não passou de mera ilusão. Federer construiu uma vantagem de 4-1, é certo, mas Nadal voltou a revelar-se mais acertivo nos pontos-chave e acabou por não ceder qualquer jogo mais até ao término desse segundo parcial. Nesta fase, o sonho de criança do espanhol (nunca escondeu o forte desejo de vencer em Wimbledon) parecia cada vez mais próximo. Ainda se temeu o pior, aquando de uma queda feia no início do terceiro set, mas Nadal parecia imune a tudo. Nos jogos seguintes salvou mais seis break-points e dispôs ele próprio de três para quase sentenciar a final, isto no sétimo jogo. Não foi capaz de aproveitar e terá certamente passado uma boa parte da primeira pausa provocada pela chuva a pensar nessas oportunidades desperdiçadas. Após o regresso ao court, Federer apareceu bem mais solto e confiante e foi sem surpresa que adjudicou o terceiro parcial, num tie-break que controlou totalmente ( 7-5). Estava relançada a final... Foto REUTERSNo quarto set, nenhum dos jogadores conseguiu ameaçar a quebra de serviço e, como tal, chegou-se a novo tie-break. Começou melhor Federer, vencedor do primeiro espectacular ponto, mas foi Nadal quem construiu uma vantagem de 5-2, que muitos acreditaram ser decisiva. Ainda para mais tendo ele dois serviços para "arrumar" a questão. No entanto, ao contrário do que é habitual, o espanhol acusou a importância do momento e cometeu uma dupla-falta, antes de deixar uma esquerda na rede. Dissipou-se a vantagem e foi Federer quem dispôs de set-point a 6-5. Mas Nadal segurou os seus serviços e passou para 7-6, colocando-se, então, a apenas um ponto da glória. Um bom serviço de Federer adiou-a, mas um passing-shot inacreditável do maiorquino deu-lhe nova oportunidade. Aí, fez tudo bem, mas Federer puxou dos galões e desencantou um sensacional passing-shot de esquerda ao longo, imediatamente antes de arrancar um não menos belo drive-volley a meio do court. Segundos depois fechava esse quarto parcial e parecia agora ele bem lançado para o sexto título consecutivo na relva londrina. Foto REUTERSTodavia, Nadal nunca se dá por vencido e tratou de provar isso mesmo num 5º set de nervos. Terá sido precisa muita coragem para ultrapassar tantas adversidades e um adversário agora motivadíssimo pela sensacional recuperação protagonizada. Certo é que, apesar do designado " match-point virtual" que teve a 4-3, Federer quase sempre passou por mais dificuldades. Ainda "safou" duas bolas de break a 6-6, mas foi incapaz de repetir a receita aos 7-7 e deixou o seu mais directo rival a apenas um jogo de serviço do título. E foi ao quarto match-point que o jovem tenista espanhol encerrou finalmente a contenda, quando a noite caía já sobre o Court Central, atribuindo um carácter ainda mais mítico a um duelo sensacional. Foto AFPFoi o quinto título do Grand Slam para Nadal, depois dos quatro conquistados em Roland Garros, e o 33º da sua ainda curta carreira. Um título muito celebrado junto da sua comitiva pessoal e partilhado com os príncipes das Astúrias, a quem fez questão de agradecer no final. Muito emocionado, o tenista espanhol teceu ainda rasgados elogios ao seu adversário: "É impossível descrever o que sinto, para mim era um sonho vencer aqui. O Roger mostrou que é um grande campeão e continua a ser o melhor, pois venceu já 5 vezes, enquanto eu o consegui pela primeira vez". Por seu lado, Federer reconheceu que " Nadal esteve melhor e mereceu a vitória", realçando que "esta foi a mais dura derrota que alguma vez sofri". Com este título, a Espanha dá sequência aos domingos de festa e volta a ver inscrito o nome de um seu atleta na taça de prata dourada do All England Club, depois de 'Manolo' Santana, no já longínquo ano de 1966.
# Artigo de Carlos Morais Publicado às 02:33 |
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Domingo, Julho 06, 2008
TOUR DE FRANCE Etapa 2
» Vitória ao sprint de Hushovd, Valverde segue de amarelo Foto REUTERS A segunda etapa da Volta a França 2008, com uma extensão de 165 km, foi ganha ao sprint pelo ciclista norueguês Thor Hushovd ( Crédit Agricole), após o pelotão ter anulado uma fuga já à entrada do quilómetro final. No percurso que ligou Auray e Saint-Brieuc, Thomas Voeckler ( Bouygues Telecom) - decidido a conservar a camisola "às bolinhas vermelhas" - e Sylvain Chavanel (Cofidis) foram os primeiros a conseguir escapar do pelotão com sucesso. À passagem pela quarta contagem de montanha do dia (de quarta categoria), porém, o pelotão deixou escapar mais dois ciclistas, Christophe Moreau e David Le Lay - ambos da Agritubel - que rapidamente se juntaram ao duo da frente. O quarteto de ciclistas colaborou entre si para conservar a vantagem sobre o pelotão mas a fuga acabou por morrer na praia: à entrada dos dois quilómetros finais, Chavanel era o único resistente mas a aceleração do pelotão foi incomportável para o ciclista da Cofidis. Num final decidido ao sprint, Thor Hushovd foi o mais forte, superando Kim Kirchen e Gerald Ciolek da Team Columbia para somar a primeira vitória em etapas na presente edição do Tour. Na classificação geral, e após ter terminado a etapa de hoje num bom 12º posto, Alejandro Valverde ( Caisse d'Épargne) segue como líder, com um segundo de vantagem sobre Kim Kirchen e Oscar Freire ( Rabobank), respectivamente segundo e terceiro classificados. Os restantes favoritos mantém-se também a esta distância do espanhol, com a excepção apenas de Mauricio Soler ( Barloworld). O ciclista colombiano, vencedor da classificação de montanha do ano passado, teve um queda grave no final da etapa de ontem e hoje as mazelas voltaram a fazê-lo perder tempo, sendo o lanterna-vermelha a já 10'22'' de Valverde, o que praticamente o impossibilita de lutar pela geral. Quanto à classificação por pontos, o líder é Kim Kirchen, à frente de Valverde e Hushovd. Já nas contas da camisola de montanha, Thomas Voeckler conseguiu o seu objectivo e seguirá "às bolinhas vermelhas" até à entrada nos Pirenéus, na sexta etapa. Por fim, o ciclista jovem melhor classificado - e, por isso, dono da camisola branca - continua a ser Riccardo Ricco, oitavo da geral. A terceira etapa da Volta a França 2008 - que antecede o primeiro contra-relógio individual da prova - sairá de Saint-Malo com destino a Nantes, contando com 208 km de extensão pontuados por três pontos de sprint bonificado e uma chegada à meta em plano, proprícia a uma disputa ao sprint.
