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Segunda-feira, Julho 31, 2006

BRASILEIRÃO
Jornada 14

» São Paulo goleado em casa, 'Gre-Nal' marcado pelo vandalismo

À 14ª jornada, o São Paulo permanece na liderança do Brasileirão'2006, apesar de ter sido goleado em casa pelo Santos (0-4). O Tricolor apresentou-se no Morumbi com as segundas escolhas, com o pensamento nas semi-finais da Libertadores, e acabou vergado a uma pesada derrota. No clássico paulista, o Peixe, de Vanderlei Luxemburgo, marcou por Fabiano (2), Dênis e Rodrigo Tiuí e reentrou na luta pelo título brasileiro, estando agora no grupo de equipas com 24 pontos amealhados.

No entanto, em mais uma ronda recheada de clássicos, saliência para o 'Gre-Nal', que terminou empatado a zero e com cenas de vandalismo protagonizadas pelos adeptos do Grémio, que incendiaram casas de plástico no fosso do estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, situação que obrigou o árbitro da partida a dar mais de 15 minutos de desconto. O Internacional, tal como o São Paulo, fez alinhar alguns reservas e falhou a aproximação ao líder. Mesmo assim, o Colorado, treinado pelo nosso conhecido Abel Braga, isolou-se na segunda posição, já que Cruzeiro e Fluminense também não venceram os respectivos compromissos. A Raposa perdeu pela margem mínima na deslocação a São Januário, casa do Vasco da Gama, enquanto a equipa do ex-sportinguista Rogério, que jogou com menos um durante a segunda parte, empatou a uma bola no duelo carioca frente ao Botafogo.

De resto, o destaque vai naturalmente para o fundo da tabela, onde residem agora Flamengo e Corinthians, dois históricos do futebol brasileiro. O Timão é cada vez mais último depois de perder (0-1) no reduto do Santa Cruz e somar o seu oitavo jogo sem vencer, ao passo que o Mengão, na ressaca da conquista da Copa do Brasil, deu descanso aos habituais titulares e saiu da Arena da Baixada derrotado pelo Atl.Paranaense. Fortaleza e Ponte Preta completam a zona de despromoção, de onde o Palmeiras saiu pela primeira vez neste campeonato após vencer o Paraná por um concludente 4-2 - quarta vitória consecutiva do Verdão.

» BRASILEIRÃO | 14ª Jornada

» Sábado:
Juventude 1-0 Figueirense
São Caetano 1-1 Ponte Preta
Palmeiras 4-2 Paraná

» Domingo:
São Paulo 0-4 Santos
Atlético Paranaense 1-0 Flamengo
Vasco da Gama 1-0 Cruzeiro
Santa Cruz 1-0 Corinthians
Goiás 1-1 Fortaleza
Fluminense 1-1 Botafogo
Internacional 0-0 Grémio

» CLASSIFICAÇÃO: (completa) (marcadores)
JP
São Paulo1429
Internacional1426
Cruzeiro1425
Fluminense1425
17ºPonte Preta1415
18ºFlamengo1414
19ºFortaleza1413
20ºCorinthians1410

# Artigo de Da Rocha
Publicado às 12:54



LIVRES
Flash #9



» Simão Sabrosa. Gorada a transferência para o Valência, Simão Sabrosa integrou esta manhã os treinos do Benfica, que já trabalha com vista à pré-eliminatória da Liga dos Campeões. O internacional português não chegou a acordo com o emblema espanhol e, apesar de Luís Filipe Vieira manter em aberto as possibilidades de o jogador mudar de ares, já está à disposição do técnico Fernando Santos, que não o convocou para o particular de amanhã com o AEK.

» José Couceiro. José Couceiro é o novo treinador da Selecção Nacional Sub'21, sucedendo no cargo a Agostinho Oliveira, um dos responsáveis pela má prestação dos jovens portugueses no último Europeu. Com um currículo nada animador, visto só ter realizado meia-temporada de bom nível no V.Setúbal em 2004/05, Couceiro tem como missão apurar o conjunto luso para o Euro'2007, que terá lugar na Holanda.
O primeiro jogo da campanha será frente à Letónia, a 1 de Setembro, mas antes disso a selecção portuguesa tem ainda um encontro de carácter particular com a sua congénere de Moçambique (16 de Agosto).

» Internacional. Começou oficialmente a temporada em França. O Lyon, ainda sem o português Tiago, derrotou nos penáltis o PSG, que não contou com Pedro Pauleta, e conquistou a Supertaça. A partida terminou empatada a um golo no final do tempo regulamentar, com Rothen a adiantar os parisienses e Benzema a igualar pouco depois para os da casa. No desempate por pontapés da marca de grande penalidade, o marfinense Bonaventure Kalou falhou e entregou o primeiro título de 2006/07 aos pentacampeões franceses.
Na próxima sexta-feira tem início a Ligue 1, com o Lyon a deslocar-se ao reduto do Nantes para o jogo inaugural do campeonato.

» Doping. Semana negra para o desporto norte-americano. Com a contra-análise ao ciclista Floyd Landis, vencedor do Tour'2006, ainda por divulgar, surge agora a notícia que Justin Gatlin, campeão olímpico e mundial dos 100 metros, foi banido do atletismo.
O resultado da contra-análise confirmou o controlo positivo de testosterona efectuado a 22 de Abril e Gatlin viu assim antecipado o final da sua carreira desportiva. Desta forma, cai por terra o record mundial e todas as outras marcas conseguidas por Gatlin depois de 22 de Abril.

# Artigo de Da Rocha
Publicado às 12:17


Domingo, Julho 30, 2006

LIVRES
Pré-Época #3

» FC Porto bate AS Roma na apresentação

Quaresma esteve na origem do único golo do encontro, apontado ao minuto 38.
Foto ASSOCIATED PRESS

O FC Porto apresentou-se esta noite aos seus associados com uma vitória (1-0) sobre os italianos da AS Roma. O único golo da partida foi apontado na própria baliza pelo francês Phillippe Mexès, na sequência de um cruzamento da esquerda de Ricardo Quaresma, corria o minuto 38 do primeiro tempo.
Os pupilos de Luciano Spaletti jogaram no Dragão sem três das suas principais unidades - Perrotta, De Rossi ou Totti - e acabaram por ser presa fácil para os dragões, que rubricaram uma exibição relativamente agradável. Anderson, Quaresma, Meireles, Ibson e Bruno Moraes foram quem deixou melhores apontamentos perante uma plateia de aproximadamente 48 mil espectadores.
O próximo jogo de preparação da turma de Co Adriaanse será no decorrer do prestigiado Torneio de Amesterdão.

Nos outros encontros particulares deste fim-de-semana, o destaque vai inteirinho para novo desaire da Académica frente a uma equipa da Liga de Honra. Depois da derrota frente ao Leixões na passada quarta-feira, os estudantes foram desta feita goleados pelo Penafiel (5-1) e Manuel Machado começa a ter razões para se preocupar com a preparação da sua equipa.
De resto, o Desp.Aves teve um teste muito positivo diante do V.Guimarães, ao bater os vimaranenses com um golo de Xano, enquanto o Boavista terminou o seu mini-estágio em Inglaterra com um triunfo sobre o Coventry City - 2-1, bis do reforço austríaco Roland Linz. O Beira-Mar, ainda sem Mário Jardel, perdeu no terreno do Leixões pela margem mínima, o P.Ferreira ganhou em Vizela (2-0) e o Marítimo cilindrou o Ribeira Brava com um 'hat-trick' do uruguaio Marcelo Lipatin, uma das caras novas dos verde-rubros. No embate entre europeus, o V.Setúbal levou a melhor sobre o Nacional (2-1), com dois golos do avançado Lourenço.

» PRÉ-ÉPOCA
Jogos Particulares


FC Porto 1-0 AS Roma
(Mexès, ag)
Penafiel 5-1 Académica
(Diego (2), Khadim, Sofiane (2); Roberto Brum)
Desp.Aves 1-0 V.Guimarães
(Xano)
Marítimo 5-0 Ribeira Brava
(Willians, Lipatin (3), Kanu)
Vizela 0-2 P.Ferreira
(Tiago Valente, Ronny)
V.Setúbal 2-1 Nacional
(Lourenço (2); Chilikov)
Leixões 1-0 Beira-Mar
(Malafaia)
Coventry City 1-2 Boavista
(Wayne Andrews; Roland Linz (2))
Ginásio Alcobaça 1-3 U.Leiria
(Pedro Alberto; Touré, Sougou, Ivanildo)
Olivais e Moscavide 0-0 E.Amadora

# Artigo de Da Rocha
Publicado às 22:19



AUTOMOBILISMO
Fórmula 1 - GP Alemanha

» Schumacher vence pela terceira vez consecutiva, Tiago Monteiro termina em 14º


Foto AP

O piloto alemão Michael Schumacher, da Ferrari, conseguiu hoje no circuito de Hockenheim a sua terceira vitória consecutiva na presente época da Fórmula 1, diminuindo, assim, a distância pontual para Fernando Alonso (Renault), o líder actual da classificação dos pilotos.

Kimi Raikkonen, da McLaren-Mercedes, partiu para a corrida da pole position, com Schumacher e Felipe Massa a ocuparem as posições seguintes da grelha de partida. Fernando Alonso, com uma qualificação desapontante, saiu apenas do sétimo lugar, atrás mesmo do seu companheiro de equipa, Giancarlo Fisichella, que havia conseguido o quinto tempo. Apesar disso, na partida, Alonso conseguiu recuperar alguns lugares, ainda que, ao longo da corrida, tenha perdido essa vantagem. Nos primeiros lugares, Raikkonen manteve-se na frente até à sua primeira paragem nas boxes, quando teve que gastar cerca de quinze segundos devido a um problema com a roda traseira direita, perdendo, desse modo, o primeiro posto para Schumacher. A Ferrari, a partir desse momento, dominou a corrida até ao final, com Schumacher e Massa a terminarem no primeiro e segundo posto, respectivamente. Em terceiro lugar, ficou Kimi Raikkonen, o qual, após o problema na primeira paragem e, devido à sua táctica de três pit-stops, ter reentrado na pista atrás de Button a doze voltas do final, conseguiu recuperar e terminar no pódio no limite, já que o seu carro acabou por se incendiar quando o estacionou no final da prova. Jenson Button, da Honda, terminou a prova no quarto posto – do qual tinha partido para a corrida, aliás –, seguido por Fernando Alonso, quinto classificado, e Giancarlo Fisichella, sexto classificado. Alonso, apesar de ter tido uma corrida desastrosa e de ter passado por vários problemas, inclusive ao nível dos pneus, conseguiu minimizar os danos, beneficiando, nomeadamente, da desistência de Mark Webber (Williams), que, depois duma excelente corrida, viu o motor do seu carro a incendiar-se. Nos dois últimos lugares pontuáveis, ficaram Jarno Trulli (Toyota) e Christijan Klien (Red Bull), sendo que o primeiro realizou uma prova extraordinária, já que partiu do vigésimo posto devido a uma penalização por trocar de motor.

Quanto a Tiago Monteiro, da Midland, não foi além do décimo quarto e último posto da corrida. Tendo partido do décimo oitavo lugar mas mostrando-se bastante lento desde o início da prova, o piloto português começou por ficar “preso” atrás de Sato (Super Aguri). Já na última parte da corrida, Tiago Monteiro foi ainda penalizado com uma passagem pela via das boxes por não ter deixado passar Fisichella nas três curvas seguintes após os comissários de pista terem mostrado as bandeiras azuis – se é verdade que não deixou passar o piloto italiano, também é um facto que Fisichella ainda não estava colado à sua traseira, logo, não seria lógico abrir logo para o deixar passar. O companheiro de equipa do português, Christijan Albers, concluiu a prova em décimo terceiro lugar – apenas uma posição à frente – mas terá ganho mais uns pontos dentro da equipa já que se mostrou bastante agressivo ao longo da corrida e terminou com cerca de um minuto de vantagem para Monteiro.

Na classificação individual do campeonato de Fórmula 1 de 2006, Fernando Alonso segue na liderança, com cem pontos, mas Michael Schumacher encontra-se agora a apenas onze pontos de distância do piloto espanhol. Felipe Massa subiu agora ao terceiro posto, somando cinquenta pontos, mais um do que Fisichella e Raikkonen. Na classificação dos construtores, a Renault mantém-se ainda na frente, com cento e quarenta e nove pontos, seguida de perto pela Ferrari, com cento e trinta e nove pontos.

A próxima prova realiza-se já no próximo fim-de-semana, na Hungria. Pelas características do circuito, espera-se que a Ferrari continue a demonstrar um bom desempenho mas existe também uma certa curiosidade para ver como Alonso e a equipa Renault reagirão a esta pressão no campeonato de pilotos e construtores.

# Artigo de Margarida Martins
Publicado às 12:35


Sábado, Julho 29, 2006

LIVRES
Pré-Época: Torneio do Guadiana

» Sporting conquista Torneio do Guadiana



O Sporting derrotou o Deportivo por 1-0 e conquistou, pela segunda vez consecutiva, o Torneio do Guadiana. Deivid foi o autor do único tento da partida. O Deportivo ficou no 2º lugar, enquanto o último foi ocupado pelo Benfica.

O Sporting de Paulo Bento apresentou um onze com algumas alterações, relativamente ao do jogo com o rival Benfica. Destaque para a estreia como titular de Carlos Paredes no meio-campo, Miguel Veloso ao lado de Tonel no eixo da defesa e a dupla de atacantes composta por Deivid e Douala.
O Sporting entrou melhor em campo e voltou a provar que tem já uma dinâmica de jogo avançada para esta altura da época.

A primeira oportunidade de perigo surgiu aos 7 minutos por intermédio de Romagnoli. Já dentro da área, o argentino evitou dois adversários e rematou cruzado, mas a bola saiu pouco ao lado do poste direito de Fabricio.
O Deportivo respondeu dois minutos volvidos com um livre perigoso cobrado por Munitis.
A velocidade e constante troca de posições na frente de ataque dificultava a tarefa defensiva aos galegos e, aos 26 minutos, o Sporting alcançou a vantagem no marcador.
Nani foi solicitado em velocidade na esquerda, cruzou para o coração da área, onde Deivid, num remate enrolado com o pé esquerdo, enganou Fabricio e inaugurou o marcador.
Até ao intervalo, o Sporting dispôs ainda de duas grandes oportunidades. Nani, aos 36 minutos, de muito longe, rematou com muita força à barra de Fabricio, que ainda desviou ligeiramente a bola e, nos minutos finais, Deivid não teve arte para aproveitar a má reposição de Fabricio.

Na segunda parte, com a dança das substituições, o jogo baixou de rendimento. O Deportivo apareceu bastante melhor e benficiou de uma oportunidade flagrante para empatar a partida aos 66 minutos. Ronny cometeu uma falta clara dentro da área que Duarte Gomes assinalou prontamente. No entanto, na conversão, Sergio rematou por cima da baliza do jovem Rui Patrício.
No lado sportinguista, Djaló benficiou das duas melhores oportunidades da segunda parte. Na primeira, evitou bem o adversário e rematou forte, mas ao lado. Nos minutos finais, após uma excelente abertura de Carlos Martins, o jovem que esteve emprestado ao Casa Pia na época passada, isolou-se, mas frente a frente com Fabricio, foi pouco lesto a decidir-se e acabou por rematar à figura.
Os comandados de Caparrós tiveram outra grande oportunidade, mas Riki obrigou Rui Patrício auma defesa plena de reflexos.

» TORNEIO DO GUADIANA
Dia 3


Sporting 1-0 Deportivo
(Deivid, 26')

# Artigo de Rui Silva
Publicado às 23:27


Sexta-feira, Julho 28, 2006

LIVRES
Pré-Época: Torneio do Guadiana

» Benfica volta a perder, desta vez frente ao Deportivo da Corunha



Depois da má exibição de ontem frente ao Sporting, o Benfica perdeu novamente hoje contra o Deportivo da Corunha. No Complexo Desportivo Municipal de Vila Real de Santo António, local onde se realizou o jogo, a equipa portuguesa fez alinhar de início Moretto, Nélson, Anderson, Luisão, Léo, Beto, Petit, Nuno Assis, Karagounis, Manu e Nuno Gomes (com destaque para a ausência de Rui Costa entre os titulares), enquanto que, pelo Deportivo, começaram o jogo Makay, Arbelo, Lopo, Rodri, Capdevilla, Juan Rodriguez, Sérgio, Cristian, Valerón, Riky e Arizmendi.

O jogo começou logo com o golo do clube espanhol, à passagem dos quatro minutos: Sérgio, sem oposição à entrada da área, rematou forte à figura de Moretto e este, ao tentar defender, acabou por desviar a bola para dentro da sua baliza. Se até então não se vira grande jogo tanto dum lado como do outro, a partir desse momento viu-se o Deportivo a entregar o controlo da partida ao Benfica mas sem perder o seu domínio e o clube português a mostrar-se incapaz de construir jogadas de ataque perigosas. Assim, no restante da primeira parte, os únicos destaques vão para a lesão grave de Valerón à passagem do minuto vinte e seis – tudo indica que tenha sido uma rotura de ligamentos no joelho direito – e a sua consequente substituição por Iago e para dois lances de perigo do ataque encarnado, o primeiro ao minuto trinta e seis, quando Nuno Gomes cabeceou ao lado da baliza do Deportivo após um livre cobrado por Petit, e o segundo um minuto depois, com Nélson a passar por dois adversários e a rematar por cima da trave.

A segunda parte não trouxe melhorias na qualidade de jogo, com o Benfica a conquistar maior tempo posse de bola mas sem conseguir criar situações de perigo. Ao minuto sessenta e três, Petit rematou à baliza na cobrança dum livre directo mas a bola passou ao lado do poste. Dois minutos mais tarde, foi a vez de Diego, também num livre directo, rematar à baliza do Deportivo, com Makay a conseguir uma boa defesa. Ao minuto oitenta e um, na melhor oportunidade de golo para o Benfica em todo o jogo, Paulo Jorge acertou mal no esférico quando se encontrava à boca da baliza, totalmente deserta, após um bom trabalho de Manduca na esquerda do ataque encarnado. Até ao apito para o final do jogo, o único lance notável foi um remate forte de Sérgio à passagem pelo minuto oitenta e cinco, ao qual Moretto se conseguiu opor, realizando uma boa defesa.

Nas grandes penalidades no final do jogo, o resultado foi um empate a três bolas, depois de Rodri e Pablo, pelo Deportivo, e Marcel e Karyaka, pelo Benfica, falharem na sua marcação. Este resultado, importante já que constitui o primeiro critério de desempate no fim do Torneio do Guadiana, faz com que baste ao Sporting amanhã (21h15) empatar com o Deportivo para conquistar o troféu.

» TORNEIO DO GUADIANA
Dia 2


Benfica 0-1 Deportivo
(Sérgio, 4')

# Artigo de Margarida Martins
Publicado às 23:50



LIGA DOS CAMPEÕES
3ª Pré-Eliminatória - Sorteio

» Austria de Viena no caminho dos milhões



O Benfica vai jogar com o Austria de Viena na 3ª e última pré-eliminatória da Liga dos Campeões. A equipa da Luz irá jogar na Áustria na primeira mão (a 8 ou 9 de Agosto), sendo que o jogo de todas as decisões será em Lisboa a 22 ou 23 de Agosto.

A equipa da capital austríaca é comandada por Frenkie Schinkels, sendo que o director desportivo é o ex-internacional austríaco, que defrontou Portugal nos anos 90, Peter Stöger.
A equipa onde o Boavista foi contratar Roland Linz conta nas suas fileiras com jogadores como o guarda-redes Didulica, o polaco Radomski (presente no Mundial 2006) e contou até há pouco tempo com o bem conhecido dos benfiquistas Sigurd Rushfeldt.

Nos restantes jogos, destaque para o possível confronto entre os portugueses do Standard de Liège e os do Steaua de Bucareste, caso os romenos ultrapassem o Gorica.

# Artigo de Rui Silva
Publicado às 15:06



LIBERTADORES
Meias-Finais: 1ª mão

» São Paulo e Internacional alcançam resultados positivos fora de casa

As duas equipas brasileiras presentes nas meias-finais da Libertadores deram um importante passo para repetir o feito do ano passado com uma final "brasileira".

O São Paulo, vencedor em título, deslocou-se ao México para defrontar o Chivas Guadalajara. A equipa mexicana, uma das fortes candidatas ao título, ofereceu boa réplica, mas o São Paulo acabou por conquistar a vitória nos minutos finais. Rogério Ceni, guarda-redes, marcou de grande penalidade. O guarda-redes brasileiro entrou assim para a história ao fazer o 62º golo oficial, tantos como o paraguaio Chilavert.
As perspectivas do São Paulo em alcançar a final são ainda maiores, de acordo com o historial do Tricolor Paulista. Sempre que a equipa brasileira venceu na primeira mão, nunca foi eliminado.

No outro jogo, o Internacional empatou sem golos com o Libertad no Paraguai.
No eestádio Defensores del Chaco, o Internacional foi relativamente superior ao Libertad, embora a equipa paraguaia, que eliminou o River Plate nos quartos-de-final, nunca tenha deixado de visar a baliza do Colorado.
Fernandão e Rafael Sóbis ameaçaram por diversas vezes a baliza paraguaia, mas Guiñazú, aos 34 minutos, e Riveros, aos 85, acertaram na barra de Clemer.
No jogo da 2ª mão, na próxima semana, o Colorado precisa de uma vitória para alcançar a final.

» TAÇA LIBERTADORES DA AMÉRICA
Meias-Finais - 1ª mão


Chivas Guadalajara (MEX) 0-1 São Paulo (BRA)
(Rogério Ceni, gp, 84')
Libertad (PAR) 0-0 Internacional (BRA)

# Artigo de Rui Silva
Publicado às 14:48


Quinta-feira, Julho 27, 2006

LIVRES
Pré-Época: Torneio do Guadiana

» Sporting vence Benfica



No Complexo Desportivo Municipal de Vila Real de Santo António, no Algarve, assistiu-se ao primeiro jogo do torneio particular de pré-época do Guadiana, que opôs as equipas do Benfica e do Sporting. Os encarnados iniciaram a partida com Moreira, Alcides, Anderson, Ricardo Rocha, Léo, Katsounaris, Nuno Assis, Karagounis, Rui Costa, Mantorras e Miccoli, enquanto que o Sporting alinhou com Tiago, Miguel Garcia, Tonel, Anderson Polga, Ronny, Carlos Martins, Romagnoli, João Moutinho, Yannick e Liedson.

Numa primeira parte morna, o Sporting demonstrou um maior domínio do jogo, ainda que tal não se tenha traduzido em muitas oportunidades de golo. Se o jogo decorria pausadamente, como seria de esperar num amigável, a verdade é que um jogo entre estas duas equipas é sempre especial – e as picardias entre jogadores não faltaram, com Ricardo Rocha e Liedson a desentenderem-se ainda antes de se completarem dez minutos de jogo e com o árbitro, Lucílio Baptista, a ver-se obrigado a mostrar um cartão amarelo a Carlos Martins ao minuto trinta, depois dum desentendimento com Katsouranis e dos protestos do jogador leonino. Em relação ao jogo propriamente dito, o Sporting teve a sua primeira oportunidade de golo à passagem do minuto catorze, quando João Moutinho apanhou a defesa do Benfica em contrapé e tentou o chapéu a Moreira, com a bola por cima da trave. Dez minutos depois, foi a vez do Benfica criar uma situação de perigo, com uma bola cabeceada por Ronny, num lance disputado com Mantorras, a sobrevoar a barra, podendo ter resultado em autogolo. O lance do primeiro golo do Sporting, ao minuto trinta e nove, resultou duma perda de bola de Rui Costa para Yannick praticamente à entrada da área do Benfica, com Romagnoli a devolver ao seu companheiro a bola que entretanto recebera, assistindo-o para um remate cruzado e rasteiro para o fundo das redes da baliza encarnada. Até ao final da primeira parte, só um cabeceamento de Ricardo Rocha ao lado do poste esquerdo da baliza do Sporting, após livre cobrado por Rui Costa, voltou a proporcionar algum perigo, sendo que Lucílio Baptista apitou para o intervalo pouco depois. O resultado no final da primeira parte reflectia o que se passara dentro de campo, premiando a boa organização táctica e a dinâmica da equipa do Sporting e penalizando um Benfica preso de movimentos e dependente de valores individuais, especialmente de Rui Costa.

