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Sexta-feira, Junho 30, 2006
TOUR DE FRANCE Dia 0
» Haverá vida depois de Armstrong? Pode-se dizer que se inicia neste fim-de-semana uma nova era no Tour de França. Depois de sete anos consecutivos com Lance Armstrong a vencer a maior prova de ciclismo mundial, a questão que se coloca agora é quem se apresenta como candidato à vitória final. Se é verdade que a edição deste ano pode ganhar em emoção às anteriores, também não se sabe até que ponto haverá grandes ciclistas prontos a discutir a vitória e proporcionar espectáculo. Na véspera do início do Tour, as dúvidas sobre a qualidade da corrida deste ano aumentaram mais ainda com os últimos desenvolvimentos da grande investigação sobre o doping no ciclismo que está a ser levada a cabo em Espanha. O ciclismo teve hoje, certamente, um dos piores dias da sua história, com a chamada operação "Puerto", que já levou à "extinção" da equipa Liberty Seguros, a divulgar uma lista de ciclistas citados no processo. Nos últimos dias, a direcção da Volta a França tinha tentado impedir, sem sucesso, a participação da equipa Astana-Wurth, que nasceu sobre o que resta da estrutura base da Liberty. Contudo, só hoje, depois da lista divulgada pelos media espanhóis, a Astana-Wurth foi afastada da 93ª edição do Tour, sendo que também Jan Ullrich, Oscar Sevilla (estes dois suspensos pela própria equipa, a T-Mobile), Ivan Basso, Mancebo e Beloki foram excluídos da prova. Se a corrida deste ano já só tinha dois favoritos verdadeiramente de peso, os acontecimentos de hoje acabaram com a luta que se antevia entre Ullrich – o único anterior vencedor da prova inscrito na edição deste ano – e Basso – vencedor do Giro de Itália deste ano e segundo classificado na Volta a França 2005 –, antes mesmo desta começar e pelos piores motivos. O Tour vê-se assim órfão de alguns dos seus nomes mais sonantes precisamente no dia anterior ao prólogo mas a decisão imediata de excluir estes ciclistas demonstra a vontade de erradicar o doping do ciclismo e de restaurar a credibilidade neste desporto. Apesar deste escândalo, está aí a mítica Volta a França, com as suas vinte etapas e as suas tradicionais "escaladas" nos Pirinéus e nos Alpes. Entre 1 e 23 de Julho, os amantes do ciclismo, que se espera não se afastarem da prova na sequência dos últimos acontecimentos, vão estar de olhos postos em França. E, mesmo para os portugueses não tão interessados no ciclismo, a prova deste ano tem um atractivo especial: José Azevedo parte como um dos chefes-de-fila da Discovery Channel, em conjunto com Popovych, Hincapie, Savoldelli e Rubiera. Com o número 1 no dorsal e uma equipa que pode vir a trabalhar para o ciclista português caso ele se apresente em boa forma, talvez esta seja a oportunidade perfeita para revermos um português no pódio à chegada aos Champs Elysées!
# Artigo de Margarida Martins Publicado às 22:15 |
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MUNDIAL'2006 Itália despacha Ucrânia
» Luca Toni e Zambrotta colocam Squadra Azurra nas meias Três a zero. A Itália derrotou a Ucrânia e tornou-se na segunda semi-finalista do Mundial'2006, juntando-se à anfitriã Alemanha, a próxima selecção com quem a turma de Lippi medirá forças. No AOL Arena, em Hamburgo, a Squadra Azurra teve uma noite relativamente tranquila e construiu facilmente (e com estrelinha) um triunfo com contornos de goleada graças a um golo madrugador de Zambrotta e a um bis no segundo tempo do ponta-de-lança Luca Toni. Os transalpinos entraram praticamente a ganhar. Logo aos 6 minutos, Zambrotta desceu pelo seu corredor, flectiu para dentro e rematou de muito longe, levando a bola a entrar junto ao poste e contando com o contributo de Shovkovskyi para inaugurar o marcador. De resto, o primeiro tempo foi pouco interessante e foram notórias as dificuldades da Ucrânia em chegar perto da baliza de Buffon. Milevskiy foi companheiro de ataque de Shevchenko, mas durante os primeiros 45 minutos a formação de Leste não conseguiu mais do que um tímido remate de Tymoschuk. Na segunda parte, a turma de Oleg Blokhin regressou dos balneários com outra disposição e esteve muito perto de restabelecer a igualdade aos 58 minutos, quando Buffon e Zambrotta impediram que os remates de Gusiev e Kalinichenko resultassem em golo. No entanto, a resposta da Itália foi cruel e Luca Toni, na sequência de um cruzamento de Totti, colocou praticamente um ponto final no encontro. A Ucrânia voltou a fazer tremer o último reduto italiano, com Husin a atirar a bola à barra, mas, a 20 minutos do fim, viu caírem por terra todas as esperanças de recuperação com o terceiro golo dos de Lippi. No flanco esquerdo, Zambrotta construiu todo o lance e ainda teve pernas para assistir na perfeição Luca Toni, que apenas teve de empurrar a bola para a baliza deserta, bisando no encontro. A Itália avança para as meias-finais, onde vai encontrar a Alemanha (em Dortmund, na próxima Terça-feira), enquanto os ucranianos regressam a casa depois de uma honrosa estreia em fases finais do Campeonato do Mundo, visto terem atingido, surpreendentemente, os quartos-de-final do torneio. » MUNDIAL'2006 Quartos-de-Final
ITÁLIA 3-0 Ucrânia (Zambrotta, 6', Toni, 59', 69') |
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# Artigo de Da Rocha Publicado às 22:02 |
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MUNDIAL'2006 Alemanha nas meias-finais
» Lehmann brilhou ao defender duas grandes penalidades Foto ASSOCIATED PRESS A Alemanha afastou a Argentina e garantiu a passagem às meias-finais. A selecção de Klinsmann esteve a perder, mas um golo de Klose a dez minutos do fim levou o golo para o prolongamento. Nas grandes penalidades, Jens Lehmann foi decisivo ao defender as grandes penalidades de Ayala e Cambiasso. A Alemanha de Jürgen Klinsmann voltou a não surpreender e actuou com o mesmo onze de sempre. Do lado argentino, Pekerman devolveu a titularidade a Lucho González, já totalmente recuperado, e lançou Tévez no lugar de Saviola. Como se esperava, o jogo foi demasiado táctico e a primeira parte não teve grande emoção. A Argentina controlou melhor os primeiros 45 minutos, mas a jogada de maior perigo pertenceu aos alemães. Ballack, de cabeça, ameaçou Abbondazieri mas a bola saiu ao lado. Para a segunda parte estava guardada mais emoção. Logo no reinício, a selecção das Pampas inaugurou o marcador. Riquelme marcou um canto da direita e Ayala cabeceou para o golo. Em vantagem, a selecção argentina recuou e deu a iniciativa à selecção anfitriã. No entanto, a defensiva alemã corria muitos riscos e teve dois erros que se poderiam tornar fatais. O principal lance de perigo surgiu aos 73 minutos, quando Maxi Rodriguez atirou forte às malhas laterais. A Alemanha tinha mais posse de bola, mas não conseguia chegar com perigo à baliza de Leo Franco (substituiu Abbondazieri por lesão). Klinsmann arriscava, mas não parecia surtir efeito. Alargou a frente de ataque com a entrada de Odonkor para o lugar de Schneider mas, pouco depois, retirou Schweinsteiger e fez entrar Borowski. A dez minutos do fim, a Alemanha conseguiu chegar finalmente ao empate. Ballack cruzou da esquerda, Borowski "penteou" para trás e Klose surgiu a fazer o golo de cabeça. Miroslav Klose marcou o seu quinto golo neste Mundial, 10 no total dos Mundiais. Até ao final do tempo regulamentar, Lucho González pôs à prova Lehmann e obrigou-o a uma excelente defesa, contudo o lance era irregular face ao posicionamento de Tévez junto do guardião alemão. O prolongamento foi jogado a um ritmo muito lento, onde as duas equipas pareciam esperar pelas grandes penalidades. O medo de não sofrer era maior que a tentativa de ganhar e, por isso, não foi com surpresa que o jogo chegou às grandes penalidades. Aqui, a Alemanha cumpriu a tradição e venceu o jogo. Ayala e Cambiasso permitiram a defesa de Lehmann e Neuville, Ballack, Podolski e Borowski não facilitaram, de nada valendo os golos de Júlio Cruz e Maxi Rodriguez. O jogo acabou com os ânimos exaltados com vários conflitos entre os jogadores argentinos e Bierhoff, com princial destaque para o " vôo" de Maxi Rodriguez por cima dos seus colegas para atingir o ex-avançado da selecção germânica. A Alemanha é a primeira semifinalista e vai defrontar o vencedor do jogo entre a Itália e a Ucrânia. » MUNDIAL'2006 Quartos-de-Final
ALEMANHA *1-1 (*4-2 g.p) Argentina (Klose, 80'; Ayala, 49') |
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# Artigo de Rui Silva Publicado às 18:50 |
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MUNDIAL'2006 Quadro de Resultados
  » MUNDIAL'2006 Final
Itália *1-1 França (a.p) (*5-3 nas g.p)
3º e 4º lugares
Alemanha 3-1 Portugal |
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» MUNDIAL'2006 Meias-Finais
Alemanha 0-2 Itália (a.p)
Portugal 0-1 França |
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» MUNDIAL'2006 Quartos-de-Final
Alemanha *1-1 Argentina (a.p) (*4-2 nas g.p)
Itália 3-0 Ucrânia
Inglaterra 0-0* Portugal (a.p) (1-3* nas g.p)
Brasil 0-1 França |
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» MUNDIAL'2006 Oitavos-de-Final
Alemanha 2-0 Suécia
Argentina 2-1 México (a.p.)
Inglaterra 1-0 Equador
Portugal 1-0 Holanda |
Itália 1-0 Austrália
Suíça 0-0* Ucrânia (a.p) (0-3* nas g.p)
Brasil 3-0 Gana
Espanha 1-3 França |
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» MUNDIAL'2006 Fase de Grupos
» Grupo A
Alemanha 4-2 Costa Rica Polónia 0-2 Equador
Alemanha 1-0 Polónia Equador 3-0 Costa Rica
Equador 0-3 Alemanha Costa Rica 1-2 Polónia
| | J | P | | Alemanha | 3 | 9 | | Equador | 3 | 6 | | Polónia | 3 | 3 | | Costa Rica | 3 | 0 |
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» Grupo C
Argentina 2-1 Costa do Marfim Sérvia e Monte. 0-1 Holanda
Argentina 6-0 Sérvia e Monte. Holanda 2-1 Costa do Marfim
Holanda 0-0 Argentina Costa do Marfim 3-2 Sérvia
| | J | P | | Argentina | 3 | 7 | | Holanda | 3 | 7 | | Costa do Marfim | 3 | 3 | | Sérvia e Monte. | 3 | 0 |
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» Grupo E
Itália 2-0 Gana Estados Unidos 0-3 Rep.Checa
Itália 1-1 Estados Unidos Rep.Checa 0-2 Gana
Rep.Checa 0-2 Itália Gana 2-1 Estados Unidos
| | J | P | | Itália | 3 | 7 | | Gana | 3 | 6 | | Rep.Checa | 3 | 3 | | Estados Unidos | 3 | 1 |
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» Grupo G
França 0-0 Suíça Coreia do Sul 2-1 Togo
França 1-1 Coreia do Sul Togo 0-2 Suíça
Togo 0-2 França Suíça 2-0 Coreia do Sul
| | J | P | | Suíça | 3 | 7 | | França | 3 | 5 | | Coreia do Sul | 3 | 4 | | Togo | 3 | 0 |
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» Grupo B
Inglaterra 1-0 Paraguai Trinidad e Tobago 0-0 Suécia
Inglaterra 2-0 Trinidad e Tobago Suécia 1-0 Paraguai
Suécia 2-2 Inglaterra Paraguai 2-0 Trinidad e Tobago
| | J | P | | Inglaterra | 3 | 7 | | Suécia | 3 | 5 | | Paraguai | 3 | 3 | | Trinidad e Tobago | 3 | 1 |
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» Grupo D
México 3-1 Irão Angola 0-1 Portugal
México 0-0 Angola Portugal 2-0 Irão
Portugal 2-1 México Irão 1-1 Angola
| | J | P | | Portugal | 3 | 9 | | México | 3 | 4 | | Angola | 3 | 2 | | Irão | 3 | 1 |
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» Grupo F
Brasil 1-0 Croácia Austrália 3-1 Japão
Brasil 2-0 Austrália Japão 0-0 Croácia
Japão 1-4 Brasil Croácia 2-2 Austrália
| | J | P | | Brasil | 3 | 9 | | Austrália | 3 | 4 | | Croácia | 3 | 2 | | Japão | 3 | 1 |
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» Grupo H
Espanha 4-0 Ucrânia Tunísia 2-2 Arábia Saudita
Espanha 3-1 Tunísia Arábia Saudita 0-4 Ucrânia
Arábia Saudita 0-1 Espanha Ucrânia 1-0 Tunísia
| | J | P | | Espanha | 3 | 9 | | Ucrânia | 3 | 6 | | Tunísia | 3 | 1 | | Arábia Saudita | 3 | 1 |
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# Artigo de Livre Indirecto Publicado às 11:49 |
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Quinta-feira, Junho 29, 2006
MUNDIAL'2006 As 8 melhores do Mund(ial)o
» Portugal. A selecção das quinas está na Alemanha a dar seguimento a uma das melhores fases de sempre do futebol nacional e até ao momento só tem motivos para sorrir. Conta por vitórias os jogos disputados e atingiu o primeiro objectivo estabelecido - quartos-de-final - depois do triunfo na "Batalha de Nuremberga". Para já, tem toda a legitimidade em sonhar com as meias-finais e talvez em superar o feito alcançado pelos Magriços em 1966. Ricardo, Miguel, Carvalho, Maniche e Figo vêm cotando-se como as figuras em maior destaque no conjunto de Luiz Felipe Scolari, que só pôde competir mais de 45 minutos com o melhor onze frente ao Irão. Saliência ainda para o facto do mágico Deco, o elemento-chave de Portugal, apenas ter feito 157 dos 360 minutos jogados pela turma nacional e poder, hipoteticamente, atingir as semis com praticamente um terço do tempo de jogo de alguns dos seus colegas. » Inglaterra. Os de Sven-Göran Eriksson ainda não conveceram ninguém nesta fase final do Alemanha'2006. Já apurados, empataram frente à Suécia, porém os restantes encontros exprimem-se em vitórias tangenciais ante duas formações sul-americanas ( Paraguai e Equador, graças a dois livres de Beckham) e num triunfo suado frente à modesta selecção de Trinidad e Tobago. Gerrard e Lampard estão, porventura, a acusar a temporada desgastante que tiveram ao serviço dos respectivos clubes e é pelo miolo que a máquina de Eriksson começa a emperrar. Na frente os problemas são mais que muitos, mas os ingleses são sempre uma equipa a ter em conta e nunca se sabe o momento em que uma bola parada de David Beckham vai ajudar a desequilibrar os pratos da balança. Esperemos que Scolari atire Eriksson para fora de uma grande competição pela terceira vez consecutiva... » Alemanha. Joga em casa e isso por si só dá-lhe algum favoritismo a marcar presença na final do Olímpico de Berlim. Contudo, ainda não teve um verdadeiro teste durante o certame e é crível que o embate com a Argentina seja o tira-teimas sobre a real valia da turma de Jürgen Klinsmann. Afastando a selecção das Pampas, tudo pode acontecer à Mannschaft. O quarteto defensivo é o elo mais fraco (salva-se o dinâmico Philip Lahm) de uma equipa onde Torsten Frings até agora foi mais preponderante que o próprio Michael Ballack, uma equipa muito rematadora e que reparte 70% dos seus golos pela dupla de "polacos" Klose e Podolski. » Argentina. A actuação frente ao México nos oitavos-de-final só desiludiu quem ainda andava de alguma forma iludido com a meia-dúzia aplicada à irreconhecível Sérvia e Montenegro. A Argentina de Pekerman não joga tão pouco como o que mostrou frente à Tri, nem joga tanto como a «chapa 6» aos sérvios parece indicar. Nesta altura do campeonato, a Alviceleste está num patamar bem aceitável (equidistante aos dois exemplos acima referidos) e é uma das grandes candidatas à vitória final, tendo para isso que superar a anfitriã na próxima ronda. Riquelme é o patrão do futebol ofensivo da equipa, mas Maxi Rodríguez, dono da faixa direita e autor do melhor golo da competição até ao momento, tem sido o argentino mais constante neste Mundial. Ah! E, se Maradona está sempre presente na bancada, Leo Messi começa normalmente os encontros no banco de suplentes. » Itália. De mansinho, e com o mesmo cinismo de sempre, a Itália de Marcello Lippi já está nos quartos-de-final e só muito dificilmente não conseguirá atingir as meias-finais do torneio - sem defrontar nenhuma selecção de primeira linha. Vindo de lesão, Totti tem demorado a agarrar as rédeas do futebol dos transalpinos e a equipa tem-se ressentido disso, já que no ataque Toni e Gilardino têm tido poucas munições para disparar. Mesmo em velocidade de cruzeiro, Pirlo tem sido dos melhores da Itália, ao passo que Cannavaro se mostrou o mais regular de todos. » Ucrânia. Os pupilos de Oleg Blokhin foram atropelados na ronda inaugural, levantaram-se, não deslumbraram nos jogos seguintes, mas o que é certo é que, em ano de estreia, conseguiram para já uma presença histórica nos quartos-de-final. São os grandes outsiders do lote de equipas ainda em prova e precisam de melhorar bastante se quiserem bater o pé à Squadra Azzurra. Com Shevchenko muito longe da forma a que nos habituou, Gusiev, Kalinichenko e o preponderante Tymoschuk têm sido os atletas da Ucrânia em melhor forma por terras germânicas. » Brasil. Com quatro jogos disputados até ao momento, ainda não se viu no Alemanha'2006 uma prestação verdadeiramente convincente do onze-base de Parreira. Kaká é o verdadeiro dínamo do Escrete, que continua a apresentar algumas lacunas na zona central da defesa - mal aproveitadas pelos adversários que defrontou. Ronaldinho, o melhor do Mundo, ainda só se viu em primores técnicos recuperados pelos realizadores, enquanto Ronaldo continua a mostrar alguns pormenores de 'Fenómeno' e já bateu o record do alemão Gerd Müller. De resto, uma palavra para o experiente Zé Roberto, a base dos dois quadrados de Carlos Alberto Parreira. » França. Velhos são os trapos! A cada jogo, Thuram, Makelele e Zidane justificam o porquê de Domenech ter visto com bons olhos o regresso destes três à selecção gaulesa, depois da terem abandonado após o Euro'2004. Se a estes juntarmos Henry, Vieira e Gallas, pode-se ficar com uma noção da valia da espinha dorsal dos Les Bleus, que contam ainda com Sagnol e Ribéry em grande forma. Podem não formar aquela equipa do período entre 1997 e 2001, mas ainda estão aí para as curvas...