# Artigo de Margarida Martins Publicado às 16:47 |
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AUTOMOBILISMO Fórmula 1 - GP Inglaterra
» Hamilton regressa às vitórias em casa, empate a três na liderança do mundial Foto REUTERSNo fim-de-semana em que foi anunciada a mudança do Grande Prémio de Inglaterra para o circuito de Donington em 2010, Lewis Hamilton ( McLaren-Mercedes) foi rei e senhor de Silverstone, premiando o seu público com uma verdadeira "serenata à chuva". Contudo, o fim-de-semana nem sequer começou da melhor maneira para o inglês: na qualificação de ontem, o piloto da McLaren teve que se resignar à quarta posição da grelha de partida enquanto o seu companheiro de equipa, Heikki Kovalainen, conquistou a primeira pole position da sua carreira, superando surpreendente Mark Webber ( Red Bull) e de Kimi Räikkönen ( Ferrari). No entanto, Hamilton soube redimir-se logo na partida da prova, saltando de imediato para a segunda posição, atrás de Kovalainen, o qual viria a ser ultrapassado logo à quinta volta. Numa corrida em que a grande protagonista foi a chuva - os piões e as saídas de pista foram uma constante ao longo de toda a prova -, Lewis Hamilton foi o piloto que menos errou, beneficiando também de um erro estratégico da Ferrari para seguir na liderança da corrida até ao final. De facto, nas voltas que antecederam a primeira paragem nas boxes, Räikkönen mostrou-se capaz de ameaçar a posição do inglês mas, ao não trocar os pneus aquando da ida às boxes e com o retorno da chuva, o piloto finlandês viu hipotecadas as suas possibilidades de lutar pelo triunfo na corrida, caindo várias posições após uma segunda paragem forçada e demonstrando dificuldades em manter-se em pista praticamente até ao final da prova. Assim, no final da corrida, Lewis Hamilton pôde festejar a sua terceira vitória da época e a reentrada na luta pelo título mundial, com Nick Heidfeld ( BMW-Sauber) a subir ao pódio no segundo posto e o veterano Rubens Barrichello ( Honda) a alcançar um brilhante terceiro lugar, após ter saído da 17ª posição da grelha de partida. Räikkönen, já "dobrado" por Hamilton, foi quarto classificado, seguido pelo seu compatriota Kovalainen e por Fernando Alonso ( Renault). Os dois últimos lugares pontuáveis ficaram entregues a Jarno Trulli ( Toyota) e a Kazuki Nakajima ( Williams), numa prova em que a meta foi cruzada por apenas treze carros. No mundial de pilotos, o antigo líder isolado Felipe Massa ( Ferrari) - hoje com um dia para esquecer, terminando a prova na última posição... - tem agora a companhia de Hamilton e Räikkönen no topo da classificação, estando o trio empatado em 48 pontos. O quarto classificado, a apenas dois pontos do primeiro lugar, é Robert Kubica ( BMW-Sauber), apesar do polaco ter sido obrigado a desistir na prova de hoje. Quanto ao mundial de construtores, a Ferrari continua a liderar destacada, somando 96 pontos contra os 86 da BMW e os 72 da McLaren. O próximo Grande Prémio será disputado no circuito de Hockenheim, na Alemanha, no próximo dia 20 de Julho. Depois de uma má fase, a vitória de Lewis Hamilton no Grande Prémio de Inglaterra poderá ter-lhe restituído a confiança em si próprio, daí que os dois pilotos da Ferrari tenham que estar muito atentos ao inglês caso tenham sérias aspirações a vencer o mundial de pilotos. E, claro, há ainda Kubica à espreita de uma nova oportunidade para fazer estragos, daí que o próximo Grande Prémio tenha tudo para ser mais uma excelente corrida. » FÓRMULA 1: Classificações| GP Inglaterra| Mundial de Pilotos| Mundial de Construtores
# Artigo de Margarida Martins Publicado às 15:42 |
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TÉNIS Wimbledon'08: o jardim de Venus
» Norte-americana derrotou a sua irmã Serena e reergueu o "ceptro" Foto APPela quinta vez na carreira, Venus Williams sagrou-se campeã na relva de Wimbledon. Na final de ontem, frente à sua irmã Serena, a "gazela" norte-americana voltou a revelar todos os seus atributos e triunfou por 7-5 e 6-4, ao cabo de 1h50 de jogo. Curiosamente, até foi Serena quem entrou melhor em ambos os sets, chegando a deter a vantagem de um break, mas Venus acabou sempre por dar a volta aos acontecimentos graças a duas armas importantíssimas nesta superfície: um poderoso serviço e um jogo de rede seguro. Foi, aliás, no capítulo do serviço que esteve melhor, estabelecendo mesmo um novo recorde de velocidade em partidas jogadas no All England Club: 209Km/h! Este foi o sétimo título do Grand Slam para a mais velha das irmãs Williams, na sétima final jogada entre ambas. Venus iguala, assim, o número de títulos de Justine Henin em grandes provas e fica a apenas um dos que detém a sua irmã. Para além disso, aproxima-se do número de troféus "Venus Rosewater Dish" (relativos à conquista de Wimbledon) que Billie Jean-King ( 6) e Steffi Graf ( 7) têm nas suas vitrinas, embora o recorde de títulos, pertença da grande Martina Navratilova, permaneça ainda como pouco mais que uma simples miragem. Final reeditadaÀ semelhança do sucedido nas duas anteriores edições do torneio masculino de Wimbledon, The Championships, Roger Federer e Rafael Nadal vão medir forças na grande final. Federer parte como natural favorito, ou não fosse ele o detentor de um título que conquistou nas últimas cinco edições, mas Nadal tem apresentado nítidas melhorias na relva londrina e poderá ter uma palavra a dizer. A não perder, hoje, a partir das 14h portuguesas.