No regresso dos balneários para se jogar a segunda parte do jogo, Alcides, Anderson, Nuno Assis e Mantorras saíram, na equipa do Benfica, para dar lugar a Nélson, Luisão, Petit e Nuno Gomes, enquanto que, no Sporting, Abel e Tello renderam Miguel Garcia e Ronny. Sete minutos depois do recomeço da partida, Romagnoli lançou Liedson na linha lateral e este cruzou para a área, com Yannick a aproveitar um ressalto para bisar na partida. Ao minuto cinquenta e nove, entrou Nani para substituir Romagnoli, na equipa do Sporting, e, quatro minutos depois, num lance caricato a meio campo com Carlos Martins, Katsouranis chutou a bola e fez um verdadeiro chapéu ao guarda-redes da sua equipa. Um belo golo…mas na baliza errada! Até ao final do jogo, continuou a só dar Sporting – à excepção dum bom remate de Nélson ao minuto oitenta e um, que passou ao lado do poste direito –, aproveitando os treinadores das duas equipas, Fernando Santos e Paulo Bento, para pôr a jogar mais alguns jogadores: no Benfica, saíram Karagounis e Miccoli ao minuto setenta para dar lugar a Paulo Jorge e Marcel e, mais cinco minutos mais tarde, entrou Diego para substituir Katsouranis; no Sporting, entraram, ao minuto setenta e três, Deivid e Douala para render Liedson e Yannick e, ao minuto setenta e oito, entrou João Alves para o lugar de João Moutinho.

No Torneio do Guadiana, os penáltis são o primeiro critério de desempate e, como tal, no final do jogo, assistiu-se a uma série de cinco grandes penalidades, no final da qual os dois clubes terminaram empatados a quatro – falharam Carlos Paredes do lado do Sporting e Marcel pelo Benfica, ao verem os seus remates defendidos por Moreira e Tiago, respectivamente

Num jogo ao qual os leões chegaram com menos onze dias de trabalho em relação ao Benfica, há que realçar a qualidade física e táctica dos jogadores do Sporting. A vitória, podendo ser considerada por alguns como algo pesada nos números, foi merecida e parece deixar boas indicações para esta época. Por outro lado, o Benfica parece ter muitos problemas por resolver mas também ainda é cedo para prever a evolução da equipa.

Amanhã, às 21h15, o Benfica defronta o Deportivo da Corunha, clube com o qual o Sporting jogará no Sábado à mesma hora.

» TORNEIO DO GUADIANA
Dia 1


Benfica 0-3 Sporting
(Yannick Djaló, 39', 51', Katsouranis, ag, 62')

# Artigo de Margarida Martins
Publicado às 23:38



LIVRES
Mercado #8

» Fonseca reforça Benfica, Sporting rescinde com Moisés e garante Caneira


Foto GETTY IMAGES SPORT

José Francisco Fonseca é o avançado escolhido pelo Benfica para atacar a próxima temporada. O internacional mexicano, de 26 anos, chega à Luz proveniente do Cruz Azul para assinar um contrato que terá a duração de três ou quatro anos. 'Kikin' Fonseca é presença assídua na selecção mexicana que esteve recentemente no Mundial'2006 e, além do golo apontado a Portugal na fase final, apresenta como cartão de visita uma excelente prestação na Taça das Confederações de 2005.
Entretanto, os encarnados continuam a negociar a venda de Simão Sabrosa ao Valência. Os dois clubes vão agora reunir-se em Genebra, aproveitando o sorteio da pré-eliminatória da Liga dos Campeões na próxima sexta-feira, e é provável que as negociações cheguem a bom porto nos próximos dias.

Em Alvalade, é a rescisão de Moisés que está no ordem do dia. O central brasileiro foi suspenso pela FIFA por quatro meses depois de ter trocado o Krylia pelo Cruzeiro, em litígio com o clube russo, e o Sporting avançou para a rescisão com o atleta pelo facto de tanto o jogador como o empresário terem omitido o processo quando Moisés assinou pelos leões. No entanto, nem tudo são más notícias para os verde-e-brancos. O processo da cedência de Marco Caneira conheceu finalmente uma evolução positiva e, de acordo com o empresário do jogador, Paulo Barbosa, o internacional português continuará jogador do Sporting, no mínimo, nas próximas três temporadas.

No FC Porto, depois da partida do sul-africano Benni McCarthy para os ingleses do Blackburn Rovers, continua-se à procura de um homem para a frente de ataque. Jan Vennegor of Hesselink, o reforço mais desejado por Co Adriaanse, é carta fora do baralho, segunda palavras de Pinto da Costa, e os dragões terão agora que se virar para outros mercados para colmatarem a vaga na linha avançada.

Quanto a outras movimentações, o destaque vai para Ricardo Sá Pinto, que pode estar um passo de se tornar o quinto português do plantel dos belgas do Standard de Liège, onde já moram Sérgio Conceição, Areias, Nuno Coelho e Rogério Matias. O Beira-Mar continua a reforçar-se no mercado brasileiro e assegurou o concurso do médio Eduardo Farah, enquanto o V.Setúbal confirmou o empréstimo do atacante Lourenço, jogador ligado contratualmente ao Sporting.
Saliência ainda para duas saídas para o estrangeiro de dois dos melhores valores de duas das equipas despromovidas na temporada passada: o camaronês Meyong, melhor marcador da Liga Betandwin.com ao serviço do Belenenses, assinou pelos espanhóis do Levante, ao passo que Selim Benachour, médio tunisino do V.Guimarães, chegou a acordo com o FC Rubin Kazan, clube da primeira divisão da Rússia.

# Artigo de Da Rocha
Publicado às 10:58


Quarta-feira, Julho 26, 2006

LIVRES
Pré-Época #2

» Boavista perde em Inglaterra, Leixões bate Académica


Foto ABOLA.PT

O Boavista começou com uma derrota o seu mini-estágio por terras de Sua Majestade. Em Selhurst Park, a turma de Jesualdo Ferreira perdeu com o Crystal Palace, equipa do segundo escalão do futebol inglês, por duas bolas a uma. O senegalês Fary Faye, tal como no encontro frente ao Nelas, voltou a ser o homem golo dos axadrezados, que no próximo sábado defrontam outra formação da First Division: o Coventry City.

Nos outros encontros particulares realizados nesta quarta-feira, o destaque vai naturalmente para a Académica, que saiu derrotada do embate com o Leixões (0-3). Em Quiaios, o técnico Manuel Machado apresentou apenas um português - Medeiros - na equipa inicial recheada de caras novas e viu o conjunto orientado por Vítor Oliveira construir o triunfo com golos de Leandro Tatu, Lino (na própria) e Roberto.

De resto, V.Setúbal e U.Leiria levaram a melhor sobre Torreense e Olivais e Moscavide, respectivamente, o Desp.Aves empatou a uma bola na Póvoa do Varzim e Beira-Mar e P.Ferreira venceram fora de casa por igual resultado (1-0). Os aveirenses, ainda sem Mário Jardel, bateram o Feirense com um golo do reforço Vasco Matos, ao passo que os «castores» foram a Gondomar derrotar a equipa local com um tento do internacional angolano Edson Nobre.

» PRÉ-ÉPOCA
Jogos Particulares


Crystal Palace 2-1 Boavista
(Kennedy, Macken; Fary Faye)
Académica 0-3 Leixões
(Leandro Tatu, Lino, ag, Roberto)
Feirense 0-1 Beira-Mar
(Vasco Matos)
U.Leiria 2-0 Olivais e Moscavide
(Paulo Dias, ag, Marcos António)
V.Setúbal 2-0 Torreense
(Adalto, Mbamba)
Gondomar 0-1 P.Ferreira
(Edson Nobre)
Varzim 1-1 Desp.Aves
(Tiago Lopes; Vítor Manuel)

# Artigo de Da Rocha
Publicado às 23:56


Terça-feira, Julho 25, 2006

LIVRE INDIRECTO
www.livreindirecto.net

Chegou o dia da 'troca'. O domínio livreindirecto.com não poderá ser renovado no próximos tempos (como muitos já sabem, por causa de uma empresa de incompetentes que desapareceu do mapa sem deixar quaisquer dados aos clientes que permitissem a renovação) pelo que o 'Livre Indirecto' terá, a três semanas de completar 2 anos on-line, de prosseguir a sua emissão noutro endereço: o www.livreindirecto.net.

Quem acedia à página através de www.livre-indirecto.blogspot.com ou www.livreindirecto.blogspot.com continuará a ser automaticamente redireccionado para a nova página principal, enquanto quem acedia directamente ao livreindirecto.com terá apenas de mudar os últimos três caracteres de 'com' para 'net', porque o li.com ficará offline em breve (suspenso pelos tais problemas de renovação). E é só com isto que os visitantes se têm de preocupar. O resto, o grosso do trabalho, cabe ao plantel do LI, que fará a trasfega de todos os textos e imagens, assim como uma pequena reforma no layout.

Depois de tantos problemas técnicos, surtos informáticos, trocas e baldrocas, esperamos que a ligação do 'Livre Indirecto' ao www.livreindirecto.net seja para valer.

# Artigo de Livre Indirecto
Publicado às 00:21


Segunda-feira, Julho 24, 2006

BRASILEIRÃO
Jornada 13

» São Paulo foge da concorrência, Corinthians agarra lanterna-vermelha

O São Paulo é cada vez mais líder do Brasileirão'2006. O Tricolor Paulista foi ao terreno da Ponte Preta com a equipa recheada de habituais suplentes, poupando os titulares para o embate com o Chivas para a Libertadores, mas mesmo assim derrotou a Macaca por 3-1, dilatando a vantagem para o segundo classificado Cruzeiro, que perdeu pela margem mínima frente ao surpreendente Paraná (quarto classificado). O Internacional também entrou em campo com a cabeça na Libertadores, mas não conseguiu o mesmo resultado que os são-paulinos, não indo além do que um nulo diante do Botafogo.

No entanto, apesar da luta pelo lugares cimeiros continuar acesa, o grande destaque da jornada vai novamente para o Corinthians, que permanece no fundo da tabela depois de somar o seu sétimo jogo consecutivo sem vencer. No Morumbi, casa emprestada, o Timão voltou a contar com Carlitos Tévez mas só a muito custo conseguiu empatar a dois golos com o modesto Fortaleza. A turma orientada por Geninho contabiliza apenas 10 pontos no campeonato e no final da jornada trocou de posição com o Santa Cruz, já que os nordestinos venceram o Flamengo (3-0) e abandonaram o último lugar.

Nas restantes partidas, saliência para o triunfo do Vasco da Gama frente ao Atlético Paranaense (2-1) e para o encontro entre Goiás e Palmeiras (1-3), que terminou com a terceira vitória consecutiva do Verdão, agora cada vez mais perto de deixar a zona de descida.

» BRASILEIRÃO | 13ª Jornada

» Sábado:
Figueirense 2-0 Grémio
Paraná 1-0 Cruzeiro
Corinthians 2-2 Fortaleza
Fluminense 2-2 São Caetano

» Domingo:
Ponte Preta 1-3 São Paulo
Vasco da Gama 2-1 Atlético Paranaense
Santa Cruz 3-0 Flamengo
Goiás 1-3 Palmeiras
Internacional 0-0 Botafogo
Santos 3-2 Juventude

» CLASSIFICAÇÃO: (completa) (marcadores)
JP
São Paulo1329
Cruzeiro1325
Internacional1325
Paraná1324
17ºPalmeiras1313
18ºSanta Cruz1312
19ºFortaleza1312
20ºCorinthians1310

# Artigo de Da Rocha
Publicado às 20:06


Domingo, Julho 23, 2006

TOUR DE FRANCE
Volta à França de 'A' a 'Z'



Austrália – O Ciclismo é cada vez mais global e a Austrália tem aparecido em grande força. Cadel Evans (5º) e Michael Rogers (10º) deram uma boa imagem na geral, enquanto McEwen vestiu de verde em 18 das 20 etapas do Tour.

BoonenTom Boonen desistiu do Tour a seis etapas do fim sem conquistar o seu grande objectivo – uma etapa. Vestiu de amarelo (quatro dias), foi duas vezes segundo, uma terceiro e três quarto, mas a etapa nunca chegou.

Carlos Sastre – Com Ivan Basso ausente e Bobby Julich a desistir após a queda no primeiro contra-relógio, Carlos Sastre assumiu o protagonismo dentro da equipa CSC. O espanhol acabou por perder o lugar no pódio no penúltimo dia, mas o quarto lugar é uma excelente marca.


Damiano Cunego – Depois das excelentes indicações dadas no Giro, onde foi quarto, o jovem italiano de 24 anos venceu o prémio da juventude e terminou num honroso 12º lugar da geral.

Estados Unidos - Nos últimos 21 anos de Tour, os americanos venceram 11 edições. Floyd Landis surge no terceiro lugar dos vencedores americanos após Greg Lemond (86, 89 e 90) e Lance Armstrong (99 a 05) terem iniciado um claro domínio norte-americano.

França – A localização geográfica que lhe permite aliar os Pirinéus aos Alpes e uma grande tradição no ciclismo faz do Tour a mais importante prova por etapas do ciclismo internacional. No entanto, já não vence desde Hinault em 85 nem figura no pódio desde 97 com Virenque. Este ano, a Ag2r colocou dois franceses no top 8 com Dessel (grande surpresa) e Moreau nos dois últimos lugares.

Galibier – O ponto mais alto e uma das subidas mais longas. Proporciona sempre grandes espectáculos, mesmo quando colocado logo no começo da etapa. Bom para os espectadores, péssimo para os ciclistas.

Hushovd – Depois de ter ganho a camisola verde no Tour 2005 sem ter ganho uma única etapa, o noruguês redimiu-se este ano. Apesar de ter sido terceiro na classificação dos pontos, Thor Hushovd entrou e saiu a ganhar no Tour.

Illes Baleares – Com a ausência da Astana, as Illes Balears, agora com o patrocínio da Caísse D’Epargne, foi a melhor equipa espanhola e quase que venceu o Tour com uma surpresa chamada Pereiro.


José Azevedo – O português da Discovery Channel esteve longe de apresentar o fulgor de 2002 e 2004, sendo que desta vez não teve que trabalhar para ninguém. Ainda assim, foi 19º na quinta participação no Tour. Terminar sempre nos 30 primeiros não é para todos.

Klöden – O alemão da T-Mobile, segundo no Tour em 2004 e com desistências em 2003 e 2005, foi a grande referência e conseguiu alcançar novamente o pódio no último contra-relógio.

Landis – O grande vencedor do Tour 2006. Sucede ao herói Armstrong dando também uma grande lição ao demonstrar que nada está perdido até ao final. Teve uma grande quebra, mas no dia seguinte voltou a ser favorito. Sem uma grande equipa por trás, onde apenas Merckx o ajudava quando podia, Landis recebe o legado de outro americano.

Margarida Martins – Uma grande estreia. Com um acompanhamento diário e ao pormenor do Tour, mostrou ser uma boa revelação no Livre Indirecto. Para continuar.

Novidade – Um Tour sem Armstrong. A geração de Armstrong encontrava aqui uma grande oportunidade para vencer o Tour, mas o escândalo do Doping deixou de fora Ullrich e Basso. Muitas mudanças de amarela, suspense até ao final e Landis como vencedor.

Oscar Pereiro Sio – Tal Fênix, renasceu com uma fuga que terminou com mais de 30 minutos de avanço que lhe deu a amarela. Vacilou na etapa seguinte, mas reconquistou a amarela quando Landis ficou a pé. O espanhol que passou por Portugal, ficou a menos de um minuto da vitória com o tempo perdido no contra-relógio. A maior surpresa, provavelmente.

Público – Menos do que em anos anteriores. Nem mesmo o Alp D’Huez conseguiu manter os números de anos anteriores. A despedida de Armstrong, a ausência dos grandes favoritos e algum do protagonismo da primeira semana repartido com o Mundial de futebol são as principais causas.

Quick Step Innergetic – Última por equipas a mais de sete horas da T-Mobile, a Quick Step de Boonen parecia ir acabar o Tour como a grande desilusão sem qualquer vitória, mas Tossato, na antepenúltima jornada logrou alcançar o que havia fugido ao belga.


Rasmussen – Novamente o rei da montanha. O homem das bolinhas vermelhas é um dos prémios mais apetecíveis da prova e o dinamarquês da Rabobank fez de tudo para a alcançar. Pelo meio ainda teve tempo para ajudar, tanto quanto possível, Menchov na geral.

Schleck – Filho de peixe sabe nadar. Nas décadas de 60 e 70, o seu pai, Johnny Schleck terminou oito vezes o Tour com um 19º lugar como melhor classificação. O filho, Frank, não só ficou à porta do Top Ten (11º), como venceu o mítico Alp D’Huez.

Tadej Valjavec – O corredor da Lampre colocou a Eslovénia no mapa do ciclismo. Valjavec acabou num brilhante 17º lugar na estreia.

Ullrich – Sem Armstrong seria, provavelmente, o vencedor deste ano. No entanto, o escândalo em que se viu envolvido impediu a sua participação e colocou-o em litígio com a equipa. Há sempre algo que corre mal com este alemão.

Vansevenant – Um nome difícil de recordar. Vansevenant alcançou um meritório lugar que lhe dá destaque. O melhor lugar que alcançou durante o Tour foi o 139º com que acabou hoje o Tour, ou seja, o último lugar. O belga da Davitamon-Lotto ficou a 3h50m36s do vencedor e a apenas 21 segundos do penúltimo da geral, o também belga e... colega de equipa Steegmans.

Wegmann – O alemão da Gerolsteiner foi o primeiro ciclista e envergar a camisola da montanha. Durante as primeiras etapas manteve-se na luta, mas com a chegada dos Pirinéus e, mais tarde, os Alpes ficou definitivamente arredado da luta.

Xabier Zandio – O único corredor a quem se poderia dar destaque nesta letra. Zandio, da Caísse D’Epargne-Illes Balears, terminou no 33º lugar e, no seu currículo, conta com uma camisola da montanha na Volta ao Minho, em Portugal.

Yaroslav Popovych – Considerado como uma das grandes esperanças da Discovery para o futuro e um dos possíveis chefes-de-fila da equipa norte-americana, Popovych venceu uma etapa, mas na montanha nunca conseguiu acompanhar o ritmo.

Zubeldia – Com Iban Mayo a somar desilusões atrás de desilusões, Zubeldia foi a figura da Euskaltel ao concluir o Tour na nona posição, sendo o terceiro espanhol atrás de Pereiro e Sastre.

# Artigo de Rui Silva
Publicado às 23:27



TOUR DE FRANCE
Floyd Landis sucede a Lance Armstrong



» TOUR DE FRANCE
Todas as Etapas da Prova


Etapa 1

Etapa 2

Etapa 3

Etapa 4

Etapa 5
Etapa 6

Etapa 7

Etapa 8

Etapa 9

Etapa 10
Etapa 11

Etapa 12

Etapa 13

Etapa 14

Etapa 15
Etapa 16

Etapa 17

Etapa 18

Etapa 19

Etapa 20

(para mais informações clique nos links das respectivas etapas)

# Artigo de Margarida Martins
Publicado às 22:16



TOUR DE FRANCE
Etapa 20

» Hushovd vence nos Champs Elisées, Landis consagra-se como vencedor


Foto REUTERS

A vigésima e última etapa da Volta a França, disputada entre Sceaux-Antony e os Campos Elísios em Paris, foi ganha ao sprint por Thor Hushovd (Crédit Agricole), que, desta forma, fechou um círculo ao juntar esta vitória à alcançada no prólogo. Num percurso com cento e cinquenta e dois quilómetros, os últimos cinquenta e seis, sensivelmente, foram disputados numa espécie de circuito fechado em Paris, totalizando oito passagens pela linha de meta, para além da chegada final. Até à entrada em Paris, a etapa decorreu calmamente, com os principais ciclistas a juntarem-se para posar para a fotografia e com o camisola amarela, Floyd Landis (Phonak) a ter direito ao já tradicional copo de champanhe. À primeira passagem pelo que seria a linha de meta, o pelotão deixou Viatceslav Ekimov (Discovery Channel) passar à frente, como forma de homenagear o ciclista que, tendo concluído hoje o seu décimo quinto Tour, se retirará da competição este ano. A partir daí, começou-se a assistir a diversos ataques, numa última tentativa de alguns ciclistas e equipas vencerem uma etapa. Os últimos quilómetros foram de facto muito emocionantes e, com um grupo ainda numeroso de ciclistas a destacarem-se do pelotão à entrada do último quilómetro, a vitória foi discutida ao sprint, com o norueguês Thor Hushovd a superiorizar-se a Robbie McEwen (Davitamon-Lotto) e a Stuart O’Grady (CSC). O pelotão terminou com mais oito segundos do que este primeiro grupo.

Floyd Landis venceu a Volta a França de 2006 com um tempo de oitenta e nove horas, trinta e nove minutos e trinta segundos, depois de ter percorrido um total de 3657 quilómetros, sucedendo, assim, ao também norte-americano Lance Armstrong. O espanhol Óscar Pereiro (Caisse d’Epargne - Illes Balears) alcançou um excelente segundo lugar, a cinquenta e sete segundos do vencedor, depois de ter começado o Tour como mais um ajudante de Alejandro Valverde, que entretanto foi obrigado a desistir. Em terceiro lugar, ficou Andréas Klöden (T-Mobile), a um minuto e vinte e nove segundos de Landis, seguido por Carlos Sastre (CSC), a três minutos e treze, e Cadel Evans (Davitamon-Lotto). Denis Menchov (Rabobank) foi o sexto classificado, a sete minutos e seis segundos, Cyril Dessel (Ag2r) o sétimo, a oito minutos e quarenta e um segundos, e Christophe Moreau (também da Ag2r), a nove minutos e trinta e sete segundos. A fechar o top ten, ficaram Haimar Zubeldia (Euskaltel-Euskadi), a doze minutos e cinco segundos, e Michael Rogers (T-Mobile), a quinze minutos e sete segundos do camisola amarela.
A camisola branca, destinada ao melhor jovem da prova, ficou para Damiano Cunego (Lampre) – décimo segundo classificado da geral –, que levou a melhor sobre Marcus Fothen (Gerolsteiner) por trinta e seis segundos.
Robbie McEwen conquistou, na edição deste ano, a sua terceira vitória da camisola verde do Tour, destinada ao melhor sprinter. Depois de Hushovd ter vencido esta classificação na edição do ano passado, o ciclista australiano não deu hipóteses aos seus adversários e impôs-se como o melhor sprinter da prova, com as suas três vitórias em etapas e mais alguns bons resultados.
Quanto à camisola da montanha, Michael Rasmussen (Rabobank) venceu pelo segundo ano consecutivo esta classificação, alcançando assim o seu principal objectivo à partida para a Volta a França.
Na classificação por equipas, a T-Mobile, apesar de ter iniciado a prova com apenas sete ciclistas por exclusão de Jan Ullrich e Óscar Sevilla, conseguiu superiorizar-se a todas as outras, sendo que, só para a CSC, a segunda equipa melhor classificada, terminou com uma vantagem de dezassete minutos e quatro segundos.
O prémio da combatividade foi atribuído a David de la Fuente, da equipa Saunier Duval, como recompensa pela sua contínua participação em fugas e pela luta que deu nas montanhas enquanto tentava segurar a camisola para o melhor trepador.