# Artigo de Da Rocha Publicado às 10:15 |
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Terça-feira, Junho 27, 2006
MUNDIAL'2006 França afasta Espanha
» Zidane e companhia antecipam "reforma" da armada espanhola Acabou o sonho dos auto-proclamados futuros campeões do Mundo. Depois de terem afastado a Espanha nos quartos-de-final do Euro'2000, a França voltou a eliminar os espanhóis numa fase final de uma grande competição, desta feita nos oitavos-de-final do Mundial'2006. Os franceses estiveram a perder ( penálti convertido por Villa), mas deram a volta ao resultado e venceram por três bolas a uma, com golos de Ribéry, Vieira e Zidane. Agora, nos quartos-de-final da prova, o adversário é o campeão em título Brasil, numa reedição da final do France'98. A formação gaulesa entrou melhor no encontro, com Zinedine Zidane em foco no apoio a Titi Henry. Todavia, tirando um lance de golo desperdiçado por Patrick Vieira, a França raramente conseguiu chegar com perigo à baliza de Iker Casillas e foi a Espanha quem se inaugurou o marcador, estavam decorridos 28 minutos de jogo. Na sequência de um pontapé de canto, Pablo Ibañez foi derrubado por Thuram dentro da grande área e o árbitro Roberto Rosetti não teve outro remédio senão apontar para a marca dos 11 metros. Na conversão do castigo, David Villa não deu hipóteses a Barthez e colocou os de Aragonés na frente. No entanto, durou pouco a vantagem espanhola. Ainda antes do intervalo, Franck Ribéry passou por Casillas e restabeleceu a igualdade, apesar dos esforços de Puyol e Pernía. Na segunda metade o espectáculo piorou nos primeiros 15/20 minutos. Mesmo assim, num dos melhores lances de todo o encontro, Zidane tirou da cartola um passe a isolar Malouda e este só não marcou o segundo porque Casillas defendeu em grande estilo, só com uma mão. Neste período a Espanha incomodou pouco o último reduto francês e só reagiu depois de uma iniciativa do substituto Joaquín Sánchez, que passou pelo lateral Abidal e rematou às malhas laterais da baliza de Barthez. Na jogada seguinte, aos 83 minutos, a França consumou a reviravolta, numa altura em que o espectro do prolongamento já pairava sobre Hannover. Na sequência de um livre de Zidane, Xabi Alonso não conseguiu afastar a bola e esta sobrou para o segundo poste, onde Patrick Vieira, sem marcação, cabeceou para o fundo das redes. A Espanha tentou responder à desvantagem, novamente por intermédio de Joaquín, mas viria a sofrer rude golpe já em período de compensações. E a machadada final nas aspirações espanholas veio logo do tal que hoje acabava a carreira de futebolista profissional: Zinedine Zidane. Isolado por Wiltord, 'Zizou' teve tempo para tirar Puyol do caminho e bater o antigo companheiro Casillas, arrumando em definitivo com a questão a favor dos comandados de Raymond Domenech. » MUNDIAL'2006 Oitavos-de-Final
Espanha 1-3 FRANÇA (David Villa, gp, 28'; Ribéry, 41', Vieira, 83', Zidane, 90+2') |
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# Artigo de Da Rocha Publicado às 22:21 |
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MUNDIAL'2006 Brasil supera Gana
» Vitória da eficácia com Ronaldo histórico Foto AFP O Brasil está nos quartos-de-final. A equipa canarinha derrotou o Gana (3-0), num jogo em que a eficácia dos brasileiros foi um trunfo letal para as aspirações da única sobrevivente africana. Ronaldo entrou na história dos melhores marcadores em mundiais com um golo madrugador aos cinco minutos. Carlos Alberto Parreira optou por voltar ao onze que iniciou o Mundial, deitando por terra as muitas expectativas relativamente a eventuais mudanças. Do lado ganês, o sérvio Dujkovic, sem poder contar com Essien, jogou com Addo e Draman ao pé de Appiah e Muntari. A equipa ganesa apoiou a sua táctica defensiva na aposta do fora-de-jogo, mas essa táctica viria a tornar-se fatal. O primeiro golo surgiu no quinto minuto de jogo. Ronaldinho isolou Ronaldo, que aproveitou o mau posicionamento de Pantsil para seguir para a baliza, fintar Kingston e marcar o seu 15º golos em Mundiais. Curiosamente, o primeiro golo de Ronaldo tinha sido também contra uma selecção africana, nomeadamente Marrocos no segundo jogo do Mundial 98. O Gana optava por um futebol apoiado, de bola no pé, que lhe permitisse chegar às imediações da baliza de Dida com algum perigo, mas o Brasil apresentava-se muito perigoso no contra-ataque. Pouco depois do golo de Ronaldo, numa jogada tirada a papel-químico, Adriano não conseguiu marcar e acabou por simular grande penalidade. O Gana acreditava que era possível e, aos poucos, começou a criar cada vez mais perigo. A melhor situação de perigo para os Black Stars surgiu aos 42 minutos. Muntari cobrou um canto da esquerda e Mensah apareceu sozinho a cabecear para defesa por instinto de Dida com o pé direito. Na resposta, o Brasil, já em tempo de descontos, aumentou a vantagem. Numa jogada rápida de ataque, Cafú cruzou e Adriano encostou à boca da baliza. A posição de Adriano foi motivo de muitos protestos ganeses, já que dá a sensação que o avançado do Inter se encontra adiantado no momento do passe. Os protestos ganeses continuaram durante o intervalo e Ratomir Dujkovic, bem como o seu adjunto, foram expulsos por Lubos Michel. Na segunda parte, a toada manteve-se, mas o Gana teve mais dificuldades em criar situações de grande perigo. A equipa africana rematou muito, mas os remates levavam pouco perigo para Dida. Apenas Asamoah, por duas vezes, obrigou Dida a defesa atenta. Do lado brasileiro, Roberto Carlos apareceu bem pela esquerda, mas rematou a figura de Kingston, enquanto Pantsil quase fazia auto-golo, não fosse a atenção do guarda-redes ganês. Nos últimos minutos de jogo, o Brasil criou mais oportunidades de perigo do que até então. Ricardinho, acabado de entrar, assistiu Zé Roberto para o terceiro golo, em que mais uma vez a defesa ganesa mostrou demasiada imaturidade para jogar no fora-de-jogo, enquanto Ronaldo, Cafú e Juan também podiam ter marcado, mas Kingston foi um adversário à altura. O Mundial 2006 já não tem equipas africanas, contando agora com duas sul-americanas e sete europeias, sendo que uma delas se vai despedir hoje: - Espanha ou França. A que ganhar defronta o Brasil no próximo Sábado. » MUNDIAL'2006 Oitavos-de-Final
BRASIL 3-0 Gana (Ronaldo, 5', Adriano, 45+1' e Zé Roberto, 84') |
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# Artigo de Rui Silva Publicado às 18:08 |
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Segunda-feira, Junho 26, 2006
MUNDIAL'2006 Ucrânia supera Suíça na lotaria dos penalties
» Helvéticos regressam a casa sem terem sofrido qualquer golo A Ucrânia levou a melhor sobre a Suíça no desempate por pontapés da marca de grande penalidade ( 3-0, depois de 120 minutos sem golos) e assegurou uma vaga nos quartos-de-final do Mundial'2006, onde agora vai medir forças com a Itália. Na lotaria dos penalties, Streller, Barnetta e Cabanas foram incapazes de desfeitear Shovkovskyi e a turma de Köbi Kuhn regressa a casa sem ter sofrido qualquer golo nos quatro jogos que disputou na Alemanha. No mínimo insólito... Na primeira parte, o equilíbrio foi a nota dominante. Aos 13 minutos, Raphael Wicky foi o protagonista do primeiro lance de maior perigo, ao obrigar Shovkovskyi a uma excelente intervenção a desviar a bola para canto. Os ucranianos reagiram e, sete minutos volvidos, estiveram perto do tento inaugural. Kalinichenko cobrou o livre da esquerda e Shevchenko cabeceou à trave da baliza de Zuberbühler, antecipando-se ao seu marcador Johann Djorou. Na resposta, Alexander Frei não quis ficar atrás no duelo de goleadores e, na cobrança de um livre directo, acertou em cheio no poste direito da baliza à guarda de Shovkovskyi. No segundo tempo, o jogo continuou previsível mas com ainda menos oportunidades de golo que durante os primeiros 45 minutos. Os ucranianos foram a melhor equipa sobre o relvado e o melhor lance da etapa complementar pertenceu a Shevchenko, que rematou rente ao poste depois de ter dominado a bola com a ajuda do braço. Deste segundo tempo, destaque ainda para uma entrada duríssima de Tranquillo Barnetta sobre Vashchuk, que poderia muito bem ter custado a expulsão ao médio suíço, caso Benito Archundia cumprisse à risca o que diz a lei. O prolongamento não trouxe nada de novo à partida do Rhein Energie Stadion de Colónia, pelo que o apuramento para a próxima fase teve de ser decidido nas grandes penalidade. Com o técnico Oleg Blokhin já recolhido aos balneários, a formação de Leste até começou mal, com 'Sheva' a permitir a defesa de Zuberbühler, mas acabou por sair vencedora, depois dos helvéticos não terem conseguido concretizar nenhuma das possibilidades. Artem Milevskiy e Serhiy Rebrov colocaram os ucranianos a vencer por dois golos e coube ao lateral Oleg Gusiev a marcação do penálti decisivo. Gusiev não falhou e colocou a estreante Ucrânia nos quartos, onde irá defrontar a Squadra Azzurra. » MUNDIAL'2006 Oitavos-de-Final
Suíça 0-0* UCRÂNIA (a.p) (0-3* nas g.p) |
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# Artigo de Da Rocha Publicado às 22:44 |
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MUNDIAL'2006 Itália afasta Austrália
» Grande penalidade no último minuto decisiva Foto ASSOCIATED PRESS A Itália apurou-se para os quartos-de-final do Mundial da Alemanha. Uma grande penalidade muito duvidosa convertida por Francesco Totti no último minuto dos descontos deu a vitória à Azurra, num jogo em que a selecção de Lippi jogou grande parte da segunda parte reduzida a dez por expulsão de Marco Materazzi. A Austrália, sem Kewell, apareceu bastante descontraída em campo, sem ter medo de ter a bola no pé e circulando a toda a largura do terreno, inclusivamente no meio-campo ofensivo. A Itália, sem Nesta e com Del Piero no lugar de Totti, jogava à sua imagem, jogando no erro adversário e criando algumas jogadas de perigo durante a primeira parte. Luca Toni deu o primeiro aviso de cabeça, após assistência de Del Piero. Os Socceroos tinham mais tempo de posse de bola, mas as jogadas perigosas pertenciam aos italianos. Mark Schwarzer estava atento e negou o golo a Gilardino e Toni num espaço de dois minutos. Apesar da superioridade na posse de bola, a Austrália só por uma vez conseguiu criar perigo na baliza italiana. Perto da meia hora, Chipperfield obrigou Buffon a uma defesa difícil a dois tempos. Na segunda parte, logo aos cinco minutos, Medina Cantalejo, árbitro espanhol, entrou em plano de destaque. Assinalou falta contra a Itália à entrada da área e expulsou Materazzi. A partir daqui, o jogo teve praticamente um só sentido, sendo que a Itália defendia bem e lançava contra-ataques perigosos para os australianos. Chipperfield e Cahill tiveram boas oportunidades mas não conseguiram concretizar, enquanto Iaquinta, do lado italiano, teve a quatro minutos do fim uma oportunidade perigosa, mas permitiu a defesa. Quando se esperava o prolongamento, Medina Cantalejo voltou a entrar em jogo para assinalar uma grande penalidade muito discutível. Grosso, pela esquerda, evitou Chipperfield e, já dentro da área, cai num lance com Lucas Neill. Chamado a converter, Francesco Totti acabou com o jogo, não dando hipóteses a Schwarzer. Os italianos tiveram a sorte do jogo, enquanto a Austrália de Guus Hiddink deixou uma excelente imagem, que poderá ser mais frequente nos próximos anos face à remodelação do processo de qualificação. A Itália vingou-se da eliminação de 2002 frente à Coreia do Sul de... Guus Hiddink e espera agora o vencedor do jogo entre a Suíça e a Ucrânia. » MUNDIAL'2006 Oitavos-de-Final
ITÁLIA 1-0 Austrália (Totti, gp, 90+3') |
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# Artigo de Rui Silva Publicado às 18:20 |
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Domingo, Junho 25, 2006
MUNDIAL'2006 Portugal elimina Holanda
» Heróis de Nuremberga ganham lugar na história Acabou há minutos um dos jogos mais memoráveis da história do futebol português. Portugal derrotou a Holanda por uma bola a zero e garantiu um lugar nos quartos-de-final do Mundial'2006. Maniche marcou o único golo de um encontro nem sempre bem jogado mas com emoção para dar e vender. Próxima paragem: Inglaterra. Scolari voltou a apresentar o mesmo onze que derrotou o Irão na fase de grupos, fazendo regressar à titularidade Valente, Costinha, Deco, Cristiano Ronaldo e Pauleta. Do outro lado, Van Basten optou por deixar Ruud Van Nistelrooy no banco, jogando com Dirk Kuyt apoiado por Van Persie e Arjen Robben. A Laranja começou mais atrevida e criou perigo logo no segundo minuto, com um remate perigoso de Van Bommel. Portugal equilibrou as operações, mas sofreu um duro revés aos 7 minutos, quando Boulahrouz atropelou Cristiano Ronaldo e viu apenas o cartão amarelo do bolso de Valentin Ivanov. O extremo português saiu bastante maltratado desse lance e mais tarde teve que ser substituído por Simão Sabrosa. Aos 23 minutos, a selecção portuguesa inaugurou o marcador. Ronaldo e Deco construíram a jogada, Pauleta amorteceu para a entrada da área e Maniche fez o resto. Recebeu, passou por Ooijer e não deu quaisquer hipóteses a Van der Saar, repetindo o feito de Junho de 2004. O seleccionado de Van Basten tomou conta do jogo até ao descanso, tendo em Robin Van Persie a sua unidade mais activa, e Portugal só conseguiu reagir à beirinha do intervalo. Num minuto esteve perto de tocar o céu - Van der Saar negou o 2-0 a Pauleta - e no seguinte desceu ao inferno - com Costinha, que já havia sido poupado por Ivanov momentos antes, a ver o segundo amarelo depois de cortar um lance normal com a mão. Na etapa complementar, em vantagem numérica, a Holanda entrou a todo o vapor, com Portugal remetido à sua defensiva (e com Petit em vez de Pauleta). Em poucos minutos, Cocu acertou na trave da baliza de Ricardo e o guarda-redes português foi obrigado a uma defesa de elevado grau de dificuldade para impedir o golo de Van Bommel. Todavia, o poder de fogo dos holandeses ficou-se por essas duas amostras. Dominaram territorialmente, mas foram incapazes de voltar a criar verdadeiro perigo para a baliza de Ricardo, que só seria chamado a intervir em cima do minuto 90, quando saiu bem aos pés de Kuyt. Assim, mesmo contra todas as adversidades, duas das melhores oportunidades do segundo tempo acabaram por pertencer a jogadores portugueses - Simão (de livre) e Tiago. Pelo meio, nota negativa para a falta de fair-play do conjunto liderado por Marco Van Basten e para o festival de cartões do russo Valentin Ivanov - apesar de terem sido quase todos bem mostrados. Boulahrouz foi expulso depois de travar Figo; Deco viu dois amarelos num curto espaço de tempo; e Gio Van Bronckhorst também foi expulso por acumulação já em período de compensações. Portugal esteve quase 52 minutos encostado às cordas, mas sobreviveu à batalha do Frankenstadion. Agora, sem Deco e Costinha e com muitos jogadores amarelados, o adversário é a Inglaterra de Sven-Göran Eriksson. Para já, Scolari cumpriu a promessa de colocar a turma nacional nas oito melhores do Mundo... » MUNDIAL'2006 Oitavos-de-Final
PORTUGAL 1-0 Holanda (Maniche, 23') |
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# Artigo de Da Rocha Publicado às 22:16 |
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AUTOMOBILISMO Fórmula 1 - GP Canadá
» Alonso vence, Tiago Monteiro termina em 14º Foto REUTERSO piloto espanhol da Renault, Fernando Alonso, venceu o Grande Prémio do Canadá e continua imparável na caminhada para a revalidação do título. Alonso partiu da pole position e controlou toda a corrida. Com esta vitória, Fernando Alonso dilata a vantagem para 25 pontos para o segundo classificado - Michael Schumacher, numa altura que faltam apenas nove corridas. O alemão Michael Schumacher terminou em segundo e o finlandês Raikkonen fechou o pódio. Tiago Monteiro teve uma tarde difícil a juntar à rotura muscular no pescoço e esteve envolvido em dois acidentes. O piloto da Midland terminou a corrida no 14º lugar, último lugar em pista. O piloto português embateu no seu colega holandês, Christijan Albers, logo na primeira volta e comprometeu o resto da corrida. Foi obrigado a parar nas boxes, sendo que o Safety Car estava em pista, devido ao acidente de Rosberg. O português entrou com a pista livre e estabeleceu, momentaneamente, a melhor volta do Grande Prémio com 1'28''672. No entanto, na volta seguinte, a melhor volta baixou para o segundo 17.