# Artigo de Carlos Morais Publicado às 12:06 |
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Sábado, Julho 05, 2008
TOUR DE FRANCE Etapa 1
» Valverde mostra as credenciais logo no primeiro dia e já veste de amarelo Foto AFP Alejandro Valverde ( Caisse d'Épargne) não está na Volta a França para brincar e fez questão de entrar na prova com o pé direito: o campeão espanhol venceu a primeira etapa do Tour 2008 e amanhã sairá para a estrada já com a camisola amarela. Na etapa que ligou Brest a Plumelec através de um percurso com 198 km de extensão, oito ciclistas - entre os quais se destacaram Thomas Voeckler ( Bouygues Telecom), David De La Fuente ( Saunier-Duval) e Geoffroy Lequatre ( Crédit Agricole) - estiveram em fuga praticamente até aos dez quilómetros finais. Com a meta a aproximar-se, o pelotão acelerou o ritmo e apanhou os homens em fuga, preparando-se para uma chegada em grupo. Contudo, o vento muito forte partiu o pelotão em dois grupos e alguns dos sprinters ficaram privados de participar na luta pela vitória. A chegada à meta, com 1700m a subir com 6,7% de inclinação, proporcionou um dos primeiros grandes momentos desta edição do Tour: Kim Kirchen ( Team Columbia) parecia ter tudo para ganhar a etapa a 300m do final, mas uma arrancada extraordinária de Alejandro Valverde permitiu ao espanhol passar o alemão e cruzar a meta destacado, arrecadando a sua segunda vitória de sempre em etapas da Volta a França (a primeira foi em 2005, quando triunfou no Courchevel à frente de Lance Armstrong). Em segundo lugar terminou Philippe Gilbert ( FDJ), seguido por Jérôme Pineau ( Bouygues Telecom) e Kim Kirchen. Na quinta posição, e consequentemente conquistando a camisola branca, terminou o italiano Riccardo Ricco ( Saunier-Duval), seguido pelos também favoritos Cadel Evans ( Silence-Lotto) e Franck Schleck ( CSC). Valverde sabe que o Tour não se ganha no primeiro dia mas o triunfo de hoje pode dar-lhe uma motivação extra. No entanto, se é verdade que a Volta a França não se ganha na primeira etapa, Hervé Duclos-Lassalle ( Cofidis) bem se pode queixar da sorte: o francês inaugurou a lista de abandonos do Tour 2008 após ter magoado uma mão na sequência de uma queda "estúpida". Se a classificação geral hoje corresponde à classificação final da etapa, na tabela dos pontos é Geoffroy Lequatre que lidera em virtude dos pontos somados nos três sprints bonificados da etapa. Quanto à camisola de montanha, Thomas Voeckler é o primeiro líder desta classificação, em igualdade pontual com Björn Schröder ( Team Milram) - o desempate foi feito de acordo com a posição final na etapa dos ciclistas. A segunda etapa da Volta a França ligará amanhã Auray a Saint-Brieuc, contanto com quatro contagens de montanha (três e quarta categoria e uma de terceira) e três pontos de sprint bonificado ao longo dos seus 165 quilómetros de extensão.
# Artigo de Margarida Martins Publicado às 16:56 |
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Sexta-feira, Julho 04, 2008
TOUR DE FRANCE Dia 0
» Três semanas para voltarmos a gostar de ciclismo Foto ASSOCIATED PRESS “ Le Tour Toujours” é o mote da edição deste ano da Volta a França, que arranca amanhã para os seus vinte e um dias de competição. Contudo, a frase é sintomática da crise que esta competição e modalidade atravessam: os escândalos relacionados com doping fizeram mossa na prova-rainha do ciclismo internacional mas a posição extremista da organização aprofundou ainda mais os estragos, provocando o alheamento de inúmeros adeptos casuais de ciclismo. Da edição de 2007 ficaram na memória o controlo positivo de Alexandre Vinokourov, o afastamento forçado de Michael Rasmussen e o aparecimento de uma nova estrela, Alberto Contador, vencedor do Tour após a expulsão do dinamarquês. O ciclista espanhol assinou entretanto pela Astana, que conta também com Andreas Klöden e Levi Leipheimer nas suas fileiras. No entanto, a intransigência da organização da Volta a França em relação a equipas ligadas a escândalos de doping (relembre-se que Vinokourov era justamente atleta desta equipa) levou à exclusão de uma das melhores formações internacionais, impedindo Contador – vencedor do Giro de Itália deste ano – de defender o seu título. Percebe-se que esta é uma posição de força contra o doping mas até que ponto é que a “verdade desportiva” sai beneficiada por esta atitude se alguns dos melhores ciclistas nem sequer podem participar na prova? Sem a Astana, a Volta a França 2008 sai para a estrada amanhã com Cadel Evans ( Silence-Lotto), segundo classificado no ano passado, a envergar o dorsal 1. Curiosamente, entre os 180 participantes existe apenas um antigo vencedor, que nem sequer o foi na devida altura: Óscar Pereiro, da Caisse d’Épargne, vencedor do Tour 2006 após um controlo positivo de Floyd Landis. À partida, esta ausência de grandes nomes é um ponto negativo para a prova deste ano; todavia, esta mesma situação deixa a competição mais aberta, prometendo uma Volta a França bastante animada. Entre os favoritos destacam-se sobretudo o já referido Cadel Evans, Alejandro Valverde ( Caisse d’Épargne) – vencedor da Dauphine Liberé deste ano –, Denis Menchov ( Rabobank) e Carlos Sastre, da CSC. Esta equipa, contudo, está numa posição algo complicada: com Andy e Franck Schleck também com aspirações a uma possível vitória, a estratégia da equipa tanto poderá resultar em sucesso absoluto como em falhanço a toda a linha, visto que não é fácil gerir uma equipa sem um chefe-de-fila claramente definido (que o diga a Discovery Channel em 2006…). No entanto, a disputa pela camisola amarela não se restringe apenas a este lote de ciclistas: Kim Kirchen ( Team Columbia), Damiano Cunego ( Lampre) – vencedor da camisola branca em 2006 –, Riccardo Ricco ( Saunier Duval), Leonardo Piepoli ( Saunier Duval) e até mesmo outsiders como Mauricio Soler ( Barloworld) e Roman Kreuziger (Liquigas) podem apresentar uma candidatura séria ao pódio final da Volta a França. Se a camisola amarela não tem dono à partida, também a