José Azevedo, da Discovery Channel, concluiu a etapa de hoje integrado no pelotão, na nonagésima quinta posição. Ainda que tenha defraudado as expectativas iniciais, o ciclista português conseguiu um bom décimo nono lugar final, a trinta e oito minutos e oito segundos do vencedor, destacando-se como o ciclista melhor classificado da equipa norte-americana.

# Artigo de Margarida Martins
Publicado às 17:45


Sábado, Julho 22, 2006

HÓQUEI EM PATINS
Euro'2006: Final

» Espanha é tetracampeã, Portugal fica com o bronze

A Espanha derrotou esta noite a Suíça e conquistou o seu quarto título europeu consecutivo. Na final do Europeu de Monza, a selecção espanhola bateu a sua congénere helvética por 2-0, com golos de Edu Fernández e Marc Gual, confirmando o favoritismo que trazia à partida para este torneio.

No jogo de atribuição do terceiro e quarto lugares, Portugal bateu a anfitriã Itália e ficou com a medalha de bronze. Os transalpinos saíram na frente do marcador graças a um golo de Motaran, mas os comandados de Paulo Batista chegaram ao intervalo em vantagem, depois dos tentos de Sérgio Silva e Ricardo Barreiros. No segundo tempo, Vítor Hugo marcou o terceiro dos portugueses, Francesco Dolce (melhor marcador da prova) bisou e empatou o jogo a três, mas Sérgio Silva e Vítor Hugo voltaram a dar vantagem ao conjunto nacional, de nada valendo o golo redutor de Mattia Cocco.

» HÓQUEI EM PATINS - EURO'2006
Final


ESPANHA 2-0 Suíça

3º/4º lugares

PORTUGAL 5-4 Itália

# Artigo de Da Rocha
Publicado às 22:56



TOUR DE FRANCE
Etapa 19

» Honchar volta a vencer o contra-relógio, Landis recupera a camisola amarela


Foto REUTERS

O segundo contra-relógio individual da edição deste ano da Volta a França, realizado hoje entre Le Creusot e Montceau-les-Mines e com uma distância total de cinquenta e sete quilómetros, foi ganho por Serhiy Honchar (T-Mobile), que confirmou, deste modo, a sua supremacia nesta especialidade, depois de já ter ganho o primeiro contra-relógio (sétima etapa). Andréas Klöden, companheiro de equipa do ucraniano, foi o segundo classificado de hoje, a quarenta e um segundos, seguido, no terceiro lugar, por Floyd Landis (Phonak), a um minuto e onze do vencedor, o que lhe permitiu ascender à primeira posição da geral. Óscar Pereiro (Caisse d’Epargne – Illes Balears), o camisola à partida para a etapa de hoje, conquistou um bom quarto lugar, a dois minutos e quarenta segundos, ainda que tenha perdido a liderança. A desilusão foi Carlos Sastre (CSC), que, depois de ter sido talvez o ciclista mais regular ao longo da prova, perdeu bastante tempo, ficando-se pelo vigésimo posto, a quatro minutos e quarenta e dois segundos de Honchar.

Na classificação geral, Landis lidera agora com cinquenta e nove segundos de vantagens sobre Óscar Pereiro. Klöden, aproveitando o desempenho menos bom de Sastre, ascendeu à última posição do pódio, a um minuto e vinte e nove do líder, com o ciclista espanhol da CSC a segui-lo no quarto posto, a três minutos e treze segundos. Cadel Evans (Davitamon-Lotto) encontra-se em quinto lugar, a cinco minutos e oito segundos de Landis, Denis Menchov (Rabobank) é o sexto classificado, a sete minutos e seis segundos do líder, e Cyril Dessel (Ag2r) ocupa o sétimo posto, a oito minutos e quarenta e um segundos. Christophe Moreau, também da Ag2r, é o oitavo da geral, a nove minutos e trinta e sete, seguido por Haimar Zubeldia (Euskaltel-Euskadi), a doze minutos e cinco, e Michael Rogers (T-Mobile), a quinze minutos e sete segundos. Na luta pela camisola branca, Damiano Cunego (Lampre) conseguiu, surpreendentemente, cimentar a sua liderança sobre Marcus Fothen (Gerolsteiner), ao conseguir o décimo tempo no contra relógio de hoje, a três minutos e quarenta e quatro de Honchar, contra o décimo terceiro tempo do ciclista alemão, que terminou a quatro minutos e quinze segundos. A diferença entre estes ciclistas, que à partida para a etapa era de cinco segundos, aumentou para trinta e seis segundos, o que constitui uma vantagem um pouco mais confortável para Cunego, o décimo segundo classificado da geral.

José Azevedo, da Discovery Channel, concluiu o contra-relógio no trigésimo segundo posto, a cinco minutos e quarenta e oito segundos, com um tempo melhor até do que o de Levi Leipheimer (Gerolsteiner). Ao nível da classificação geral, o ciclista português é ainda o melhor representante da equipa norte-americana, mantendo o décimo nono lugar, a trinta e oito minutos e oito segundos do camisola amarela.

A etapa de amanhã - a vigésima e última do Tour de France 2006 - terá partida em Sceaux-Antony e terminará, como tem sido costume, nos Campos Elísios em Paris. O percurso de cento e cinquenta e dois quilómetros incluirá ainda duas contagens de montanha de quarta categoria e dois sprints bonificados. Em princípio, deverá ser uma etapa sem grandes consequências para a classificação geral, constituindo mais uma volta de consagração para Landis, o muito provável vencedor da Volta a França, do que uma etapa com muitos ataques.

# Artigo de Margarida Martins
Publicado às 14:08


Sexta-feira, Julho 21, 2006

TOUR DE FRANCE
Etapa 18

» Tosatto vence em Mâcon, Pereiro conserva amarela

Tosatto vence em Mâcon, Pereiro conserva amarela
Foto ASSOCIATED PRESS

O italiano Matteo Tosatto, da Quick Step, salvou a honra dos transalpinos (primeira vitória) ao vencer a 18ª etapa do Tour de France, que ligou Morzine a Mâcon, numa distância de 197 quilómetros. Tosatto terminou com o tempo de 4 horas, 16 minutos e 15 segundos, depois de ter superado os companheiros de fuga Christian Moreni (Cofidis) e Ronny Scholz (Gerolsteiner), batendo ao sprint o compatriota da Cofidis. Estes três ciclistas fizeram parte de um grupo de 15 que saltou do pelotão ao quilómetro 52 e chegou a ter mais de 7 minutos de vantagem para o grupo liderado pelos Saunier Duval-Prodir.

O ciclista português José Azevedo, da Discovery Channel, chegou integrado no pelotão, 8 minutos depois do vencedor da etapa, e manteve o 19º lugar da classificação geral, a mais de 34 minutos do líder da prova.

O espanhol Óscar Pereiro (Caisse d’Epargne – Illes Balears) mantém-se de amarelo, com 12 segundos de vantagem para o compatriota Carlos Sastre (CSC) e 30 para o norte-americano Floyd Landis (Phonak), tendo o alemão Andreas Kloden (T-Mobile) já a 2 minutos e meio. Landis é mesmo o principal candidato a roubar a camisola da liderança a Pereiro no contra-relógio individual de amanhã, que vai ter lugar entre as localidades de Le Creusot e Montceau-les-Mines (57 quilómetros).

# Artigo de Da Rocha
Publicado às 18:16


Quinta-feira, Julho 20, 2006

EUROPEU SUB'19
Jornada 2

» Portugal torna a empatar, agora com a Turquia


Foto UEFA.COM

Segundo jogo, segundo empate para as cores nacionais. Depois do empate a dois golos frente à Escócia, Portugal tornou a empatar nesta fase final do Europeu Sub'19, desta feita frente à Turquia (4-4). A selecção nacional esteve a vencer até bem perto do final, mas foi incapaz de segurar o triunfo perante um conjunto turco que teve no ponta-de-lança Ilhan Parlak, autor de um 'hat-trick' (e vão 5 golos no torneio), o seu melhor elemento. Nos portugueses, orientados por Carlos Dinis, a figura foi Diogo Tavares, avançado do Sporting que bisou e ofereceu ainda um golo ao portista Hélder Barbosa. O outro tento português foi marcado por Bruno Gama, na transformação de uma grande penalidade, e Portugal tem agora que vencer a Espanha (já tem o primeiro lugar assegurado) para marcar presença nas semi-finais - uma das vagas no próximo Mundial Sub'20 está praticamente garantida.

Nos restantes jogos, a Espanha cilindrou a Escócia (4-0) na outra partida do Grupo B, ao passo que no Grupo A as quatro equipas estão empatadas com 3 pontos. A anfitriã Polónia também aplicou «chapa 4» na Bélgica (4-1), enquanto a Rep.Checa derrotou a Áustria (3-1).

» EURO'2006 - SUB'19
Jornada 2


Grupo A

Áustria 1-3 Rep.Checa
Polónia 4-1 Bélgica



Grupo B

Escócia 0-4 Espanha
PORTUGAL 4-4 Turquia

# Artigo de Da Rocha
Publicado às 23:21



TOUR DE FRANCE
Etapa 17

» Floyd Landis vence de forma extraordinária, Óscar Pereiro segura a camisola amarela por segundos


Foto AP

A etapa de hoje da Volta a França, que ligou Saint-Jean-de-Maurienne a Morzine, foi ganha por Floyd Landis, que, depois da etapa desastrosa de ontem, decidiu dar o tudo por tudo, na tentativa de recuperar algum tempo. Tal como nas etapas anteriores, os primeiros quilómetros ficaram marcados pela fuga dum grupo de ciclistas, entre os quais Patrik Sinkewitz (T-Mobile), Stuart O’Grady (CSC), Pavel Padrnos (Discovery Channel), Daniele Righi (Lampre) e Patrice Halgand (Crédit Agricole). Com cerca de setenta quilómetros decorridos dos duzentos do percurso do dia, Floyd Landis, de forma absolutamente espectacular, atacou na frente do pelotão em plena subida ao Col des Saisies, seguindo sozinho até apanhar o grupo de ciclistas escapados, por volta do quilómetro noventa. Com Halgand isolado na frente da corrida e o grupo a começar a quebrar, Landis continuou num ritmo infernal até ultrapassar o ciclista francês da Crédit Agricole, sendo acompanhado por Patrik Sinkewitz. À passagem pelo quilómetro cento e quarenta e oito, Landis apresentava cerca de nove minutos de vantagem sobre o pelotão, tornando-se assim o novo virtual camisola amarela, enquanto que as equipas dos seus principais opositores continuavam a não reagir. No início da subida de categoria especial do Col de Joux-Plane, Landis conseguiu finalmente deixar para trás o ciclista da T-Mobile que o acompanhava, enquanto que, no pelotão, a CSC começava a reagir e a causar dificuldades aos ciclistas da Discovery Channel e a Levi Leipheimer (Gerolsteiner). Nessa mesma subida de categoria extra, Carlos Sastre (CSC) atacou no pelotão, com apenas Christophe Moreau (Ag2r), Michael Boogerd (Rabobank), Cadel Evans (Davitamon-Lotto) e Damiano Cunego (Lampre) a tentarem persegui-lo e com toda a equipa T-Mobile a ficar para trás na tentativa de ajudar Andreas Kloden, bem como o camisola amarela, Óscar Pereiro (Caisse d’Epargne – Illes Balears). A classificação final da etapa ficou praticamente definida no Col de Joux-Plane, já que a aproximação à meta foi feita ao longo de uma descida de doze quilómetros. Assim, Landis venceu a etapa, com Carlos Sastre a chegar em segundo lugar, a cinco minutos e quarenta e dois segundos, e Christophe Moreau na terceira posição, a cinco minutos e cinquenta e oito segundos. Damiano Cunego conquistou o quarto lugar, a seis minutos e quarenta segundos, seguido pelo grupo de Michael Boogerd, Frank Schleck (CSC), Óscar Pereiro, Andreas Kloden e Haimar Zubeldia (Euskaltel-Euskadi), que registou uma perda de sete minutos e oito segundos para o vencedor. No décimo posto, ficou Cadel Evans, a sete minutos e vinte segundos, com Michael Rasmussen e Denis Menchov – ambos da Rabobank – a terminarem nas posições seguintes, a sete minutos e vinte e quatro segundos.

Na classificação geral, esta etapa proporcionou uma algumas alterações relevantes, sobretudo ao nível do encurtamento das distâncias entre os primeiros classificados. Óscar Pereiro, apesar do ataque de Sastre, conseguiu manter a camisola amarela por apenas doze segundos de vantagem para o ciclista da CSC. Floyd Landis, depois de ontem ter sido dado como fora da luta pelas primeiras posições, ascendeu ao terceiro posto, a trinta segundos da liderança, sendo seguido por Andreas Kloden, a dois minutos e vinte e nove segundos, Cadel Evans, a três minutos e oito segundos, e Denis Menchov, a quatro minutos e catorze segundos. Cyril Dessel (Ag2r) desceu ao sétimo lugar, a quatro minutos e vinte e quatro do camisola amarela, mas mantém-se à frente do seu colega de equipa Christophe Moreau, que ocupa a oitava posição, a cinco minutos e quarenta e cinco segundos. O destaque pela negativa vai para Leipheimer que, ao terminar na trigésima oitava posição a vinte e um minutos e vinte e três segundos do vencedor, desceu do nono para o décimo oitavo posto. A etapa de hoje trouxe também alterações à classificação da camisola branca, com Damiano Cunego, na décima quarta posição da geral, a assumir a liderança com cinco segundos de vantagem sobre Marcus Fothen (Gerolsteiner), o décimo oitavo classificado no dia de hoje, a nove minutos e vinte e sete segundos do vencedor.

O ciclista português José Azevedo, da Discovery Channel, concluiu a etapa de hoje na trigésima quarta posição, a vinte e um minutos e vinte e três segundos de Landis mas acompanhado pelos colegas de equipa Yarolasv Popovych, Egoi Martinez e George Hincapie. Na classificação geral, e apesar do tempo perdido, o ciclista português ascendeu ao décimo nono posto, estando a perder trinta e quatro minutos e um segundo para o camisola amarela.

A décima oitava etapa do Tour, a última antes do decisivo contra-relógio de sábado, será disputada entre Morezine e Mâcon, num percurso com uma extensão total de cento e noventa e sete quilómetros. Os ciclistas terão dois pontos com sprints bonificados e três contagens de montanha – uma de segunda, outra de terceira e outra de quarta categoria -, sendo, como tal, uma etapa que não deverá apresentar dificuldades de maior.

# Artigo de Margarida Martins
Publicado às 15:43


Quarta-feira, Julho 19, 2006

LIVRES
Reportagem

» De tanto bater o meu coração parou - Parte II



Um dos pontos mais debatidos nos últimos anos tem sido a eficácia dos exames médico-desportivos utilizados pelos clubes em Portugal. O Dr. Raul Pacheco explica todo o processo, no qual se permite a um jogador praticar determinado desporto.
“Portugal tem uma folha médico-desportiva normalizada pelo Instituto do Desporto que está em vigor e que inclusive é reconhecida e adoptada noutros países. É um boletim médico exaustivo onde se prevêem uma série de itens relacionados com o estado de saúde das pessoas, o termo de responsabilidade do examinado relativo ao seu historial clínico”. Este documento é complementado com alguns exames, nomeadamente a obrigatoriedade de um electrocardiograma, análises e Raio-X do tórax. No entanto, o médico responsável poderá efectuar mais exames, se detectar algum problema que não lhe possa garantir a prática desportiva.
A sensibilidade das pessoas aos acontecimentos dos últimos anos leva a que solicitem, por iniciativa própria, a realização de exames complementares. Um dos exames mais pedidos é o ecocardiograma. Os ecocardiogramas, juntamente com os electrocardiogramas, abrangem já uma percentagem “elevadíssima” de situações de risco para a prática desportiva.
No entanto, a nível competitivo o grau de exigência é mais elevado. O Dr. Raul Pacheco explicou que o mediatismo destes casos, levou a FIFA a obrigar as 32 federações que marcam presença no Mundial da Alemanha a realizar exames com maior rigor, nomeadamente a nível traumatológico e cardíaco que permitam uma avaliação clínica de nível cardiológico e ortopédico rigorosa. “Estas são as duas maiores áreas de conflito e lesões que podem comprometer”. Revelou ainda que a Federação Portuguesa de Futebol complementou ainda mais os seus exames, realizando “provas de avaliação funcional, provas de adaptação, avaliação de condição física depois de uma época extremamente desgastante para saber qual é o estado de saúde de cada jogador e o seu perfil”.

“Só se consegue detectar este tipo de hipertrofias quando se procura particularmente esse fenómeno”

O rigor e acompanhamento personalizado dos atletas de alta competição foram insuficientes para evitar a morte de Fehér. O público ficou chocado com a situação e a discussão que se seguiu apontou a irresponsabilidade de quem se deveria responsabilizar pela prática desportiva de atletas desta estirpe. Apesar da culpabilização do público, a visão médico-científica do Dr. Abreu Loureiro é diferente. A autópsia realizada ao jogador do Benfica indicou uma miocardiopatia hipertrófica apical que, na opinião do médico cardiologista, não pode ser detectada nos ecocardiogramas. “Só se consegue detectar este tipo de hipertrofias quando se procura particularmente esse fenómeno”. A raridade da hipertrofia no ápex do coração dificulta a sua detecção, sendo que só pode ser encontrada através da realização de uma ressonância magnética que, até à data, não era obrigatória. A alteração de Fehér era tão localizada no coração que, na maior parte dos casos, é apenas detectada na autópsia. É algo a que qualquer um está sujeito, já que, como o médico cardiologista refere, não sucedeu durante o esforço. “O jogador estava parado, a rir e de repente caiu. Um coração “normal” pode em qualquer circunstância, durante um esforço, fazer surgir um problema cardíaco causado por um defeito estrutural que nunca tenha sido identificado”. Se deficiências como estas atingem uma grande dificuldade de detecção em atletas de alta competição, tudo piora quando se fala de futebol amador e futebol jovem, onde a bateria de exames a que os praticantes estão sujeitos é menor.

Pedro Santos tinha 17 anos quando sentiu algo no coração pela primeira vez. “Estava na praia com os meus pais e um amigo meu e, subitamente, senti a pulsação disparar para valores exagerados que excediam as duzentas pulsações por minuto. Fiquei mais preocupado ainda, porque não estava em esforço. Os meus pais não lhe deram muita importância porque algum tempo depois tudo voltou ao normal”.
Pedro Santos praticava futebol federado desde os 8 anos e sempre se habituou a controlar a pulsação cardíaca. No entanto, apesar deste incidente no Verão de 2002, os exames médicos a que se submetia todos os anos nunca acusaram nada, nem mesmo no mês seguinte ao incidente. Pedro continuou a praticar desporto durante esse ano e, em Abril de 2003, voltou a ter grandes alterações de pulsação cardíaca, sendo que a última aconteceu em pleno jogo. “Com apenas 20 minutos de jogo voltei a sentir o coração a disparar. Não conseguia aguentar mais e pedi para sair”.
Depois do incidente em plena competição, Pedro foi aconselhado pelo seu treinador a realizar exames específicos. Durante o mês de Maio fez vários exames e consultou vários médicos, entre eles o Dr. Abreu Loureiro. “Fiz vários electrocardiogramas que não acusaram nada. O ecocardiograma acusou um prolapso sistólico da válvula mitral, que é mais conhecido como um sopro do coração, mas era irrelevante e não poderia estar na causa do que me acontecia. Apesar disso, tendo em conta o que contei ao cardiologista, ele reencaminhou-me para o Hospital de Santa Cruz e falou-me de uma pequena intervenção para detectar e corrigir o que tinha”.
A mãe de Pedro não ficou agradada com a ideia do filho ser submetido à intervenção e procurou uma segunda opinião. No segundo cardiologista, fez o Holter (electrocardiograma com a duração de 24 horas) e uma prova de esforço, contudo os resultados foram inconclusivos e foi dado como apto para a prática desportiva. “Fiquei muito feliz com o resultado, mas infelizmente, um mês depois tive novo ataque. Admito que fiquei desesperado, mas não perdi mais tempo. Fui directamente ao Hospital de Santa Cruz”. Em Santa Cruz, o especialista em Arritmologia, o Dr. Pedro Adragão, aconselhou Pedro Santos a realizar um estudo electrofisiológico que permitiria detectar e corrigir o problema que lhe provocava a taquicardia ventricular.
“Fiquei preocupado, mas o conhecimento que tinha sobre o assunto ajudou-me um pouco. Sabia que alguns dos jogadores com quem me tinha cruzado tinham tido o mesmo problema. O Cristiano Ronaldo tinha tido o mesmo problema e voltou a jogar futebol e agora está na selecção nacional. Sabia também que o Bruno Baião tinha tido problemas e também já tinha regressado ao futebol. Infelizmente, acabaria por morrer menos de um ano depois do que me aconteceu”.

* reportagem de investigação levada a cabo no âmbito da cadeira de Géneros Jornalísticos.
Parte I - (link)

# Artigo de Rui Silva
Publicado às 21:17



TOUR DE FRANCE
Etapa 16

» Rasmussen vence a etapa isolado, Landis quebra e Pereiro recupera a camisola amarela


Foto REUTERS

A décima sexta etapa do Tour, que ligou Bourg d’Oisans a La Toussuire num percurso de 182 quilómetros de extensão, foi hoje ganha pelo ciclista dinamarquês Michael Rasmussen (Rabobank), que esteve em fuga do pelotão desde os quilómetros iniciais, acompanhado por Sandy Casar (Française des Jeux) e Tadej Valjavec (Lampre). Este trio acabou por ser perseguido por outros dois grupos, que incluíam José Rubiera (Dicovery Channel), Marzio Bruseghin (Lampre), Yarolasv Popovych (Discovery Channel) e Gilberto Simoni (Saunier Duval), entre outros. Contudo, os perseguidores não tardaram a ser apanhados pelo pelotão, enquanto que Rasmussen conseguiu isolar-se na frente da corrida na subida ao Col de la Croix de Fer. Entretanto, o camisola amarela Floyd Landis, da equipa Phonak, ia ficando cada vez mais sozinho no pelotão, sendo que o único companheiro de equipa que ainda seguia por ali era Axel Merckx. Também a Discovery Channel começou a ver os seus ciclistas a ficar para trás do pelotão, incluindo Popovych, que, depois do esforço da perseguição, quebrou por completo. José Azevedo era então o único elemento da equipa norte-americana que seguia com o pelotão principal. Com o ritmo do pelotão a ser pautado pela CSC, Levi Leipheimer (Gerolsteiner) aproveitou para atacar, beneficiando da não resposta dos restantes ciclistas. Lá na frente, Rasmussen tornou-se o novo melhor ciclista da montanha ao passar pela contagem de categoria especial em primeiro lugar, seguindo com cerca de oito minutos de vantagem sobre o pelotão. Contudo, na descida seguinte, esteve perto de cair por três vezes ao passar em curvas apertadas mas, felizmente, conseguiu sempre evitar a queda. Já na subida final da etapa, a cerca de quinze quilómetros da meta, assistiu-se ao ataque de Carlos Sastre (CSC) no pelotão, com Landis a mostrar-se incapaz de responder. A T-Mobile, através de Andreas Kloden, Michael Rogers e Eddy Mazzoleni, seguiu na perseguição ao ciclista espanhol, acompanhada por Pietro Caucchioli (Crédit Agricole), Denis Menchov (Rabobank), Óscar Pereiro (Caisse d’Epargne – Illes Balears), Cadel Evans (Davitamon-Lotto) e Cyril Dessel (Ag2r). Sastre acabou por conseguir ultrapassar Leipheimer mas já não foi a tempo de recuperar a desvantagem para Rasmussen, que chegou vitorioso à meta. A cerca de quatro quilómetros do final, Kloden atacou e apenas Pereiro e Cadel Evans conseguiram seguir com ele, com Menchov e Dessel a ficar também para trás. Assim, em segundo lugar, a um minuto e quarenta e um segundos de Rasmussen, o vencedor da etapa, chegou Carlos Sastre, seguido por Óscar Pereiro, a um minuto e cinquenta e quatro segundos, e Cadel Evans e Andreas Kloden, a um minuto e cinquenta e seis segundos. Christophe Moureau (Ag2r) concluiu a etapa no sexto posto, a dois minutos e trinta e sete segundos de Rasmussen, registando um tempo igual a Caucchioli e Dessel, sétimo e oitavo classificados respectivamente. Leipheimer foi nono, gastando mais três minutos e vinte e quatro segundos do que o vencedor, Haimar Zubeldia (Euskaltel-Euskadi) décimo classificado, com três minutos e quarenta e dois segundos a mais, e Denis Menchov décimo primeiro classificado, com o mesmo tempo de Zubeldia. Quanto a Floyd Landis, concluiu a etapa apenas na vigésima quarta posição, perdendo dez minutos e quatro segundos para o tempo do vencedor e confirmando o dia terrível que hoje passou.