# Artigo de Rui Silva Publicado às 19:40 |
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MUNDIAL'2006 Inglaterra elimina Equador
» Bend it like Beckham Foto ASSOCIATED PRESS A Inglaterra superou a surpresa Equador por 1-0 no jogo dos oitavos-de-final. David Beckham resolveu a partida através da cobrança exemplar de um livre directo aos 60 minutos. A Inglaterra surgiu neste encontro com duas alterações. Eriksson apostou no médio Hargreves na lateral-direita e Carrick no meio-campo. A Inglaterra entrava apenas com um avançado, Wayne Rooney, e povoava o meio-campo com cinco jogadores, de forma a combater o futebol apoiado dos equatorianos. A equipa sul-americana entrou em campo sem surpresas. O onze base que já tinha sido utilizado nos dois primeiros jogos voltou a ser aposta, bem como o típico futebol de bola no pé e transição ofensiva sem risco. A Inglaterra assumiu o controle do jogo, mas a única jogada de perigo da primeira parte perteceu aos equatorianos. Terry falhou o corte, Carlitos Tenorio surgiu isolado na cara de Robinson e rematou com o pé direito à barra da baliza, sendo que a bola sofreu ainda um desvio em Ashley Cole que apareceu rapidamente na compensação. Na segunda parte, o rumo dos acontecimentos manteve-se e, apenas aos 60 minutos, a Inglaterra conseguiu marcar o único golo da partida. Num livre descaído para a esquerda, à medida de Beckham, o médio do Real Madrid rematou exemplarmente por cima da barreira e fez a bola entrar junto ao poste da baliza de Mora. O Equador, timidamente, tentou responder, mas apenas Luis Valência conseguiu criar algum perigo para Robinson. A Inglaterra teve sempre o jogo controlado e espera agora o adversário para os quartos-de-final que sairá do jogo entre Portugal e Holanda. A selecção do Equador despede-se do Mundial da Alemanha, onde foi uma das maiores revelações. Uma equipa consistente que praticou bom futebol e com bons valores individuais. » MUNDIAL'2006 Oitavos-de-Final
INGLATERRA 1-0 Equador (Beckham, 60') |
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# Artigo de Rui Silva Publicado às 18:02 |
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Sábado, Junho 24, 2006
MUNDIAL'2006 Argentina afasta México
» Máxi Rodríguez desbloqueou a situação no prolongamento A Argentina necessitou de ir a prolongamento para eliminar o México nos oitavos-de-final do Mundial'2006. A Alviceleste venceu a turma de La Volpe por duas bolas a uma, com um golaço de Máxi Rodríguez, e vai agora defrontar a anfitriã Alemanha nos quartos-de-final do torneio. Os mexicanos, adversários de Portugal na fase de grupos, voltaram a ficar pelo caminho nos oitavos-de-final, pela quarta vez consecutiva. A Tri entrou praticamente a ganhar, graças a um golo de Rafael Marquéz. Pavel Pardo cobrou o livre da direita, Castro penteou a bola ao primeiro poste e Marquéz surgiu no segundo poste, solto de marcação, a inaugurar o marcador. A turma de José Pekerman respondeu na mesma moeda e restabeleceu o empate também na sequência de um lance de bola parada. Canto cobrado por Riquelme e golo de Hernán Crespo, a meias com Jared Borgetti, que estava em auxílio da sua defensiva. O encontro continuou interessante e, até ao intervalo, só não houve mais golos porque, numa primeira instância, Marquéz se opôs a Crespo e, minutos depois, Pato Abbondazieri desviou para canto um remate com selo de golo de Borgetti. Nos descontos da primeira metade, nota negativa para Massimo Busacca. O árbitro suíço foi amigo dos argentinos e perdoou a expulsão a Gabriel Heinze, que cometeu uma falta duríssima sobre Fonseca quando este se isolava perante Abbondazieri. Na etapa complementar, a qualidade do jogo baixou exponencialmente. Aos 56 minutos, Borgetti quase marcou para os de La Volpe, mas permitiu o corte de Sorín quando se preparava para visar a baliza contrária. A Alviceleste, pouco depois, também esteve perto de desfazer a igualdade: Riquelme isolou Saviola e este, de bico, proporcionou a defesa da noite a Oswaldo Sánchez. Depois deste lance, foi preciso esperar até ao minuto 86 para que o perigo voltasse a rondar uma das balizas. Gonzalo Pineda fez o que quis de Scaloni, mas Fonseca não conseguiu cabecear nas melhores condições, pelo que o jogo foi para prolongamento. Para o tempo-extra, estava guardado aquele que é, talvez, até ao momento, o melhor golo do Alemanha'2006. Sorín cruzou largo da esquerda e o resto foi obra e graça de Máxi Rodríguez. Na esquina da área, o médio do Atl.Madrid dominou no peito e rematou de primeira, de pé esquerdo, para o fundo das redes de Sánchez, marcando um golo fabuloso e colocando a Argentina nos quartos-de-final. Fantástico. » MUNDIAL'2006 Oitavos-de-Final
ARGENTINA 2-1 México (a.p.) (Crespo, 10', Máxi Rodríguez, 98'; Marquéz, 6') |
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# Artigo de Da Rocha Publicado às 22:39 |
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FUTSAL Sporting é o novo campeão nacional
» Leões batem Benfica e conquistam dobradinhaO Sporting derrotou esta tarde o Benfica ( 5-4) no segundo jogo da final do play-off do Nacional da 1ª Divisão de Futsal e conquistou a primeira dobradinha do seu historial, depois de já ter vencido o velho rival na final da Final Four da Taça de Portugal. Em Loures, no Pavilhão Paz e Amizade, assistiu-se a um dos mais fantásticos jogos da história do futsal português, com três golos nos derradeiros 27 segundos da partida - o último dos quais, o do título, apontado por Gonçalo Alves, a 1 segundo e 4 centésimos do final do encontro. O Benfica começou na frente do marcador, tal como há uma semana. Ricardinho isolou André Lima e o capitão dos encarnados inaugurou a contenda à saída de João Benedito. O Sporting, como é seu timbre, reagiu de seguida e restabeleceu o empate. Nené recuperou a bola ainda no ataque, depois de pressionar Ricardinho, e ofereceu o golo a Paulinho, que rematou por entre as pernas de Zé Carlos. Na segunda parte, o ritmo de jogo baixou bastante e chegou a temer-se que o resultado não sofresse qualquer alteração. No entanto, os últimos 7 minutos de jogo foram incríveis e valeram por todo um campeonato. Déo fez o 2-1, na sequência de uma excelente jogada individual de Evandro, mas Domênico empatou na resposta, com uma execução perfeita paralelamente à linha de fundo. Os leões voltaram à carga e, no espaço de um minuto, arrumaram praticamente a questão quanto ao vencedor. Paulinho fez o terceiro, golo que coroou o melhor marcador do Nacional da 1ª Divisão (53 golos), enquanto Evandro, uma das pedras-chave do novo campeão, colocou o placard em 4-2, com uma cavalgada impressionante que só parou com a bola no fundo das redes de Ricardinho, então a actuar como guarda-redes avançado. Pensava-se que a vitória não escaparia aos comandados de Paulo Fernandes, mas o Benfica ressuscitou no decorrer do último minuto. Domênico reduziu após assistência do "guarda-redes" Ricardinho e Sidnei empatou o jogo ao segundo poste. Com 13 segundos para jogar, era quase inevitável que o jogo não fosse para prolongamento, porém Gonçalo Alves fez questão de resolver a final a 1 segundo do fim, com um desvio de cabeça que deitou por terra a reviravolta encetada pelos pupilos de Adil Amarante. A equipa leonina fechou com chave de ouro uma temporada em que ganhou as duas principais provas do panorama nacional - Campeonato e Taça -, tendo sofrido apenas uma derrota ao longo da temporada (no segundo jogo das meias-finais, ante o SL Olivais). Contudo, é previsível que no próximo ano Paulo Fernandes tenha que começar tudo praticamente do zero, sem elementos fundamentais como João Benedito, Andrézinho, Déo ou Gonçalo, entre outros. » NACIONAL DA 1ª DIVISÃO DE FUTSAL Final - 2º Jogo
SPORTING 5-4 Benfica (Paulinho (2), Déo, Evandro, Gonçalo Alves; André Lima, Domênico (2), Sidnei) |
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# Artigo de Da Rocha Publicado às 19:43 |
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JUNIORES Fase Final - Jornada 6
» Sporting revalida título nacional de Juniores Foto SPORTINGCP.ARTINOVA.PTO Sporting revalidou o título nacional de Juniores ao bater o Boavista por 2-0 (golos de David Caiado e Diogo Tavares), na Academia Sporting, em Alcochete, na 6ª e última jornada da Fase Final do Campeonato Nacional de Juniores. À partida pare este jogo, o Sporting beneficiava de uma vantagem de três pontos para o Boavista e o empate chegava. Apesar de tudo, a equipa de Juniores do Sporting, comandada por Luís Martins despediu-se com uma vitória. Ao intervalo, a equipa vencia já por 1-0. Paulo Bento, que iniciou a época 2005/2006 no comando da equipa júnior, sagra-se assim também bicampeão nacional. A equipa do Sporting confirmou o favoritismo que lhe era concedido à partida para esta época, num conjunto recheado de grandes valores. Além de André Marques, Tomané e David Caiado, que se estrearam na Liga Portuguesa, destaques também para o lateral-direito André Nogueira, o central Daniel Carriço, os médios Pedro Celestino e Zezinando e ainda o avançado Diogo Tavares, melhor marcador da equipa. O Sporting cumpriu assim o pleno nas camadas jovens. As equipas de Iniciados e Juvenis sagraram-se campeãs nacionais na semana passada, enquanto as equipas B's dos mesmo escalões haviam vencido a 1º Divisão de Honra da Associação de Futebol de Lisboa. Destaque ainda para a equipa C de Iniciados que venceu também a 1ª Divisão Distrital em que se encontrava. A Academia de Alcochete, apesar dos muitos problemas sociais apontados derivado do isolamento dos jovens atletas, começa, cada vez mais, a dar frutos. Recorde-se que, nos últimos dois anos, os escalões jovens do Sporting conquistaram cinco títulos nacionais num total de seis. » JUNIORES - Fase Final Jornada 6
Sporting 2-0 Boavista Porto 2-0 Estoril
Classificação
| J | P | | Sporting | 6 | 14 | | Boavista | 6 | 8 | | Porto | 6 | 8 | | Estoril | 6 | 3 |
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# Artigo de Rui Silva Publicado às 18:56 |
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MUNDIAL'2006 Alemanha vence Suécia
» Podolski lança a Alemanha nos quartos-de-final Foto REUTERS A Alemanha venceu a primeira partida dos oitavos-de-final ao derrotar sem dificuldades a Suécia por 2-0. A Mannschaft entrou decidida no jogo e partiu para uma meia hora inicial de luxo, em que obrigou os suecos a recuarem para o seu terço defensivo. Podolski marcou os golos da vitória alemã que coloca a anfitriã nos quatros-de-final, esperando agora o desfecho do jogo entre a Argentina e o México. A Alemanha assumiu-se definitivamente como uma forte candidata ao título. No jogo contra a Suécia, Klinsmann apresentou o onze habitual, ao passo que na Suécia, Lägerback surgiu com Ibrahimovic na frente, Jonsson na direita no ataque e Källström no meio-campo. A Alemanha entrou bastante bem em campo e chegou à vantagem bastante cedo. Logo, aos quatro minutos, numa jogada típica, Podolski colocou a Alemanha em vantagem. Circulação de bola pelo quarteto defensivo, Torsten Frings a receber e a solicitar na referência ofensiva - Miroslav Klose. Ballack e Podolski apareceram como apoios recuados, sendo que Podolski acabaria por inaugurar o marcador, aproveitando o ressalto de bola entre Klose e Isaksson. A multidão de Munique estava em delírio, mas o segundo golo chegaria pouco depois em mais uma grande combinação entre Klose e Podolski. Miroslav Klose fez uma movimentação lateral com bola, arrastando dois adversários consigo e abrindo o espaço necessário para que Podolski, que se desmarcou nas suas costas, surgisse na cara de Isaksson a fazer o segundo golo aos 12 minutos. Com a vantagem no marcador por dois golos, Ballack recuou ligeiramente no terreno para perto de Frings e a Alemanha ficava mais forte na posse de bola. A Alemanha continuava fixada na baliza de Isaksson e os remates iam-se sucedendo. Klose e Frings estiveram próximos do golo, mas Isaksson, o único jogador sueco a realizar uma boa exibição, evitou com duas grandes defesas. As coisas pioraram para a equipa escandinava quando Lucic foi expulso por acumulação de amarelos aos 35 minutos. A Suécia tentava responder e Ibrahimovic, num bom trabalho dentro da área, obrigou Lehmann a uma defesa a dois tempos para canto. Na segunda parte, a Alemanha limitou-se a gerir a vantagem, tentando controlar ao máximo as movimentações dos jogadores mais perigosos da Suécia. No entanto, num dos lances em que Ibrahimovic conseguiu ter espaço, os suecos estiveram perto de reduzir. Ibrahimovic conduziu a bola pelo flanco esquerdo e assistiu Larsson que sofreu falta de Metzelder dentro da área. Carlos Simon assinalou grande penalidade, mas Larsson, chamado a converter, rematou forte e por cima da barra da baliza de Lehmann. A jogar com 10, a Suécia não se podia dar ao luxo de falhar oportunidades destas e a verdade é que a grande penalidade acabou por ser a única grande oportunidade da equipa escandinava. Ljungberg e Wilhelmsson, entrado já na segunda parte, foram sempre bem anulados por Friedrich e Lahm e passaram ao lado do jogo. Do outro lado, a Alemanha estava longe de praticar o futebol dos primeiros minutos, mas os remates sucediam-se. Isaksson tornou-se definitivamente o melhor jogador sueco ao travar um grande duelo com Ballack. O jogador alemão procurou o golo com remates de meia-distância, mas Isaksson estava insuperável. A Alemanha qualificou-se para os quartos-de-final e espera agora o vencedor do jogo entre Argentina e México, esperando-se ou a reedição da final de 90 ou dos oitavos-de-final de 98, num jogo arbitrado por Vítor Pereira. A Suécia, 11 jogos depois, voltou a perder no tempo regulamentar de um jogo de uma fase final. » MUNDIAL'2006 Oitavos-de-Final
ALEMANHA 2-0 Suécia (Podolski, 4' e 12') |
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# Artigo de Rui Silva Publicado às 18:02 |
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Sexta-feira, Junho 23, 2006
MUNDIAL'2006 Grupo G: Jornada 3
» Sangue, Suor e Lágrimas! Fotos REUTERS Suíça e França são os dois apurados que faltavam à chave dos oitavos-de-final. A Suíça venceu a selecção sul-coreana por 2-0, com golos de Senderos e Frei, enquanto a França teve de suar para levar de vencida a já eliminada selecção togolesa ( 2-0). A selecção de Raymond Domenech evitou a eliminação na primeira fase. A equipa francesa apareceu com David Trezeguet no onze inicial e mostrou desde cedo que queria resolver a qualificação o mais cedo possível. Trezeguet e Ribéry, nos primeiros vinte minutos, beneficiaram de excelentes oportunidades, mas a falta de eficácia lançava o desespero nos adeptos. Kossi Agassa estava inspirado e tudo parecia correr mal à campeã do Mundo de 1998. O Togo, já eliminado, actuava de forma descontraída e não enjeitava a oportunidade de ameaçar Barthez, mas as jogadas de ataque togolesas eram inconsequentes. Na segunda parte, a toada do jogo manteve-se. Superioridade da França, mas eficácia nula. Aos oito minutos da segunda parte, a França teve uma excelente oportunidade para marcar. Henry lançou, de calcanhar, Malouda pela esquerda que assistiu Ribéry no coração da área. O jogador do Marselha, solto de marcação, falhou incrivelmente e rematou muito por cima. Os franceses desesperavam, mas dois minutos depois registaram a primeira explosão de alegria. Numa jogada individual, Ribéry trabalhou bem e assistiu Vieira na área. O aniversariante (completou 30 anos hoje), rodou para a baliza e rematou para o canto direito da baliza de Agassa. A vitória chegava, tendo em conta o resultado do outro jogo, mas só a diferença de dois golos traria a tranquilidade necessária à selecção francesa. Assim, seis minutos depois, Henry fez o segundo golo. Sagnol cruzou para a área, Vieira assistiu Henry que, com um adversário por perto, fixou o resultado final. A selecção francesa garante o segundo lugar do grupo e defronta a vizinha Espanha nos oitavos-de-final. No outro jogo do grupo, a Suíça levou a melhor sobre a Coreia do Sul e estabeleceu um novo record. O guardião Zuberbühler é o único do torneio que ainda não sofreu qualquer golo - 270 minutos. Philip Senderos e Alexander Frei fizeram os golos da equipa dos Alpes. O primeiro golo surgiu na primeira parte, à passagem dos 23 minutos. Yakin cobrou um livre para a área, Senderos saltou com Jin Cheul Choi e cabeceou para o primeiro golo. Tanto Senderos como o jogador sul-coreano saíram com marcas deste lance, já que embateram cabeça com cabeça após o cabeceamento. Na segunda parte, apesar da tentativa de resposta dos jogadores de Dick Advocaat, acabou por ser a Suíça a marcar e a fixar o resultado final. Numa jogada bastante polémica, em que o árbitro assistente assinalou fora-de-jogo, Frei recebeu a bola dentro da área, desviada por um jogador sul-coreano, ultrapassou Woon Jae Lee e fez o segundo golo. Nos oitavos-de-final, a Suíça defronta a Ucrânia. Por seu turno, depois da campanha de há quatro anos, os sul-coreanos saem desiludidos e em lágrimas da Alemanha. » MUNDIAL'2006 Grupo G: Jornada 3
Togo 0-2 França (Vieira, 55' e Henry, 61')
Suíça 2-0 Coreia do Sul (Senderos, 23' e Frei, 77') |
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# Artigo de Rui Silva Publicado às 23:02 |
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MUNDIAL'2006 Grupo H: Jornada 3