camisola verde poderá ser disputada por vários ciclistas, embora seja notória a ausência de Tom Boonen por ter acusado cocaína num controlo recente. Robbie McEwen ( Silence-Lotto), vencedor desta classificação em 2002, 2004 e 2006, certamente quererá dar continuidade a esta sequência e envergar a camisola verde por uma quarta vez nos Campos Elísios, apesar dos seus 36 anos. Contudo, para tal terá que ultrapassar a forte concorrência de Thor Hushovd ( Crédit Agricole), Baden Cooke ( Barloworld), Mark Cavendish ( Team Columbia) e Oscar Freire ( Rabobank), os principais favoritos para além do australiano. Quanto à camisola de montanha, o vencedor do ano passado, Mauricio Soler, terá que contar com Damiano Cunego, os irmãos Schleck e Amets Txurruka ( Euskaltel) como potenciais adversários. Por fim, o lote de favoritos à camisola branca – reservada ao corredor jovem melhor classificado – inclui Andy Schleck, Riccardo Ricco, Thomas Lovkvist ( High Road), Mauricio Soler e Roman Kreuziger. Pela primeira vez desde 1967, o Tour vai sair para a estrada com uma etapa em linha em vez de um prólogo – e os 198 km entre Brest e Plumelec constituirão um início adequado à prova, oferecendo logo quatro contagens de montanha de quarta categoria e uma chegada à meta na qual o último quilómetro e meio terá 6,7% de inclinação, com o vencedor da etapa a ter a honra de ser o primeiro a envergar a camisola amarela. O resto do percurso da Volta a França incluirá dois contra-relógios – a 8 e 26 de Julho –, cinco etapas de alta montanha e quatro etapas de média montanha, com a passagem pelos Pirenéus a abrir a segunda semana de competição e os Alpes a preencherem o início da terceira semana, com direito a uma incursão por Itália. Pelo meio, as subidas aos já míticos Alpe d’Huez, Col du Galibier, Col d’Aspin e Col du Tourmalet serão certamente momentos a não perder. A um dia do início da Volta a França 2008, tudo o que se pede é que seja uma edição sem casos de doping e com uma competição justa, aberta e animada, que nos faça recordar a razão pela qual um dia, em tempos, gostávamos de ciclismo. Se tal acontecer, então sim poderemos voltar a dizer “ Le Tour Toujours”.
# Artigo de Margarida Martins Publicado às 22:07 |
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EURO'2008 Destaques: 'A' a 'Z'
Fotos ASSOCIATED PRESS e AFPA de Aragonés. Começou a prova como o 'avô Luis' e terminou-a como 'San Luis'. Controverso, por vezes teimoso, soube impor as suas ideias e estilo de jogo para levar a Espanha a novo título europeu. Há 44 anos, Aragonés tinha 26, era goleador do Atl.Madrid e nem sequer era internacional. Hoje, é campeão e ganhou um lugar na galeria dos imortais. B de Ballack. Quase mais um título para o jogador dos 'quases' da temporada 2007/08. Premier League, Champions e Europeu: sempre segundo classificado. Merece destaque também por estar 'habituado' a perder as finais. Esperava-se mais de Ballack, apesar do '13' ter sido o líder que a Mannschaft precisou nos momentos mais complicados, a seguir à derrota com a Croácia e nos jogos com Áustria e Portugal. Depois eclipsou-se. C de Casillas. Para mim, a figura do Europeu. Pela forma como levantou a Henri Delaunay e não só. Também pelos penáltis contra a Itália, por uma defesa impossível contra a Rússia e pela autoridade demonstrada na final. Aos 27 anos, Casillas é um guarda-redes de eleição, o melhor da actualidade, já ganhou quase tudo o que havia para ganhar e ainda só está a meio da sua carreira. Depois de ter segurado o barco do Real Madrid durante toda a temporada e de ter atingido o topo a nível europeu, haverá coragem para o colocar nos três melhores do próximo prémio FIFA? D de Deco. O melhor dos Viriatos. Depois de uma época com muitas lesões e em que foi pouco utilizado, Deco chegou ao Europeu com pernas para suportar todo o jogo português. Nos três jogos que fez, de zero a dez, dava-lhe 8 em dois - Turquia e Alemanha - e 9 ou nota máxima frente à Rep.Checa. Que pena já ter quase 31 anos... E de Espanha. A campeã e a selecção mais regular. Cinco vitórias e um empate, com zero golos consentidos na fase a eliminar. Ultrapassados alguns fantasmas que pairavam sobre a sua cabeça, a Roja tem condições para criar a tal dinastia de títulos? Acredita-se que sim. F de França. E de falhanço (não, não estou a falar do desastrado Gómez contra a Áustria). Domenech levou quem quis, deixou de fora quem não quis e que o povo pedia e acabou o Europeu a ouvir o que não queria. O jogo com a Roménia foi o princípio do fim, com uma actuação desinteressada; a derrota com a Holanda foi até certo ponto imerecida; e a expulsão do (in)adaptado Abidal foi a causa da eliminação com a Itália. O torneio dos Bleus resume-se facilmente. G de Grécia. Os milagres só acontecem mesmo de 30 em 30 anos, segundos as palavras de Rehhagel. O anti-futebol da Grécia desta vez não resultou em nenhum jogo e os campeões europeus regressaram a casa envergonhados por não terem sequer conseguido defender condignamente o título. Nós sabemos que eles são os menos culpados; culpados são os que os deixaram ganhar em 2004. H de Hiddink. Calou muita gente, pelos vistos. Este sim parece ter o toque de Midas. A Rússia nunca tinha passado da primeira fase num Europeu e de repente vê-se numa meia-final, depois de arrasar por completo com a Holanda numa noite inesquecível de Arshavin, Zhirkov, Pavlyuchenko, Semak e companhia. Na semi-final baqueou, mais por mérito dos espanhóis. Muita gente vai ficar com boas recordações deste Europeu às custas dos russos, é certo. I de Iniesta. A meu ver, só perde na minha eleição da "figura do Europeu" para Casillas. No papel era responsável por um dos flancos do meio-campo espanhol, mas no relvado era quem dava mais perfume ao futebol de toque de bola da Roja. Na memória dos mais atentos vai ficar o passe de morte para Villa no jogo de estreia, o início da jogada do terceiro golo da semi-final e a forma como, na final, foi gigante por entre as torres germânicas. J de Joachim Löw. O homem das promessas