Na classificação geral, Óscar Pereiro reconquistou a camisola amarela depois da sua grande etapa de hoje, deixando equipas como a Phonak, a T-Mobile e a CSC a questionarem-se sobre a sua opção táctica na décima terceira etapa, quando o ciclista espanhol ganhou quase trinta minutos ao pelotão. Em segundo lugar, a um minuto e cinquenta segundos, encontra-se outro espanhol, Carlos Sastre, seguido de Andreas Kloden, a dois minutos e vinte e nove segundos, Cyril Dessel (a surpreendente esperança dos franceses para um pódio), a dois minutos e quarenta e três segundos, e Cadel Evans, a dois minutos e cinquenta e seis segundos, nas terceira, quarta e quinta posição, respectivamente. Menchov é o sexto classificado, a três minutos e cinquenta e oito segundos, Rogers o sétimo, a seis minutos e quarenta e sete segundos, Christophe Moreau o oitavo, a sete minutos e três segundos, Leipheimer o nono, a sete minutos e quarenta e seis segundos, e Zubeldia o décimo, a oito minutos e seis segundos. Floyd Landis desceu para o décimo primeiro lugar, apresentando oito minutos e oito segundos de desvantagem para o camisola amarela. Na classificação da montanha, como já foi referido, Rasmussen ultrapassou David de la Fuente (Saunier Duval), contabilizando depois desta etapa 153 pontos contra os 108 do ciclista espanhol. Na luta pela camisola branca – a da juventude –, Damiano Cunego (Lampre) recuperou hoje algum tempo para Marcus Fothen (Gerolsteiner) mas o ciclista alemão continua na frente, com quinze minutos e quatro segundos de desvantagem para o líder, enquanto que o italiano apresenta dezassete minutos e quarenta e seis segundos para o camisola amarela.

José Azevedo, da Discovery Channel, voltou a ser o melhor ciclista da equipa norte-americana, perdendo sete minutos e cinquenta e cinco segundos em relação ao tempo de Rasmussen ao terminar no décimo sexto posto. Na classificação geral, o ciclista português ocupa agora a vigésima posição, a dezanove minutos e quarenta e seis segundos de Óscar Pereiro, o líder, confirmando-se como o ciclista mais regular da Discovery Channel, a equipa desilusão deste ano.

A etapa de amanhã da Volta a França, a última de alta montanha, ligará Saint-Jean-de-Maurienne a Morzine. Depois do primeiro terço do percurso de 200 quilómetros ser cumprido em terreno relativamente plano, os ciclistas terão que enfrentar dois sprints bonificados e cinco contagens de montanha, pela seguinte ordem: Col des Saisies, de primeira categoria; Col des Aravis, de segunda categoria; Col de la Colombîere, novamente de primeira categoria; Cote de Chátillion-sur-Cluses, de terceira categoria; e Col de Joux-Plane, de categoria especial. Apesar da etapa não terminar ao alto, a contagem de categoria extra fica já bastante próxima do seu final, podendo vir a proporcionar, desse modo, alguns ataques nessa última parte do percurso. Com os primeiros classificados separados por poucos minutos, é de esperar alguma luta na etapa de amanhã.

# Artigo de Margarida Martins
Publicado às 17:06



EUROPEU SUB'19
Jornada 1

» Portugal empata na estreia

Paulo Ferreira
Foto UEFA.COM

Começou esta terça-feira o Europeu Sub'19, que decorre na Polónia até ao próximo dia 29 de Julho. A selecção portuguesa, que faz parte do Grupo B, estreou-se frente à sua congénere da Escócia e conseguiu um ponto muito importante (é bom lembrar que os seis primeiros garantem um lugar no Mundial Sub'20) depois de ter estado a perder por dois golos. Steven Fletcher, melhor marcador da fase de apuramento, e Charles Grant adiantaram os escoceses no marcador, mas Portugal logrou empatar em pouco mais de seis minutos, com o jovem Bruno Gama em plano de evidência. Aos 72 minutos, um cruzamento do extremo português foi desviado para a própria baliza por Greg Cameron e pouco depois, aos 78 minutos, foi o próprio Bruno Gama a restabelecer a igualdade.

Nos outros encontros desta primeira jornada, o destaque vai para o triunfo da Espanha sobre a Turquia (5-3), no outro jogo do grupo de Portugal. Os turcos até deram boa réplica, porém foram incapazes de estragar a tarde de Juan Mata, avançado das escolas Real Madrid que se estreou no campeonato com um 'hat-trick'. No Grupo A, a Bélgica derrotou a Rep.Checa (4-2), enquanto a Áustria surpreendeu a anfitriã Polónia, vencendo pela margem mínima com um golo de Erwin Hoffer.

» EURO'2006 - SUB'19
Jornada 1


Grupo A

Bélgica 4-2 Rep.Checa
(Lamah, 12', gp, 32', Svec, ag, 36', Mirallas, 57'; Fenin, 14', Strestik, 84')
Polónia 0-1 Áustria
(Hoffer, 75')

Grupo B

Espanha 5-3 Turquia
(Bueno, 18', Juan Mata, 32', 37', 90+2', Toni, 53'; Ilhan, 27', 61', Mevlüt, 64')
Escócia 2-2 PORTUGAL
(Fletcher, 10', Grant, 29'; Cameron, ag, 72', Bruno Gama, 78')

# Artigo de Da Rocha
Publicado às 11:35


Terça-feira, Julho 18, 2006

TOUR DE FRANCE
Etapa 15

» Frank Schleck vence no Alpe d'Huez, Floyd Landis recupera a amarela


Foto AP

Frank Schleck, o ciclista luxemburguês da equipa CSC, venceu hoje a etapa que ligou Gap ao Alpe d’Huez, depois de ter andado escapado durante grande parte do percurso. Schleck e Damiano Cunego (Lampre) foram os dois únicos sobreviventes da fuga que envolveu, inicialmente, vinte e cinco ciclistas e que conseguiu preservar um grande número de ciclistas até bastante perto do final, incluindo nomes como George Hincapie (Discovery Channel), David Zabriskie (CSC), Sylvain Chavanel (Cofidis), Stefano Garzelli (Liquigas) e David de la Fuente (Saunier-Duval). Numa etapa que se adivinhava difícil desde o início, um dos destaques vai para o abandono de Tom Boonen (Quick-Step) por volta do quilómetro 120 da etapa, deixando Robbie McEwen (Davitamon-Lotto) mais descansado na liderança da camisola dos pontos. Entretanto, na descida do Col du Lautaret, o pelotão teve que enfrentar alguma chuva mas felizmente não se registaram quedas e acabou por ser apenas durante uma pequena parte do percurso. A catorze quilómetros do final, justamente no início da ascensão ao Alpe d’Huez, o grupo da frente tinha um pouco mais de três minutos de vantagem sobre o pelotão. Floyd Landis (Phonak), um dos favoritos à vitória final, apresentava-se muito calmo, enquanto que outros ciclistas começaram a ficar para trás – como José Azevedo e Yarolasv Popovych (Discovery Channel), Óscar Pereiro (Caisse d’Epargne – Illes Balears) e Denis Menchov (Rabobank). Na perseguição aos escapados, seguiam Landis, Andreas Kloden (T-Mobile) e Cadel Evans (Davitamon-Lotto), com Carlos Sastre (CSC) e Levi Leipheimer (Gerolsteiner) a tentarem aproximar-se deste grupo. George Hincapie, que ainda seguia à frente do grupo de Landis, acabou por ser apanhado a cerca de cinco quilómetros do final, num momento em que o líder da Phonak já tinha Axel Merckx a auxiliá-lo na subida. Na frente da corrida, entretanto, assistiu-se ao ataque de Schleck, que seguiu então isolado para a meta, conquistando a vitória com onze segundos de vantagem sobre Cunego. Em terceiro, quarto e quinto lugar ficaram, respectivamente, Garzelli, Landis e Kloden, todos a um minuto e dez segundos do vencedor da etapa. Carlos Sastre terminou na nona posição, a um minuto e trinta e cinco segundos, seguido de Leipheimer, a um minuto e quarenta e nove, Denis Menchov e Rasmussen (Rabobank), estes últimos a dois minutos e vinte e um segundos de Schleck. O camisola amarela à partida para a etapa, Óscar Pereiro, perdeu dois minutos e quarenta e nove segundos, tal como Cadel Evans. Cyril Dessel, o terceiro classificado à partida e o décimo nono da etapa, terminou o percurso com mais três minutos e quatro segundos do que o tempo do vencedor mas foi um grande resultado para este ciclista. Quanto a outros favoritos – que entretanto deixaram de o ser –, Christophe Moreau (Ag2r) terminou no vigésimo quinto posto, a três minutos e quarenta e oito segundos, enquanto que Popvych e Hincapie terminaram ambos com quatro minutos e vinte e um segundos de desvantagem, respectivamente na vigésima nona e trigésima posição.

Ao nível da classificação geral, Floyd Landis conseguiu assim ascender à primeira posição, com Óscar Pereiro a descer ao segundo posto, com dez segundos de desvantagem, e Cyril Dessel a manter extraordinariamente o terceiro lugar, a dois minutos e dois segundos do líder. No quarto posto encontra-se Menchov, com dois minutos e doze segundos de desvantagem, seguido de Sastre, a dois minutos e dezassete, Kloden, a dois minutos e vinte e nove, e Cadel Evans, a dois minutos e cinquenta e seis minutos, adivinhando-se, como tal, grandes lutas e múltiplos ataques nos próximos dias, já que estes ciclistas estão bastante próximos ao nível do tempo. Uma última palavra para Leipheimer que se encontra na nona posição, a seis minutos e dezoito segundos do camisola amarela mas ainda com possibilidades de ascender mais uns lugares na classificação geral. Na classificação da montanha, David de la Fuente continua a surpreender, tendo conquistado na etapa de hoje vinte e oito pontos e continuando, desse modo, a envergar a camisola branca às bolinhas vermelhas, registando 108 pontos.

O ciclista português José Azevedo, da Discovery Channel, não conseguiu ter uma prestação ao nível do seu quarto lugar na crono-escalada do Alpe d’Huez na edição de 2004 da Volta a França, ficando-se pelo quadragésimo oitavo lugar na etapa, a sete minutos e quinze segundos de Schleck. Na classificação geral, desceu à vigésima quinta posição, registando uma perda de treze minutos e quarenta e sete segundos para o camisola amarela.

A etapa de amanhã – a décima sexta da presente edição do Tour – terá início em Bourg d’Oisans e terminará em La Toussuire, apresentando um percurso com uma extensão total de 182 quilómetros. A etapa incluirá dois sprints bonificados e quatro contagens de montanha: o Col du Gabilier, de categoria extra e ainda na primeira parte do percurso; o Col de la Croix de Fer, também de categoria especial; o Col du Mollard, de segunda categoria; e o Col de Villarembert, de primeira categoria, e no cimo do qual terminará a etapa. Poderá ser o momento perfeito para Floyd Landis confirmar a sua boa forma e agarrar definitavamente a camisola amarela ou então poderemos vir a ter um novo líder depois da etapa de amanhã…mas sem sombra de dúvida que será uma etapa recheada de ataques e verdadeiramente decisiva!

# Artigo de Margarida Martins
Publicado às 16:26


Segunda-feira, Julho 17, 2006

BRASILEIRÃO
Jornada 12

» São Paulo regressa à liderança, Corinthians perde pela sexta vez seguida

Numa jornada repleta de clássicos, o São Paulo assumiu a liderança do Brasileirão'2006. O Tricolor Paulista recebeu e venceu o Figueirense (2-1), mas teve de esperar por um golo de André Dias no tempo de compensação para carimbar o triunfo, depois de Ricardo Oliveira ter inaugurado o marcador no segundo minuto de jogo. No entanto, o São Paulo só subiu dois lugares na tabela porque os mais directos adversários perderam pontos: o anterior líder Cruzeiro não foi além de um nulo em casa ante o Goiás, ao passo que o Internacional perdeu na deslocação ao terreno do Juventude (0-2).

Todavia, o grande destaque desta 12ª ronda vai mesmo para nova derrota do campeão Corinthians - a sexta consecutiva, no sexto jogo sem marcar qualquer golo. No Morumbi, no clássico frente ao Palmeiras, o Timão saiu derrotado pela margem mínima e trocou de posição com o Verdão, ocupando agora o penúltimo lugar da tabela. O médio Paulo Baier, a passe de Edmundo 'Animal', apontou o único golo do desafio.

Noutro dos grandes atractivos deste domingo, o Vasco da Gama derrotou o Flamengo (1-0) a três dias de novo embate entre as duas equipas, desta feita na final da Copa do Brasil. O central Paulão deu três pontos ao Gigante da Colina e a turma comandada por Renato Gaúcho, mesmo actuando com uma equipa de reservas, parte com vantagem psicológica para o jogo de quarta-feira.

Nas restantes partidas, saliência para o empate (4-4) entre Grémio e Fluminense. No Olímpico de Porto Alegre, a equipa da casa esteve a vencer por 2-0, permitiu a reviravolta do Tricolor das Laranjeiras para 2-4 e empatou somente nos descontos, com golos de Herrera e Rómulo. O Flu perdeu a hipótese de subir ao segundo lugar e permitiu a aproximação do surpreendente Paraná, que está agora isolado no quinto posto depois de derrotar o Atlético Paranaense (2-1) e de beneficiar ainda do desaire do Santos no reduto do São Caetano (0-2).

Por último, merece especial atenção o segundo triunfo consecutivo do Santa Cruz, que goleou o Fortaleza (4-1) no dérbi regional do Nordeste. O Botafogo também tirou a barriga de misérias e despachou a Ponte Preta por igual resultado (4-1).

» BRASILEIRÃO | 12ª Jornada

» Sábado:
Botafogo 4-1 Ponte Preta
São Paulo 2-1 Figueirense

» Domingo:
Palmeiras 1-0 Corinthians
Cruzeiro 0-0 Goiás
São Caetano 2-0 Santos
Grémio 4-4 Fluminense
Fortaleza 1-4 Santa Cruz
Flamengo 0-1 Vasco da Gama
Juventude 2-0 Internacional
Paraná 2-1 Atlético Paranaense

» CLASSIFICAÇÃO: (completa) (marcadores)
JP
São Paulo1226
Cruzeiro1225
Internacional1224
Fluminense1223
17ºFortaleza1211
18ºPalmeiras1210
19ºCorinthians129
20ºSanta Cruz129

# Artigo de Da Rocha
Publicado às 10:48


Domingo, Julho 16, 2006

TOUR DE FRANCE
Etapa 14

» Frédigo vence a etapa, Pereiro mantém a amarela


Foto AP

A etapa de hoje da Volta a França foi ganha pelo ciclista francês Pierrick Fédrigo, da equipa Bouygues Telecom, que conseguiu superar o companheiro de fuga Salvatore Commesso (Lampre) na chegada à meta. Logo nos primeiros quilómetros do percurso de hoje houve lugar a diversas tentativas de fuga mas, com ciclistas da Discovery Channel incluídos nestes grupos, o pelotão reagiu sempre. O grupo de ciclistas que conseguiu finalmente escapar ao pelotão era constituído por Mathias Kessler (T-Mobile), Commesso, Fédrigo, Mario Aerts (Davitamon-Lotto), Rik Verbtugghe (Cofidis) e David Cañada (Saunier-Duval) e conseguiu alcançar uma boa vantagem. Contudo, a cerca de trinta e sete quilómetros da meta, as coisas complicaram-se na frente da corrida: Verbrugghe derrapou à entrada de uma curva, Cañada assustou-se e também derrapou, acabando por dar um toque em Kessler, que seguia imediatamente atrás. Verbrugghe e Kessler acabaram por embater nos rails e cair desamparados para lá destes, numa pequena ribanceira. Em resultado, Verbrugghe e Cañada (que também caíra) desistiram – o primeiro ficou em muito mau estado, tendo inclusive fracturado uma perna, de acordo com as últimas informações, e o segundo partiu uma clavícula –, enquanto que Kessler prosseguiu a corrida, deixando-se apanhar pelo pelotão mas não demonstrando depois capacidade para o acompanhar. A vantagem dos restantes ciclistas escapados diminuía a olhos vistos, com Commesso e Fédrigo a descolar de Aerts a cerca de doze quilómetros do final. Entretanto, o pelotão seguia a um bom ritmo, com os ataques a sucederem-se e vários ciclistas a ficarem para trás. Nos últimos metros da etapa, Christian Vandevelde (CSC) destacou-se do pelotão e conseguiu ainda aproximar-se bastante dos ciclistas da frente mas o primeiro lugar à passagem da meta foi disputado apenas por Fédrigo e Commesso, com a vitória a sorrir ao primeiro. Vandevelde terminou em terceiro lugar, a três segundos, seguido pelo pelotão, a sete segundos do vencedor da etapa.

Ao nível da classificação geral, não se registaram grandes alterações, com Óscar Pereiro (Caisse d’Epargne-Illes Balears) a manter a camisola amarela, apresentando ainda um minuto e vinte e nove segundos de vantagem para Floyd Landis (Phonak) e um minuto e trinta e sete segundos sobre Cyril Dessel (Ag2r).

Quanto a José Azevedo, o ciclista português da Discovery Channel terminou a etapa do dia no 28º posto, a sete segundos do vencedor. Na classificação geral, ascendeu à 19ª posição, mantendo os nove minutos e onze segundos de desvantagem para o líder.

Amanhã não há etapa da Volta a França visto ser o segundo dia de descanso da prova deste ano. A décima quinta etapa realiza-se, assim, na terça-feira e termina nada mais, nada menos do que numa chegada ao alto no Alpe d’Huez (subida de categoria especial), sendo que a partida será em Gap e o percurso totaliza 187 quilómetros. Para além de dois sprints bonificados e da chegada ao alto, os ciclistas terão ainda que enfrentar o Col d’Izoard (também de categoria extra) e o Col du Lautaret (segunda categoria). Em relação a esta etapa, só resta dizer que, de manhã, será realizada uma homenagem a Joaquim Agostinho, com a inauguração de um busto do ciclista no Alpe d’Huez, o local onde conquistou uma das maiores vitórias da sua carreira, no Tour de 1979.

# Artigo de Margarida Martins
Publicado às 15:32



AUTOMOBILISMO
Fórmula 1 - GP França

» Michael Schumacher vence, Tiago Monteiro desiste


Foto Reuters

No circuito francês de Magny-Cours, Michael Schumacher conquistou a sua 88ª vitória em Grandes Prémios de Fórmula 1. O piloto alemão da Ferrari saiu para a prova na pole position, seguido do seu colega de equipa Felipe Massa e de Fernando Alonso, da Renault, e nunca teve a sua posição em perigo. Massa ainda conseguiu aguentar Alonso atrás de si bastante tempo mas o piloto espanhol acabou por conseguir ascender ao segundo lugar, beneficiando da táctica de três paragens do piloto da Ferrari, em oposição às suas duas entradas nas boxes. Em quarto lugar, ficou Ralf Schumacher, da Toyota, logo seguido de Kimi Raikonen (McLaren-Mercedes) e de Giancarlo Fisichella (Renault), quinto e sexto classificados, respectivamente. Pedro de la Rosa, que substituiu o colombiano Juan Pablo Montoya na McLaren-Mercedes após este ter anunciado a sua saída da Fórmula 1 em 2007 para correr nas provas de Nascar, alcançou a sétima posição, com Nick Heidfeld (Sauber-BMW) a fechar o grupo de pilotos que conquistaram pontos neste Grande Prémio, no oitavo posto.

Quanto a Tiago Monteiro, o piloto português da Midland passou por diversos problemas neste fim-de-semana, muito em parte devido à nova suspensão do seu carro e às suas dificuldades de adaptação. Depois de ter feito o 20º tempo na qualificação de ontem, Monteiro beneficiou da troca de motores de Liuzzi e Rosberg para sair da 18ª posição na grelha de partida, ainda que rapidamente tenha ficado no último posto da prova. Na décima segunda volta, ao passar pela chicane Nurburgring, a transmissão do seu carro ter-se-á partido devido a problemas hidráulicos, levando a que o carro “levantasse voo” mas sem consequências para o piloto português, que abandonou já nas boxes. Na 30ª corrida da sua carreira na Fórmula 1, Tiago Monteiro teve assim o seu quarto abandono, tendo este sido o segundo consecutivo após a desistência em Indianapolis.

No mundial de pilotos, Alonso continua a ocupar o primeiro lugar com 88 pontos, apesar de Schumacher ter encurtado a sua desvantagem para 19 pontos. Em terceiro lugar encontra-se o piloto italiano da Renault, Giancarlo Fisichella, somando 43 pontos. Ao nível dos construtores, a Renault segue na frente, com 131 pontos, seguida pela Ferrari, com 105 pontos, e pela McLaren-Mercedes, com 65 pontos. Ainda que a Renault mantenha uma vantagem confortável tanto na classificação dos pilotos como na das equipas, é provável que nos próximos Grandes Prémios a equipa francesa tente reagir a estas duas últimas vitórias consecutivas da Ferrari, pela mão de Schumacher. De facto, nota-se que a equipa italiana está num período de ascensão, contrastando com o período menos bom da Renault, sendo que parte da explicação para esta situação reside no melhor comportamento dos pneus Bridgestone em relação aos da Michelin nas últimas provas. Com sete corridas ainda para o final do campeonato deste ano, espera-se uma disputa mais aguerrida do que a da época transacta...

A próxima prova será disputada no circuito de Hockenheim, na Alemanha, no fim-de-semana de 29 e 30 de Julho.