» Espanha faz pleno, Ucrânia em segundo Foto ASSOCIATED PRESS A Ucrânia garantiu a proeza de se qualificar para a segunda fase na sua primeira presença num Mundial. O resultado com a Tunísia (1-0) permitiu à selecção de Oleg Blokhin qualificar-se para a segunda fase, onde defrontará agora o primeiro do Grupo G. Na outra partida, a Espanha, com um onze reformulado, esteve aquém das expectativas (1-0) e tornou-se na quarta selecção a cumprir o pleno, depois de Alemanha, Portugal e Brasil. No jogo disputado no palco da final, no Olímpico de Berlim, a Ucrânia jogava a favor do tempo. O empate só não seria favorável se, no outro jogo, a selecção saudita goleasse a congénere espanhola. Ainda assim, os ucranianos entraram com sinal mais na partida. Mesmo sem grandes oportunidades de perigo, a Ucrânia chegava à baliza do quarentão Boumnijel com maior frequência. Aos 21 minutos, Tymoschuk apareceu em boa posição no lado esquerdo da área. O jogador ucraniano rematou forte com o pé esquerdo, mas permitiu a defesa ao guarda-redes tunisino. A Tunísia tentava acercar-se da baliza de Shovkovskyi principalmente com jogadas pelo lado direito, aproveitando a força e velocidade de Trabelsi, mas não conseguiam criar grande perigo. A Tunísia, já com a tarefa dificultada, ficou ainda pior quando, no último lance da primeira parte, Jaziri viu o segundo amarelo e deixou as Águias do Cartago de Roger Lemerre a jogar com dez. Na segunda parte, o jogo manteve a toada fraca da primeira parte. As duas equipas actuavam com ose o empate fosse positivo e chegaram a ser fortemente vaiadas pelos adeptos. A Tunísia criou a primeira jogada de perigo aos 65 minutos. Na cobrança de um livre frontal, Ayari fez a bola passar muito perto da barra da baliza de Shovkovskyi. No entanto, na repetição, é notório o desvio que a bola faz na mão esquerda de Voronin que saltou na barreira com o braço para cima. O árbitro Amarilla nada viu e, cinco minutos depois, assinalou grande penalidade a favorecer a Ucrânia, por falta de Hagui sobre Shevchenko. Chamado a converter, o novo reforço do Chelsea enganou Ali Boumnijel e colocou definitivamente a Ucrânia nos oitavos-de-final. Até ao fim da partida, a Ucrânia dispôs de duas boas oportunidades, contra uma da Tunísia. Voronin, por duas vezes, esteve perto do golo, mas Ali Boumnijel e um defesa tunisino evitaram o pior. Para o lado da Tunísia, Dos Santos (actuou 12 minutos), cabeceou ao lado numa excelente oportunidade à boca da baliza. A Ucrânia parte para os oitavos-de-final, enquanto na Tunísia, Roger Lemerre deve ter feito o seu último jogo com técnico tunisino. A Espanha voltou a vencer no Mundial, desta feita com a Arábia Saudita (1-0). Os Nuestros Hermanos entraram para este jogo com duas motivações: - permitir a Raúl o golo que o tornasse o melhor marcador espanhol em fase finais e tentar chegar aos 1000 golos em jogos internacionais, tendo para isso de marcar cinco golos. A selecção espanhola dominou a partida, mas tinha dificuldades em chegar ao golo. O primeiro golo da partida surgiu apenas aos 35 minutos da primeira parte. Reyes cobrou um livre da esquerda e Juanito, defesa do Bétis, teve uma entrada fulgurante de cabeça a não dar hipóteses ao guarda-redes Zaid. Na segunda parte, Zaid não só mostrou estar em bom nível, como a exibição da Espanha baixou bastante. Os jogadores de Aragonés não encontraram motivações para este jogo e nem as mudanças operadas durante a segunda parte permitiram à Espanha melhorar a sua exibição. Os individualismos e percentagem de passes falhados era muito elevado e a Arábia Saudita começou a acreditar que poderia chegar ao empate. No entanto, a eficácia dos jogadores sauditas não foi a melhor e, apesar da boa exibição, especialmente de Noor (jogador de José Peseiro na próxima época), a Arábia Saudita não evitou a derrota na despedida deste Mundial. » MUNDIAL'2006 Grupo H: Jornada 3
Arábia Saudita 0-1 Espanha (Juanito, 35')
Ucrânia 1-0 Tunísia (Shevchenko g.p, 70') |
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# Artigo de Rui Silva Publicado às 17:07 |
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Quinta-feira, Junho 22, 2006
MUNDIAL'2006 Grupo F: Jornada 3
» Brasil goleia Japão, Austrália avança para os oitavos Fotos REUTERS Pintado de amarelo. Brasil e Austrália garantiram esta noite os dois primeiros lugares do Grupo F, assegurando um lugar nos oitavos-de-final do Alemanha'2006. O Escrete goleou o Japão ( 4-1) e vai agora defrontar o Gana na segunda fase, ao passo que os Socceroos empataram ( 2-2) com a Croácia e irão medir forças com a Itália. No Gottlieb-Daimler-Stadion teve lugar o jogo mais atípico do torneio até ao momento: quatro golos, três expulsões, lances caricatos e... uma arbitragem anedótica. Os croatas adiantaram-se no marcador cedo, graças a um golo de Darijo Srna, na transformação de um livre directo, mas os pupilos de Guus Hiddink empataram aos 38 minutos, com uma grande penalidade transformada por Craig Moore, já depois de Graham Poll não ter assinalado um penálti claríssimo sobre Mark Viduka. No segundo tempo, a selecção de Zlatko Kranjcar tornou a colocar-se na frente do placard. Niko Kovac rematou de fora da área, sem grande perigo, mas Zeljko Kalac fez questão de tornar o lance perigoso, dando um frango de todo o tamanho que deixou os australianos novamente em maus lençóis. Stjepan Tomas voltou a cometer grande penalidade, Poll voltou a nada assinalar, mas a Austrália voltou a empatar o encontro, apesar de todas as contrariedades. Todavia, o golo da equipa da Oceânia também foi irregular, já que Harry Kewell estava em posição de fora-de-jogo depois do toque de cabeça de Aloisi. Até final, ainda houve tempo para uma rábula envolvendo Poll e Simunic, que só fui expulso quando viu o terceira cartolina amarela. Além disso, o jogo terminou com Viduka a fazer o terceiro golo dos Socceroos, na sequência de um lance em que Cahill foi derrubado na grande área. Poll não assinalou nada nem validou o golo, dando o encontro por terminado nesse momento. Mau demais... No outro jogo, o Brasil goleou o Japão mesmo sem carregar muito no acelerador. O guarda-redes Kawaguchi foi a figura da primeira parte e o primeiro golo acabou por surgir na baliza de Dida, depois de uma jogada de Alex Santos, lateral de origem brasileira naturalizado japonês, superiormente finalizada por Keiji Tamada. O Brasil empatou antes do intervalo, por intermédio de Ronaldo, e depois arrancou para uma segunda parte demolidora, onde apontou mais três golos. Juninho Pernambucano consumou a reviravolta, num lance em que Kawaguchi não fica isento de culpas, o lateral-esquerdo Gilberto marcou o terceiro golo dos canarinhos e Ronaldo fixou o resultado final, após uma excelente triangulação com o central Juan. Com este tento, apesar de todas as críticas de que tem sido alvo, o ponta-de-lança brasileiro já logrou igualar o alemão Gerd Müller na lista de melhores marcadores da história dos Campeonatos do Mundo. » MUNDIAL'2006 Grupo F: Jornada 3
Japão 1-4 Brasil (Tamada, 34'; Ronaldo, 45+1', 81', Juninho Pernambucano, 53', Gilberto, 59')
Croácia 2-2 Austrália (Srna, 2', Niko Kovac, 57'; Moore, gp, 38', Kewell, 79') |
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# Artigo de Da Rocha Publicado às 22:37 |
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MUNDIAL'2006 Grupo E: Jornada 3
» Itália e Gana seguem para os oitavos-de-final Itália e Gana são as duas selecções do Grupo E apuradas para os oitavos-de-final do Mundial'2006. Os transalpinos afastaram a Rep.Checa, dez anos depois dos checos os terem deixado pela primeira fase do Euro'96, ao passo que a turma de Ratomir Dujkovic derrotou os Estados Unidos, tornando-se na primeira equipa africana a carimbar o passaporte para a fase seguinte do torneio. Em Nuremberga, no Frankenstadion (palco do próximo jogo da «nossa» selecção), o Gana derrotou a selecção dos Estados Unidos da América ( 2-1). Os ganeses marcaram ainda antes de estar cumprida a meia hora inicial. Pressionado por um adversário, Reyna perdeu uma bola em zona proibida e Haminu Draman isolou-se perante Kellere rematou para a esquerda deste, inaugurando o marcador. Os norte-americanos reagiram e empataram a dois minutos do descanso, num lance semelhante ao do primeiro golo do jogo. DaMarcus Beasley aproveitou uma desconcentração da defensiva do Gana e assistiu na perfeição Dempsey, que fuzilou autenticamente Kingson. No entanto, o resultado final ficou estabelecido ainda do intervalo, com o alemão Markus Merk a chamar a si o protagonismo da partida, assinalando uma grande penalidade inexistente por alegada falta de Onyewu sobre Pimpong. Stephen Appiah é que não se importou minimamente e, na conversão, colocou os africanos com um pé nos oitavos. No segundo tempo, os comandados de Bruce Arena fizeram tudo para tentar chegar à igualdade, porém McBride e Onyewu não conseguiram desfeitear Kingson, enquanto as Black Stars jogaram com o correr dos ponteiros do relógio durante o restante tempo de jogo. No outro jogo, no AOL Arena de Hamburgo, a Itália venceu a Rep.Checa ( 2-0) e assegurou o primeiro lugar deste Grupo E. A Squadra Azzurra voltou a não deslumbrar e marcou na primeira vez que chegou perto da baliza de Petr Cech. Na sequência de um canto de Totti, o central Materazzi, que havia entrado minutos antes para o lugar do lesionado Nesta, saltou mais alto que Polak e marcou o primeiro golo da partida. A partir daí, a turma de Karel Brückner caiu em completo descrédito e a expulsão de Polak, sobre o intervalo, complicou ainda mais a situação dos checos. Na etapa complementar, a jogar com menos um elemento, a Rep.Checa não mostrou argumentos para lutar pelas hipóteses de apuramento que lhe restavam e acabou por sofrer o segundo golo perto do fim do encontro. Lançado por Gattuso, o substituto Pipo Inzaghi contornou Cech e fixou o resultado final. Desta forma, os de Marcello Lippi vão defrontar nos oitavos-de-final o segundo classificado do Grupo F ( Austrália ou Croácia), enquanto o Gana, estreante em fases finais, tem o campeão Brasil como mais que provável adversário. » MUNDIAL'2006 Grupo E: Jornada 3
Rep.Checa 0-2 Itália (Materazzi, 26', Inzaghi, 87')
Gana 2-1 Estados Unidos (Draman, 22', Appiah, gp, 45+2'; Dempsey, 43') |
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# Artigo de Da Rocha Publicado às 17:41 |
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Quarta-feira, Junho 21, 2006
MUNDIAL'2006 Grupo C: Jornada 3
» Holanda adversária de Portugal, Costa do Marfim despede-se com vitória Foto ASSOCIATED PRESS Argentina e Holanda empataram sem golos na última jornada do Grupo C. Este resultado faz com que no próximo Domingo, Portugal volte a defrontar a Holanda numa fase final. As duas equipas fizeram muitas alterações no onze inicial de forma a poupar os jogadores amarelados e o jogo desiludiu quem esperava 90 minutos espectaculares. Na primeira parte, Kuyt teve a primeira oportunidade do jogo, mas Abbondazieri defendeu para canto. A partir dos vinte minutos de jogo, a selecção sul-americana respondeu e começou a criar perigo. Na sequência de um livre, Boulahrouz desvia para o poste direito da baliza de Van der Saar e, pouco depois, foi a vez de Maxi Rodriguez rematar forte e cruzado com a bola a passar rente ao poste holandês. A segunda parte voltou a desiludir e só Carlitos Tevez procurou modificar o ritmo do jogo. Van der Saar exibiu-se em bom nível e não permitiu o golo a Tevez. Com este empate, a Argentina vai defrontar a congénere mexicana no Sábado, enquanto no Domingo, em Nuremberga Portugal e Holanda discutem a passagem para os quartos-de-final. No jogo de despedida do Mundial, a Costa do Marfim fez uma reviravolta fantástica após estar a perder por 2-0. No último jogo como Sérvia e Montenegro, os servo-montenegrinos começaram melhor e aos vinte minutos já venciam por dois golos. Aos 10, Stankovic desmarcou Zigic nas costas dos defesas que, com a saída precipitada de Boubacar Barry, não hesitou em ultrapassá-lo e marcar o primeiro golo da equipa dos Balcãs neste Mundial. Dez minutos depois, foi a vez de Sasa Ilic aproveitar a falha do veterano Domoraud para aumentar a vantagem. Os marfinenses, com Drogba castigado, responderam em grande nível e partiram para uma exibição fantástica. Aos 37 minutos, Dindane marcou o primeiro golo. Grande penalidade assinalada por mão de Milan Dudic e o avançado dos Elefantes a reduzir a desvantagem. Perto do intervalo, a Sérvia e Montenegro viu Nadj ser expulso. O jogador servo-montenegrino tinha entrado no decorrer da primeira parte para o lugar do lesionado Krstajic, mas dois amarelos em trinta minutos precipitaram a sua despedida do Mundial. A jogar contra dez, a Costa do Marfim dominou a segunda parte. Aruna Dindane, avançado do Lens, empatou de cabeça aos 66 minutos. Os comandados de Henri Michel acreditaram na vitória e procuraram com grande insistência o golo da vitória, contudo aos 77 minutos, Stankovic teve uma oportunidade flagrante para fazer o terceiro golo. Após um livre da direita, Stankovic apareceu sozinho na área a cabecear ao lado da baliza. Já perto do final, a Costa do Marfim acabaria por chegar à vitória, novamente de grande penalidade. Kalou rematou e Dudic, novamente, pôs a mão à bola dentro da área. Com Boubacar Barry a rezar de joelhos encostado ao poste, Bonaventure Kalou enganou Jevric e deu a primeira vitória à Costa do Marfim na competição. » MUNDIAL'2006 Grupo C: Jornada 3
Argentina 0-0 Holanda
Costa do Marfim 3-2 Sérvia e Montenegro (Dindane, g.p 37' e 66', Kalou g.p, 87'; Zigic, 10' Ilic, 20' ) |
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# Artigo de Rui Silva Publicado às 22:13 |
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MUNDIAL'2006 Grupo D: Jornada 3
» Portugal garante primeiro lugar, Angola fica pelo caminho Foto ASSOCIATED PRESS Portugal conquistou a sua terceira vitória consecutiva no Mundial da Alemanha, ao bater o México por 2-1. Maniche e Simão adiantaram a equipa das quinas e Fonseca reduziu para os mexicanos, tudo na primeira parte. No outro jogo do grupo, Angola empatou com o Irão e viu desfeitas as suas aspirações de alcançar os oitavos. Os Palancas Negras chegaram à vantagem na segunda parte, por Flávio, mas faltavam dois golos para a qualificação e, a 13 minutos do fim, o Irão empatou. Portugal, como se esperava, apresentou cinco alterações no onze inicial. Os amarelados ficaram na bancada, aparecendo nos seus lugares Caneira, Petit, Tiago, Simão Sabrosa e Hélder Postiga. Apesar das modificações, Portugal entrou melhor em campo e chegou à vantagem aos 6 minutos. Boa jogada de Simão na esquerda a assistir Maniche no meio para o golo inaugural da partida. Portugal estava pressionante e parecia não acusar as mudanças. Maniche entrou em jogo muito pressionante, fazendo dupla no meio-campo ofensivo com Tiago. Simão destacava-se pelo lado esquerdo, Figo efectuou uma exibição discreta na direita, enquanto Postiga esteve muito pouco em acção. O segundo golo português surgiu aos 24 minutos. Na sequência de um canto na direita, Rafa Márquez desviou a bola com a mão dentro da área e Lubos Michel não hesitou em assinalar a grande penalidade. Chamado a converter, Simão Sabrosa fez o segundo golo português. A partir daqui, o México respondeu ao sentir que a qualificação poderia estar em risco, apesar do empate verificado no jogo de Angola. Aos 29 minutos, o México teve a primeira grande oportunidade. Cruzamento da direita e Omar Bravo apareceu sozinho a rematar para uma grande defesa de Ricardo com as pernas a ceder canto. No entanto, do canto acabaria por surgir o golo mexicano. Fonseca saltou sozinho e reduziu a vantagem portuguesa. Até ao intervalo, o sector defensivo português esteve muito inseguro. Os mexicanos conseguiam chegar facilmente à zona de remate, mas Ricardo evitou o golo de Pardo. Na jogada seguinte, Ricardo falha a saída, mas a jogada não tem seguimento, sendo que o guarda-redes português acabou por ser atingido por Bravo. Na segunda parte, Portugal deu a iniciativa ao México e raramente conseguia chegar à baliza de Sanchez com perigo. Os mexicanos procuraram o empate e, aos 57 minutos, beneficiaram de uma grande penalidade, por mão de Miguel dentro da área. Chamado a converter, Bravo rematou para fora. No minuto seguinte, a selecção de La Volpe sofreu um rude golpe. Luis Pérez simulou uma grande penalidade e viu o segundo amarelo. A jogar com 10, os mexicanos não desistiram de procurar a baliza de Ricardo. Portugal tentava sair rápido no contra-ataque e, aos 66 minutos, Tiago rematou cruzado com perigo ao lado da baliza. Até ao final do jogo, Scolari, que já tinha lançado Paulo Ferreira no lugar de Miguel, aproveitou para permitir as estreias de Nuno Gomes e Boa Morte. O jogo chegou ao fim com Portugal a garantir a terceira vitória consecutiva e liderança do grupo com 9 pontos. Scolari bateu novamente o seu record e alcançou a décima vitória consecutiva em mundiais. Para continuar... No outro jogo, Angola não conseguiu completar o sonho. O resultado de Portugal chegou a fazer sonhar, mas Angola teimava em não conseguir marcar golos no Mundial. O intervalo chegou com o nulo no marcador, mas Angola apareceu melhor na segunda parte. Akwa, lesionado, deu o lugar a Flávio aos 51 minutos e, seis minutos depois, o recém-entrado marcou o primeiro golo da história de Angola num Mundial. Zé Kalanga cruzou da direita e Flávio, num excelente cabeceamento, rematou para o poste mais distante, lançando a euforia entre os Palancas Negras. Nesta altura, Angola estava a dois golos dos oitavos-de-final (recorde-se que já no CAN foi eliminada por um golo) e procurou o segundo golo. Mendonça e Love tentaram, mas não conseguiram bater Mirzapour. Aos 77 minutos, o Irão empatou a partida e deitou por terra as esperanças angolanas. Na sequência de um canto da direita, Bakhtiarizadeh cabeceou para o golo do empate. Angola e Irão foram eliminados, mas deixaram imagens distintas. A estreante Angola surpreendeu e, até perto do fim, teve esperanças de alcançar os otiavos-de-final. Perdeu apenas o jogo de estreia, com Portugal, mas pecou muito no ataque. O Irão prometia muito para este mundial, mas a chamada melhor geração de sempre sai eliminada com apenas um ponto, pior do que tinha feito em 98. » MUNDIAL'2006 Grupo D: Jornada 3
Portugal 2-1 México (Maniche, 6', Simão g.p, 24'; Fonseca, 29')
Irão 1-1 Angola (Bakhtiarizadeh, 75'; Flávio, 57') |
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# Artigo de Rui Silva Publicado às 17:00 |
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NBA Final
» Miami Heat vencem primeiro título da história Os Miami Heat venceram os Dallas Mavericks no Jogo 6 da final de 2006 por 95-92 e conquistaram o primiro título da sua história. Dwayne Wade foi o MVP de uma final que os Heat venceram por 4-2, depois de terem estado a perder 2-0. No jogo disputado no American Airlines Center em Dallas, no Texas, os Miami Heat venceram o quarto jogo consecutivo da final, igualando um feito de Portland de 1977. A jogar em casa, os Dallas Mavericks entraram melhor no primeiro período e chegaram a ter uma vantagem confortável de 14 pontos. Os Miami Heat, lançados pela excelente exibição de Wade, recuperaram no segundo período e foram para o intervalo a vencer por 1 ponto de diferença. A partir daí, os Heat, comandados pelo técnico Pat Riley, não mais ficaram em desvantagem até vencer a partida por 95-92. Dwayne Wade foi a figura principal com 36 pontos, mas Haslem e Mourning deram contributos importantes, principalmente no plano defensivo. Shaquille O'Neal não esteve brilhante, mas isso não o impediu de conquistar o quarto título da sua carreira, cumprindo a promessa de ganhar um título em Miami. O técnico Pat Riley tornou-se um dos poucos treinadores a vencer o título da NBA em duas equipas diferentes, somando já cinco títulos. A vitória de Miami é uma surpresa, já que as equipas da Conferência Este pareciam não conseguir combater o poderio da Conferência Oeste. Os Mavericks, onde o alemão Dirk Nowitski é a principal figura, perderam a hipótese de conquistar o primeiro título para a equipa texana.