deste Europeu. Antes dos quartos prometeu as meias e depois prometeu a final. Ainda bem que não prometeu a vitória, porque viu-se que não tinha argumentos para a conseguir. Mesmo assim fica como um dos treinadores protagonistas deste torneio, apesar daquele esquema táctico da estreia com a Polónia não lembrar a ninguém. Fica ainda ligado ao episódio bizarro em que dois treinadores foram expulsos: ele e Hickersberger. K de Klasnic. Dois golos em poucos minutos de utilização para o homem que já teve a carreira em risco. O contra a Polónia foi melhor, a cruzamento de Pranjic, mas o marcado no último minuto com a Turquia parecia suficiente para os croatas tocarem o céu e as meias-finais. Os deuses do futebol não quiseram. L de Lukas Podolski. Com três golos e duas assistências, Poldi esteve em metade dos golos da Mannschaft neste Europeu. Surpreendeu primeiro pela capacidade de não jogar na área e aparecer frequentemente lá, mas notabilizou-se na fase a eliminar pela forma como se adaptou à ala esquerda. Virou um falso extremo-esquerdo de qualidade. Bosingwa e Pepe que o digam... M de Mutu. Foi protagonista de um dos lances do torneio. Minuto 85, bola na marca dos 11 metros, Buffon pela frente e Mutu com a possibilidade de «arrumar» com a campeã mundial na fase de grupos e dar praticamente o apuramento à Roménia. Falhou. Ou melhor: Buffon foi enorme e defendeu (na foto). Os de Piturca tinham passado, mas também não merecia. Foram um conjunto organizado, responsável e pouco mais. Lobont, o guarda-redes, foi o melhor dos romenos. N de Neu Tivoli. Foi o estádio dos primeiros jogos da nova campeã da Europa. E onde o melhor marcados David Villa marcou os seus quatro golos na prova. Depois disto, o Neu Tivoli ainda assistiu ao primeiro ensaio da Rússia com Arshavin. Lá foram os suecos - que viveram de Ibrahimovic - para casa mais cedo. O de Oranje. Atropelou Itália, França e Roménia (em jogos em que tudo lhe saiu bem), foi dona do melhor futebol do Euro e encantou... até lhe aparecer a Rússia de Hiddink pela frente. Sneijder, Van der Vaart, Kuyt e Van Nistelrooy estiveram em destaque, enquanto Boulahrouz surpreendeu pela positiva e Engelaar mostrou-se à Europa. Van Basten não conseguiu ser o primeiro treinador a revalidar um título conseguido como jogador. P de Portugal. A grande decepção, pelo menos para nós. Jogámos como nunca nos dois primeiros jogos; depois fomos eliminados como sempre. A novela à volta de Cristiano Ronaldo não ajudou, a assinatura de Scolari também não, porém a verdade é que a Selecção não mostrou estofo para ir mais além. Deco merecia. Mas aqueles golos germânicos não se admitem nem nos distritais. Q de Que 'frango'!. Falo principalmente do erro de Petr Cech que ressuscitou a Turquia. No melhor pano cai a nódoa, mas os checos desculparam a sua grande figura, como fez Grygera. Por falar em nódoas, Nikopolidis e Rustu vão fazer parte do anedotário deste Euro de entre os que usam luvas e Ricardo também não pode escapar à crítica. R de Roger Guerreiro. Nascido no Brasil, Guerreiro foi o autor do único golo da paupérrima prestação polaca nesta fase final. Contando com a força de vontade e o voluntarismo da Áustria, a Polónia, depois de ter vencido o Grupo A da fase de qualificação, apresentou talvez o pior colectivo deste Áustria/Suíça. S de Senna. O pêndulo da selecção campeã. Senna jogou ali quase no seu quintal, com um sentido táctico perfeito, e permitiu que Xavi, Silva e Iniesta se soltassem mais no apoio à frente de ataque. Esteve impecável contra a Itália e na final: os dois jogos em que mais se exigia dele. É, segundo dizem, o primeiro futebolista brasileiro de nascença a vencer um Europeu. T de Turquia. E de Terim, o comandante da equipa das reviravoltas 'impossíveis'. A grande revelação da competição. Silenciosa como Semih Senturk manda. Com muita sorte à mistura, é claro, mas também com muitas lesões e castigos na fase mais avançada. Maiores destaques: Altintop, Tuncay Sanli, Nihat e Senturk, claro. Volkan Demirel fez falta e tinha evitado que Rustu deitasse tudo a perder. U de Ujfalusi. O melhor checo do torneio, talvez a par de Libor Sionko. Pela liderança, pela raça e pela consistência que deu à sua selecção, Ujfalusi merecia estar nos 23 da equipa ideal do torneio. Excelente reforço do Atlético Madrid para a próxima época. V de Valencia. Dois jogadores do clube «ché» com David como primeiro nome: Villa e Silva. Villa foi o "Pichichi" do torneio, tendo necessitado de apenas 180 minutos para fazer os seus quatro golos. Lesionou-se na semi-final, mas a equipa não se ressentiu da sua ausência. Já Silva, por sua vez, esteve a um nível muito alto ao longo de todo o campeonato. Foi o médio que deu largura ao futebol da Roja e acabou por justificar a entrada no onze - que muitos criticaram depois da estreia. W de Wasilewski. Cá está a letra que quase não encaixava em mais nenhum nome dos presentes neste Europeu. Wawrzyniak, também da Polónia, e o alemão Westermann são os outros W deste torneio. Marcin Wasilewski (do Anderlecht) foi o único que jogou todos os minutos da sua selecção. Sem grandes resultados, está visto. X de Xavi. O melhor jogador do UEFA Euro 2008. Algum dos campeões tinha que ser, coube a distinção ao patrão da equipa, mais solto que no Barça pela presença de Senna. Está bem entregue a distinção, apesar de outros colegas talvez a terem justificado mais. Sim, falo de Iniesta e de Casillas. Y de Yakin. Três golos da Suíça no seu Europeu, três golos de Hakan Yakin. É até estranho que tenha começado no banco o jogo de estreia. E entrou na equipa porque a estrela Frei se lesionou. Estranho... Mas Köbi Kuhn é que sabe o motivo. Z de Zambrotta. Percebeu-se que esta Itália não era a mesma de outra ocasiões quando se viram os erros cometidos na derrota com a Holanda e mesmo o erro primário de Zambrotta no golo de Mutu. Não é nada normal ver-se um defesa italiano fazer uma destas. Talvez por estas e por outras é que Donadoni já foi à sua vida e Lippi está de volta para o assalto ao 2010.