# Artigo de Margarida Martins
Publicado às 13:41


Sábado, Julho 15, 2006

TOUR DE FRANCE
Etapa 13

» Jens Voigt vence a etapa, Óscar Pereiro conquista a camisola amarela


Foto REUTERS

A décima terceira etapa da Volta a França, que ligou Béziers a Montélimar, foi hoje ganha pelo ciclista alemão Jens Voigt, da equipa CSC. No percurso mais longo e, provavelmente, no dia mais quente da presente edição desta prova, um grupo de ciclistas, constituído por Voigt, Óscar Pereiro (Caisse d’Epargne – Illes Balears), Sylvain Chavanel (Cofidis), Andryi Grivko (Milram) e Manuel Quinziato (Liquigas), conseguiu isolar-se na frente da corrida à passagem pelos trinta quilómetros , aumentando progressivamente a sua vantagem até ao final da etapa, já que o pelotão era comandado pela Phonak – a equipa do camisola amarela, Floyd Landis – e o ritmo imposto por esta equipa não era muito elevado. A cerca de vinte quilómetros da meta, e com os primeiros ataques a surgirem, o ucraniano Grivko ficou para trás, sendo que Voigt e Pereiro só conseguiram descolar de Chavanel e Quinziato a pouco mais de dois quilómetros da meta. A chegada ao fim da etapa foi, deste modo, disputada ao sprint por Voigt e Pereiro, tendo o primeiro levado vantagem. Chavanel e Quinziato alcançaram a meta com quarenta segundos de atraso e Grivko com seis minutos e vinte e quatro segundos a mais, sendo que o pelotão registou uma perda de vinte e nove minutos e cinquenta e sete segundos para o vencedor da etapa. No sprint da chegada do pelotão, Robbie McEwen (Davitamon-Lotto) conseguiu passar a linha da meta na frente, conquistando mais uns pontos de bonificação para a camisola verde e aumentando, desse modo, a sua vantagem para os seus mais directos opositores.

A fuga bem sucedida da etapa de hoje troxe grandes alterações à classificação geral, com Óscar Pereiro a ascender à liderança com um minuto e vinte e nove segundos de vantagem para Floyd Landis, o segundo classificado, e um minuto e trinta e sete segundos sobre Cyril Dessel (Ag2r), que ocupa a terceira posição. Apesar de não ser excessivamente preocupante, a Phonak deverá começar a ter mais atenção a Pereiro, já que este é um bom ciclista e poderá dificultar a reconquista da camisola amarela para Floyd Landis. O facto de ter perdido mais de vinte e cinco minutos na décima primeira etapa (entre Tarbes e Val d’Aran) poderá levar os outros ciclistas a subestimá-lo quanto às suas capacidades na montanha mas convém considerar que a camisola amarela também poderá constituir um factor extra de motivação para o ciclista espanhol.

O ciclista português José Azevedo, da Discovery Channel, concluiu a etapa na 88ª posição, com a mesma diferença de tempo do pelotão para o vencedor da etapa, e ocupa agora a 21ª posição da classificação geral, a nove minutos e onze segundos do camisola amarela.

A etapa de amanhã, a ser disputada entre Montélimar e Gap ao longo de um percurso de 180,5 quilómetros, incluirá dois sprints bonificados e quatro contagens de montanha – as duas primeiras de terceira categoria e as últimas de segunda –, sendo que, apesar de não ser uma etapa com chegada ao alto, a última subida poderá proporcionar alguns ataques, já que se situa bastante próxima da meta.

# Artigo de Margarida Martins
Publicado às 16:23



LIGA DE HONRA
Calendário 2006/07

» Leixões, V.Guimarães e Rio Ave começam em casa



Realizou-se esta sexta-feira o sorteio da Liga de Honra, que, embora ainda não se conheça o desfecho do «caso Mateus», ditou desde logo um escaldante embate entre Leixões e Belenenses, no Estádio do Mar. Nesta primeira ronda, destaque para dois dérbis: o Rio Ave - Varzim e o V.Guimarães - Vizela. O Olivais e Moscavide, campeão da II Divisão, estreia-se na Liga de Honra na Amoreira, ante o Estoril, ao passo que o Trofense, vice-campeão do terceiro escalão da época passada, recebe o Penafiel, «lanterna-vermelha» da última edição da Liga Betandwin.com.

Nas restantes partidas da jornada inaugural, o Olhanense desloca-se a Gondomar, o Santa Clara vai a Portimão e o Feirense é o anfitrião do Desp.Chaves.

Confira aqui todo o alinhamento da Liga de Honra da temporada 2006/07.

# Artigo de Da Rocha
Publicado às 00:11


Sexta-feira, Julho 14, 2006

TOUR DE FRANCE
Etapa 12

» Popovych vence a etapa, Landis continua de amarelo

No dia em que se celebra a Tomada da Bastilha em França, no Tour assistiu-se à décima segunda etapa da edição deste ano, ganha pelo ciclista ucraniano Yaroslav Popovych, da Discovery Channel. Com vários ataques no início do percurso entre Luchon e Carcassone (211,5 quilómetros), incluindo alguns de George Hincapie (Discovery Channel), o grupo que conseguiu fazer vingar uma fuga incluía Popovych, Óscar Freire (Rabobank), Alessandro Ballan (Lampre) e Christophe Le Mevel (Crédit Agricole), com os franceses a depositarem neste último as esperanças para uma vitória francesa nesta data histórica. Contudo, a menos de dez quilómetros da meta começaram os ataques na frente da corrida e o ciclista francês ficou desde logo arredado da disputa final, com Popovych a conseguir descolar dos seus perseguidores uns quilómetros mais tarde, chegando depois isolado ao final da etapa. O segundo classificado foi Ballan, a vinte e sete segundos, o terceiro Óscar Freire, a vinte e nove segundos, e o quarto Le Mevel, a trinta e cinco segundos, com o pelotão a alcançar a meta quatro minutos e vinte e cinco segundos depois do vencedor. Outro facto relevante desta etapa foi o abandono de dois ciclistas da Discovery Channel Paolo Savoldelli (que sofreu uma queda já depois do final da etapa de ontem) e Benjamin Noval –, levando a que a equipa norte-americana tenha ficado ainda mais fragilizada.

Em termos de classificação geral, Floyd Landis (Phonak) continua como líder, mantendo as diferenças de oito segundos e um minuto e um segundo para Cyril Dessel (Ag2r) e Denis Menchov (Rabobank), segundo e terceiro classificados, respectivamente. A grande subida do dia foi, naturalmente, protagonizada por Popovych, que ocupa agora o décimo posto da geral, a quatro minutos e quinze segundos do camisola amarela.

José Azevedo (Discovery Channel) concluiu a etapa na 68ª posição, integrado num segundo pelotão, ligeiramente mais atrasado, a quatro minutos e quarenta segundos do vencedor Popovych. Na classificação geral desceu ao 19º posto, apresentando sete minutos e quarenta e dois segundos de desvantagem para Floyd Landis.

A etapa de amanhã da Volta a França ligará Béziers a Montélimar, constituindo a etapa mais longa da presente edição com os seus 230 quilómetros de extensão. Apesar de não ser uma etapa de montanha propriamente dita, o seu percurso inclui cinco contagens de montanha de quarta categoria, das quais duas bastante próximas do final, e dois sprints bonificados.

# Artigo de Margarida Martins
Publicado às 15:50



BRASILEIRÃO
Jornada 11

» Cruzeiro e Inter mantêm liderança, Corinthians soma novo desaire

40 dias depois da pausa para o Campeonato do Mundo, o Brasileirão regressou sob o mesmo tónico das 10 primeiras jornadas. A liderança continua na posse do Cruzeiro de Belo Horizonte, os quatro primeiros classificados continuam os mesmos e o campeão Corinthians continua 'em baixo', literalmente, depois de perder na casa do líder e somar a sua quinta (!) derrota consecutiva.

No Mineirão, o ex-benfiquista Geovanni não se estreou, mas viu a Raposa derrotar o campeão em título por duas bolas a zero. Martinez, na cobrança de um livre, e Alecsandro, após serviço de Wágner, apontaram golos da turma de Paulo César Gusmão e agravaram ainda mais a crise do Timão, que joga domingo com o Palmeiras sobre brasas, num dérbi especial entre equipas que ocupam a zona de descida.

O Internacional também permanece na peugada do Cruzeiro, depois de derrotar facilmente a Ponte Preta (2-0) no Beira-Rio. Atrás deste duo, com apenas um ponto de atraso, segue o São Paulo. Em casa, no Morumbi, o Tricolor manteve-se 100% vitorioso depois de levar de vencido o Grémio (2-1) com um bis de Ricardo Oliveira. O quarto lugar destacado é na mesma ocupado pelo Fluminense, que venceu o Juventude por 3-2, e o quinto é repartido por Paraná, Santos e Figueirense.

Nos outros encontros, destaque para as derrotas pesadas sofridas pelos finalistas da Copa do Brasil. Em Volta Redonda, o Flamengo foi goleado pelo Paraná (1-4), enquanto, no Parque Antarctica, o Vasco da Gama levou igualmente «chapa 4» do Palmeiras. O ídolo Edmundo 'Animal' marcou dois golos e foi a grande figura do Verdão.

» BRASILEIRÃO | 11ª Jornada

» Quarta:
Fluminense 3-2 Juventude
Atlético Paranaense 0-0 Fortaleza
Internacional 2-0 Ponte Preta
São Paulo 2-1 Grémio
Cruzeiro 2-0 Corinthians
São Caetano 1-1 Botafogo
Figueirense 2-1 Santos

» Quinta:
Santa Cruz 2-1 Goiás
Flamengo 1-4 Paraná
Palmeiras 4-2 Vasco da Gama

» CLASSIFICAÇÃO: (completa) (marcadores)
JP
Cruzeiro1124
Internacional1124
São Paulo1123
Fluminense1122
17ºFortaleza1111
18ºCorinthians119
19ºPalmeiras117
20ºSanta Cruz116

# Artigo de Da Rocha
Publicado às 14:06


Quinta-feira, Julho 13, 2006

LIVRES
Reportagem

» De tanto bater o meu coração parou - Parte I



Miklós Fehér morreu em directo pela televisão a 25 de Janeiro de 2004. O país parou para assistir por perto a todos os desenvolvimentos. Nunca uma morte tinha sido explorada desta forma. Fehér foi um exemplo em Portugal, mas não é caso único. Em 1973, Pavão, capitão da equipa do Futebol Clube do Porto caiu inanimado no relvado no 13º minuto do jogo contra o Vitória de Setúbal a contar para a 13ª jornada do Campeonato Nacional.
Desde a morte do futebolista húngaro do Benfica, os casos de morte em pleno jogo, nos mais variados desportos, têm sido largamente discutidos no país. Como é possível que atletas de alta competição, supostamente sujeitos a uma grande bateria de exames, possam sucumbir de forma tão drástica e súbita no desenrolar da sua actividade profissional? Desde Miklós Fehér, Portugal foi assolado por uma série de acontecimentos de casos de morte súbita de atletas. Quatro meses depois, foi a vez de Bruno Baião, jogador júnior do Benfica, falecer depois de duas paragens cardio-respiratórias após um treino. Já depois disso, Hugo Cunha, jogador do Leiria, e José António, ex-jogador do Belenenses, morreram também de morte súbita enquanto praticavam futebol com amigos.
No entanto, um ano antes de Fehér, Marc Vivien Foe, internacional camaronês, tinha morrido da mesma forma. Em França, num jogo contra a selecção colombiana, Marc Vivien Foe caiu inanimado no relvado do Stade de Gerland, em Lyon, acabando por falecer. Este acontecimento abriu a discussão sobre a possibilidade do jogador ter sido vítima de doping ou mesmo de uma overdose competitiva. Contudo, duas semanas mais tarde, os exames revelaram que o jogador sofria de uma miocardiopatia hipertrófica.

A que se deve esta nova vaga de casos de morte súbita que parece ter aumentado de frequência nos anos recentes? Será que aumentou mesmo ou é apenas uma coincidência? Estes casos podem ser evitados? Quem serão os culpados? O campo da medicina desportiva relacionado com a existência de doenças cardiovasculares tem ultrapassado por grandes alterações nos últimos anos, mas será suficiente para prevenir? Como tem a comunidade médica reagido a esta multiplicidade de eventos?
O desporto é visto como uma forma saudável à vida. A prática de desportos, competitivos ou não, é incentivada pelas mais diversas instituições desportivas. Os ginásios atingem valores máximos de praticantes e as condições para a prática desportiva evoluem anualmente. No futebol, os jovens têm já condições de efectuar o seu processo de maturação desportiva em campos sintéticos, enquanto o número de pavilhões aumenta, impedindo que desportos como Futsal, Hóquei em Patins e Basquetebol sejam praticados ao ar livre, sujeitos às condições meteorológicas onde as condições de segurança são precárias.
No entanto, apesar desta melhoria significativa de condições, outro problema tem preocupado a comunidade desportiva em Portugal. Problemas de saúde, com maior incidência para problemas cardíacos, têm sido anunciados com regularidade nos meios de comunicação social. Esta mediatização torna os pais mais inseguros em permitir a prática competitiva dos seus filhos, bem como os responsáveis médicos dos clubes e médicos de família encaram com maior apreensão a autorização da prática desportiva.

“Casos não são estatisticamente superiores aos que aconteceram noutras alturas”

O Dr. Raul Bandarra Pacheco é responsável pelo departamento médico da Federação Portuguesa de Patinagem e colabora, sempre que possível, com a Sociedade União 1º de Dezembro – clube amador de futebol de Sintra. O médico, especializado em medicina desportiva, recusa a ideia de que se assistiu a um aumento de casos de morte súbita em Portugal. Segundo o Dr. Raul Pacheco, tem-se assistido a uma grande notificação por parte dos media destes casos e, por isso, afirma que “os casos não são estatisticamente superiores aos que aconteceram noutras alturas”. Esta ideia é corroborada pelo médico-cardiologista Pedro Abreu Loureiro, especialista desde 1978. No entanto, não deixa de admitir que a mediatização teve efeitos práticos na população. Desde a morte do futebolista húngaro do Benfica, “houve um aumento substancial no número de consultas, porque houve muita controvérsia pública e sobretudo televisiva”.
A sensibilidade do espectador tornou-se maior, bem como a preocupação com aspectos da saúde de cada um. A insegurança de quem pratica desporto ou se responsabiliza por quem pratica desporto tornou-se uma tendência, o que veio alterar a mentalidade da população em geral.

* esta é a primeira de cinco partes de uma reportagem de investigação levada a cabo no âmbito da cadeira de Géneros Jornalísticos. Nos próximos dias serão apresentadas as restantes partes do trabalho.

# Artigo de Rui Silva
Publicado às 23:44



TOUR DE FRANCE
Etapa 11

» Denis Menchov vence a etapa, Floyd Landis já é o camisola amarela


Foto AP

A etapa de hoje da Volta a França, com um percurso de 206,5 quilómetros de extensão entre Tarbes e Val d’Aran (Plat-de-Beret), na zona dos Pirinéus, foi conquistada por Denis Menchov (Rabobank) num sprint final no qual se superiorizou a Levi Leipheimer (Gerolsteiner), segundo classificado, e Floyd Landis (Phonak), terceiro classificado apesar de estar com problemas físicos (terá mesmo que ser operado a uma anca após o final desta prova). Numa etapa extremamente dura, começou-se por assistir a uma fuga mas o pelotão foi recuperando terreno, ainda que cada vez mais ciclistas fossem ficando para trás. A Discovery Channel confirmou que está a passar por um mau momento, com Hincapie, Rubiera, Popovych e Salvodelli a perderem o contacto com o pelotão muito cedo. Com a aproximação à subida final, o pelotão foi-se dividindo, sobrevivendo na frente da corrida apenas Menchov, Landis e Leipheimer, sendo que este último, depois de ter perdido bastante tempo no contra-relógio e mais uns minutos preciosos numa das últimas etapas, demonstrou afinal estar em boa forma. No outro extremo esteve Iban Mayo (Euskaltel-Euskadi), que se confirmou novamente como uma das desilusões da prova, abandonando a prova após passar grandes dificuldades alegadamente devido a uma inflamação na garganta.

Na classificação geral, Floyd Landis subiu à liderança, beneficiando da chegada do anterior camisola amarela Cyril Dessel (Ag2r) a quatro minutos e quarenta e cinco segundos dele e ainda da bonificação de oito segundos por ter terminado a etapa em terceiro lugar – justamente os oito segundos de vantagem que tem sobre Dessel, o segundo classificado. Quanto aos outros favoritos, Menchov ocupa a terceira posição, a um minuto e um segundo do líder, e Cadel Evans (Davitamon-Lotto) o quarto posto, a um minuto e dezassete segundos, enquanto que Andreas Kloden (T-Mobile) se encontra no sexto lugar da geral, com dois minutos e vinte e nove segundos de desvantagem. Em relação a Levi Leipheimer, a excelente etapa de hoje proporcionou-lhe a ascensão ao 13º posto da classificação geral, apresentando uma diferença de cinco minutos e trinta e nove segundos para Landis.

José Azevedo, o ciclista português da Discovery Channel, foi o 15º classificado nesta etapa do Tour, alcançando a meta quatro minutos e dez segundos depois do vencedor. Na classificação geral, e apesar do tempo perdido, conseguiu ascender à 18ª posição, encontrando-se agora a sete minutos e vinte e sete segundos do camisola amarela. De qualquer forma, Azevedo é o melhor classificado da Discovery Channel, o que pode significar a aposta na equipa no ciclista português para líder – ainda que, após a péssima prestação de hoje, não se saiba até que ponto os outros ciclistas da equipa norte-americana terão capacidade de o auxiliar.

Amanhã, disputar-se-á a décima segunda etapa da presente edição do Tour, com partida em Luchon e chegada em Carcassone. O percurso de 211,5 quilómetros inclui quatro contagens de montanha (uma de segunda categoria e as restantes de quarta categoria) e dois sprints bonificados, com as grandes montanhas a situarem-se mais no início da etapa e a meta em terreno razoavelmente plano, daí que se preste a uma fuga bem sucedida.

# Artigo de Margarida Martins
Publicado às 16:23


Quarta-feira, Julho 12, 2006

TOUR DE FRANCE
Etapa 10

» Mercado vence a etapa, Dessel conquista a camisola amarela


Foto AP

A décima etapa da Volta França – a primeira em alta montanha – foi ganha por Juan Miguel Mercado, da Agritubel, com sete minutos e vinte e três segundos de vantagem sobre o pelotão. O percurso de hoje, que ligou Cambo-les-Bains a Pau, foi iniciado praticamente logo com uma fuga de vários ciclistas, entre os quais Mercado, Cyril Dessel (Ag2r) e Inigo Landaluze (Euskaltel-Euskadi). Com a passagem no Col de Soudet, o grupo de ciclistas escapados dividiu-se, com alguns a serem mesmo apanhados pelo pelotão. Mercado e Dessel atacaram na frente da corrida e, aproveitando o facto de apenas a T-Mobile estar a trabalhar no pelotão, conseguiram manter uma boa vantagem até ao final da etapa. Na chegada à meta, e depois de terem colaborado ao longo de todo o percurso, Dessel, já o novo virtual camisola amarela e novo líder da camisola da montanha, quis também ganhar a etapa mas Juan Miguel Mercado conseguiu impor-se no sprint final, com o perseguidor Landaluze a alcançar a meta cinquenta e seis segundos mais tarde, na terceira posição. O pelotão alcançou a meta já bastante reduzido mas os principais elementos das equipas T-Mobile, Discovery Channel e CSC conseguiram terminar integrados neste grupo. Quanto aos favoritos, não tendo havido quaisquer ataques entre eles, parece agora definitivo o afastamento de Iban Mayo (Euskaltel-Euskadi)da luta pelos lugares cimeiros da classificação geral visto que, após o mau contra-relógio no sábado, hoje perdeu mais vinte e quatro minutos e vinte e quatro segundos para o vencedor da etapa. Em termos de classificação geral, Cyril Dessel passou a envergar agora a camisola amarela, com Juan Miguel Mercado a ocupar o segundo posto, a dois minutos e trinta e quatro, e Serhiy Honchar (T-Mobile) a descer à terceira posição, com três minutos e quarenta e cinco segundos de desvantagem para o líder.

O ciclista José Azevedo (Discovery Channel) terminou a etapa de hoje na 45ª posição, integrado no pelotão e, portanto, a sete minutos e vinte e três segundos do vencedor da etapa. Na classificação geral, ascendeu ao 30º posto, com mais sete minutos e cinquenta e quatro segundos do que o camisola amarela.

A etapa de amanhã do Tour, com 206,5 quilómetros de extensão, ligará Tarbes a Val d’Aran Plat-de-Beret, terminando com uma chegada ao alto. Ainda na primeira metade do percurso, os ciclistas terão que enfrentar o mítico Col du Toumalet (subida de categoria especial), sendo que, até ao seu final, a etapa incluirá ainda mais quatro subidas de primeira categoria e dois sprints bonificados. Espera-se, assim, que o percurso de amanhã da Volta a França seja a ocasião escolhida para os primeiros ataques dos favoritos à vitória final, daí que seja uma etapa a não perder.