# Artigo de Rui Silva Publicado às 05:25 |
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Terça-feira, Junho 20, 2006
MUNDIAL'2006 Grupo B: Jornada 3
» Suécia empata Inglaterra, Paraguai despede-se com vitória Foto ASSOCIATED PRESS A Suécia empatou a dois golos com a Inglaterra e garantiu o segundo lugar do Grupo B. A equipa nórdica esteve a perder por duas vezes, mas conseguiu evitar a derrota. A Suécia já não perde no tempo regulamentar em jogos de fases finais há 11 jogos, desde a derrota com a Itália no Euro 2000. A Inglaterra apresentou, para este jogo, duas alterações relativaente aos outros jogos. Hargreaves apareceu no miolo do meio-campo, no lugar de Gerrard, enquanto Rooney foi finalmente titular ao lado de Owen. No entanto, o teste de Eriksson saiu furado, já que Owen lesionou-se no segundo minuto de jogo e foi obrigado a sair. No lado sueco, com o apuramento em risco, destaque para a entrada de Allback no lugar de Ibrahimovic. A Inglaterra apareceu mais forte na primeira parte do jogo, fazendo esquecer a má imagem deixada nos primeiros dois jogos. Joe Cole adiantou a selecção inglesa pouco depois da meia hora de jogo. O médio inglês do Chelsea parou a bola no peito e rematou, sem deixar cair no chão, fortíssimo ao ângulo superior direito da baliza de Isaksson. Na segunda parte, a Suécia assumiu a iniciativa do jogo e entrou bastante perigosa. Allback, o jogador mais perdulário do campeonato nos primeiros jogos, redimiu-se aos 50 minutos. Linderoth cobrou um canto da esquerda e o avançado sueco apareceu mais rápido que os adversários ao primeiro poste para desviar de cabeça. A partir daqui, os escandinavos acreditaram mais e enviaram por duas vezes a bola à barra. Aos 55, Larsson desviou após um canto e, quatro minutos depois, foi a vez de Mellberg rematar com um efeito caprichoso que voltou a bater na barra. Eriksson tentou quebrar a superioridade adversária e povoou o meio-campo com a entrada de Gerrard para o lugar de Rooney. A substituição teve efeito duplo, já que, não só os suecos ficaram menos perigosos, como acabou por ser o médio do Liverpool a fazer o segundo golo, aos 84 minutos. Joe Cole cruzou ao segundo poste e Steven Gerrard cabeceou para o golo. A Suécia mostrou não querer perder e chegou ao empate a um minuto do fim do tempo regulamentar. Lançamento lateral longo na esquerda do ataque e Larsson a surgir nas costas de Campbell a desviar para o empate. Com este golo, Larsson torna-se o goleador máximo na história do futebol sueco. NOs oitavos-de-final, a Inglaterra defronta o Equador, enquanto a Suécia irá jogar com a selecção anfitriã - a Alemanha. No outro jogo, o sonho dos trinatários em passar aos oitavos-de-final não passou disso - um sonho. A selecção paraguaia de Anibal Ruiz foi mais forte e nem mesmo as mudanças ofensivos do técnico holandês de Trinidad e Tobago serviram para que os trinatários marcassem o primeiro golo da história m mundiais. O Paraguai venceu por 2-0, mas Kelvin Jack, que substituiu Shaka Hislop nesta partida, esteve em bom plano e evitou mais golos paraguaios. Curiosamente, o primeiro golo do Paraguai acabou por ser um auto-golo de um dos heróis do jogo contra a Suécia. Brent Sancho, o marcador implacável de Ibrahimovic, calculou mal um alívio e traiu Jack. O segundo golo paraguaio surgiu a quatro minutos do final. Nelson Cuevas tabelou bem com Santa Cruz e fixou o resultado final. » MUNDIAL'2006 Grupo B: Jornada 3
Suécia 2-2 Inglaterra (Allback, 50', Larsson 89'; Joe Cole, 32' Gerrard 84' )
Paraguai 2-0 Trinidad e Tobago (Brent Sancho p.b, 25' e Nelson Cuevas, 86') |
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# Artigo de Rui Silva Publicado às 22:03 |
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MUNDIAL'2006 Grupo A: Jornada 3
» Alemanha vence grupo, Polónia escapa-se do último lugar Foto REUTERS A Alemanha conquistou o Grupo A, ao vencer o Equador por três golos sem resposta. Klose, por duas vezes, e Podolski marcaram os golos de um jogo, em que os equatorianos mostraram desde cedo que já só pensam nos oitavos-de-finall. O Equador apresentou-se para este jogo com um onze bastante modificado, relativamente aos jogos anteriores. As ausências de Hurtado e Reasco na defesa e de Delgado e Carlitos Tenorio no ataque fizeram-se notar numa equipa que nunca conseguiu discutir o jogo com a Alemanha. Por seu turno, Klinsmann efectuou apenas uma alteração no eixo da defesa. Robert Huth, ex-jogador de Mourinho, jogou no lugar de Metzelder. O Equador acabou por ser a primeira equipa a criar perigo, mas Kaviedes chegou atrasado a um cruzamento da direita. A Alemanha respondeu e, logo aos 4 minutos, Klose marcou o primeiro golo da partida após assistência de Schneider. Os equatorianos não abdicavam do seu futebol apoiado, mas tinham muitas dificuldades em fazer a transição ofensiva. Ulises de la Cruz esteve muito apagado durante todo o encontro e apenas Edison Mendez tentava contrariar o rumo dos acontecimentos. Antes do intervalo, Klose bisaria ao corresponder com êxito a uma magnífica assistência de Ballack. O avançado nascido na Polónia ultrapassou Mora e fez, sem problemas, o segundo golo da partida. Na segunda parte, o Equador mostrou que só importunava Lehmann de meia-distância, com especial destaque para Edison Mendez. Numa das poucas vezes que o Equador se adiantou no terreno, a Alemanha respondeu com um contra-ataque venenoso. Schweinsteiger saiu rápido para o ataque, lançou Schneider na direita, aproveitando a lentidão dos equatorianos. Na direita, Schneider cruzou para o coração da área, onde Podolski concluiu de primeira com êxito. As duas equipas conhecerão hoje à noite o adversário dos oitavos-de-final. No outro jogo do grupo, a Polónia voltou a despedir-se de um mundial com uma vitória. Os polacos venceram a Costa Rica por 2-1 e evitaram o último lugar. A Costa Rica chegou mesmo a estar na frente do marcador. Num livre directo descaído para a direita, Ronald Gomez rematou forte para o lado do guarda-redes e marcar o seu terceiro golo em mundiais. Boruc não está isento de culpas, já que tentou defender com os pés, acabando por deixar a bola passar por entre as suas pernas. No entanto, a turma de Pawel Janas estava decidida em limpar a má imagem deixada no país-vizinho e Bosacki adquiriu o estatuto de herói, ao marcar os dois golos que permitiram a reviravolta no marcador. Na primeira parte, aos 32 minutos, correspondeu da melhor maneira a um canto, rematando de primeira. Finalmente, aos 65 minutos, novamente de canto, Bosacki saltou mais alto que os seus adversários e fez o golo que permitiu à Polónia alcançar os três pontos. » MUNDIAL'2006 Grupo A: Jornada 3
Equador 0-3 Alemanha (Klose, 4' e 44', Podolski, 57')
Costa Rica 1-2 Polónia (Ronald Gomez, 25', Bosacki, 33' e 65') |
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# Artigo de Rui Silva Publicado às 17:15 |
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Segunda-feira, Junho 19, 2006
MUNDIAL'2006 Espanha vence Tunísia
» Reviravolta vale apuramento para os oitavos Três golos nos últimos 20 minutos de jogo confirmaram o apuramento da Espanha para os oitavos-de-final do Mundial'2006. Frente à Tunísia, no Gottlieb-Daimler-Stadion, os nuestros hermanos estiveram em desvantagem durante uma hora de jogo, mas deram a volta ao texto, graças a um golo de Raúl González e dois de Fernando Torres, e venceram por 3-1. As alterações operadas por Luis Aragonés no início da segunda parte acabaram por surtir efeito, visto Raúl, Fábregas e Joaquín terem tido participação activa em todos os golos. Luis Garcia até foi o primeiro a causar perigo numa das balizas, mas o golo surgiu na espanhola. Jaziri desmarcou Joahar Mnari e este, à segunda, após defesa incompleta de Iker Casillas, inaugurou o marcador, para espanto de muitos dos espanhóis presentes em Estugarda. Em desvantagem, o conjunto de Aragonés carregou em busca do empate, mas só se acercou da baliza do veteraníssimo Boumnijel na sequência de lances de bola parada. Num desses lances, após canto cobrado na direita por Xavi, Xabi Alonso cabeceou para golo mas viu Ayari cortar sobre a linha de golo. No reinício, Luis Aragonés introduziu sangue novo na equipa, trocando Luis Garcia e Marcos Senna por Raúl e Cesc Fábregas, dois jogadores que viriam contribuir de sobremaneira para a reviravolta. O jovem catalão do Arsenal foi o primeiro a mostrar serviço mas Boumnijel respondeu com uma excelente intervenção, adiando o empate que viria a acontecer já depois da entrada de Joaquín Sánchez em substituição do apagado David Villa. No melhor pano cai a nódoa. Numa altura em os jogadores espanhóis já acusavam algum nervosismo, Boumnijel defendeu para a frente um remate rasteiro de Fábregas, depois de uma jogada de Joaquín, e Raúl, oportuno, empurrou para o fundo das redes, restabelecendo a igualdade. Cinco minutos volvidos, chegou o segundo. Fábregas assistiu, Fernando Torres contornou o guarda-redes e consumou a cambalhota no marcador. A turma de Roger Lemerre partiu então em busca do prejuízo, porém foi a Espanha que dilatou a vantagem, na sequência de uma grande penalidade cometida por Yahia sobre Torres após um cruzamento de Raúl. Na conversão, 'El Ninõ' bateu Boumnijel pela terceira vez, isolando-se na liderança dos marcadores deste Mundial'2006, com 3 golos marcados. Com este triunfo, a armada espanhola também tem praticamente assegurado o primeiro lugar do Grupo H, restando-lhe cumprir calendário frente à Arábia Saudita, ao passo que Tunísia e Ucrânia discutem a outra vaga nos oitavos, com os ucranianos a necessitarem apenas de um empate. » MUNDIAL'2006 Grupo H: Jornada 2
Espanha 3-1 Tunísia (Raúl, 71', Fernando Torres, 76', gp, 90'; Mnari, 8') |
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# Artigo de Da Rocha Publicado às 22:11 |
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MUNDIAL'2006 Ucrânia atropela Arábia Saudita
» Golear sem mostrar muito futebol A Ucrânia redimiu-se da goleada encaixada na jornada inaugural e despachou a Arábia Saudita com quatro golos sem resposta. Em Hamburgo, no AOL Arena, os ucranianos golearam a débil formação saudita, com golos de Rusol, Rebrov, Shevchenko e Kalinichenko, e colocaram-se numa posição mais confortável para garantir a qualificação para os oitavos-de-final. A primeira parte foi muito fraca, nada condizente com uma fase final de Campeonato do Mundo. Mesmo assim, os ucranianos estiveram melhor e começaram praticamente a ganhar. Ainda não estavam decorridos 4 minutos de jogo, já Andriy Rusol havia inaugurado o marcador, na sequência de um pontapé de canto Maksim Kalinichenko. Os sauditas nunca mostraram argumentos para responder à desvantagem no marcador e a Ucrânia foi explorando amiúde os erros defensivos da equipa orientada por Marcos Paquetá, embora Voronin e Shevchenko se tivessem mostrado bastante perdulários. Assim, acabou por ser num lance aparentemente inofensivo que a formação de Leste dilatou a vantagem, aos 36 minutos, num período de jogo em que até fazia pouco que justificasse um segundo golo. Serhiy Rebrov recebeu um passe do incansável Tymoschuk e rematou do meio da rua, a uns bons 30 metros da baliza, surpreendendo o guarda-redes Mabrouk Zaïd, que escorregou no momento em que se ia fazer ao lance. A segunda parte resume-se em poucas linhas, tal foi a superioridade dos ucranianos, e teve dois jogadores em grande destaque: Kalinichenko e Shevchenko. Logo a abrir, Kalinichenko, na cobrança de um livre, assistiu o novo avançado do Chelsea para o terceiro golo da partida. A fechar o encontro, os papéis inverteram-se e foi a vez de 'Sheva' oferecer o golo a Kalinichenko. Além dos dois golos apontados, no segundo tempo a turma de Oleg Blokhin, sem forçar muito, dispôs ainda de duas ou três oportunidades para marcar mais. O destaque vai para um remate à trave do supracitado Kalinichenko, médio do Spartak de Moscovo que foi o melhor em campo (esteve em três dos quatro golos da sua equipa). Desta forma, a Ucrânia coloca-se para já no segundo lugar deste Grupo H e, caso a Tunísia não derrote a Espanha no jogo que encerra esta segunda jornada, chega à última ronda a depender apenas de si para conseguir o apuramento. Já a Arábia Saudita, tendo em conta a exibição de hoje, precisa quase de um milagre para não regressar mais cedo a casa, até porque defronta a Espanha na terceira jornada. » MUNDIAL'2006 Grupo H: Jornada 2
Arábia Saudita 0-4 Ucrânia (Rusol, 4', Rebrov, 36', Shevchenko, 46', Kalinichenko, 84') |
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# Artigo de Da Rocha Publicado às 19:16 |
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MUNDIAL'2006 Suíça bate Togo
» Frei e Barnetta deixam suíços mais próximos do apuramento A Suíça derrotou esta tarde o Togo ( 2-0) e deu um passo muito importante rumo aos oitavos-de-final do Mundial'2006. A selecção suíça é agora líder do Grupo G e depende exclusivamente de si para seguir frente, bastando-lhe empatar frente à Coreia do Sul na derradeira ronda. Os togoleses, apesar de não terem envergonhado ninguém, somaram a segunda derrota e já podem fazer as malas para voltarem a casa (para aí discutirem à vontade com a federação a questão dos prémios de jogo). Os helvéticos marcaram logo aos 16 minutos. Magnin trabalhou bem na esquerda e centrou largo para o segundo poste, onde surgiu Tranquillo Barnetta, de primeira, a assistir Alexander Frei para o primeiro golo do encontro. 'Ace' Frei, à boca da baliza, não teve dificuldades em bater Agassa e inaugurou o marcador no Westfalenstadion, a casa do seu novo clube - o Borussia Dortmund. Otto Pfister mexeu quase de imediato na equipa, trocando Agboh por Salifou, e a selecção togolesa mandou no jogo até ao intervalo. Thomas Dossevi desperdiçou uma soberana oportunidade de restabelecer a igualdade e o Togo só não foi para o intervalo empatado porque o árbitro paraguaio Carlos Amarilla não viu uma infracção cometida, dentro da grande área, por Patrick Müller sobre Emmanuel Sheyi Adebayor. No segundo tempo, o conjunto orientado por Köbi Kuhn voltou a entrar melhor, ao passo que o Togo quebrou fisicamente, apesar de ter mantido em aberto a discussão do resultado até bem perto do final. No ataque suíço, Barnetta foi o primeiro a criar perigo, proporcionando a defesa da tarde a Agassa, seguido de Yakin e Frei, que também poderiam ter marcado minutos subsequentes. No entanto, o segundo golo da Suíça surgiu apenas a dois minutos dos noventa, deitando por terra as esperanças do Togo. Lustrinelli, que havia entrado há menos de 60 segundos, abriu na direita em Barnetta e o médio do Bayer Leverkusen (o melhor em campo) rematou rasteiro e cruzado, levando a bola a embater no poste direito a anichar-se nas redes de Agassa. Com este triunfo, a Suíça precisa apenas de um empate frente à Coreia do Sul para voltar a atingir os oitavos-de-final, como fez há 12 anos nos Estados Unidos. Caso helvéticos e coreanos empatem na última jornada, a França precisa de derrotar o Togo por mais de um golo de diferença, senão corre o risco de voltar a ficar pela primeira fase. » MUNDIAL'2006 Grupo G: Jornada 2
Togo 0-2 Suíça (Frei, 16', Barnetta, 88') |
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# Artigo de Da Rocha Publicado às 16:16 |
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Domingo, Junho 18, 2006
MUNDIAL'2006 França volta a empatar
» Henry quebrou jejum, mas Park empatou partida  A França empatou com a Coreia do Sul a um golo e terá obrigatoriamente de ganhar ao Togo, num jogo onde não poderá contar com Zidane. Thierry Henry sucedeu a Emmanuel Petit nos golos franceses em mundiais, oito anos e 368 minutos depois. A França entrou em Leipzig determinada em fazer esquecer a má imagem deixada no jogo ante a Suiça. Malouda entrou no lugar de Ribéry e os gauleses mostraram desde cedo que queriam conquistar os três pontos. Aos 8 minutos, Henry colocou fim no longo jejum de golos em mundiais. Wiltord rematou de fora da área, mas a bola ressaltou num defesa sul-coreano. Henry foi lesto a atacar a bola e, apenas com o guarda-redes pela frente, rematou com o pé esquerdo para o golo. Após o golo, a França continuou a controlar a partida e chegou mesmo a introduzir a bola dentro da baliza, mas o árbitro da partida não descortinou que o cabeceamento de Vieira tinha sido defendido já dentro da baliza. A única oportunidade de perigo dos sul-coreanos surgiu por intermédio de Chun-soo Lee. O jogador que já havia marcado de livre frente ao Togo, cobrou um livre pelo lado direito e, com a confusão na área, quase que conseguia trair Barthez. No entanto, na segunda parte os jogadores de Advocaat apareceram decididos em busca do empate. A França não conseguia aumentar a vantagem e, no último quarto de hora, a pressão sul-coreana intensificou-se. A dez minutos do fim, Jin Sung Park, jogador que derrotou Portugal em 2002, restabeleceu a igualdade num lance em que Barthez ainda toca na bola e Gallas tem uma hesitação fatal quando a bola seguia para a baliza. Após o golo, a França lançou-se para o ataque e beneficiou de duas grandes oportunidades. Vieira rematou muito por cima e Henry permitiu a defesa a Woon Jae Lee. A França está há 5 jogos sem ganhar e na última jornada terá de ganhar ao Togo se quiser garantir o apuramento para os oitavos-de-final. Por outro lado, à Coreia do Sul basta um empate. » MUNDIAL'2006 Grupo G: Jornada 2
França 1-1 Coreia do Sul (Henry, 8', Jin Sung Park, 80') |
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# Artigo de Rui Silva Publicado às 21:59 |
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MUNDIAL'2006 Brasil derrota Austrália
» Vitória suada em exibição pouco convincente Foto ASSOCIATED PRESS O Brasil venceu a Austrália por 2-0 com golos de Adriano e Fred. O Escrete voltou a apresentar-se alguns furos abaixo do que é esperado, mas conseguiu garantir o apuramento para os oitavos-de-final. A Austrália discutiu o jogo até ao segundo golo do Brasil, tendo várias oportunidades para empatar a partida. O Brasil, comandado por Carlos Alberto Parreira, não cedeu às pressões para tirar Ronaldo do onze e repetiu o onze que havia apresentado contra a Croácia. Do lado da Austrália, Guus Hiddink fez três alterações, relativamente ao jogo com o Japão. O herói do jogo contra o Japão, Tim Cahill, Sterjovski e Popovic surgiram nos lugares de Kewell, Bresciano e Wilkshire. Face ao empate entre Croácia e Japão, o vencedor deste jogo garantiria automaticamente o apuramento para os oitavos-de-final e, como seria de esperar, o Brasil entrou mais pressionante e deu o primeiro sinal de aviso no segundo minuto, com um remate de Kaká após entendimento com Ronaldo. A exibição do Brasil não convencia e os australianos não enjeitavam a oportunidade de ameaçar a baliza de Dida. No entanto, o remate de Culina aos 25 minutos saiu à figura do guarda-redes brasileiro. O Escrete voltou a evidenciar lacunas defensivas provocados pelo seu meio-campo extremamente ofensivo, o que beneficiava o esquema táctico dos Socceroos, em que a presença de três elementos no centro da defesa - Moore, Neill e Popovic, permitiam as subidas constantes de Chipperfield e Emerton. A acabar a primeira parte, Bresciano, que havia entrado para o lugar do lesionado Popovic, trabalhou bem à entrada da área e rematou forte por cima da barra da baliza de Dida. Defensivamente, a Austrália estava muito bem organizada e actuava mais rápida sobre a bola. Só Kaká conseguia acelerar o ritmo brasileiro, ao passo que os elementos mais defensivos não subiam para provocar desequilíbrios. Na segunda parte, o Brasil entrou praticamente a ganhar. Estavam decorridos três minutos da primeira parte, quando Ronaldo serviu Adriano para o remate de fora da área com o pé esquerdo bater Schwarzer. A Austrália respondeu e aos 56 minutos teve uma oportunidade soberana. Dida não conseguiu agarrar uma bola no ar e Kewell, com a baliza deserta, rematou por cima da barra. Os Socceroos acreditaram que era possível discutir o jogo e voltou criar perigo. De muito longe, Kewell tentou surpreender Dida, mas a bola saiu por cima da barra. Guus Hiddink apostava no ataque e colocou Aloisi no lugar do defesa Moore. Carlos Alberto Parreira respondeu e deu maior mobilidade ao ataque com a entrada de Robinho para o lugar de Ronaldo. Gilberto Silva deu maior frescura ao meio-campo no lugar de Emerson. A entrada de Robinho deu maior movimentação ao ataque e poderia ter marcado por duas vezes. Na resposta, Bresciano obrigou Dida a defesa apertada. No entanto, o Brasil estava bastante melhor do que na primeira parte e, num canto de Ronaldinho, Kaká acertou na trave. A Austrália nunca se deu por vencida e, aos 83 minutos, Viduka teve nova ocasião para marcar. O Brasil fixou o resultado final a dois minutos do final do tempo regulamentar. Fred assistiu Robinho que, pelo lado direito, rematou ao poste de Schwarzer. Na recarga, Fred fez o segundo golo da equipa brasileira. O Brasil garante o apuramento para os oitavos-de-final, enquanto a Austrália mostrou ter argumentos para discutir a passagem com a Croácia. » MUNDIAL'2006 Grupo F: Jornada 2