# Artigo de Da Rocha Publicado às 00:17 |
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Quinta-feira, Julho 03, 2008
LIGA VITALIS Calendário 08/09
 Foto RIOAVEFUTEBOLCLUBE+ O sorteio da Liga Vitalis da temporada que está à porta realizou-se esta manhã envolto numa série de incertezas. Incertezas quanto às participações de Sp.Covilhã e de UD Oliveirense, os dois promovidos que ainda aguardam a aprovação da sua candidatura à prova, e incertezas relacionadas com a decisão final relativa à despromoção do Boavista. Caso os axadrezados caiam para o segundo escalão, o Paços de Ferreira ficará na Liga Sagres. Para já, o novo clube de Paulo Sérgio está entre os clubes da Vitalis. + Candidatos? Na prova mais competitiva dos escalões nacionais, é difícil apontar com certeza para este ou aquele candidato à subida. Das 16 equipas presentes, com os plantéis ainda longe de fechar, escolho este lote de candidatos: o P.Ferreira (com um plantel construído para a primeira divisão), o Estoril de Tulipa, o Portimonense, a U.Leiria, o Gil Vicente ou o renovado Beira-Mar de Sousa. São estes os que me parece que estão a preparar melhor a próxima época. O Varzim, o Santa Clara e o Vizela são outros dos que parece que podem entrar no grupo da frente. + Para conferir o calendário completo da Liga Vitalis, basta seguir esta ligação.
# Artigo de Da Rocha Publicado às 19:53 |
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LIBERTADORES Final: 2.ª mão
» Cevallos protagoniza novo 'Maracanazo' e faz LDU campeã da América Foto UOL ESPORTEMais um Maracanazo. Depois de, há 58 anos, o Brasil perder em casa a final do Mundial para o Uruguai, desta feita foi o Fluminense a fazer vexame perante o seu público. O tricolor carioca reverteu a desvantagem trazida do Equador e venceu no tempo regulamentar ( 3-1), mas acabou por baquear nas grandes penalidades, possibilitando a LDU Quito erguer a Taça Libertadores de 2008. O Maracanã estava electrizante. Completamente lotado de adeptos do fluzão, os comandados de Renato Gaúcho sabiam da responsabilidade e não queriam defraudar o público, por isso, a pressão inicial em busca do golo foi intensa. Contudo, o contra-ataque protagonizado por Guerrón aos 5’ e finalizado da melhor forma por Bolaños, foi pior que um cubo de gelo na cabeça do torcedor tricolor. Parecia que, com o golo, a tarefa estava bem mais complicada, quase impossível. No entanto, uma das coisas boas que o nense mostra é a boa reacção às adversidades. Seis minutos depois, Thiago Neves faz boa jogada, acredita e remata sem hipóteses para o guardião Cevallos. Os adeptos acordaram, voltaram a acreditar e continuaram a empurrar a equipa em busca da vitória. Aos 30’, nova explosão de alegria: a defesa equatoriana erra, pedindo fora-de-jogo num lançamento lateral e quem agradece é Thiago Neves que, sozinho, faz o segundo. A etapa complementar trouxe ainda mais sufoco para a LDU, que praticamente não passava do meio-campo e remetia-se a trabalho defensivo. Estava visto que só de bola parada o Flu conseguiria ultrapassar a barreira forasteira e a explosão de alegria veio aos 57’: Thiago Neves, o grande destaque da partida, acerta bela cobrança de livre e faz o Maraca tremer. Até final, a equipa brasileira continuou a procurar o golo da vitória, mas a equipa orientada por Edgardo Bauza tudo fez para que o resultado não se alterasse. O prolongamento foi a continuação do que se tinha verificado no tempo regulamentar: muito Fluminense e quase nenhuma LDU Quito. Os forasteiros apostaram tudo nas grandes penalidades e seguraram sempre de todas as formas o resultado. E no desempate pela marca dos onze metros, o pretendido pelos equatorianos foi conseguido, pois falharam apenas uma grande penalidade, enquanto que o fluzão desperdiçou três, acabando assim por silenciar cerca de 85 mil adeptos e fazer de Cevallos herói, pois o guarda-redes pegou todas as penalidades que os brasileiros falharam. Assim, a LDU Quito faz história, tornando-se na primeira equipa do Equador a erguer o troféu e a dar maior visibilidade a um país que tem vindo a crescer futebolisticamente nos últimos anos. » TAÇA DOS LIBERTADORES DA AMÉRICAFinal: 2.ª Mão | (resultados) | (marcadores) Fluminense (BRA) 3-1* LDU QUITO (EQU) [5-5*] (a.p.) (1-3* nas g.p.) (Thiago Neves, 12', 28', 57'; Bolaños, 6')
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# Artigo de Mário Palmeira Publicado às 11:16 |
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LIVRES Snapshot #125
Foto TERRAJARDEL INGRESSA NO CRICIÚMA - Mário Jardel está de regresso aos relvados. Ou pelo menos já tem clube. O Criciúma acredita na reabilitação do goleador, agora quase a completar 35 anos, e o acordo foi estabelecido até ao final da Série B, segunda divisão do futebol brasileiro. Com Jardel nas bancadas, o Tigre desiludiu e perdeu em casa com o Paraná (0-3). Talvez seja preciso mesmo um Super-Mário para evitar que o clube catarinense viva uma temporada conturbada.