# Artigo de Margarida Martins
Publicado às 17:09



LIGA PORTUGUESA
Calendário 2006/2007


Jornada 1
27/8/2006


V.Setúbal - Académica
Benfica - Belenenses
Sporting - Boavista
Marítimo - Nacional
Sp.Braga - P.Ferreira
Beira-Mar - Desp.Aves
FC Porto - U.Leiria
Naval - E.Amadora

Jornada 2
10/9/2006


Académica - Naval
Belenenses - V.Setúbal
Boavista - Benfica
Nacional - Sporting
P.Ferreira - Marítimo
Desp.Aves - Sp.Braga
U.Leiria - Beira-Mar
E.Amadora - FC Porto

Jornada 3
17/9/2006


Académica - Belenenses
V.Setúbal - Boavista
Benfica - Nacional
Sporting - P.Ferreira
Marítimo - Desp.Aves
Sp.Braga - U.Leiria
Beira-Mar - E.Amadora
Naval - FC Porto

Jornada 4
24/9/2006


Belenenses - Naval
Boavista - Académica
Nacional - V.Setúbal
P.Ferreira - Benfica
Desp.Aves - Sporting
U.Leiria - Marítimo
E.Amadora - Sp.Braga
FC Porto - Beira-Mar

Jornada 5
1/10/2006


Belenenses - Boavista
Académica - Nacional
V.Setúbal - P.Ferreira
Benfica - Desp.Aves
Sporting - U.Leiria
Marítimo - E.Amadora
Sp.Braga - FC Porto
Naval - Beira-Mar

Jornada 6
15/10/2006


Boavista - Naval
Nacional - Belenenses
P.Ferreira - Académica
Desp.Aves - V.Setúbal
U.Leiria - Benfica
E.Amadora - Sporting
FC Porto - Marítimo
Beira-Mar - Sp.Braga

Jornada 7
22/10/2006


Boavista - Nacional
Belenenses - P.Ferreira
Académica - Desp.Aves
V.Setúbal - U.Leiria
Benfica - E.Amadora
Sporting - FC Porto
Marítimo - Beira-Mar
Naval - Sp.Braga

Jornada 8
29/10/2006


Nacional - Naval
P.Ferreira - Boavista
Desp.Aves - Belenenses
U.Leiria - Académica
E.Amadora - V.Setúbal
FC Porto - Benfica
Beira-Mar - Sporting
Sp.Braga - Marítimo

Jornada 9
5/11/2006


Nacional - P.Ferreira
Boavista - Desp.Aves
Belenenses - U.Leiria
Académica - E.Amadora
V.Setúbal - FC Porto
Benfica - Beira-Mar
Sporting - Sp.Braga
Naval - Marítimo

Jornada 10
19/11/2006


P.Ferreira - Naval
Desp.Aves - Nacional
U.Leiria - Boavista
E.Amadora - Belenenses
FC Porto - Académica
Beira-Mar - V.Setúbal
Sp.Braga - Benfica
Marítimo - Sporting

Jornada 11
26/11/2006


P.Ferreira - Desp.Aves
Nacional - U.Leiria
Boavista - E.Amadora
Belenenses - FC Porto
Académica - Beira-Mar
V.Setúbal - Sp.Braga
Benfica - Marítimo
Naval - Sporting

Jornada 12
3/12/2006


Desp.Aves - Naval
U.Leiria - P. Ferreira
E.Amadora - Nacional
FC Porto - Boavista
Beira-Mar - Belenenses
Sp.Braga - Académica
Marítimo - V.Setúbal
Sporting - Benfica

Jornada 13
10/12/2006


Desp.Aves - U.Leiria
P. Ferreira - E.Amadora
Nacional - FC Porto
Boavista - Beira-Mar
Belenenses - Sp.Braga
Académica - Marítimo
V.Setúbal - Sporting
Naval - Benfica

Jornada 14
17/12/2006


Naval - U.Leiria
E.Amadora - Desp.Aves
FC Porto - P.Ferreira
Beira-Mar - Nacional
Sp.Braga - Boavista
Marítimo - Belenenses
Sporting - Académica
Benfica - V.Setúbal

Jornada 15
14/1/2007


U.Leiria - E.Amadora
Desp.Aves - FC Porto
P.Ferreira - Beira-Mar
Nacional - Sp.Braga
Boavista - Marítimo
Belenenses - Sporting
Académica - Benfica
V.Setúbal - Naval

Jornada 16
28/1/2007


Académica - V.Setúbal
Belenenses - Benfica
Boavista - Sporting
Nacional - Marítimo
P.Ferreira - Sp.Braga
Desp.Aves - Beira-Mar
U.Leiria - FC Porto
E.Amadora - Naval

Jornada 17
4/2/2007


Naval - Académica
V.Setúbal - Belenenses
Benfica - Boavista
Sporting - Nacional
Marítimo - P.Ferreira
Sp.Braga - Desp.Aves
Beira-Mar - U.Leiria
FC Porto - E.Amadora

Jornada 18
18/2/2007


Belenenses - Académica
Boavista - V.Setúbal
Nacional - Benfica
P.Ferreira - Sporting
Desp.Aves - Marítimo
U.Leiria - Sp.Braga
E.Amadora - Beira-Mar
FC Porto - Naval

Jornada 19
25/2/2007


Naval - Belenenses
Académica - Boavista
V.Setúbal - Nacional
Benfica - P.Ferreira
Sporting - Desp.Aves
Marítimo - U.Leiria
Sp.Braga - E.Amadora
Beira-Mar - FC Porto

Jornada 20
4/3/2007


Boavista - Belenenses
Nacional - Académica
P.Ferreira - V.Setúbal
Desp.Aves - Benfica
U.Leiria - Sporting
E.Amadora - Marítimo
FC Porto - Sp.Braga
Beira-Mar - Naval

Jornada 21
11/3/2007


Naval - Boavista
Belenenses - Nacional
Académica - P.Ferreira
V.Setúbal - Desp.Aves
Benfica - U.Leiria
Sporting - E.Amadora
Marítimo - FC Porto
Sp.Braga - Beira-Mar

Jornada 22
18/3/2007


Nacional - Boavista
P.Ferreira - Belenenses
Desp.Aves - Académica
U.Leiria - V.Setúbal
E.Amadora - Benfica
FC Porto - Sporting
Beira-Mar - Marítimo
Sp.Braga - Naval

Jornada 23
1/4/2007


Naval - Nacional
Boavista - P.Ferreira
Belenenses - Desp.Aves
Académica - U.Leiria
V.Setúbal - E.Amadora
Benfica - FC Porto
Sporting - Beira-Mar
Marítimo - Sp.Braga

Jornada 24
7/4/2007


P.Ferreira - Nacional
Desp.Aves - Boavista
U.Leiria - Belenenses
E.Amadora - Académica
FC Porto - V.Setúbal
Beira-Mar - Benfica
Sp.Braga - Sporting
Marítimo - Naval

Jornada 25
15/4/2007


Naval - P.Ferreira
Nacional - Desp.Aves
Boavista - U.Leiria
Belenenses - E.Amadora
Académica - FC Porto
V.Setúbal - Beira-Mar
Benfica - Sp.Braga
Sporting - Marítimo

Jornada 26
22/4/2007


Desp.Aves - P.Ferreira
U.Leiria - Nacional
E.Amadora - Boavista
FC Porto - Belenenses
Beira-Mar - Académica
Sp.Braga - V.Setúbal
Marítimo - Benfica
Sporting - Naval

Jornada 27
29/4/2007


Naval - Desp.Aves
P.Ferreira - U.Leiria
Nacional - E.Amadora
Boavista - FC Porto
Belenenses - Beira-Mar
Académica - Sp.Braga
V.Setúbal - Marítimo
Benfica - Sporting

Jornada 28
6/5/2007


U.Leiria - Desp.Aves
E.Amadora - P.Ferreira
FC Porto - Nacional
Beira-Mar - Boavista
Sp.Braga - Belenenses
Marítimo - Académica
Sporting - V.Setúbal
Benfica - Naval

Jornada 29
13/5/2007


U.Leiria - Naval
Desp.Aves - E.Amadora
P.Ferreira - FC Porto
Nacional - Beira-Mar
Boavista - Sp.Braga
Belenenses - Marítimo
Académica - Sporting
V.Setúbal - Benfica
Jornada 30
20/5/2007


E.Amadora - U.Leiria
FC Porto - Desp.Aves
Beira-Mar - P.Ferreira
Sp.Braga - Nacional
Marítimo - Boavista
Sporting - Belenenses
Benfica - Académica
Naval - V.Setúbal

# Artigo de Livre Indirecto
Publicado às 00:50



LIGA DE HONRA
Calendário 2006/2007


Jornada 1
27/8/2006


Gondomar - Olhanense
V.Guimarães - Vizela
Rio Ave - Varzim
Trofense - Penafiel
Estoril - Olivais e Moscavide
Feirense - Desp.Chaves
Leixões - Gil Vicente
Portimonense - Santa Clara

Jornada 2
10/9/2006


Olhanense - Portimonense
Vizela - Gondomar
Varzim - V.Guimarães
Penafiel - Rio Ave
Olivais e Moscavide - Trofense
Desp.Chaves - Estoril
Gil Vicente - Feirense
Santa Clara - Leixões

Jornada 3
17/9/2006


Olhanense - Vizela
Gondomar - Varzim
V.Guimarães - Penafiel
Rio Ave - Olivais e Moscavide
Trofense - Desp.Chaves
Estoril - Gil Vicente
Feirense - Santa Clara
Portimonense - Leixões

Jornada 4
24/9/2006


Vizela - Portimonense
Varzim - Olhanense
Penafiel - Gondomar
Olivais e Moscavide - V.Guimarães
Desp.Chaves - Rio Ave
Gil Vicente - Trofense
Santa Clara - Estoril
Leixões - Feirense

Jornada 5
1/10/2006


Vizela - Varzim
Olhanense - Penafiel
Gondomar - Olivais e Moscavide
V.Guimarães - Desp.Chaves
Rio Ave - Gil Vicente
Trofense - Santa Clara
Estoril - Leixões
Portimonense - Feirense

Jornada 6
15/10/2006


Varzim - Portimonense
Penafiel - Vizela
Olivais e Moscavide - Olhanense
Desp.Chaves - Gondomar
Gil Vicente - V.Guimarães
Santa Clara - Rio Ave
Leixões - Trofense
Feirense - Estoril

Jornada 7
22/10/2006


Varzim - Penafiel
Vizela - Olivais e Moscavide
Olhanense - Desp.Chaves
Gondomar - Gil Vicente
V.Guimarães - Santa Clara
Rio Ave - Leixões
Trofense - Feirense
Portimonense - Estoril

Jornada 8
29/10/2006


Penafiel - Portimonense
Olivais e Moscavide - Varzim
Desp.Chaves - Vizela
Gil Vicente - Olhanense
Santa Clara - Gondomar
Leixões - V.Guimarães
Feirense - Rio Ave
Estoril - Trofense

Jornada 9
5/11/2006


Penafiel - Olivais e Moscavide
Varzim - Desp.Chaves
Vizela - Gil Vicente
Olhanense - Santa Clara
Gondomar - Leixões
V.Guimarães - Feirense
Rio Ave - Estoril
Portimonense - Trofense

Jornada 10
19/11/2006


Olivais e Moscavide - Portimonense
Desp.Chaves - Penafiel
Gil Vicente - Varzim
Santa Clara - Vizela
Leixões - Olhanense
Feirense - Gondomar
Estoril - V.Guimarães
Trofense - Rio Ave

Jornada 11
26/11/2006


Olivais e Moscavide - Desp.Chaves
Penafiel - Gil Vicente
Varzim - Santa Clara
Vizela - Leixões
Olhanense - Feirense
Gondomar - Estoril
V.Guimarães - Trofense
Portimonense - Rio Ave

Jornada 12
3/12/2006


Desp.Chaves - Portimonense
Gil Vicente - Olivais e Moscavide
Santa Clara - Penafiel
Leixões - Varzim
Feirense - Vizela
Estoril - Olhanense
Trofense - Gondomar
Rio Ave - V.Guimarães

Jornada 13
10/12/2006


Desp.Chaves - Gil Vicente
Olivais e Moscavide - Santa Clara
Penafiel - Leixões
Varzim - Feirense
Vizela - Estoril
Olhanense - Trofense
Gondomar - Rio Ave
Portimonense - V.Guimarães

Jornada 14
17/12/2006


Portimonense - Gil Vicente
Santa Clara - Desp.Chaves
Leixões - Olivais e Moscavide
Feirense - Penafiel
Estoril - Varzim
Trofense - Vizela
Rio Ave - Olhanense
V.Guimarães - Gondomar

Jornada 15
14/1/2007


Gil Vicente - Santa Clara
Desp.Chaves - Leixões
Olivais e Moscavide - Feirense
Penafiel - Estoril
Varzim - Trofense
Vizela - Rio Ave
Olhanense - V.Guimarães
Gondomar - Portimonense

Jornada 16
28/1/2007


Olhanense - Gondomar
Vizela - V.Guimarães
Varzim - Rio Ave
Penafiel - Trofense
Olivais e Moscavide - Estoril
Desp.Chaves - Feirense
Gil Vicente - Leixões
Santa Clara - Portimonense

Jornada 17
4/2/2007


Portimonense - Olhanense
Gondomar - Vizela
V.Guimarães - Varzim
Rio Ave - Penafiel
Trofense - Olivais e Moscavide
Estoril - Desp.Chaves
Feirense - Gil Vicente
Leixões - Santa Clara

Jornada 18
18/2/2007


Vizela - Olhanense
Varzim - Gondomar
Penafiel - V.Guimarães
Olivais e Moscavide - Rio Ave
Desp.Chaves - Trofense
Gil Vicente - Estoril
Santa Clara - Feirense
Leixões - Portimonense

Jornada 19
25/2/2007


Portimonense - Vizela
Olhanense - Varzim
Gondomar - Penafiel
V.Guimarães - Olivais e Moscavide
Rio Ave - Desp.Chaves
Trofense - Gil Vicente
Estoril - Santa Clara
Feirense - Leixões

Jornada 20
4/3/2007


Varzim - Vizela
Penafiel - Olhanense
Olivais e Moscavide - Gondomar
Desp.Chaves - V.Guimarães
Gil Vicente - Rio Ave
Santa Clara - Trofense
Leixões - Estoril
Feirense - Portimonense

Jornada 21
11/3/2007


Portimonense - Varzim
Vizela - Penafiel
Olhanense - Olivais e Moscavide
Gondomar - Desp.Chaves
V.Guimarães - Gil Vicente
Rio Ave - Santa Clara
Trofense - Leixões
Estoril - Feirense

Jornada 22
18/3/2007


Penafiel - Varzim
Olivais e Moscavide - Vizela
Desp.Chaves - Olhanense
Gil Vicente - Gondomar
Santa Clara - V.Guimarães
Leixões - Rio Ave
Feirense - Trofense
Estoril - Portimonense

Jornada 23
1/4/2007


Portimonense - Penafiel
Varzim - Olivais e Moscavide
Vizela - Desp.Chaves
Olhanense - Gil Vicente
Gondomar - Santa Clara
V.Guimarães - Leixões
Rio Ave - Feirense
Trofense - Estoril

Jornada 24
7/4/2007


Olivais e Moscavide - Penafiel
Desp.Chaves - Varzim
Gil Vicente - Vizela
Santa Clara - Olhanense
Leixões - Gondomar
Feirense - V.Guimarães
Estoril - Rio Ave
Trofense - Portimonense

Jornada 25
15/4/2007


Portimonense - Olivais e Moscavide
Penafiel - Desp.Chaves
Varzim - Gil Vicente
Vizela - Santa Clara
Olhanense - Leixões
Gondomar - Feirense
V.Guimarães - Estoril
Rio Ave - Trofense

Jornada 26
22/4/2007


Desp.Chaves - Olivais e Moscavide
Gil Vicente - Penafiel
Santa Clara - Varzim
Leixões - Vizela
Feirense - Olhanense
Estoril - Gondomar
Trofense - V.Guimarães
Rio Ave - Portimonense

Jornada 27
29/4/2007


Portimonense - Desp.Chaves
Olivais e Moscavide - Gil Vicente
Penafiel - Santa Clara
Varzim - Leixões
Vizela - Feirense
Olhanense - Estoril
Gondomar - Trofense
V.Guimarães - Rio Ave

Jornada 28
6/5/2007


Gil Vicente - Desp.Chaves
Santa Clara - Olivais e Moscavide
Leixões - Penafiel
Feirense - Varzim
Estoril - Vizela
Trofense - Olhanense
Rio Ave - Gondomar
V.Guimarães - Portimonense

Jornada 29
13/5/2007


Gil Vicente - Portimonense
Desp.Chaves - Santa Clara
Olivais e Moscavide - Leixões
Penafiel - Feirense
Varzim - Estoril
Vizela - Trofense
Olhanense - Rio Ave
Gondomar - V.Guimarães
Jornada 30
20/5/2007


Santa Clara - Gil Vicente
Leixões - Desp.Chaves
Feirense - Olivais e Moscavide
Estoril - Penafiel
Trofense - Varzim
Rio Ave - Vizela
V.Guimarães - Olhanense
Portimonense - Gondomar

# Artigo de Livre Indirecto
Publicado às 00:37


Terça-feira, Julho 11, 2006

TOUR DE FRANCE
Etapa 9

» Óscar Freire vence pela segunda vez, Honchar segue de amarelo


Foto REUTERS

A nona etapa do Tour, que ligou Bordéus a Dax num percurso de 169,5 quilómetros, foi hoje ganha ao sprint pelo ciclista espanhol Óscar Freire, da Rabobank. Na última etapa plana antes da entrada nas montanhas dos Pirinéus, voltou a assistir-se a uma fuga, sendo os três ciclistas escapados apanhados pelo pelotão a cerca de três quilómetros e meio da meta. As equipas dos sprinters posicionaram-se para a luta à chegada à meta e, nos últimos metros, Óscar Freire superiorizou-se a todos os outros com uma excelente arrancada, proprocionando, juntamente com Robbie McEwen (Davitamon-Lotto), Erik Zabel (Milram) e Tom Boonen (Quick-Step) - respectivamente segundo, terceiro e quarto classificados -, a melhor chegada ao sprint até à data na presente edição da Volta a França. Contudo, McEwen poderá ser desclassificado da etapa de hoje, já que, aparentemente, realizou um sprint irregular, com uma mudança súbita de direcção e um encosto a Freire. Quanto à classificação geral, Serhiy Honchar (T-Mobile) manteve o primeiro posto, com um minuto de vantagem sobre o segundo classificado, Floyd Landis (Phonak), e um minuto e oito segundos sobre o terceiro, Michael Rogers (T-Mobile).

José Azevedo, o ciclista português da Discovery Channel, terminou a etapa integrado no pelotão, passando a linha da meta no 76º lugar. Na classificação geral, subiu um posto, encontrando-se agora na 32ª posição, ainda com quatro minutos e nove segundos de diferença para o líder, Serhiy Honchar.

A etapa de amanhã do Tour marca o primeiro dia de montanha da edição deste ano, ligando Cambo-les-Bains a Pau numa extensão total de 190,5 quilómetros. A etapa incluirá dois sprints bonificados e três contagens de montanha - o Col d'Osquich (terceira categoria), o Col de Soudet (categoria especial) e o Col de Marie Blanque (primeira categoria). Provavelmente, será ainda um pouco cedo para grandes ataques dos favoritos mas certamente que muitos ciclistas começarão a ficar para trás, incluindo talvez alguns que ainda pertençam ao lote de possíveis vencedores da Volta a França.

# Artigo de Margarida Martins
Publicado às 16:38


Domingo, Julho 09, 2006

MUNDIAL'2006
Itália sagra-se campeã mundial

» Penáltis valem quarto título à Squadra Azurra


Fotos ASSOCIATED PRESS

Tetra. A Itália derrotou esta noite a França, no desempate por pontapés da marca de grande penalidade, depois de uma igualdade a um golo ao fim de 120 minutos, e assegurou a reconquista do título mundial que lhe fugia desde 1982.
Fabio Grosso apontou o penálti decisivo e a partida ficou ainda marcada pela expulsão inqualificável de Zinedine Zidane, que hoje fez o último jogo da sua carreira.

Os dois treinadores repetiram os onzes utilizados nas semi-finais e a França entrou praticamente a ganhar. Numa das primeiras jogadas do encontro, aos 6 minutos, Malouda foi desviado ao de leve na área por Materazzi e o argentino Horácio Elizondo apontou para a marca da grande penalidade. Na conversão do castigo máximo, Zidane não se fez rogado e inaugurou o marcador com alguma sorte à mistura, visto a panenkada ter saído demasiado alta - bateu na trave e ressaltou no solo para lá da linha de baliza.
Em vantagem, os franceses passaram a ocupar melhor os espaços defensivos e a Itália passou por algumas dificuldades para chegar com perigo à baliza de Barthez. Contudo, restabeleceu o empate aos 19 minutos, por intermédio de Materazzi, que saltou (literalmente) nas costas de Vieira e cabeceou para o fundo das redes, após canto cobrado na direita por Pirlo. Mais tarde, já depois das duas equipas se terem encaixado uma na outra, a mesma receita só não resultou no segundo golo dos transalpinos porque Luca Toni acertou em cheio na trave.

No segundo tempo, a França controlou as operações, não se ressentindo sequer da lesão de Patrick Vieira, que foi substituído por Diarra. Titi Henry dispôs da única verdadeira oportunidade de golo da segunda parte, ao rematar à figura de Buffon depois de um bom trabalho sobre Cannavaro. Do outro lado, a Itália respondeu novamente de bola parada e chegou mesmo a marcar, embora o golo tivesse sido anulado por fora-de-jogo de Luca Toni.

Não houve qualquer alteração no marcador e o jogo foi naturalmente para prolongamento. Aí, a selecção gaulesa voltou a mostrar mais futebol. Ribéry tabelou bem com Malouda e ficou a centímetros do golo, enquanto Zidane, minutos depois, obrigou Buffon à defesa da noite.
Se aos 104 minutos esteve perto do céu, quatro minutos depois Zizou desceu ao inferno, agredindo violentamente Materazzi e despedindo-se do futebol profissional da pior forma. Incrível...

No desempate por penáltis, os pupilos de Lippi levaram a melhor. Pirlo, Materazzi, De Rossi, Del Piero não falharam, ao passo que David Trezeguet acertou na trave da baliza defendida pelo companheiro de equipa Buffon. Coube a Fabio Grosso a responsabilidade de oferecer o quarto título mundial à selecção italiana e o lateral-esquerdo que já havia tido papel preponderante na passagem à final não falhou. Itália é a nova campeã.

» MUNDIAL'2006
Final


ITÁLIA *1-1 França (a.p.) (*5-3 nas g.p.)
(Materazzi, 19'; Zidane, gp, 7')

# Artigo de Da Rocha
Publicado às 21:49



BLOGOBOLA MUNDIAL
Classificação Final

» Bruno Rocha vence passatempo, Pipos e NhoPuxim fecham pódio

64 jogos depois, está encontrado o grande vencedor da edição do 'BlogoBola Mundial': Bruno Rocha.

O concorrente leiriense, já experiente nestas andanças, não tivesse sido ele o mentor de um passatempo semelhante no seu blog, assumiu a liderança do 'BlogoBola Mundial' já no decorrer dos oitavos-de-final e não mais a largou, deixando para trás a feroz concorrência do Pipos, que liderou durante toda a primeira fase mas deu-se mal com a chegada dos jogos a eliminar e terminou com mais 4 pontos que o vencedor.

Em terceiro, embora destacada dos demais (o trio da frente foi o mesmo durante toda a segunda fase), ficou a NhoPuxim, com 45 pontos, menos 7 que o , quarto classificado, e menos 8 que o Zeist B Skool, quinto. O Hugo Marinho não teve tanta sorte como quando venceu o 'Caravaggio Somos Nós' e ficou-se pelo sexto lugar, ao passo que Hk e Leão da Estrela foram os sétimos classificados. O Grande Domínio acabou no oitavo posto, o Carlos em nono e coube ao Marx o último lugar do Top-10.

BlogoBola Mundial
Classificação Final



# Artigo de Livre Indirecto
Publicado às 21:43



TOUR DE FRANCE
Etapa 8

» Cazati ganha após uma fuga, Honchar mantém a camisola amarela


Foto AP

A etapa de hoje da Volta a França – oitava da presente edição – foi ganha pelo ciclista francês Sylvan Calzati, da Ag2r, em sequência de uma fuga bem sucedida. Com início em Saint-Méen-le-Grand e fim em Lorient, esta etapa com uma extensão total de 181 quilómetros começou por proporcionar a fuga a seis ciclistas, entre os quais se encontravam Cazati, Mathias Kessler (T-Mobile) e David Zabriskie (CSC). Contudo, a pouco mais de trinta quilómetros da meta, Cazati atacou e deixou os seus companheiros de fuga sem capacidade de resposta, tal o andamento que conseguiu impor. Entretanto, o grupo de perseguidores dividiu-se, com Zabriskie, Kessler e Aerts (Davitamon-Lotto) a ficaram para trás enquanto Carlstrom (Liquigas) e Halgand (Crédit Agricole) continuaram na perseguição ao ciclista escapado. A cerca de dezassete quilómetros, o pelotão conseguiu alcançar o trio de ciclistas que tinham ficado para trás mas depois não conseguiu mostrar argumentos para anular totalmente a fuga. Lá na frente, Calzati continuava a dar o tudo por tudo e, desse modo, conseguiu chegar à meta com dois minutos e cinco segundos de vantagem sobre Carlstrom e Halgand e dois minutos e quinze sobre o pelotão. Na luta pelas bonificações de chegada à meta do pelotão, Robbie McEwen (Davitamon-Lotto) superiorizou-se a todos os outros e conquistou a quarta posição na etapa, aumentando a sua vantagem para Tom Boonen (Quick-Step) na luta pela camisola verde. Apesar da excelente etapa realizada por Calzati e da vantagem que alcançou, nos primeiros postos da classificação geral não houve alterações: Honchar (T-Mobile) continua em primeiro lugar, com um minuto de vantagem sobre Floyd Landis (Phonak) e um minuto e oito segundos sobre Michael Rogers (T-Mobile).

O ciclista português José Azevedo (Discovery Channel) terminou a etapa integrado no pelotão, mais concretamente na 96ª posição, mantendo o 33º posto na classificação geral, a quatro minutos e nove segundos do camisola amarela.

Amanhã, não há etapa já que o Tour cumpre o seu primeiro dia de descanso. Na terça-feira, reinicia-se a prova com uma etapa ainda plana mas já em direcção aos Pirinéus, ligando Bordéus a Dax através de um percurso de 169,5 quilómetros, com apenas três sprints bonificados e sem qualquer contagem de montanha.