Brasil 2-0 Austrália (Adriano, 48' e Fred, 88') |
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# Artigo de Rui Silva Publicado às 18:57 |
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MUNDIAL'2006 Japão empata Croácia
» Nulo castiga ineficácia croata Foto REUTERS Japão e Croácia empataram sem golos em jogo a contar para a segunda jornada do Grupo F. O empate castiga a ineficácia croata que falhou várias oportunidades, entre elas uma grande penalidade durante a primeira parte. As duas equipas entravam para este jogo com zero pontos, o que atribuía um carácter decisivo, principalmente para a equipa nipónica que defrontará o Brasil na última jornada. A equipa croata era favorita, mas o Japão equilibrou a partida desde o começo. No entanto, a primeira grande oportunidade do jogo e a melhor da partida pertenceu à Croácia. Prso ganhou bem a posição relativamente a Miyamoto e sofreu falta dentro da área, aos 20 minutos. Chamado a converter, Srna permitiu a defesa ao guarda-redes Kawaguchi. Apesar da grande penalidade falhada, a selecção de Zlatko Kranjcar continuou a criar mais perigo. Oito minutos depois, o filho do seleccionador, Niko Kranjcar, rematou fortíssimo à barra da baliza nipónica. Pouco depois, foi a vez de Klasnic falhar o alvo. O Japão tinha dificuldades em criar perigo para Pletikosa e, perto do intervalo, Klasnic voltou a testar a atenção de Yoshikatsu Kawaguchi. Na segunda parte, Zico arriscou ao fazer entrar Inamoto para o lugar de Fukunishi, mas a Croácia, apesar de menos tempo de posse de bola, continuava a ser a selecção que criava mais oportunidades de perigo, mas os seus avançados estavam desinspirados, especialmente Prso. No lado japonês, Yanagisawa teve uma excelente oportunidade aos 50, mas não conseguiu concretizar. Com o passar do tempo, as duas selecções tinham mais medo de perder do que procurar a vitória. O Japão conseguia soltar-se mais no ataque e Oguro teve uma excelente oportunidade, mas o remate saiu torto. A Croácia aproveitava o balanço ofensivo do Japão e conseguia criar algumas jogadas de superioridade, mas a eficácia continuava nula. O jogo terminou com o empate e fica tudo adiado para a última jornada, onde o Japão terá uma tarefa muito complicada em que terá obrigatoriamente de ganhar ao Brasil, enquanto a Croácia jogará com a Austrália. » MUNDIAL'2006 Grupo F: Jornada 2
Japão 0-0 Croácia
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# Artigo de Rui Silva Publicado às 16:01 |
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Sábado, Junho 17, 2006
MUNDIAL'2006 EUA trava Itália
» Empate deixa Grupo E em aberto  Tudo em aberto. Depois da vitória surpresa do Gana ante a República Checa, também a selecção estado-unidense travou a equipa italiana empatando 1-1. Num jogo em que o árbitro Larrionda foi uma figura incontornável, Gilardino adiantou os Azurri e Zaccardo fez um auto-golo. A selecção italiana chegou à vantagem aos 23 minutos, por intermédio de Gilardino. A partida estava equilibrada, mas o avançado rossoneri correspondeu da melhor forma a um livre de Zaccardo. No entanto, o mesmo Zaccardo acabaria por passar de herói a vilão cinco minutos depois. O lateral italiano foi infeliz no corte e acabou por introduzir a bola na própria baliza depois de um livre da esquerda. O jogo estava vivo e, no minuto seguinte, Larrionda mostrou o cartão vermelho pela primeira vez. Num lance de cabeça, De Rossi agrediu Brian McBride. A selecção americana tinha vantagem numérica e Lippi restabeleceu o equilíbrio no meio-campo, fazendo entrar Gattuso para o lugar de Totti - voltou a estar muito aquém das suas capacidades, apesar do pouco tempo em campo. No entanto, a um minuto do intervalo, os EUA também ficaram reduzidos a dez jogadores. Mastroeni teve uma entrada perigosa sobre Pirlo que Larrionda, em cima do lance, não teve contemplações em mostrar o cartão vermelho. Expulsão a fechar, expulsão a abrir. No primeiro minuto da segunda parte, Eddie Pope foi expulso por acumulação de amarelos. O primeiro lance de perigo beneficiou os italianos, após um desvio de Bocanegra que bateu na barra. Bruce Arena estava inconformado com o que sucedia à sua selecção, mas a verdade é que os EUA partiram para uma excelente segunda parte, oferecendo uma excelente réplica à Itália. Nem com Del Piero em campo, a Itália ganhou clarividência no ataque e as suas jogadas ofensivas não criavam perigo para Keller. Aos 64 minutos, Arena voltou a perder a cabeça com o árbitro Larrionda por um golo anulado. Dentro da área, pela esquerda, Damarcus Beasley, que havia entrado pouco antes, rematou cruzado e fez golo, contudo o árbitro auxiliar assinalou fora-de-jogo de posição a McBride por ter perturbado a visão de Buffon. Até ao final da partida, a Itália apertou o cerco, mas Kasey Keller defendeu o remate de Del Piero e os avançados italianos eram frequentemente apanhados em posição irregular. Com este resultado, a próxima jornada será verdadeiramente escaldante com as quatro selecções envolvidas com legítimas aspirações para a qualificação para os oitavos-de-final. » MUNDIAL'2006 Grupo E: Jornada 2
Itália 1-1 Estados Unidos (Gilardino, 23', Zaccardo p.b, 28') |
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# Artigo de Rui Silva Publicado às 22:02 |
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FUTSAL Final - Jogo 1
» Sporting ganha vantagem Foto FUTSAL PORTUGALO Sporting venceu o Benfica por 3-2 no primeiro jogo da final do play-off do Nacional da 1ª Divisão de Futsal, num jogo que ficou negativamente marcado pelas cenas de violência nas bancadas entre os adeptos das duas equipas. Dentro de campo, o Sporting foi para o intervalo a vencer por 2-1. O Benfica esteve melhor durante o período inicial, muito rematador e com mais tempo de posse de bola, mas esbarrou na excelente forma de João Benedito que defendia tudo o que podia. A equipa da Luz chegou à vantagem por intermédio de Sidnei, num remate à entrada da área que deixou Benedito pregado ao chão. O Sporting, com a entrada de Andrezinho, conseguiu dar a volta ao jogo em pouco tempo. O golo do empate surgiu exactamente por Andrezinho num desvio após um livre. No segundo golo, já perto do intervalo, Andrezinho rematou da esquerda e foi a vez do capitão Zézito desviar para a baliza em cima da linha de golo. A eficácia leonina era impressionante, tendo rematado apenas seis vezes durante a primeira parte, contra 26 do Benfica. No início do segundo tempo, o Sporting aumentou a vantagem por Nené e equilibrou a posse de bola, começando a controlar melhor o jogo. O técnico do Benfica, Adil Amarante, arriscou cedo e, a sete minutos e meio do fim, lançou Ricardinho como quinto jogador de campo. Contudo, os postes e a fantástica exibição de João Benedito continuaram a evitar que o Benfica conseguisse marcar. A dois minutos do fim, Domênico conseguiu reduzir, mas a vitória acabaria por sorrir à equipa do Sporting. O Sporting ganha uma vantagem importante e no próximo fim-de-semana vai tentar conquistar o campeonato no Pavilhão Paz e Amizade, em Loures. » NACIONAL DA 1ª DIVISÃO DE FUTSAL Final - 1º Jogo
SL Benfica 2-3 Sporting CP (Sidnei, Domênico; Andrezinho, Zézito, Nené) |
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# Artigo de Rui Silva Publicado às 20:25 |
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MUNDIAL'2006 Gana surpreende República Checa
» Black Stars vencem e baralham contas do grupo  O Gana surpreendeu a República Checa com uma vitória de dois golos sem resposta. Asamoah e Muntari marcaram os golos que baralham as contas para a última jornada do Grupo E, embora falte ainda o embate entre Itália e Estados Unidos. Depois da derrota com a Itália, Ratomir Dujkovic fez duas alterações na defesa. Shilla e Habib entraram para os lugares de Kuffour e Pappoe. Do lado checo, Bruckner apresentou o onze esperado com Lokvenc a substituir o lesionado Koller. O Gana entrou no jogo praticamente a ganhar. Asamoah, grande figura do jogo, ganhou as costas a Ujfalusi, recebeu a bola e rematou cruzado com o pé esquerdo para o golo. A República Checa, surpreendida com o golo madrugador, tentou responder, mas Nedved, Poborsky e Rosicky não conseguiram acertar nas redes contrárias. O Gana era uma equipa muito bem organizada em campo, que saía bem para o ataque e que nunca se preocupou em defender a vantagem. Na frente, Amoah e Asamoah punham em sentido os defesas adversários. Depois do intervalo, Bruckner arriscou, mas a equipa europeia estava completamente destroçada e nunca conseguiu importunar Kingston. As coisas não podiam piorar mais, quando aos 65 minutos Ujfalusi foi expulso por cometer grande penalidade sobre Asamoah. Chamado a converter, o mesmo Asamoah acertou no poste esquerdo da baliza de Cech. Com menos um jogador, a República Checa arriscou bastante, passando a jogar com apenas três defesas. Quem o aproveitou bem foram os ganeses que partiram para um autêntico festival de oportunidades perdidas, com Asamoah em grande destaque. O segundo golo do Gana surgiu a oito minutos do fim através de um remate forte de Muntari para o fundo da baliza. Em tempo de descontos, a República Checa teve duas oportunidades seguidas para reduzir a vantagem, mas Kingston esteve em grande nível. A vitória do Gana é inteiramente justa e a República Checa pode agradecer a Cech por os números não serem mais expressivos. Apesar da derrota, a República Checa parte em vantagem sobre o Gana por apresentar um goal average positivo. Na última jornada, " basta-lhe" imitar o resultado do Gana frente aos EUA. No entanto, o adversário dos checos é a poderosa Itália. » MUNDIAL'2006 Grupo E: Jornada 2
Rep.Checa 0-2 Gana (Asamoah, 2' e Muntari, 82') |
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# Artigo de Rui Silva Publicado às 19:03 |
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MUNDIAL'2006 Portugal vence Irão
» Deco e Ronaldo carimbam passaporte para os oitavos Primeiro objectivo cumprido. Portugal derrotou o Irão por duas bolas a zero e garantiu desde já o apuramento para os oitavos-de-final do Mundial'2006, assumindo a liderança isolada do Grupo D. Um golaço de Deco e uma grande penalidade convertida por Cristiano Ronaldo confirmaram o apuramento da selecção nacional para a próxima fase, quarenta anos depois dos Magriços o terem conseguido pela primeira vez na história do futebol português. Scolari introduziu três alterações relativamente ao onze inicial apresentado frente a Angola. Costinha, Maniche e Deco voltaram a constituir o trio da linha média que sustentou a equipa nacional durante o Euro'2004, enquanto Cristiano Ronaldo recuperou a tempo de entrar como titular, relegando Simão Sabrosa para o banco de suplentes. Do lado dos iranianos, a ausência de Ali Daei foi a grande nota de destaque. Branko Ivankovic prometeu que não faria alterações, mas optou por jogar só com Vahid Hashemian na frente de ataque, apoiado por Madanchi, Karimi e Teymourian. A selecção portuguesa controlou completamente as operações durante a primeira parte. Foi esmagadora no tempo de posse de bola e dispôs de variadas ocasiões para chegar ao intervalo em vantagem no marcador, enquanto o Irão se limitou a defender e a espreitar o contra-ataque em duas ou três situações. Deco, logo aos 13 minutos, foi o protagonista da primeira grande oportunidade de golo, mas Mirzapour efectuou uma defesa fantástica, impedindo o golo com o braço direito. O melhor lance da equipa persa nem chegou a ser válido, já que Andranik Teymourian no momento do passe de Hashemian, Portugal continuou a trocar bem a bola e ainda teve mais duas situações de golo até ao intervalo: a primeira por Cristiano Ronaldo, com um remate às malhas laterais, e outra por intermédio de Miguel, na sequência de uma boa iniciativa pelo lado direito. Dos primeiros 45 minutos, destaque negativo para a arbitragem do francês Eric Poulat que, entre outros erros, conseguiu não assinalar qualquer falta numa entrada assassina de Kaebi sobre Luís Figo, que ficou com as marcas dos pitons na face. No segundo tempo, Portugal voltou a entrar bem e adivinhava-se o golo. Mirzapour ainda se estirou para impedir que Cristiano Ronaldo inaugurasse o marcador, mas dez minutos depois o guarda-redes iraniano não pôde fazer mais do que seguir com os olhos o remate de Deco. Figo transportou a bola pela lado esquerdo, endossou-a a Deco e o "mágico" do Barcelona rematou de primeira para o fundo das redes, levando o esférico a entrar junto ao poste direito. A selecção de Ivankovic reagiu bem à desvantagem e passou a surgir mais vezes junto à baliza de Ricardo. Khatibi e Hashemian desperdiçaram as duas melhores ocasiões de todo o jogo dos iranianos e, como quem não marca, sofre, Portugal sentenciou o encontro num lance de contra-ataque. Figo foi derrubado por Golmohammadi no interior da grande área e Cristiano Ronaldo, na transformação do castigo máximo, fixou o resultado final, embora Pauleta, nos descontos, ainda tivesse falhado uma soberana oportunidade de marcar o terceiro golo. No cômputo geral, em Frankfurt, a selecção portuguesa realizou uma exibição bem mais conseguida do que aquela que teve em Colónia ante os Palancas Negras. Agora, frente ao México, basta um empate para segurar o primeiro lugar do Grupo D, sendo que nessas circunstâncias só uma vitória da Holanda sobre a Argentina nos obrigaria a encontrar a Alviceleste já nos oitavos-de-final. » MUNDIAL'2006 Grupo D: Jornada 2
Portugal 2-0 Irão (Deco, 63', Cristiano Ronaldo, gp, 79') |
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# Artigo de Da Rocha Publicado às 16:11 |
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Sexta-feira, Junho 16, 2006
MUNDIAL'2006 Angola empata México
» João Ricardo segura nulo em Hannover Angola conquistou esta noite um histórico empate na estreia mundialista proporcionada pelo Alemanha'2006. A selecção angolana empatou sem golos frente ao México, manteve em aberto uma hipótese de conseguir o apuramento para os oitavos-de-final e ofereceu a Portugal a oportunidade de o garantir já amanhã, caso vença o Irão. A primeira metade começou com natural ascendente dos mexicanos. Todavia, depois de um remate ao poste de Rafael Marquéz, os Palancas equilibraram as operações e o jogo passou a desenrolar-se mais na zona do meio-campo. O ataque, tal como no encontro com Portugal, continuou a ser a principal pecha da formação angolana, pelo que a baliza guardada por Oswaldo Sanchéz nunca esteve verdadeiramente sob perigo. Do outro lado, pese a sobranceria demonstrada durante os primeiros 45 minutos, o México só não foi para o intervalo a vencer porque João Ricardo negou o golo a Guillermo Franco, após uma das muitas falhas do central Jamba. Na etapa complementar, a turma de Luís de Oliveira Gonçalves voltou a dar boa conta de si, embora tivesse abdicado praticamente de atacar. A partida passou a ter sentido único, com os mexicanos a entrarem bastante pressionantes, mas João Ricardo continuou um gigante na baliza. O guarda-redes angolano tornou a vencer o duelo com Guille Franco e, pouco depois, também se conseguiu opor a um remate rasteiro de Arellano, que havia entrado minutos antes. A pressão exercida pelos de La Volpe aumentou durante os últimos vinte minutos e intensificou-se ainda mais depois da expulsão, por duplo amarelo, de André Macanga, a dez minutos do final. Nesse período, Fonseca esteve perto de desfazer o empate, enquanto Rafa Marquéz, com um pontapé do meio da rua, proporcionou a defesa da noite a João Ricardo, o melhor em campo no Niedersachenstadion, apesar de logo de seguida ter tido uma falha comprometedora, desperdiçada por Omar Bravo - acertou no poste com a baliza deserta. Com este ponto amealhado, a selecção angolana continua, por incrível que possa parecer, na corrida por um lugar na próxima ronda. Para o conseguir, precisa de derrotar o Irão na derradeira jornada e esperar que Portugal faça o mesmo frente ao México. No entanto, os resultados terão de se conjugar por forma a que os Palancas Negras consigam superar os mexicanos na diferença de golos. » MUNDIAL'2006 Grupo D: Jornada 2
México 0-0 Angola |
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# Artigo de Da Rocha Publicado às 22:41 |
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MUNDIAL'2006 Holanda vence Costa do Marfim
» Vitória no apuramento para os oitavos  A Holanda repetiu o que a Argentina já tinha feito e conquistou a segunda vitória no Grupo C, alcançando assim, desde já, o apuramento para os oitavos-de-final. Pelo caminho, fica a selecção marfinense que repete a derrota do jogo contra Argentina. A Laranja Mecânica venceu por 2-1 com golos de Van Persie e Van Nistelrooy, enquanto Bakary Koné reduziu para os Elefantes. Num jogo que prometia muito, Van Basten e Henri Michel prepararam a partida de forma diferente. O técnico holandês repetiu o onze que havia derrotado a Sérvia e Montenegro, ao passo que Michel decidiu fazer algumas alterações, com especial destaque para o ataque. Romaric, Bakary Koné e Arouna Koné apareceram nos lugares de Akalé, Keita e Kalou. A Holanda marcou dois golos na primeira meia hora de jogo e entrou em gestão de esforço, o que poderia ter sido fatal durante a segunda parte. Num jogo equilibrado, a Laranja Mecânica aproveitou a casa dos vinte minutos para construir a sua vantagem. Aos 23 minutos, Robin Van Persie concretizou com sucesso um livre que ele próprio tinha causado. Descaído para o lado direito, o holandês do Arsenal rematou em força para o lado de Tizié, o que o deixou surpreendido e incapaz de parar o remate. Quatro minutos depois, foi a vez do avançado Van Nistelrooy aumentar a vantagem. Robben assistiu o goleador, que aproveitou o mau posicionamento de Bakary Koné para se adiantar em relação à dupla de centrais, e rematar facilmente para o segundo golo. Com a desvantagem de dois golos, a Costa do Marfim começou a importunar a baliza de Van der Saar com perigo. Zokora deu o primeiro aviso com um excelente remate à barra da baliza e, minutos depois, Bakary Koné reduziu para a selecção africana. Aproveitando a movimentação de Arouna Koné que arrastou o seu adversário consigo para o centro, Bakary Koné fez a diagonal do centro para a direita onde, à entrada da área, rematou cruzado para o golo. A Costa do Marfim estava agora com um ânimo especial e procurava o empate mas, minutos depois, Arouna Koné remataria por cima. Romaric esteve mal durante todo o jogo e não justificou a entrada no onze titular. Já no CAN, este jogador tinha desiludido, mostrando estar longe da qualidade de Akale. Bakary Koné, que foi um suplente de luxo em Janeiro, aproveitou a sua mobilidade e velocidade de execução para desequilibrar no último terço, mas Drogba esteve aquém do que é capaz. No miolo, Yaya Touré passou completamente ao lado do jogo, enquanto Didier Zokora voltou a estar em grande destaque com um grande jogo. Na segunda parte, a Costa do Marfim não desistiu de lutar pelo golo do empate que lhe permitira continuar a sonhar com os oitavos-de-final e obrigou a Holanda a recuar no terreno. Michel mexeu na equipa e alargou a frente de ataque com as entradas de Yapi Yapo e Dindane, a meia hora do fim, e Akale a quinze minutos do fim. Com estas mudanças, os marfinenses chegaram a sufocar os holandeses na sua área, mas Dindane e Yapi Yapo, com boas oportunidades, remataram para defesa segura de Van der Saar. A Holanda respondia em contra-ataque e Nistelrooy chegou a incomodar Tizié. A Costa do Marfim acabaria o jogo perto da área holandesa, mas pecou por alguma imaturidade em momentos decisivos e pelo desnorte na altura dos golos holandeses. A Holanda está apurada e é um dos possíveis adversários de Portugal nos oitavos-de-final, se a selecção lusa conseguir o apuramento, que poderá ser alcançado já amanha frente ao Irão. » MUNDIAL'2006 Grupo C: Jornada 2
Holanda 2-1 Costa do Marfim (Van Persie, 23', Van Nistelrooy, 28', Bakary Koné, 38') |
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# Artigo de Rui Silva Publicado às 19:25 |
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MUNDIAL'2006 Argentina esmaga Sérvia e Montenegro