# Artigo de Da Rocha Publicado às 00:15 |
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Terça-feira, Julho 01, 2008
LIVRES Central de Negócios #5
» Martins apresentado no Benfica Foto MAISFUTEBOL+ Aí está a terceira grande movimentação no mercado nacional deste defeso. Mas esta já se adivinhava há muito. Carlos Martins atravessou a segunda circular, fazendo escala em Huelva numa boa temporada ao serviço do Recreativo. Bom para o Benfica, bom para o jogador, que quererá certamente mostrar que tem valor para ser um dos melhores do futebol português, e aparentemente bom para o Sporting, que não tinha espaço para ele no plantel. Convém é lembrar que Martins dificilmente será o '10' que todos querem arranjar à força. No Nuevo Colombino, foi influente a jogar mais atrasado, partindo de trás, e nunca numa posição de criativo. + «Vai começar um novo ciclo». Outra vez a conversa dos ciclos. Sempre a mesma. E proposta do FC Porto, como teve Balboa, também não houve? É que este tipo declarações já começam a enjoar. Ainda vão começar e acabar muitos ciclos até fechar o mercado de transferências. Quer na Luz, em Alvalade, no Dragão, na FPF ou onde quer que seja. Fala-se tanto em ciclos que começo a desconfiar que muitos não passaram sequer pelo preparatório. + Entretanto, continua a falar-se de Aimar para a Luz e apareceu agora a hipótese de Jonás Gutiérrez, médio internacional argentino que representou o Maiorca. Se o melhor Aimar que conhecemos seria um luxo, Jonás não entusiasma. No Sporting, Grimi foi passado para segundo plano com a aquisição de Caneira e anda tudo muito ocupado a fazer as continhas todas à venda e consequente retorno financeiro de Miguel Veloso. Diz-se que Tiago pode estar na jogada, mas o Milan também está interessado. + Nos tricampeões, a ordem do dia está quase sempre relacionada com Ricardo Quaresma e o Inter. Será que se concretiza? Outro dos nomes mais falados é o de Marcos Angeleri, o lateral-direito do Estudiantes que conquistou o Apertura em 2006. Lembro-me de o ver jogar uma ou outra vez. Aprovo. + Quanto a outras movimentações, tem que ser dado destaque à venda de Geromel para os alemães do Colónia. Se até Orestes vingou na Bundesliga, Geromel tem tudo para dar o salto a curto prazo. Perde o V.Guimarães (que não fez uma venda por aí além) e perde também o campeonato português, já que nenhum clube conseguiu seduzir o central brasileiro. De resto, o Braga assegurou o lateral Edimar, Éder Bonfim foi mais um que rumou à Roménia e ninguém se interessou por Vieirinha, que se aventura no PAOK. Por último, uma pergunta: ninguém quer Pitbull?
# Artigo de Da Rocha Publicado às 16:11 |
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LIGA SAGRES Calendário 2008/2009
 LIGA SAGRES Calendário 2008/20091.ª Jornada 24/8/2008
E.Amadora - Académica V.Guimarães - V.Setúbal Naval - Marítimo Leixões - Nacional Sporting - Trofense P.Ferreira - Sp.Braga FC Porto - Belenenses Rio Ave - Benfica
| 2.ª Jornada 31/8/2008
Académica - Rio Ave V.Setúbal - E.Amadora Marítimo - V.Guimarães Nacional - Naval Trofense - Leixões Sp.Braga - Sporting Belenenses - P.Ferreira Benfica - FC Porto
| 3.ª Jornada 21/9/2008
Académica - V.Setúbal E.Amadora - Marítimo V.Guimarães - Nacional Naval - Trofense Leixões - Sp.Braga Sporting - Belenenses P.Ferreira - Benfica Rio Ave - FC Porto
| 4.ª Jornada 28/9/2008
V.Setúbal - Rio Ave Marítimo - Académica Nacional - E.Amadora Trofense - V.Guimarães Sp.Braga - Naval Belenenses - Leixões Benfica - Sporting FC Porto - P.Ferreira
| 5.ª Jornada 5/10/2008
V.Setúbal - Marítimo Académica - Nacional E.Amadora - Trofense V.Guimarães - Sp.Braga Naval - Belenenses Leixões - Benfica Sporting - FC Porto Rio Ave - P.Ferreira
| 6.ª Jornada 26/10/2008
Marítimo - Rio Ave Nacional - V.Setúbal Trofense - Académica Sp.Braga - E.Amadora Belenenses - V.Guimarães Benfica - Naval FC Porto - Leixões P.Ferreira - Sporting
| 7.ª Jornada 2/11/2008
Marítimo - Nacional V.Setúbal - Trofense Académica - Sp.Braga E.Amadora - Belenenses V.Guimarães - Benfica Naval - FC Porto Leixões - P.Ferreira Rio Ave - Sporting
| 8.ª Jornada 16/11/2008
Nacional - Rio Ave Trofense - Marítimo Sp.Braga - V.Setúbal Belenenses - Académica Benfica - E.Amadora FC Porto - V.Guimarães P.Ferreira - Naval Sporting - Leixões