# Artigo de Margarida Martins
Publicado às 16:29



MUNDIAL'2006
Alemanha fica com o terceiro lugar

» Portugal despede-se em quarto


Fotos GETTY IMAGES SPORT

Terminou em Estugarda uma das melhores campanhas de Portugal numa fase final de um Campeonato do Mundo. A selecção portuguesa despediu-se da Alemanha com uma derrota (1-3) frente aos anfitriões da prova, no jogo de atribuição dos terceiro e quarto lugares, e o bronze acabou por ficar com os comandados de Jürgen Klinsmann. O encontro ficou ainda marcado pelas despedidas do futebol internacional de Luís Figo, Pedro Pauleta e... Oliver Kahn.

Scolari apresentou uma alteração de última hora, deixando Figo no banco em detrimento de Simão Sabrosa, e Portugal começou o jogo encostado ao seu último reduto, pressionado pelos alemães. No entanto, aos poucos a equipa soltou-se e acabou por dispor da primeira grande ocasião de golo da partida ainda antes de terminado o primeiro quarto-de-hora, quando Pauleta se isolou mas não conseguiu desfeitear Kahn.
Com o passar dos minutos, deu para perceber que o cansaço acumulado impedia muitos jogadores de recuperar rapidamente no terreno, o que originou lances perigosos do ataque da Mannschaft, obrigando Ricardo a aplicar-se em duas situações.

Na etapa complementar, já com Petit em vez de Costinha, Portugal parecia querer pegar no jogo. No entanto do outro lado havia um endiabrado Schweinsteiger que ainda não tinha aparecido no encontro mas que viria a ser o homem-do-jogo. Schweinsteiger inaugurou o marcador aos 56 minutos, contando com a colaboração de Ricardo, e, cinco minutos depois, teve papel preponderante no segundo golo, cobrando um livre que Petit desviou ao de leve para a sua própria baliza.
Portugal viu-se assim, sem mais nem menos, a perder por dois golos de diferença e reagiu bem à desvantagem, especialmente depois da entrada de Nuno Gomes, seguida de Luís Figo. Contudo, foi novamente Schweinsteiger que, de fora da área, encontrou o caminho das redes de Ricardo, fortuna que Cristiano Ronaldo não teve minutos depois, na cobrança de um livre.
Até final, a selecção portuguesa procurou o golo de honra e acabou por o conseguir a dois minutos dos noventa. Num dos últimos lances de quinas ao peito, Figo serviu na perfeição Nuno Gomes e o ponta-de-lança menos utilizado por Scolari nesta fase final reencontrou-se com os golos ao serviço da selecção. Do mal o menos...

Agora, finda (ou quem sabe em stand-by) a melhor fase de sempre do futebol português, há que começar já a preparar, de preferência com Scolari ao leme, o apuramento para o Euro'2008, que será organizado conjuntamente por Suíça e Áustria. No que diz respeito a Mundiais, daqui a quatro anos há mais, na África do Sul.

» MUNDIAL'2006
3º e 4º lugares


ALEMANHA 3-1 Portugal
(Schweinsteiger, 56', 78', Petit, ag, 61'; Nuno Gomes, 88')

# Artigo de Da Rocha
Publicado às 01:17


Sábado, Julho 08, 2006

TOUR DE FRANCE
Etapa 7

» Honchar vence o contra-relógio e conquista a camisola amarela


Foto AP

A sétima etapa da Volta a França, disputada hoje, foi ocupada pelo primeiro contra-relógio dos dois a serem disputados na edição deste ano, tendo sido ganha por Serhiy Honchar, o ciclista ucraniano da T-Mobile, com o tempo de uma hora, um minuto e quarenta e três segundos, permitindo-lhe, desse modo, conquistar a camisola amarela. Num percurso de cinquenta e dois quilómetros em terreno plano, a ligação entre Saint-Grégoire e Rennes começou a definir os verdadeiros favoritos à edição deste ano, com Bobby Julich (CSC) e Levy Leipheimer (Gerolsteiner) a constituírem os destaques pela negativa: o primeiro, após uma queda, foi obrigado a desistir, enquanto que o segundo, apontado como possível vencedor do Tour após ter vencido a edição deste ano da Dauphine-Liberé, perdeu demasiado tempo (seis minutos e cinco segundos!) para, em condições normais, poder lutar pela liderança da corrida. Por outro lado, Floyd Landis (Phonak) mostrou-se em boa forma, conseguindo o segundo posto no contra-relógio a um minuto e um segundo de Honchar, assim como Michael Rogers (T-Mobile), com o quarto tempo, a um minuto e vinte e quatro segundos, Andreas Kloden (T-Mobile), oitavo classificado com mais um minuto e quarenta e três segundos, Denis Menchov (Rabobank), no nono posto da etapa, a um minuto e quarenta e quatro segundos do vencedor, e ainda Christophe Moreau (Ag2r), com o décimo quinto tempo, a dois minutos e três segundos. Quanto a outro dos favoritos, George Hincapie, da Discovery Channel, conseguiu o vigésimo quarto tempo, perdendo dois minutos e quarenta e dois segundos para Honchar, sendo que, apesar de ter estado abaixo do esperado, não é um resultado comprometedor para as suas aspirações. Já Iban Mayo, da Euskatel–Euskadi, voltou a confirmar que os contra-relógios não são o seu forte, ficando-se pelo octogésimo segundo tempo, a cinco minutos e trinta e sete segundos do melhor tempo.

Na classificação geral, como já foi referido, Serghiy Honchar assumiu a liderança, com Floyd Landis a subir à segunda posição, a um minuto do camisola amarela, e Michael Rogers a manter o terceiro posto, com um minuto e oito segundos de diferença para o líder. Na classificação por equipas, a T-Mobile subiu ao primeiro lugar, beneficiando do facto de, na etapa de hoje, ter terminado com quatro ciclistas entre os dez primeiros.

Quanto a José Azevedo, da Discovery Channel, o ciclista português conseguiu apenas o quadragésimo segundo tempo, a três minutos e cinquenta e cinco segundos do vencedor do contra-relógio, ficando inclusivamente atrás de Tom Boonen (Quick-Step), que, como sprinter, surpreendeu pelo seu tempo. Contudo, a prestação de Azevedo neste contra-relógio, apesar de não ter sido brilhante, não compromete uma boa participação no Tour deste ano, esperando-se que nas montanhas possa recuperar algum do tempo hoje perdido. Na classificação geral, encontra-se agora no trigésimo terceiro posto, a quatro minutos e nove segundos do camisola amarela.

A etapa de amanhã, a última antes do primeiro dia de descanso do Tour, terá início em Saint-Meen-le-Grand e terminará em Lorient, depois de percorrer 181 quilómetros, durante os quais haverá três sprints bonificados e quatro contagens de montanha – uma de terceira categoria e as restantes de quarta categoria.

# Artigo de Margarida Martins
Publicado às 17:05


Sexta-feira, Julho 07, 2006

TOUR DE FRANCE
Etapa 6

» McEwen vence pela terceira vez, Boonen continua de amarelo


Foto REUTERS

A sexta etapa do Tour, disputada entre Lisieux e Vitré, foi ganha ao sprint pelo australiano Robbie McEwen, da Davitamon-Lotto, que, deste modo, aumentou para três o número de etapas vencidas na edição deste ano e igualou o seu melhor registo nesta prova. Numa etapa um pouco mais curta do que as dos dias anteriores, assistiu-se novamente a uma fuga de um grupo de ciclistas, que, contudo, foram apanhados pelo pelotão já a poucos quilómetros da meta, à semelhança do sucedido nas outras etapas desta primeira semana da Volta a França. Na luta ao sprint, McEwen voltou a não dar hipóteses à concorrência, deixando Daniele Bennati (Lampre) e Tom Boonen (Quick-Step) para trás, no segundo e terceiro posto, respectivamente. Esta vitória permitiu ao ciclista australiano cimentar a liderança na classificação dos pontos, começando a parecer difícil alguém lhe roubar a camisola verde em condições normais, tendo em conta o excelente momento de forma que atravessa. Quanto a Tom Boonen, conseguiu manter a liderança na classificação geral, enquanto que a bonificação pela vitória permitiu a McEwen subir à segunda posição da geral, a doze segundos do líder, e Michael Rogers (T-Mobile) desceu para o terceiro posto, a vinte e um segundos da frente.

José Azevedo, da Discovery Channel, foi o 83º ciclista a cruzar a linha de meta na etapa de hoje, mantendo o 27º posto da geral, agora a cinquenta e três segundos do camisola amarela.

A etapa de amanhã constituirá o primeiro contra-relógio individual da Volta a França 2006, apresentando uma extensão de cinquenta e dois quilómetros e fazendo a ligação entre Saint-Grégoire e Rennes. De acordo com a descrição do percurso no site oficial da prova, o contra-relógio terá uma primeira parte em estradas algo estreitas e com alguns desníveis, enquanto que a segunda parte será mais plana e em estradas mais largas. Não sendo decisiva para a classificação final, a etapa de amanhã começará a definir o grupo de ciclistas que terão, de facto, possibilidades de lutar pela vitória final, para além de prometer grandes alterações na classificação geral e um novo camisola amarela no seu final.

# Artigo de Margarida Martins
Publicado às 16:13



BLOGOBOLA MUNDIAL
Segunda Fase (4)

BlogoBola Mundial

BlogoBola Mundial
Segunda Fase - Final e 3º/4º lugar


63: Alemanha (-) Portugal
64: Itália (-) França

Classificação: (link)

Regulamento: (link)

# Artigo de Livre Indirecto
Publicado às 11:04


Quinta-feira, Julho 06, 2006

TOUR DE FRANCE
Etapa 5

» Óscar Freire conquista etapa, Boonen segura a camisola amarela


Foto AP

A etapa de hoje da Volta a França, que ligou Beauvais a Caen, foi ganha ao sprint pelo ciclista espanhol Óscar Freire, da Rabobank. À semelhança do que aconteceu nos dias anteriores, esta foi uma etapa calma e sem grandes dificuldades, com dois ciclistas a andarem em fuga durante grande parte do percurso, sendo depois apanhados a cerca de dois quilómetros da meta. Com o pelotão preparado para o sprint, Óscar Freire surpreendeu tudo e todos nos últimos metros ao surgir pelo lado direito, arrancando vitoriosamente para a meta e superiorizando-se a Tom Boonen (Quick-Step), segundo classificado, e Iñaki Isasi (Euskatel - Euskadi), terceiro classificado. Deste modo, o belga Tom Boonen conseguiu manter a camisola amarela para um terceiro dia consecutivo, com Michael Rogers (T-Mobile) a permanecer no segundo posto a treze segundos e Óscar Freire a assumir o terceiro lugar a dezassete segundos do líder, já que a vitória nesta etapa o coloca em vantagem sobre George Hincapie, da Discovery Channel, que tem a mesma diferença de tempo para o camisola amarela. Ainda assim, o segundo lugar na chegada à meta de Boonen não foi suficiente para recuperar a camisola verde, com Robbie McEwen (Davitamon-Lotto) a mantê-la por apenas um ponto de vantagem.

José Azevedo, o ciclista português da Discovery Channel, terminou a etapa em 91º lugar mas com o mesmo registo do vencedor, já que estava integrado no pelotão. Na classificação geral, ocupa agora a 27ª posição, com quarenta e três segundos de desvantagem para o camisola amarela, Tom Boonen.

A etapa de amanhã, a sexta da edição deste ano do Tour, terá uma extensão de 189 quilómetros, partindo de Lisieux e terminando em Vitré e apresentando três sprints bonificados e uma contagem de montanha de terceira categoria.

# Artigo de Margarida Martins
Publicado às 17:04



MUNDIAL'2006
França bate Portugal de penálti

» Sonho português termina em Munique


Fotos REUTERS

Terminou ao pés da experiente selecção francesa a caminhada de Portugal neste Mundial'2006. Numa meia-final equilibrada, nenhuma equipa se conseguiu superiorizar e o resultado mais justo até seria um empate, mas acabou por ser a grande penalidade convertida por Zidane a ditar o desfecho da eliminatória.

Scolari e Domenech não surpreenderam ninguém e fizeram alinhar de início os jogadores que se previam. Portugal entrou mais afoito e criou o primeiro lance de perigo por intermédio de Deco, ao qual se seguiu um remate de fora da área de Maniche que levou algum perigo à baliza de Barthez.
A França respondeu através do seu flanco esquerdo, primeiro por Malouda e depois por Henry, e chegou à vantagem - decisiva - à passagem da meia hora de jogo. Ricardo Carvalho tenta antecipar-se a Henry mas acaba por tocar o pé de apoio do francês, que, "mergulhador" como os outros que têm a fama, aproveitou para se deixar cair e ganhar a grande penalidade que Jorge Larrionda se prontificou a assinalar. Na conversão, Zidane colocou os gauleses com um pé na grande final, de nada valendo o estiranço de Ricardo, que ainda adivinhou o lado.
Três minutos depois, novo lance polémico, desta feita na área contrária. Figo cruzou da direita e Cristiano Ronaldo sofreu um ligeiro empurrão de Sagnol quando se fazia ao cruzamento. Tal como Henry, aproveitou para lucrar com a situação, só que Larrionda mandou jogar. A decisão aceita-se, mas salienta-se a mudança repentina de critério.

Na etapa complementar só houve futebol durante o primeiro quarto-de-hora. Henry até dispôs da melhor ocasião, fruto de um passe errado de Figo, mas foi Portugal que partiu em busca do prejuízo, sempre mais com o coração do que com a cabeça.
Scolari mexeu então na equipa, fazendo praticamente as mesmas mudanças que fez frente à Inglaterra, mas Portugal não mostrava argumentos para surpreender a defensiva gaulesa. Até que, aos 77 minutos, num livre de Ronaldo que pôs a nu todas as fragilidades de Barthez, Figo teve na cabeça uma oportunidade de ouro para relançar a turma das quinas. Cabeceou por cima e deitou por terra a última réstia de esperança de todo um povo...

Em suma, os portugueses caíram de pé e hipotecaram as hipóteses de atingir a grande final no dia em que talvez menos o merecessem, no dia em que mostraram melhores processos de jogo - pese a inoperância de alguns elementos, como Pauleta ou Deco -, mas também no dia em que os deuses do futebol não quiseram nada connosco. Estão no seu direito. Não vamos a Berlim, vamos antes a Estugarda. Para igualar os Magriços.

» MUNDIAL'2006
Meias-Finais


Portugal 0-1 FRANÇA
(Zidane, gp, 33')

# Artigo de Da Rocha
Publicado às 00:17


Quarta-feira, Julho 05, 2006

MUNDIAL'2006
Portugal - França

» Acabou o sonho. França ruma a Berlim



Portugal 0-1 FRANÇA
(Zidane, gp, 33')

///// Acabou o sonho de atingir a final do Mundial'2006. Portugal voltou a perder com a França (0-1) e tem agora que se contentar com a luta pelo terceiro e quarto lugares.
Zidane marcou, de penálti, o único golo da partida e vai despedir-se do futebol no Olímpico de Berlim, frente à Itália.
À selecção portuguesa resta agora tentar igualar o feito conseguido pelos Magriços em 1966.

90+5' - Termina o jogo no Allianz Arena. Portugal tentou nos últimos minutos fazer aquilo que não fez em 90 e até Ricardo acabou o encontro na área contrária.

90+2' - O canto do cisne. Hélder Postiga amortece para Fernando Meira, que já está na frente a jogar a ponta-de-lança, mas este remata muito por cima.

87' - Dois minutos depois de ter entrado em campo, Saha foi já amarelado, devido a uma falta dura sobre Figo.

85' - Última substituição do jogo: Henry por Saha.

83' - Cartão amarelo para Ricardo Carvalho, que assim fica de fora do próximo jogo. O defesa português cometeu falta sobre Wiltord, que parece ter partido de posição irregular.

77' - Oportunidade incrivelmente desperdiçada por Figo. Cristiano Ronaldo cobrou um livre em posição frontal que Barthez não conseguiu segurar e o capitão português, com a baliza completamente à sua mercê, cabeceou por cima.

75' - Última substituição na equipa portuguesa: Costinha deu o seu lugar a Hélder Postiga.

73' - Nova alteração nos franceses: saiu Ribéry e entrou Govou. Domenech continua a refrescar a sua linha da frente.

70' - Primeira substituição na selecção gaulesa: Wiltord entrou em vez de Malouda.

68' - Segunda substituição na equipa portuguesa: sai Pauleta e entra Simão Sabrosa. Ronaldo passa a ser o ponta-de-lança.

62' - Substituição na equipa portuguesa: saiu Miguel, lesionado, e entrou Paulo Ferreira.

53' - Aleluia! Pauleta rodou bem sobre si mesmo e rematou às malhas laterais da baliza de Barthez. E está narrado o único lance digno de registo protagonizado pelo açoriano...

48' - Erro de Figo quase resulta no segundo golo da França. Henry ganhou espaço e disparou com muito perigo, valendo a defesa de Ricardo.

Bom jogo na Arena de Munique. Portugal está a mostrar mais futebol do que o que mostrou frente à Inglaterra, apesar de existirem alguns elementos em sub-rendimento. A França chega ao intervalo em vantagem mas sem o merecer, já que não foi melhor que a selecção portuguesa em nenhum dos aspectos do jogo.

36' - Cristiano Ronaldo cai na grande área francesa após cruzamento de Figo. O extremo português sofreu um empurrão de Sagnol, mas desta vez Larrionda teve dúvidas e mandou jogar. Ficam dúvidas.

33' - GOLO DA FRANÇA. Na transformação do castigo máximo, Zinedine Zidane inaugurou o marcador, rematando para o lado direito de Ricardo, que ainda adivinhou o lado.

32' - Grande penalidade para a França. Henry roda bem sobre Ricardo Carvalho e, após ser tocado no pé de apoio, caiu dentro da grande área, "cavando" um penálti que Larrionda não teve dúvidas em assinalar.

» MUNDIAL'2006 | Meias-Finais
| World Cup FIFA Stadium - Allianz Arena, em Munique
| Árbitro: Jorge Larrionda (Uruguai)


PORTUGAL (4x3x3):
1 Ricardo; 13 Miguel, 5 Fernando Meira, 16 Ricardo Carvalho, 14 Nuno Valente; 6 Costinha, 18 Maniche, 20 Deco; 7 Luís Figo, 17 Cristiano Ronaldo, 9 Pauleta

FRANÇA (4x2x3x1):
16 Fabien Barthez; 19 Willy Sagnol, 15 Lilian Thuram, 5 William Gallas, 3 Eric Abidal; 6 Claude Makelele, 4 Patrick Vieira; 22 Franck Ribéry, 10 Zinedine Zidane, 7 Florent Malouda; 12 Thierry Henry

# Artigo de Livre Indirecto
Publicado às 21:56



TOUR DE FRANCE
Etapa 4

» McEwen volta a vencer, Tom Boonen mantém a camisola amarela


Foto REUTERS

A quarta etapa do Tour foi hoje ganha ao sprint por Robbie McEwen (Davitamon-Lotto), que juntou a esta vitória a conquista da camisola verde. Numa etapa que ligou Hui a Saint-Quentin, numa extensão de 207 quilómetros, mas que teve pouca história, um grupo de cinco ciclistas andou em fuga até cerca de dois quilómetros da meta mas, na verdade, nunca conseguiu uma vantagem considerável. Com as equipas dos sprinters a trabalharem nos metros finais, a chegada à meta acabou por desiludir um pouco já que McEwen, numa grande arrancada, venceu toda a concorrência com (aparente) facilidade e passou a linha de chegada com alguns metros de vantagem sobre Isaac Galvez (Caisse d’Epargne – Illes Balears) e Óscar Freire (Rabobank), respectivamente segundo e terceiro classificados. Ainda não foi hoje que a edição de este ano do Tour teve uma chegada ao sprint ao nível do que nos habituou em anos anteriores… Quanto à classificação geral, foi um dia com poucas alterações, com Tom Boonen, da Quick-Step, a manter-se de camisola amarela com um segundo de vantagem sobre Michael Rogers (T-Mobile) e cinco sobre George Hincapie (Discovery Channel).

Quanto a José Azevedo, o ciclista português da Discovery Channel terminou a etapa na 76ª posição, tendo descido para o 30º lugar na classificação geral mas mantendo a diferença de trinta e um segundos para o líder, Tom Boonen.

A etapa de amanhã da Volta a França, com 225 quilómetros, sairá de Beauvais e terminará em Caen, apresentando quatro contagens de montanha de quarta categoria e três sprints bonificados ao longo do seu percurso.

# Artigo de Margarida Martins
Publicado às 16:18


Terça-feira, Julho 04, 2006

MUNDIAL'2006
Itália supera Alemanha

» Minuto dourado vale presença na grande final

A Itália é a primeira finalista do Mundial'2006. No Westfalenstadion, a Squadra Azurra superou a anfitriã Alemanha, com golos de Grosso e Del Piero no último minuto do prolongamento, e ganhou o direito a disputar a final de Berlim do próximo domingo, onde irá defrontar o vencedor do confronto entre Portugal e França.

Klinsmann fez alinhar Kehl no lugar do castigado Frings e deixou Bastian Schweinsteiger no banco, reforçando a linha média com a presença de Tim Borowski. Lippi, por seu turno, apresentou praticamente o mesmo onze que afastou a Ucrânia, notando-se apenas o regresso à titularidade de Materazzi, que cumpriu castigo na ronda anterior.

Numa partida muito táctica, com marcações muito rígidas, os primeiros 45 minutos foram pouco atractivos e jogou-se demasiado sobre o meio-campo. A Itália foi mais equipa, explanou melhor o seu jogo e só não marcou primeiro porque Perrotta, isolado perante Lehmann, adiantou a bola em demasia e perdeu a hipótese de rematar com êxito. Estávamos com 15 minutos de jogo e foi preciso esperar mais 20 para surgir nova ocasião de perigo para uma das balizas, neste caso junto à italiana: Pirlo perdeu a bola na zona central, Podolski abriu na direita em Bernd Schneider e este, isolado, rematou por cima da trave da baliza à guarda de Buffon.

No segundo tempo, o jogo ameaçou melhorar nos primeiros minutos, mas ficou-se mesmo por aí... pelas ameaças. Klose e Podolski dispuseram das únicas ocasiões de golo de toda a segunda metade, com Gigi Buffon a opor-se com classe em ambas as situações.
Já com a cabeça no tempo-extra, Klinsmann e Lippi lançaram dois trunfos no decorrer do último quarto de hora. Odonkor rendeu Schneider, Luca Toni foi substituído por Gilardino e o jogo foi com toda a naturalidade para prolongamento.

Em meia hora de prolongamento, houve mais futebol que no restante tempo de jogo. Logo a abrir, Gilardino e Zambrotta acertaram nos ferros, deixando o aviso que os transalpinos não queriam decidir tudo nas grandes penalidades.
A Mannschaft reagiu por intermédio de Podolski, que obrigou Buffon a uma grande defesa, mas os germânicos sofreram um rude golpe no decorrer do último minuto do tempo-extra, quando já toda a gente pensava nos penáltis. Fábio Grosso colocou a Itália com os dois pés na final, com um remate de belo efeito na sequência de um pontapé de canto, e Alessi Del Piero fixou o resultado final na última jogada do encontro, concluindo na cara de Lehmann um excelente lance de contra-ataque.