» Alvi-celeste assume-se como grande candidata  A Argentina derrotou a Sérvia e Montenegro por 6-0 num jogo em que dominou desde o princípio, fabricando grandes jogadas de ataque culminadas com golo. Maxi Rodriguez, por duas vezes, Cambiasso, Crespo, Tevez e Messi marcaram os golos de uma Argentina que aparece como uma das principais candidatas a conquistar o Mundial. Do outro lado, a última grande competição enquanto Sérvia e Montenegro parece estar destinada ao fracasso. Os comandados de Petkovic demonstram muito pouca união e não foram capazes de discutir o jogo. A Argentina entrou melhor em campo, com os olhos postos na baliza de Jevric. Para este jogo, Pekerman promoveu uma alteração no onze. Cambiasso começou do banco e Lucho Gonzalez, jogador do Porto, apareceu a jogar no meio-campo, descaído para o lado direito. A turma sul-americana instalou-se no meio-campo adversário e marcou logo aos 5 minutos. Jogada iniciada no lado esquerdo do ataque, Saviola entra em progressão junto da quina da área e assiste Maxi Rodriguez que, vindo de trás, rematou de primeira para o fundo da baliza de Jevric. A Argentina embalava para uma grande exibição, mas à passagem do quarto de hora, sofreu um revés. Lucho Gonzalez lesionou-se e Pekerman foi obrigado a lançar quem tinha deixado de fora, Cambiasso. A substituição surtiu grande efeito, pois à meia hora de jogo, a Argentina chegou ao segundo golo por intermédio de Cambiasso numa excelente jogada colectiva. Mais uma vez começada na esquerda, a bola chegou até à zona frontal onde Cambiasso tabelou com Crespo que, de calcanhar, assistiu o médio recém-entrado para o golo com o pé esquerdo. A Sérvia e Montenegro não conseguia assentar o seu jogo e limitava-se a tentar controlar as jogadas argentinas. Contudo, a quatro minutos do intervalo, Krstajic cometeu um erro fatal que resultou no terceiro golo. O jogador dos Balcãs protegeu mal a bola, permitindo a Saviola a recuperação e remate para defesa de Jevric. NO entanto, na recarga, apareceu Maxi Rodriguez a bisar na partida. Na segunda parte, Petkovic ainda tentou mexer na equipa, mas a história do jogo não mudou. Percentagem esmgadora de posse de bola e jogo completamente controlado. As coisas pareciam não poder piorar mais, mas o vermelho directo de Kezman cedo fez ver o contrário. Jogando 25 minutos reduzidos a dez, a Sérvia e Montenegro foi presa fácil dos argentinos. Pekerman aproveitou para lançar Tevez e Messi e a Argentina foi dilatando o resultado. Crespo marcou aos 78 depois de assistência de Messi, Tevez em jogada individual e Messi perto do fim fixaram o resultado final. Depois dos 4-0 à Grécia em 94 e dos 5-0 à Jamaica em 98, a Argentina voltou a protagonizar uma goleada no Mundial, fixando um novo record na Alemanha, que pertencia à Espanha. Agora, só uma hecatombe poderá impedir a Argentina de se apurar, bem como da Sérvia Montenegro não ser eliminada. » MUNDIAL'2006 Grupo C: Jornada 2
Argentina 6-0 Sérvia e Montenegro (Maxi Rodriguez, 5' e 41', Cambiasso, 31', Crespo, 78', Tevez, 84' e Messi, 88') |
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# Artigo de Rui Silva Publicado às 16:02 |
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Quinta-feira, Junho 15, 2006
MUNDIAL'2006 Suécia derrota Paraguai
» Ljungberg ofereceu vitória ao cair do pano  A Suécia venceu o Paraguai por 1-0 e deu um importante passo para a qualificação para os oitavos-de-final. Tal como contra Trinidad e Tobago, a Suécia esteve muito mal no capítulo da finalização com Allback em plano de destaque, e só Ljungberg conseguiu tranquilizar os suecos a dois minutos do fim. O Paraguai de Anibal Ruiz despede-se de forma inglória deste Mundial depois de ter marcado presença nos oitavos-de-final nas duas últimas participações. Na equipa da Suécia, Kallstrom foi a grande novidade da equipa e a verdade é que o recente reforço do Lyon entrou bem em campo, impondo mais velocidade e dinamismo nas jogadas de ataque. Wilhelmsson voltou a entrar bem na partida, mas com o decorrer do jogo perdeu importância. Quem voltou a estar mal foi a estrela da Juventus Ibrahimovic. O avançado sueco ainda não apareceu no Mundial e foi substituído ao intervalo para entrar Allback. O Paraguai voltou a mostrar muitas limitações no ataque e sente-se a falta de um médio organizador capaz de solicitar Santa Cruz e Valdez. Paredes é um jogador com qualidade, mas não consegue desempanhar essa tarefa. A Suécia procurava o golo com grande insistência, mas não conseguia desfeitear o guarda-redes Bobadilla que fez uma boa primeira parte com um punhado de boas defesas. Na segunda parte, Allback voltou a estar em plano de destaque ao falhar duas oportunidades que poderiam dar o golo. A equipa escandinava só conseguiria marcar a dois minutos do fim, já depois de Lagerback ter feito entrar Elmander numa última tentativa de chegar ao golo. Acabou por ser o recém-entrado a fazer o cruzamento para Allback assistir Ljungberg que, de cabeça, não deu hipóteses a Bobadilla. Com este resultado, o Paraguai fica definitivamente eliminado da próxima fase. A Suécia contabiliza quatro pontos, mais três que Trinidad e Tobago, e basta-lhe um empate para se apurar para os oitavos-de-final. » MUNDIAL'2006 Grupo B: Jornada 2
Suécia 1-0 Paraguai (Ljungberg, 88') |
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# Artigo de Rui Silva Publicado às 22:06 |
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MUNDIAL'2006 Inglaterra vence Trinidad e Tobago
» Inglaterra vence, mas volta a desiludir  A Inglatera carimbou o apuramento para os oitavos-de-final ao vencer a selecção de Trinidad e Tobago por 2-0, com golos de Peter Crouch e Steven Gerrard nos minutos finais. A selecção de Eriksson protagonizou uma exibição muito fraca, com um futebol fraco, sem fio de jogo, e só nos minutos finais garantiu a vitória. A selecção das Caraíbas teve oportunidades para surpreender novamente, mas sucumbiu perto de fim. A Inglaterra assumiu as despesas do jogo desde o princípio, mas os trinatários voltaram a demonstrar grande organização defensiva com grande racionalidade na ocupação dos espaços. Os ingleses tiveram algumas oportunidades, mas Peter Crouch era o espelho da equipa inglesa ao rematar com a canela, numa das melhores oportunidades de toda a primeira parte. A selecção de Trinidad e Tobago não enjeitava a oportunidade de importunar Robinson e, aos 36 minutos, Stern John quase concluiu com êxito o canto de Yorke. Na segunda parte, Eriksson colocou Rooney e Lennon em campo, mas o nulo teimava em resistir. Crouch e Lampard estavam desinspirados e, do outro lado, os trinatários começavam a criar perigo no contra-ataque. A Inglaterra chegou finalmente à vantagem a sete minutos do fim. Beckham cruzou da direita e Crouch ganhou o duelo nas alturas a Brent Sancho e cabeceou para o golo. A vitória dificilmente escaparia à Inglaterra, mas ainda assim, Gerrard ainda teve tempo para um fenomenal remate de fora da área com o pé esquerdo a fixar o resultado final. Apesar da vitória, os ingleses voltaram a desiludir e terão de melhorar bastante se quiserem chegar longe na competição. A Inglaterra garantiu o apuramento, enquanto a Trinidad e Tobago ainda tem esperanças da qualificação, apesar de depender de terceiros. » MUNDIAL'2006 Grupo B: Jornada 2
Inglaterra 2-0 Trinidad e Tobago (Crouch, 83' e Gerrard 90+1) |
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# Artigo de Rui Silva Publicado às 19:07 |
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MUNDIAL'2006 Equador vence Costa Rica
» Domínio absoluto a caminho dos oitavos-de-final  O Equador venceu a Costa Rica por 3-0 e garantiu desde já o apuramento para os oitavos-de-final. A vitória dilatada dos equatorianos qualificou também a selecção alemã, deixando Polónia e Costa Rica sem qualquer hipóteses. Carlitos Tenorio, Agustin Delgado e o ex-portista Kaviedes marcaram os golos do Equador. O Equador mostrou hoje que a vitória ante a Polónia não deve ser encarada como uma surpresa. Luis Suarez montou uma equipa bastante organizada, muito coesa defensivamente e forte na transição ofensiva, onde Edison Mendez assume papel fulcral. A circulação de bola a toda a largura do terreno é o meio mais utilizado para chegar ao objectivo, em que Ulises de la Cruz e Reasco, os laterais, envolvem-se bastante bem nas jogadas de ataque. Na frente, Delgado e Tenorio repetiram a dose de sucesso do jogo contra a Polónia e repetiram o tento. O Equador baseia-se no futebol apoiado nos três sectores. Consegue avançar compactamente no terreno com a bola controlada, conferindo desta forma uma coesão tanto defensiva, como ofensiva que o torna bastante difícil de surpreender como o comprova o número de golos sofridos até agora (zero), apesar de ainda não ter defrontado a selecção teoricamente mais forte, a Alemanha. Do lado da Costa Rica, Paulo Wanchope não se conseguiu livrar da boa marcação de Espinoza (mais uma grande exibição), e os elementos do meio-campo, com especial destaque para Centeno, não conseguiram assentar o seu futebol no último terço. O Equador precisava da vitória para se qualificar e, logo aos oito minutos, fez o primeiro golo. Valencia conquistou a linha do lado direito e cruzou para Carlitos Tenorio adiantar a equipa sul-americana no marcador. Durante a primeira parte, podiam ter dilatado o marcador por diversas vezes, com especial destaque para a oportunidade perdida de Delgado em cima do intervalo. Nesta jogada, o Equador terá feito mais de 30 passes entre os seus jogadores, circulando a bola do lado direito para o centro-esquerdo, voltando à direita, em que o cruzamento saiu perfeito para o falhanço de Delgado. Antes disso, aos 42 minutos, Douglas Sequeira falhou, de cabeça, a oportunidade de empatar. O Equador dilatou a vantagem no princípio da segunda parte. Lançamento na direita de de la Cruz, Edison Mendez assistiu Delgado que, de ângulo reduzido, rematou forte entre o poste esquerdo e o guarda-redes Porras para o segundo golo equatoriano. A vencer por dois golos de diferença, o Equador controlava o jogo como queria. Os Ticos pareciam rendidos ao poderio equatoriano e limitavam-se às tarefas defensivas. O ritmo de jogo já não era o mesmo, já que o Equador baseava-se agora numa circulação menos progressiva no meio-campo. Já depois de um golo bem anulado a Kaviedes, a Costa Rica poderia ter reduzido a desvantagem aos 87 minutos. Bernard, numa jogada muito confusa onde ganhou alguns ressaltos, assistiu Saborio que rematou enrolado à barra da baliza de Mora que estava batido. O jogo acabou com mais um golo a culminar uma excelente jogada de ataque. Depois de um excelente pormenor no meio-campo, a bola chegou a Edison Mendez na direita do ataque, que cruzou para o remate de Kaviedes a fixar o resultado final. Na terceira e última jornada do Grupo A, o Equador vai discutir o primeiro lugar do grupo diante da Alemanha, onde lhe basta apenas um empate, já que a diferença de golos lhe favorece. A Costa Rica despede-se sem glória deste Mundial e faz o jogo de despedida frente a outra equipa eliminada, a Polónia. » MUNDIAL'2006 Grupo A: Jornada 2
Equador 3-0 Costa Rica (Carlos Tenorio, 8', Agustin Delgado, 54' e Kaviedes 90+2) |
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# Artigo de Rui Silva Publicado às 16:02 |
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Quarta-feira, Junho 14, 2006
MUNDIAL'2006 Alemanha derrota vizinha Polónia
» Só Neuville encontrou o caminho da baliza de Boruc Custou mas foi. No arranque da segunda jornada do Mundial'2006, a Alemanha derrotou a Polónia por uma bola a zero e carimbou praticamente a passagem aos oitavos-de-final da prova, mantendo o primeiro lugar do Grupo A. No Westfalenstadion, em Dortmund, a Mannschaft mostrou-se bastante perdulária e só chegou ao triunfo no primeiro minuto de descontos, com um golo de Oliver Neuville. Os germânicos entraram melhor na partida, mas a selecção polaco conseguiu com o passar dos minutos suster esse ímpeto inicial, tendo inclusivamente criado alguns lances junto à baliza de Jens Lehmann. Mesmo assim, os dois melhores lances do primeiro tempo pertenceram à Alemanha. Primeiro foi Klose, após assistência de Lahm, a não conseguir cabecear da melhor forma e depois foi Podolski, na cara de Boruc, a falhar incrivelmente o primeiro golo do encontro, novamente na sequência de um cruzamento de Lahm. Na etapa complementar, o jogo manteve-se sob o mesmo registo, mas com a Polónia ainda mais retraída do que nos primeiros 45 minutos. Klose continuou a ser um dos mais inconformados do conjunto germânico, mas foi o seleccionador Jürgen Klinsmann que, do banco, mudou o jogo, com duas alterações - entradas de Neuville e Odonkor - que viriam a resultar durante o período de compensação. A - ingénua - expulsão de Sobolewski, aos 74 minutos, complicou de sobremaneira a tarefa da turma de Pawel Janas e a Alemanha dominou por inteiro o último quarto-de-hora de jogo. Lahm e Borowski dispuseram de boas oportunidades para inaugurar o marcador, porém o desperdício do ataque alemão teve o seu pico quando, na mesma jogada, no espaço de segundos, Klose e Ballack conseguiram acertar na trave da baliza de Boruc. Parecia que os deuses do futebol não queriam nada com a selecção alemã, mas o prémio chegou já em tempo de descontos. Schneider desmarcou Odonkor e o rapidíssimo extremo do Borussia Dortmund serviu na perfeição Neuville, que desviou para o fundo das redes dos polacos. Desta forma, a Alemanha está com pé e meio na próxima fase e o mais provável é que termine em primeiro no Grupo A. A Pólonia só conseguirá o apuramento com uma louca conjugação de resultados, pelo que é crível que Pawel Janas, que deixou Dudek e Frankowski de fora dos convocados, tenha os dias contados à frente da turma polaca. » MUNDIAL'2006 Grupo A: Jornada 2
Alemanha 1-0 Polónia (Neuville, 90+1') |
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# Artigo de Da Rocha Publicado às 22:21 |
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MUNDIAL'2006 Tunísia e Arábia Saudita empatam
» Arábia Saudita esteve perto, mas Jaidi empatou perto do fim Tunísia e Arábia Saudita empataram a duas bolas no último jogo da primeira jornada do Mundial 2006. As duas equipas estiveram a vencer, mas não conseguiram gerir a vantagem a acabam por dividir os pontos, deixando tudo em aberto para as próximas jornadas. Tunísia e Arábia Saudita protagonizaram um jogo fraco, muito atabalhoado e com poucas oportunidades de perigo. Apesar de tudo, os quatro golos deram emoção a um jogo que não prometia muito. Com Santos no banco impedido de jogar, Roger Lemerre pretendia continuar as boas indicações que tinha dado no CAN, enquanto a Arábia Saudita, comandada pelo brasileiro Paquetá queria limpar a imagem deixada no último Mundial e voltar a ganhar nesta competição depois do jogo contra a Bélgica na primeira fase do Mundial 94. A Tunísia entrou melhor e marcou num lance de bola parada. Zied Jaziri aproveitou da melhor forma um ressalto na área e concluiu com êxito um remate acrobático. Na segunda parte, a Arábia Saudita mostrou muito inconformismo e tentou inverter o rumo dos acontecimentos, mas a pontaria parecia não ser a melhor. Logo no início, Noor tem uma perdida incrível na cara de Boumnijel. No entanto, o mesmo Noor veio a redimir-se no golo do empate saudita. Numa excelente jogada formada a partir do meio-campo, Noor ganhou espaço pela direita e cruzou ao primeiro poste, onde Al Kahtani apareceu a rematar para o fundo da baliza. A Arábia Saudita estava por cima e tentava por todos os meios chegar à vitória, no entanto, a quantidade de passes falhados, quer dos sauditas quer dos tunisinos, era muito elevada. Perto do final, aos 86 minutos, Sami Al Jaber, recém-entrado, colocou os sauditas na frente do marcador lançando a euforia nas bancadas com a perspectiva de voltar a vencer. O veterano saudita concluiu da melhor maneira um contra-ataque iniciado na direita. Até ao final, a Tunísia arriscou tudo e colocou o central possante do Bolton, Jaidi, na frente. Em tempo de descontos, Jaidi ganhou uma bola no ar, esta sobrou para Jaziri que cruzou para a cabeça de Jaidi que não teve contemplações em empatar a partida. Depois da vitória contudente da Espanha, Tunísia e Arábia Saudita vão jogar a qualificação no jogo contra a Ucrânia. A Tunísia esteve perto de repetir os resultados das outras quatro equipas africanas, mas Jaidi impediu que isso acontecesse. » MUNDIAL'2006 Grupo H: Jornada 1
Tunísia 2-2 Arábia Saudita (Jaziri, 23', Jaidi, 90+2'; Al Kahtani, 57' e Al Jaber, 84') |
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# Artigo de Rui Silva Publicado às 19:10 |
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MUNDIAL'2006 Espanha goleia Ucrânia
» Fúria Espanhola arrasa ucranianos  A Espanha entrou da melhor forma no Mundial da Alemanha ao golear a Ucrânia por quatro golos sem resposta. David Villa esteve em plano de destaque ao marcar dois golos, um de grande penalidade. Xabi Alonso e Fernando Torres marcaram os outros dois golos. A Espanha convenceu hoje no primeiro jogo da Grupo H. Desde o começo do jogo, esteve sempre melhor que a Ucrânia, não lhe permitindo quaisquer veleidades de assumir as despesas do jogo. Com mais tempo de posse de bola, a Espanha marcou cedo por intermédio de Xabi Alonso. Aos 13 minutos, na sequência de um canto marcardo por Xavi, Xabi Alonso cabeceou sozinho para o primeiro golo. Os Nuestros Hermanos não abrandaram o ritmo e, quatro minutos depois, David Villa marcou o segundo golo. Outra vez de bola parada, David Villa beneficiou de um desvio na barreira para bater Shovkovsky pela segunda vez. Os espanhois não davam hipóteses à Ucrânia para responder e Shevchenko não tinha espaços para brilhar. Ainda antes do intervalo, Villa poderia ter feito o terceiro, mas permitiu a defesa a Shovkovsky. Não marcou a fechar, marcou a abrir. Luis Aragonés viu a aposta em Villa surtir efeito com o espanhol do Valência a bisar na partida, de novo de bola parada, agora na marcação de uma grande penalidade. A melhor oportunidade da Ucrânia surgiu à passagem da hora de jogo, mas o remate cruzado ao ângulo de Voronin saiu ligeiramente ao lado da baliza de Casillas. A nove minutos do fim, a Espanha fixou o resultado final no primeiro golo de bola corrida. Após assistência de Puyol, "El Niño" Torres fez o quarto golo da Espanha, que entra com o pé direito neste Mundial, mostrando não querer cometer erros de competições passadas. A estreante Ucrânia não poderia ter pior começo na estreia e joga agora cartadas decisivas nos jogos restantes com Tunísia e Arábia Saudita. » MUNDIAL'2006 Grupo H: Jornada 1
Espanha 4-0 Ucrânia (Xabi Alonso, 13', David Villa, 17' e 48' g.p. e Fernando Torres, 81') |
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# Artigo de Rui Silva Publicado às 16:45 |
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Terça-feira, Junho 13, 2006
MUNDIAL'2006 Brasil sofre para derrotar Croácia
» Kaká resolveu jogo a favor dos canarinhosO Brasil ganhou na estreia no Alemanha'2006. Em Berlim, no Estádio Olímpico, os campeões do Mundo começaram da melhor forma a defesa do título, vencendo a Croácia por uma bola a zero. Kaká, com um golo portentoso à beira do intervalo, foi o obreiro do triunfo do Escrete, que não teve vida fácil frente à formação croata. A selecção brasileira entrou dominante e controlou durante toda a primeira metade. Contudo, sentiu algumas dificuldades para conseguir ludibriar a organizada defesa croata e só Roberto Carlos e Ronaldinho lograram importunar Pletikosa, enquanto do outro lado o perigo só rondou a baliza de Dida na sequência de um lance de bola parada de Darijo Srna, ao qual Tudor não conseguiu chegar. Até que, à um minuto do intervalo, já depois da saída de Niko Kovac, Kaká marcou o primeiro e único golo da partida. Um golaço. Libertou-se bem de Nico Kranjcar, o filho do seleccionador croata, e encheu o pé esquerdo, levando a bola a entrar sobre o lado direito de Pletikosa. No segundo tempo, a Croácia entrou com outra disposição em campo, convicta de que poderia causar problemas à equipa brasileira e até discutir o resultado - esteve perto e dispôs de ocasiões suficientes para tal, mais do que o próprio Brasil. Dado Prso e Klasnic foram os primeiros a colocar o último reduto contrário em sentido, mas foi a turma de Zlatko Kranjcar só se empertigou verdadeiramente depois da entrada em campo de Ivica Olic. Babic, Olic e Kranjcar foram protagonistas de três lances que poderiam ter devolvido o empate ao marcador, porém o Brasil controlou durante o último quarto-de-hora e assegurou a oitava vitória consecutivas em fases finais de um Mundial. » MUNDIAL'2006 Grupo F: Jornada 1
Brasil 1-0 Croácia (Kaká, 44') |
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# Artigo de Da Rocha Publicado às 23:45 |
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MUNDIAL'2006 França e Suiça empatam