| 9.ª Jornada 23/11/2008
Nacional - Trofense Marítimo - Sp.Braga V.Setúbal - Belenenses Académica - Benfica E.Amadora - FC Porto V.Guimarães - P.Ferreira Naval - Sporting Rio Ave - Leixões
| 10.ª Jornada 30/11/2008
Trofense - Rio Ave Sp.Braga - Nacional Belenenses - Marítimo Benfica - V.Setúbal FC Porto - Académica P.Ferreira - E.Amadora Sporting - V.Guimarães Leixões - Naval
| 11.ª Jornada 7/12/2008
Trofense - Sp.Braga Nacional - Belenenses Marítimo - Benfica V.Setúbal - FC Porto Académica - P.Ferreira E.Amadora - Sporting V.Guimarães - Leixões Rio Ave - Naval
| 12.ª Jornada 21/12/2008
Sp.Braga - Rio Ave Belenenses - Trofense Benfica - Nacional FC Porto - Marítimo P.Ferreira - V.Setúbal Sporting - Académica Leixões - E.Amadora Naval - V.Guimarães
| 13.ª Jornada 4/1/2009
Sp.Braga - Belenenses Trofense - Benfica Nacional - FC Porto Marítimo - P.Ferreira V.Setúbal - Sporting Académica - Leixões E.Amadora - Naval Rio Ave - V.Guimarães
| 14.ª Jornada 11/1/2009
Rio Ave - Belenenses Benfica - Sp.Braga FC Porto - Trofense P.Ferreira - Nacional Sporting - Marítimo Leixões - V.Setúbal Naval - Académica V.Guimarães - E.Amadora
| 15.ª Jornada 25/1/2009
Belenenses - Benfica Sp.Braga - FC Porto Trofense - P.Ferreira Nacional - Sporting Marítimo - Leixões V.Setúbal - Naval Académica - V.Guimarães E.Amadora - Rio Ave
| 16.ª Jornada 1/2/2009
Académica - E.Amadora V.Setúbal - V.Guimarães Marítimo - Naval Nacional - Leixões Trofense - Sporting Sp.Braga - P.Ferreira Belenenses - FC Porto Benfica - Rio Ave
| 17.ª Jornada 8/2/2009
Rio Ave - Académica E.Amadora - V.Setúbal V.Guimarães - Marítimo Naval - Nacional Leixões - Trofense Sporting - Sp.Braga P.Ferreira - Belenenses FC Porto - Benfica
| 18.ª Jornada 15/2/2009
V.Setúbal - Académica Marítimo - E.Amadora Nacional - V.Guimarães Trofense - Naval Sp.Braga - Leixões Belenenses - Sporting Benfica - P.Ferreira FC Porto - Rio Ave
| 19.ª Jornada 22/2/2009
Rio Ave - V.Setúbal Académica - Marítimo E.Amadora - Nacional V.Guimarães - Trofense Naval - Sp.Braga Leixões - Belenenses Sporting - Benfica P.Ferreira - FC Porto
| 20.ª Jornada 1/3/2009
Marítimo - V.Setúbal Nacional - Académica Trofense - E.Amadora Sp.Braga - V.Guimarães Belenenses - Naval Benfica - Leixões FC Porto - Sporting P.Ferreira - Rio Ave
| 21.ª Jornada 8/3/2009
Rio Ave - Marítimo V.Setúbal - Nacional Académica - Trofense E.Amadora - Sp.Braga V.Guimarães - Belenenses Naval - Benfica Leixões - FC Porto Sporting - P.Ferreira
| 22.ª Jornada 15/3/2009
Nacional - Marítimo Trofense - V.Setúbal Sp.Braga - Académica Belenenses - E.Amadora Benfica - V.Guimarães FC Porto - Naval P.Ferreira - Leixões Sporting - Rio Ave
| 23.ª Jornada 5/4/2009
Rio Ave - Nacional Marítimo - Trofense V.Setúbal - Sp.Braga Académica - Belenenses E.Amadora - Benfica V.Guimarães - FC Porto Naval - P.Ferreira Leixões - Sporting
| 24.ª Jornada 11/4/2009
Trofense - Nacional Sp.Braga - Marítimo Belenenses - V.Setúbal Benfica - Académica FC Porto - E.Amadora P.Ferreira - V.Guimarães Sporting - Naval Leixões - Rio Ave
| 25.ª Jornada 19/4/2009
Rio Ave - Trofense Nacional - Sp.Braga Marítimo - Belenenses V.Setúbal - Benfica Académica - FC Porto E.Amadora - P.Ferreira V.Guimarães - Sporting Naval - Leixões
| 26.ª Jornada 26/4/2009
Sp.Braga - Trofense Belenenses - Nacional Benfica - Marítimo FC Porto - V.Setúbal P.Ferreira - Académica Sporting - E.Amadora Leixões - V.Guimarães Naval - Rio Ave
| 27.ª Jornada 3/5/2009
Rio Ave - Sp.Braga Trofense - Belenenses Nacional - Benfica Marítimo - FC Porto V.Setúbal - P.Ferreira Académica - Sporting E.Amadora - Leixões V.Guimarães - Naval
| 28.ª Jornada 10/5/2009
Belenenses - Sp.Braga Benfica - Trofense FC Porto - Nacional P.Ferreira - Marítimo Sporting - V.Setúbal Leixões - Académica Naval - E.Amadora V.Guimarães - Rio Ave
| 29.ª Jornada 17/5/2009
Belenenses - Rio Ave Sp.Braga - Benfica Trofense - FC Porto Nacional - P.Ferreira Marítimo - Sporting V.Setúbal - Leixões Académica - Naval E.Amadora - V.Guimarães | 30.ª Jornada 24/5/2009
Benfica - Belenenses FC Porto - Sp.Braga P.Ferreira - Trofense Sporting - Nacional Leixões - Marítimo Naval - V.Setúbal V.Guimarães - Académica Rio Ave - E.Amadora |
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