» MUNDIAL'2006
Meias-Finais


Alemanha 0-2 ITÁLIA (a.p.)
(Grosso, 119', Del Piero, 120')

# Artigo de Da Rocha
Publicado às 22:33



TOUR DE FRANCE
Etapa 3

» Mathias Kessler vence, Tom Boonen conquista a camisola amarela


Foto REUTERS

A etapa de hoje do Tour de França, que ligou Esch-sur-Alzette a Valkenburg, teve como vencedor Mathias Kessler (T-Mobile), o qual, depois de ontem ter sido apanhado quase em cima da meta, voltou a tentar a sua sorte e escapou do pelotão a pouco mais de dois quilómetros do final. Também nessa altura o ciclista espanhol José Luis Arrieta (Ag2r) foi finalmente apanhado pelo pelotão, depois de ter integrado a grande fuga da etapa com quatro outros ciclistas, que entretanto já haviam ficado para trás. Quanto à chegada do pelotão à meta, este registou uma diferença de cinco segundos para o vencedor Mathias Kessler, com Michael Rogers (T-Mobile) e Daniele Benatti (Lampre) a cruzarem a meta em segundo e terceiro lugar, respectivamente. Tom Boonen, da Quickstep,ao terminar a etapa na quarta posição, conquistou a camisola amarela, com um segundo de vantagem sobre Rogers e cinco sobre George Hincapie (Discovery Channel), e ainda a camisola verde, dos pontos de sprint.

Contudo, a terceira etapa da Volta a França ficou marcada pela desistência de Alejandro Valverde (Caisse d'Epargne-Illes Balears), um dos favoritos à vitória final depois da exclusão de Ivan Basso e Jan Ullrich da prova. Numa queda a cerca de vinte quilómetros do final, Valverde terá partido a clavícula, tornando assim impossível a sua continuação em prova e deixando o lote dos favoritos ainda mais desfalcado.

José Azevedo, da equipa Discovery Channel, concluiu a etapa de hoje na 35ª posição, integrado no primeiro pelotão e perdendo, como tal, cinco segundos para o vencedor. Na geral, o ciclista português ocupa agora o 28º sétimo posto, a trinta e um segundos do camisola amarela.

A quarta etapa do Tour, a ser disputada amanhã, parte de Hui, na Bélgica, e termina em Saint-Quentin, já em França. Ao longo dos seus 207 quilómetros, os ciclistas terão duas contagens de montanha (uma de terceira categoria e outra de quarta categoria, ambas na primeira metade da etapa) e três sprints bonificados.

# Artigo de Margarida Martins
Publicado às 16:06


Segunda-feira, Julho 03, 2006

TOUR DE FRANCE
Etapa 2

» McEwen vence ao sprint, Hushovd recupera a camisola amarela


Foto REUTERS

A segunda etapa da Volta a França, disputada hoje, teve como vencedor Robbie McEwen (Davitamon-Lotto), que conseguiu superar Tom Boonen, da Quick-Step, e Thor Hushovd, da Crédit Agricole, no sprint final. Ainda assim, e apesar de, certamente, não ter tido uma etapa fácil devido ao incidente à chegada à meta na etapa de ontem, o ciclista norueguês conseguiu recuperar a camisola amarela. Aliás, é este trio de ciclistas que discutiu hoje a vitória na etapa que, devido às bonificações de sprint, lidera agora a classificação geral, com Boonen em segundo lugar, a cinco segundos, e McEwen em terceiro, a oito segundos.

Este percurso de 228,5 quilómetros que ligou Obernai a Esch-sur-Alzette, no Luxemburgo, começou por proporcionar uma longa fuga a um pequeno grupo de ciclistas, cujo único resultado acabou por ser a conquista da camisola da montanha por parte de David de la Fuente (Saunier Duval), o mais resistente dos que a integraram. Contudo, esta acabou por ser neutralizada já nos quilómetros finais, sendo que, nessa altura, Mathias Kessler, da T-Mobile, aproveitou para se destacar do pelotão, tendo sido apanhado apenas a cerca de 300 metros da meta. Também já dentro dos últimos três quilómetros da etapa, assistiu-se a uma queda que seccionou o pelotão em pequenos grupos mas que não teve qualquer consequência na classificação geral, já que, nestes casos, é dado o tempo do vencedor a todos os envolvidos directa ou indirectamente na queda.

José Azevedo, da Discovery Channel, terminou a etapa no 62º posto e ocupa agora a 49ª posição na classificação geral, a trinta e seis segundos do camisola amarela.

A próxima etapa ligará Esch-sur-Alzette a Valkerburg, na Holanda, numa extensão total de 216,5 quilómetros e incluindo três sprints bonificados e seis contagens de montanha (três de quarta categoria e três de terceira categoria, concentradas mais no final do percurso).

# Artigo de Margarida Martins
Publicado às 16:03


Domingo, Julho 02, 2006

AUTOMOBILISMO
Fórmula 1 - GP Estados Unidos

» Schumacher vence, Tiago Monteiro desiste

Depois da corrida de seis carros do ano passado, Indianápolis voltou a assistir hoje a uma razia no pelotão, com apenas nove carros a terminarem a corrida! Logo na primeira curva da prova, deram-se dois acidentes que envolveram vários pilotos e provocaram o abandono de sete deles, incluindo Montoya e Raikonen, os dois pilotos da McLaren-Mercedes. Entretanto, Felipe Massa tinha saído melhor do que Schumacher (que tinha conquistado a pole position no dia de ontem) mas, após a primeira paragem nas boxes, o alemão recuperou a primeira posição para não mais a perder até ao final. Massa teve, assim, que se resignar à segunda posição e Fisichella, da Renault, completou o pódio. É também de destacar a prestação de Jarno Trulli, da Toyota, que, tendo saído das boxes, conseguiu recuperar posições até alcançar o quarto lugar, e da equipa Toro Rosso, que, com o oitavo lugar de Liuzzi, conquistou o seu primeiro ponto de sempre na Fórmula 1. Quanto a Alonso, depois de quinze pódios consecutivos, no Grande Prémio dos Estados Unidos – a única prova que ainda não conseguiu ganhar – não mostrou andamento para desafiar os Ferrari e acabou por terminar em quinto lugar.

Tiago Monteiro, que saiu da 15ª posição na grelha de partida, descobriu que do céu ao inferno são apenas seis voltas. Após ter conseguido evitar os dois acidentes da primeira volta, ficou em 9º lugar, sendo ultrapassado por Coulthard aquando da saída do Safety Car mas deixando no ar a possibilidade de, com um pouco de sorte, poder ainda pontuar nesta corrida, já que conhecia bem o seu traçado e a boa qualificação tinha dado uma indicação de eficiência por parte dos Midlands nesta pista. Contudo, na sétima volta, Sato (Super Aguri) deu-lhe um toque no carro e o piloto português foi obrigado a desistir pouco depois, já que a parte lateral do seu monolugar estava irremediavelmente danificada. Tratou-se da terceira desistência de Tiago Monteiro em vinte e nove participações em Grandes Prémios e logo numa prova que lhe podia ter proporcionado pontos ou, pelo menos, a melhor classificação da época.

O próximo Grande Prémio realiza-se no fim-de-semana de 15 e 16 de Julho, no circuito de Magny-Cours, em França.

# Artigo de Margarida Martins
Publicado às 19:59



BLOGOBOLA MUNDIAL
Segunda Fase (3)

BlogoBola Mundial

BlogoBola Mundial
Segunda Fase - Meias-Finais


61: Alemanha (-) Itália
62: Portugal (-) França

Classificação: (link)

Regulamento: (link)

# Artigo de Livre Indirecto
Publicado às 18:27



TOUR DE FRANCE
Etapa 1

» Jimmy Casper vence etapa, George Hicapie conquista a camisola amarela


Foto REUTERS

A primeira etapa do Tour de França, que começou e terminou em Estrasburgo, foi ganha ao sprint por Jimmy Casper da Cofidis. McEwen (Davitamon-Lotto) e Zabel (Milram) lutaram pela vitória mas a arrancada do ciclista francês foi suficiente para os vencer e conquistar também a camisola verde (dos pontos de sprint).

Na luta pela camisola amarela, George Hincapie (Discovery Channel) beneficiou de uns segundos de bonificação de sprint para arrecadar a camisola amarela. Já Thor Hushovd (Crédit Agricole), que ontem ganhou o prólogo, protagonizou a pior cena da etapa de hoje: na chegada à meta, ao passar muito perto do público junto às barreiras, sofreu um corte no braço. Apesar de, nas primeiras imagens, ter parecido grave, espera-se que esta situação não leve ao seu abandono da prova.

Quanto ao português José Azevedo, da Discovery Channel, terminou a etapa na 104ª posição, com o mesmo tempo do vencedor. Na classificação geral encontra-se agora no 52º lugar, a 26 segundos de Hincapie.

A etapa de amanhã - a segunda mais longa do Tour deste ano, com 228,5 quilómetros - sai de Obernai (perto de Estrasburgo) e termina em Esch-sur-Alzette e inclui três sprints bonificados e cinco contagens de montanha (duas de terceira categoria e três de quarta categoria).

# Artigo de Margarida Martins
Publicado às 15:24


Sábado, Julho 01, 2006

MUNDIAL'2006
França manda Brasil para casa

» Titi Henry traçou destino do campeão em título

Escrete ao fundo. Não houve vingança para ninguém e a França voltou a ser o «carrasco» do Brasil numa fase final de um Campeonato do Mundo, depois de ter vencido a prova em 1998 às custas dos canarinhos.
Num encontro amplamente dominado pelos comandados de Raymond Domenech, Thierry Henry apontou, aos 57 minutos, o único golo da partida e confirmou a selecção gaulesa como adversária de Portugal nas semi-finais da competição - Quarta-feira, no Allianz ArenA de Munique. E Zinedine Zidane continua por "reformar"...

Em Frankfurt, os franceses tiveram o controlo das operações durante os primeiros 45 minutos, apesar de, nos primeiros minutos, o Brasil ter chegado mais vezes perto da baliza de Barthez, nomeadamente em lances de bola parada. Neste período, Juninho Pernambucano foi um dos elementos mais em foco, ele que esta noite foi aposta de Parreira para reforçar a linha média, em detrimento do ponta-de-lança Adriano.
A partir do meio da primeira parte, a França tomou conta do jogo. Zidane assumiu as despesas do futebol ofensivo dos gauleses e esteve simplesmente brilhante aos 44 minutos, quando construiu sozinho um contra-ataque que só terminou com Juan a travar Vieira, que já entrava com perigo nos últimos 30 metros.

Na etapa complementar, a França entrou melhor e chegou ao golo na sequência de um livre cobrado por Zidane. Henry já havia avisado minutos antes, mas ninguém lhe passou cartão e a defensiva canarinha esqueceu-se de cobrir a zona do segundo poste, onde o avançado do Arsenal entrou à vontade a fuzilar Dida.
Em desvantagem, Parreira voltou a montar os dois quadrados com a entrada de Adriano para a frente de ataque, mas Zidane, Henry e Ribéry mantiveram sempre o último reduto dos brasileiros de sobreaviso. Robinho foi a última aposta do técnico brasileiro, já na fase do desespero, mas o Brasil não conseguiu mais do que duas hipóteses de golo: um livre de Ronaldinho que passou por cima da trave e um remate de Ronaldo, que proporcionou a primeira e única defesa digna desse nome a Fabien Barthez. Sintomático...

Quarta-feira, em Munique, a França defronta a selecção nacional de Portugal na meia-final deste Mundial'2006, numa reedição das semi-finais do Euro'2000. O Brasil regressa a casa mais cedo do que o previsto e o hexa fica adiado para daqui a quatro anos, na África do Sul.

» MUNDIAL'2006
Quartos-de-Final


Brasil 0-1 FRANÇA
(Henry, 57')

# Artigo de Da Rocha
Publicado às 22:12



MUNDIAL'2006
Portugal afasta Inglaterra

» Ricardo, o senhor dos penáltis


Fotos ASSOCIATED PRESS

Quarenta anos depois, os Magriços estão vingados. Portugal eliminou a Inglaterra, campeã em 1966, no desempate por pontapés da marca de grande penalidade e carimbou o passaporte para as meias-finais do Alemanha'2006, onde vai encontrar o vencedor da partida entre Brasil e França.
Após 120 minutos sem qualquer golo, com a expulsão de Wayne Rooney pelo meio, a eliminatória decidiu-se na lotaria dos penáltis e aí Ricardo foi rei e senhor, ao defender três remates dos jogadores ingleses. A grande penalidade decisiva foi convertida por Cristiano Ronaldo, para gáudio dos portugueses presentes no ArenA AufSchalke, em Gelsenkirchen.

Se Eriksson apresentou a equipa que se previa, Scolari optou por contrariar o que a imprensa vinha divulgando nos últimos dias e fez alinhar Tiago no lugar do castigado Deco, reforçando a linha média e dando outra liberdade a Luís Figo e Cristiano Ronaldo, que ocuparam as faixas laterais.

A primeira parte foi muito repartida e não teve praticamente nenhuma situação de golo iminente. As duas equipas mostraram-se bastante pacientes durante os primeiros minutos e só conseguiram levar perigo às balizas adversárias através de remates de fora da área. Neste capítulo, Ronaldo foi o mais inconformado nos portugueses, enquanto do outro lado os ingleses responderam perto do descanso com um remate perigoso de Lampard. No entanto, a melhor oportunidade do primeiro tempo surgiu num lance de bola parada, com Tiago a cabecear para defesa apertada de Robinson.

O segundo tempo começou igual ao primeiro, apesar do ascendente inicial dos ingleses. Contudo, a turma de Eriksson sofreu duro revés aos 63 minutos, já depois de ter perdido Beckham por lesão, com a expulsão de Rooney por este ter agredido Ricardo Carvalho.
Com um homem a mais, Portugal demorou a assentar o seu jogo. As entradas de Simão e Hugo Viana baralharam um bocado a equipa e a selecção só criou algum frisson junto da baliza de Robinson quando começou a explorar os flancos. Mesmo assim, percebeu-o tarde demais e não conseguiu evitar o prolongamento.

No tempo-extra, o desgaste dos jogadores fez-se sentir, até porque o calor no AufSchalke ArenA não beneficiou em nada o espectáculo. Simão e Postiga ainda construíram uma jogada de golo, mas este foi anulado devido à posição irregular do ponta-de-lança do St.Ettiene.
O jogo foi para penáltis e aí o destino dos ingleses voltou a cruzar-se com o de Ricardo. O guarda-redes português parou três pontapés dos ingleses - Lampard, Gerrard e Carragher - e colocou Portugal a um golo de garantir, 40 anos depois, o regresso a uma meia-final de um Campeonato do Mundo. Da marca dos 11 metros, com Robinson pela frente, Cristiano Ronaldo desenhou o resto do sonho: Portugal está entre as quatro melhores do Mundo!

» MUNDIAL'2006
Quartos-de-Final


Inglaterra 0-0* PORTUGAL (a.p.) (1-3* nas g.p.)

# Artigo de Da Rocha
Publicado às 20:54



TOUR DE FRANCE
Prólogo

» Thor Hushovd é o primeiro camisola amarela

Thor Hushovd é o primeiro camisola amarela
Foto REUTERS

O Tour teve hoje o seu primeiro dia de competição, sendo inaugurado com o tradicional prólogo (uma espécie de “mini” contra-relógio), desta vez com lugar em Estrasburgo.

Thor Hushovd, ciclista norueguês da Crédit Agricole que cumpriu o percurso de 7,1 quilómetros em 8 minutos e 17 segundos, venceu o prólogo e conquistou assim a honra de ser o primeiro a envergar a camisola amarela na Volta a França de 2006.

Quanto aos (agora) favoritos para a vitória final, e ainda que ganhar ou perder tempo numa etapa como a de hoje não deva ter muito peso na classificação final, é de destacar as boas prestações de George Hincapie (2º tempo, a 1 segundo) e Paolo Savoldelli (8º tempo, a 8 segundos), da Discovery Channel, Alejandro Valverde (4º tempo, a 5 segundos), da Caisse d'Epargne-Illes Balears, e Andreas Kloden (24º tempo, a 17 segundos), da T-Mobile.

José Azevedo, o único ciclista português em prova, conseguiu o quadragésimo nono lugar, tendo ficado a 25 segundos do tempo de Thor Hushovd mas sem desiludir, já que, como se sabe, o contra-relógio não é o seu forte.

A etapa de amanhã – oficialmente, a primeira etapa – volta a ter partida e chegada em Estrasburgo e, ao longo dos seus 185 quilómetros, contará com dois pontos de bonificação para sprints e ainda uma contagem de montanha de quarta categoria.

# Artigo de Margarida Martins
Publicado às 19:04



MUNDIAL'2006
Inglaterra - Portugal

» Portugal está nas meias-finais!



Inglaterra 0-0* PORTUGAL (a.p.) (1-3* nas g.p.)

"Agarra Ricardo!!", gritou o saudoso Perestrelo há dois anos atrás quando Ricardo travou o remate de Vassel e com isso qualificou Portugal para as meias-finais do «nosso» Euro'2004. Hoje, em Gelsenkirchen, a história repetiu-se. Ricardo voltou a ser decisivo, desta feita com três grandes penalidades defendidas, e Portugal voltou a eliminar a Inglaterra de uma grande competição, apurando-se para as semi-finais do Campeonato do Mundo, 40 anos depois dos Magriços terem atingido esta fase do torneio.
Cristiano Ronaldo marcou o penálti decisivo que lançou em festa os milhões de portugueses espalhados pelo Mundo.
Próxima paragem: Munique.

Obrigado, rapazes!

/// PORTUGAL vence (3-1) no desempate por pontapés da marca de grande penalidade.

Grandes Penalidades

Portugal: Já está! Cristiano Ronaldo marcou e colocou Portugal na próxima fase! (1-3)
Inglaterra: Carragher atira para nova defesa de Ricardo e Portugal está a um golo das meias-finais.
Portugal: Postiga pôs de lado a panenkada e colocou Portugal a vencer. (1-2)
Inglaterra: Gerrard podia ter colocado a Inglaterra na frente, mas Ricardo opôs-se com mestria.
Portugal: Petit remata ao lado.
Inglaterra: Hargreaves empata. Ricardo ainda tocou ao de leve na bola. (1-1)
Portugal: Hugo Viana acerta em cheio no poste. Robinson estava batido.
Inglaterra: Lampard remata mas Ricardo defende.
Portugal: Simão Sabrosa marca. (0-1)

120+1' - Tudo empatado no final do prolongamento. O jogo vai decidir-se nas grandes penalidades.

119' - Portugal tenta a todo o custo evitar o prolongamento, mas já começam a faltar as pernas aos jogadores portugueses. Uma palavra para os ingleses que se tem defendido com estoicismo.

115' - Petit tenta de longe mas remata à figura de Robinson.

107' - Golo anulado a Portugal. Simão serviu Postiga e este, partindo de posição de fora-de-jogo, bateu inapelavelmente Robinson com um excelente golpe de cabeça. Que pena...

105+1' - Final da primeira parte do tempo-extra.

102' - Boa jogada do ataque português, com Simão a rematar para defesa apertada de Robinson para a frente.

90' - Início do prolongamento.

90+3' - Fim do tempo regulamentar. Vamos ter mais 30 minutos de futebol em Gelsenkirchen.

90+2' - A Inglaterra acaba o jogo em cima de Portugal. Numa jogada de insistência, Terry esteve muito perto de conseguir um verdadeiro golpe de teatro.

86' - Nova substituição na selecção portuguesa: sai o capitão Luís Figo e entra Hélder Postiga.

79' - Depois da entrada de Hugo Viana, Portugal passou a alargar mais o seu jogo, mas continua sem explorar como devia as faixas laterais. Numa das poucas vezes que o conseguiu, Nuno Valente entrou com muito perigo na área contrária mas viu o seu remate ser travado por Ferdinand.

74' - Substituição na selecção portuguesa: troca por troca, com a saída de Tiago e a entrada de Hugo Viana.

68' - Portugal ainda não se adaptou à vantagem numérica e sente agora muitas dificuldades para ultrapassar as duas linhas de 4 jogadores que a Inglaterra apresenta à frente da área. Deste modo, a solução passa pelos remates de fora. Desta feita foi Maniche a rematar contra um inglês.

65' - Substituição na Inglaterra: saiu Joe Cole e entrou Peter Crouch. Os ingleses voltam a ter uma referência no ataque.

63' - Substituição na selecção portuguesa: saiu Pauleta e entrou Simão Sabrosa. Portugal passa a actuar com Cristiano Ronaldo a ponta-de-lança.

62' - Cartão vermelho directo para Wayne Rooney, na sequência de uma pisadela em Ricardo Carvalho. Os ingleses, a meia hora do fim, ficam reduzidos a dez unidades.

59' - Grande jogada de Lennon, com muita sorte à mistura. Nuno Valente e Meira não conseguiram pôr cobro à situação e. face à passividade, acabou por ser Joe Cole a rematar por cima.

52' - Substituição na equipa inglesa: lesionado, Beckham deu o seu lugar a Aaron Lennon.

51' - A Inglaterra entrou melhor nesta segunda parte está a encostar os portugueses à baliza de Ricardo. Beckham ficou a pedir grande penalidade por uma bola na mão de Nuno Valente, mas Elizondo não deu ouvidos às reclamações do inglês. E bem, diga-se.

45' - Início da etapa complementar. Sai Portugal.

Ao intervalo, o nulo aceita-se. O jogo tem tido poucas oportunidades de perigo e o domínio tem sido repartido. As duas equipas têm-se mostrado bastante pacientes e só têm levado perigo às balizas adversárias através de remates de fora da área.

45+1' - Termina a primeira parte no ArenA AufSchalke.

45' - A Inglaterra pressiona nestes momentos finais. Na cabeça da área, Lampard rematou forte para nova defesa segura de Ricardo.

44' - Cartão amarelo para Petit, por uma falta escusada cometida sobre Joe Cole. A infracção originou um livre muito perigoso para a baliza de Ricardo, mas Beckham, na cobrança, não conseguiu mais do que acertar na barreira.

41' - Canto na direita para Portugal. Figo tocou curto para Petit e este centro para o interior da área, onde surgiu Tiago a cabecear de forma pouco convencional para uma defesa algo apertada de Robinson.

37' - Bom lance de Figo na esquerda, concluído com um cruzamento-remate que não chegou a ser uma coisa nem outra. Pena...

29' - Cartão amarelo para John Terry, devido a uma entrada muito viril sobre Tiago.

18' - Lance recorrente na selecção das quinas. Figo solicitou - bem - Cristiano Ronaldo na esquerda, mas o extremo português foi algo egoísta, não de a bola a ninguém e atirou por cima da trave.

16' - Boa jogada do ataque da turma de Eriksson, com Gerrard a centrar atrasado depois de tabelar com Rooney. Contudo, Miguel acompanhou bem o lance e resolveu a situação.

12' - Primeira grande situação de golo da partida. Na sequência de um livre cobrado por Figo, a bola sobrou para Tiago mas este, na pequena área, não conseguiu dar o melhor seguimento ao lance.

9' - Cristiano Ronaldo aproveita uma perda de bola do meio-campo inglês e responde na mesma moeda que Rooney, disparando para defesa segura de Paul Robinson.

8' - Primeiro aviso da selecção inglesa. Rooney, em posição frontal, rematou à figura de Ricardo.

0' - Começa o encontro em Gelsenkirchen. A bola pertence à Inglaterra.

» MUNDIAL'2006 | Quartos-de-Final
| World Cup FIFA Stadium - ArenA AufSchalke, em Gelsenkirchen
| Árbitro: Horácio Elizondo (Argentina)


INGLATERRA (4x5x1):
1 Paul Robinson; 2 Gary Neville, 5 Rio Ferdinand, 6 John Terry, 3 Ashley Cole; 16 Owen Hargreaves, 4 Steven Gerrard, 8 Frank Lampard, 7 David Beckham, 11 Joe Cole; 9 Wayne Rooney

PORTUGAL (4x3x3):
1 Ricardo; 13 Miguel, 5 Fernando Meira, 16 Ricardo Carvalho, 14 Nuno Valente; 8 Petit, 18 Maniche, 19 Tiago; 7 Luís Figo, 17 Cristiano Ronaldo, 9 Pauleta

# Artigo de Livre Indirecto
Publicado às 18:45


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