» Nulo em jogo demasiado táctico França e Suiça abriram a sua participação no Mundial com um nulo, segundo depois do Trinidad e Tobago- Suécia. A equipa suiça teve as melhores oportunidades, mas não conseguiu marcar. A França está já ha 360 minutos sem marcar num Mundial. À semelhança do que aconteceu durante a fase de qualificação, França e Suiça protagonizaram um jogo bastante equilibrado, em que os esquemas tácticos encaixavam um no outro e onde os desequilíbrios de lado a lado se confinavam a passes de ruptura. Do lado francês, Zinedine Zidade mostrou que, apesar de não ter a mesma frescura física de há 8 anos em França, continua a ser decisivo no último passe. Os seus passes para Henry eram preciosos, mas o avançado do Arsenal parecia estar em dia não. A primeira grande oportunidade de golo pertenceu à Suiça, quando aos 24 minutos enviou uma bola ao poste. Barnetta cobrou um livre e a desatenção de Thuram ao colocar em jogo Senderos e Frei quase que se tornava fatal, contudo nem Senderos nem Frei conseguiram desviar suficientemente a bola para a baliza de Barthez. Na resposta, foi a vez de Senderos imitar Thuram ao falhar uma intercepção e deixar Ribéry completamente isolado pela direita. A promessa francesa tentou servir Henry, mas o passe saiu mal e Henry perdeu demasiado tempo acabando por rematar contra a mão de Muller. O jogo era demasiado táctico e, apenas Sagnol, pela França, e Degen, pela Suiça, subiam pelas laterais de forma a desequilibrar. Barnetta assumia as despesas do desenho ofensivo suiço, mas a linha defensiva francesa não permitia quaisquer veleidades de bola corrida. Na segunda parte, o futebol praticado não melhorou muito e o empate acabou por ser o resultado final, contudo a Suiça teve duas oportunidades excelentes para marcar. Na primeira Gygax obrigou a Barthez a defesa com os pés e, já em tempo de descontos, Frei tentou desviar com a mão, quando nas suas costas Djourou tinha tudo para fazer o golo da vitória suiça. Antes, Dhorasoo pela França, rematou cruzado e muito perigoso à baliza de Zuberbühler. O empate aceita-se, mas a vitória da Coreia do Sul poderá ser amarga para uma destas equipas já que deverão agora vencer os dois jogos restantes. » MUNDIAL'2006 Grupo G: Jornada 1
França 0-0 Suíça
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# Artigo de Rui Silva Publicado às 19:55 |
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MUNDIAL'2006 Coreia do Sul vence Togo
» Reviravolta na segunda parte vale 3 pontos  A Coreia do Sul venceu o Togo por 2-1 na primeira jornada do Grupo G, depois de ter estado a perder ao intervalo. O regresso de Otto Pfister ao banco togolês parecia estar destinado ao sucesso, mas o começo da segunda parte, em que a Coreia empatou e o Togo ficou reduzido a dez jogadores foi um duro golpe nas aspirações da selecção africana. A Coreia do Sul até entrou melhor em campo, com uma melhor ocupação dos espaços, mas tinha dificuldades em entrar com a bola controlada no último terço. No lado togolês, Adebayor e Kader eram as duas referências ofensivas de um futebol que tentava aproveitar o erro sul-coreano. E foi assim que, à passagem da meia hora, o Togo conseguiu chegar à vantagem. Mohamed Kader, entre os centrais, conseguiu receber a bola, isolou-se pela direita e rematou cruzado para o fundo das redes. A Coreia do Sul tentou responder e, ao intervalo, Dick Advocaat alterou o esquema para um futebol mais ofensivo e, à semelhança do que Hiddink já havia conseguido ontem com a Austrália, fez uma substituição decisiva ao fazer entrar Ahn Jung Hwan. Nos primeiros minutos, Abalo travou Park que seguia para a baliza e viu o segundo amarelo das mãos de Graham Poll. Na cobrança do livre central, Chun-soo Lee não deu hipóteses a Agassa e restabeleceu a igualdade. Quando se esperava que o Togo se fechasse e a Coreia do Sul mantivesse o assédio à baliza de Agassa, a postura togolesa surpreendeu e poderiam mesmo ter chegado à vantagem. Salifou, por duas vezes, e Adebayor poderiam ter feito melhor. O golo da vitória da Coreia do Sul chegou no minuto 71. Ahn Jung Hwan recebeu a bola na zona central, rodou para a baliza e rematou ao ângulo da baliza de Agassa, num golo a fazer lembrar o segundo de Cahill ontem. A Coreia do Sul alcança uma excelente vitória depois de ter estado a perder, enquanto a mais problemática selecção do Mundial deu uma excelente imagem, disputando o jogo até ao fim, mostrando sobretudo uma grande união. » MUNDIAL'2006 Grupo G: Jornada 1
Coreia do Sul 2-1 Togo (Chun Soo Lee, 54', Ahn Jung Hwan, 71', Kader, 30') |
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# Artigo de Rui Silva Publicado às 16:03 |
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Segunda-feira, Junho 12, 2006
MUNDIAL'2006 Itália entra bem diante do Gana
» Pirlo e Iaquinta marcaram pela Squadra Azurra  A Itália entrou da melhor forma no Mundial'2006, ao derrotar a estreante selecção ganesa por dois golos sem resposta. Andrea Pirlo e Vincenzo Iaquinta marcaram os golos da selecção de Lippi, num jogo em que os italianos dominaram. A equipa italiana esteve melhor em campo e apresentou-se mais pressionante no terreno. Do outro lado, o Gana aproveitava como podia as lacunas da selecção italiana e canalizavam o seu futebol atacante pelas duas laterais. Zaccardo e Grosso não estão ao nível da dupla de centrais, ainda por cima com o fraco apoio das unidades do meio-campo. Os laterais ganeses subiam bem, especialmente Paintsil pela direita, e conseguiam criar mormente ocasiões de superioidade numérica. Se Luca Toni começou as festividades com um potente remate à barra, o futebol apoiado do Gana tentou responder com boas jogadas pela esquerda, onde Essien e Pappoe poderiam ter inaugurado o marcador. A Itália acabaria por chegar à vantagem durante a primeira parte numa desatenção da defesa africana. Os italianos cobraram um canto rapidamente e Andrea Pirlo, à entrada da área, não perdoou e fez o primeiro golo. Na segunda parte, o Gana veio à procura do empate, mas não teve tantas facilidades como na primeira parte. Lippi colocou Camoranesi no lugar de Totti e o esquema defensivo dos italianos ficou mais estável, impedindo que Paintsil beneficiasse de tanto espaço. Apesar disso, o Gana queixa-se de uma grande penalidade cometida sobre Asamoah que o árbitro brasileiro Carlos Simon nada sancionou. O resultado final seria fixado noutra falha da equipa africana. Samuel Kuffour falhou o atraso para o guarda-redes e Iaquinta, pleno de oportunismo, antecipou-se e fez o segundo golo para a Squadra Azurra. » MUNDIAL'2006 Grupo E: Jornada 1
Itália 2-0 Gana (Pirlo, 40' e Iaquinta, 83') |
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# Artigo de Rui Silva Publicado às 22:02 |
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MUNDIAL'2006 Rep.Checa vence Estados Unidos
» Rosicky bisa em triunfo incontestável dos checos A Rep.Checa conseguiu, para já, o resultado mais dilatado desta fase final do Alemanha'2006. Em Gelsenkirchen, a formação orientada por Karel Brückner derrotou os Estados Unidos da América por três bolas a zero e assumiu, à condição, a liderança do Grupo E. Tomas Rosicky foi o homem do jogo, mas nem tudo são rosas para os checos, já que ainda não se sabe a gravidade da lesão do gigante Jan Koller. Os checos chegaram ao intervalo a vencer por dois golos. Marcaram logo aos 5 minutos, com Koller, nas costas de Eddie Pope, a cabecear à vontade após serviço de Grygera, e dilataram a vantagem meia-hora depois, com um golo fabuloso de Rosicky, num remate sem hipóteses para Kasey Keller, a uns bons 30 metros da baliza. Pelo meio assistiu-se à reacção dos jogadores dos Estados Unidos. Claudio Reyna assumiu as rédeas do futebol ofensivo da sua equipa e foi quem criou mais perigo para a baliza de Petr Cech, ao acertar no poste esquerdo depois de uma boa jogada colectiva dos norte-americanos. Na etapa complementar, Bruce Arena refrescou o ataque com a entrada de Eddie Johnson, porém a equipa mais perigosa continuou a ser a de Brückner. Com Pavel Nedved também em grande plano, os checos só não sentenciaram em definitivo o encontro porque Lokvenc, aos 60', permitiu a defesa de Keller e Rosicky, aos 67', acertou em cheio na trave. Tudo não passou de uma questão de tempo, pois dez minutos depois o centrocampista do Borussia Dortmund, que já era cobiçado por meia Europa, voltou a fazer das suas e, isolado, a passe de Nedved, fixou o resultado final. » MUNDIAL'2006 Grupo E: Jornada 1
Estados Unidos 0-3 Rep.Checa (Koller, 5', Rosicky, 36', 76') |
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# Artigo de Da Rocha Publicado às 19:17 |
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MUNDIAL'2006 Austrália derrota Japão
» Austrália vira jogo com Cahill decisivo  A Austrália venceu o Japão por 3-1, depois de estar a perder por 1-0 ao intervalo. Os Socceroos, na segunda presença num Mundial, marcaram pela primeira vez e logo coroado com uma vitória. Tim Cahill por duas vezes e John Aloisi, ambos entrados na segunda parte, entram para a história do futebol australiano. O jogo começou com ambas as equipas a imporem ritmo e velocidade em campo. A bola rondava quase sempre as balizas de Schwarzer e Kawaguchi e os remates sucediam-se. Mark Viduka, avançado do 'Boro, dispôs de uma grande oportunidade aos 5 minutos. De ângulo reduzido, descaído para o lado esquerdo, rematou contra Kawaguchi. Na recarga, o destino foi o mesmo. O Japão, influenciado pelo seu técnico, destacava-se mais pela troca de bola a todo o campo, com constantes trocas dos seus elementos com o intuito de chegar ao último terço, em zona de finalização, com a bola controlada. A partir do primeiro quarto de hora, a equipa australiana, catapultada pelas acções de Bresciano e Kewell, começou a ocupar o meio-campo adversário. Porém, aos 20 minutos, Fukunishi rematou em posição frontal ao lado da baliza. O golo do Japão acabou por surgir aos 26 minutos. Nakamura evitou um adversário do lado esquerdo e cruzou na direcção da baliza, onde Scwarzer sofreu um toque de Takahara que o impediu de chegar à bola, deixando a bola entrar na baliza. Os jogadores australianos reclamaram junto do árbitro egípcio e o próprio Guus Hiddink não escondeu o seu desagrado ao deslocar-se para junto de uma câmera para ver a repetição. A partir do golo sofrido, o Japão deu a inciativa de jogo aos Socceroos, mas o mais perto que estes estiveram de chegar ao golo foi na sequência de um livre cobrado por Bresciano, em que a bola foi embater na malha lateral da baliza nipónica. Na segunda parte, a tendência de jogo manteve-se e Guus Hiddink não demorou a arriscar no ataque. Durante o jogo, entraram Cahill, Kennedy e Aloisi que se viriam a tornar decisivos na reviravolta que a Austrália logrou. Do lado do Japão, apenas de contra-ataque ou em boas subidas de Komano pela lateral direita conseguiam importunar Schwarzer. A Austrália, a perder, optou por um futebol mais directo, em que Kennedy era um importante acrescento a Viduka no jogo aéreo do ataque. O futebol directo tinha pouco sucesso e apenas de livre, por duas vezes, obrigaram Kawaguchi a duas defesas difíceis. Na primeira, Viduka obrigou o guardião nipónico a defender para canto e, na segunda, foi Aloisi a obrigar a uma defesa para fora. Na jogada seguinte, Kawaguchi borrou a pintura. Precipitou-se numa saída a um lançamento lateral e, na confusão da área, Cahill marcou o golo do empate e primeiro golo de sempre da Austrália num Mundial. Faltavam seis minutos para o fim do jogo. Quando se pensava que o empate seria o resultado final, Cahill abriu o livro e, em posição frontal, não deu hipóteses a Kawaguchi num remate colocadíssimo que ainda embateu no poste direito da baliza. Já em tempo de descontos, foi a vez de Aloisi aproveitar o desnorte dos nipónicos, com uma jogada individual em que ultrapassou Komano e rematou cruzado para fixar o resultado final. Depois da Coreia do Sul há quatro anos, Guus Hiddink volta a entrar na história de uma selecção estrangeira. As suas apostas na segunda parte acabaram por ter sucesso e quem sabe se não poderão aspirar a um bom resultado ante a Croácia que permita um lugar nos oitavos. Kewell esteve apagado, mas Bresciano na primeira parte e Cahill na segunda mostraram bons apontamentos. Kennedy mostrou ser uma excelente alternativa em resultados adversos. Do lado japonês, Komano fez uma grande segunda parte e Fukunishi sobressaiu pela forma como aparece na cabeça da área em posição de remate. » MUNDIAL'2006 Grupo F: Jornada 1
Austrália 3-1 Japão (Cahill, 84' e 89', Aloisi, 90+2'; Nakamura, 26') |
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# Artigo de Rui Silva Publicado às 16:15 |
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MUNDIAL'2006 Rescaldo Jornada 1 - Grupos A-D
» Alemanha e Equador na linha da frenteO Mundial abriu com o jogo com mais golos até ao momento. A jogar em casa, Klinsmann passou o primeiro teste no comando da selecção. Sem Ballack, Borowski não foi uma alternativa credível e a dupla de centrais Mertesacker e Metzelder deixaram muito a desejar. Friedrich mostrou dificuldades de coordenação com o resto da defesa (note-se o seu posicionamento nos golos de Wanchope) e do lado esquerdo Lahm foi fundamental na manobra ofensiva, subindo e combinando bem com Schweinsteiger e marcando o primeiro golo do Mundial. Excelente golo! Klose cumpriu a tradição de 2002 e continua a marcar. A Costa Rica mostrou-se ser bastante permeável e destaca-se apenas as movimentações bastante inteligentes de Wanchope na fortaleza alemã e a capacidade de último passe do pequeno Walter Centeno. No outro jogo, o Equador controlou a Polónia. Ulisses de la Cruz esteve bem a desequilibrar, Tenorio e Delgado foram uma dupla chata para uma selecção polaca muitos furos abaixo do esperado. Ebi Smolarek não assumiu o jogo e Zurawski tentou assumir demais. A passagem aos oitavos-de-final está muito difícil para a equipa de Janas. » Um golo apenas com Inglaterra em boa posiçãoDois dos piores jogos do torneio até agora. A Inglaterra entrou bem, prometeu, mas o auto-golo madrugador de Gamarra fez adormecer o jogo. Eriksson esteve prudente e, ao mínimo sinal de resposta do Paraguai, solidificou o meio-campo. Crouch mostrou não ser avançado para entrar de início e as laterais mostraram algumas lacunas. Do lado do Paraguai, Carlos Paredes ser o médio com tarefas mais criativas da selecção de Ruiz não augura grande futuro. A Trinidad e Tobago fez história. Os tobaguenhos, com o fumador Latapy no banco e Dwight Worke a mostrar que inteligência ajuda a desempanhar qualquer posição travou a Suécia com um empate a zero. Shaka Hislop, com currículo britânico, defendeu tudo o que podia e Brent Sancho, qual fiel companheiro de Dom Quixote, foi um verdadeiro pronto-socorro. A selecção sueca começou bem, com Wilhelmsson em grande estilo, mas as dificuldades face à organização caribenha (mesmo a jogar com 10), com Allback perdulário e Ibrahimovic a querer fazer tudo sozinho não conseguiu marcar, protagonizado a maior surpresa até agora. » Os rapazes de MourinhoNo grupo da morte, os jogadores de Mourinho estiveram em plano de destaque. Crespo, Drogba e Robben protagonizaram boas exibições coroadas com golo. A Argentina, com uma postura em campo bastante inteligente a aproveitar bem os erros adversários, com Riquelme decisivo no último passe, Saviola irrequieto e o oportunismo de Crespo chegaram para uma Costa do Marfim solta no campo a mostrar que podem merecer mais. Zokora e Yaya Touré entraram bastante bem no jogo, com grande capacidade de rotura na defensiva celeste. Akalé confirmou as exibições do CAN, enquanto o incontornável Drogba facturou. Arjen Robben chamou para si o protagonismo do jogo, com Van Persie a queixar-se disso mesmo, e foi decisivo. Marcou e foi o jogador que mais facilmente desequilibrava na composta defensiva da Sérvia e Montenegro. Um futebol rendilhado com três apoios constantes, próprios da táctica do triângulo, chegou para bater a desconexão da Sérvia. A Sérvia e Montenegro podia ter marcado primeiro, mas o egoísmo de Milosevic não deu para mais. Nem mesmo o gigante Zigic conseguiu chegar à igualdade. Fraca exibição de uma selecção que se candidata a ficar pelo caminho. » Favoritos em boa situaçãoNo grupo de Portugal, tudo pode ficar decidido já na segunda jornada. Com maior ou menor dificuldade, México e Portugal venceram os seus jogos. O Irão, com Hashemian a entrar muito bem, chegou a ameaçar o México, mas uma segunda parte muito fraca permitiu ao México de La Volpe chegar à vitória com boas exibições de Pardo, na construção ofensiva, e de Bravo, decisivo a marcar os dois primeiros golos. Portugal venceu, à imagem da Inglaterra, com um golo demasiado cedo que condicionou o resto da partida. Pauleta voltou a marcar num Mundial, Figo mostra ser ainda capaz de improvisar no 1x1 e Ronaldo perdeu alguma da maturidade de há dois anos. Tiago acabou por ser titular, bem como Simão, mas a tarefa de Deco parece mesmo não estar ao alcance de mais ninguém. A Angola não esteve mal, e com um ponta de sorte, poderia mesmo ter empatado a partida. André Macanga esteve bem a filtrar o jogo contrário, Mendonça e Mateus tentaram levar a equipa para à frente, enquanto Akwá pareceu querer entrar para a história de " bicicleta". Mantorras aqueceu as bancadas, mas acabou por ser inconsequente. Figueiredo é um artista.
# Artigo de Rui Silva Publicado às 02:00 |
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Domingo, Junho 11, 2006
MUNDIAL'2006 Portugal bate Angola na estreia
» Pauleta marcou o único golo da partida Fotos ASSOCIATED PRESSSalvou-se a vitória. Para todos os efeitos, pese a pálida exibição, Portugal começou bem a sua participação no Mundial'2006. A selecção nacional derrotou Angola pela margem mínima e igualou o México na Grupo D. Pedro Pauleta apontou, a passe de Figo, o único golo dos portugueses, que podem confirmar o apuramento para os oitavos-de-final já no próximo sábado, caso vençam a formação do Irão. Todavia, terão que fazer muito mais do que aquilo que mostraram esta noite em Colónia. Luiz Felipe Scolari apresentou duas novidades em relação ao onze habitual. Tiago entrou no lugar de Costinha, obrigando Petit a ocupar a zona mais recuada do meio-campo, e Deco foi poupado, jogando Simão Sabrosa de início na ala esquerda, com Figo no miolo. A turma portuguesa entrou a 'todo o vapor'. Pauleta dispôs da primeira grande ocasião de golo logo aos 15 segundos e marcou praticamente na jogada seguinte, aos quatro minutos, após uma excelente iniciativa individual do capitão Luís Figo. Angola sacudiu a pressão nos minutos seguintes e até conseguiu criar uma ou outra situação embaraçosa para Ricardo, que se teve de aplicar para travar o remate de André Macanga. Contudo, durante esse período de jogo até foi Portugal quem esteve mais perto de marcar. Primeiro por Pauleta, aproveitando uma saída algo precipitada de João Ricardo, e depois por Cristiano Ronaldo, que cabeceou à trave na sequência de um canto de Figo e ainda obrigou o guarda-redes angolano a uma excelente intervenção. Na segunda metade, a postura dos portugueses não se alterou. É verdade que Portugal continuou a ser a equipa mais forte em campo, mas também é verdade que atacou quase sempre de forma muito previsível e sem velocidade nos processos ofensivos. Então depois da troca de Cristiano Ronaldo por Costinha... Figo, Tiago e Simão foram dos mais inconformados, enquanto do outro lado Angola manteve-se sempre à espreita de uma oportunidade para surpreender a defensiva portuguesa. O desvio de Mateus, aos 89 minutos, foi o que os comandados de Oliveira Gonçalves conseguiram de mais perigoso, ao passo que Maniche, nos descontos, com um pontapé do 'meio da rua', foi o protagonista de um dos poucos momentos bons da selecção portuguesa no segundo tempo. » MUNDIAL'2006 Grupo D: Jornada 1
Angola 0-1 Portugal (Pauleta, 4') |
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# Artigo de Da Rocha Publicado às 22:05 |
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MUNDIAL'2006 México derrota Irão
» México confirma favoritismo Foto ASSOCIATED PRESS O México confirmou o favoritismo do jogo ante o Irão, vencendo por 3-1 com dois golos de Omar Bravo e um do brasileiro naturalizado Zinha. Golmohammadi reduziu para os iranianos. O Irão era visto com alguma apreensão para este jogo, mas a quebra de rendimento depois do intervalo impediu os iranianos de alcançarem um resultado positivo. O jogo começou com o Irão a surpreender a congénere mexicana com a velocidade e perigo que causou junto da baliza de Oswaldo Sanchez. Nos primeiros minutos, a selecção de Branko Ivankovic foi mais perigosa e, por intermédio de Hashemian, poderia ter marcardo. Aos poucos, o México acalmou o ritmo de jogo, apostando num futebol de ataque mais continuado com Pardo a assumir o desenho ofensivo e Franco e Bravo a oscilarem nas alas no apoio ao avançado Borgetti. A selecção iraniana defendia bem, com um meio-campo forte a fechar as linhas de passe aos jogadores mexicanos. Assim, apenas de livre o México conseguiu inaugurar o marcador. Pavel Pardo cobrou um livre descaído para a direita, Guillermo Franco desviou para a boca da baliza, onde Omar Bravo inaugurou o marcador, à passagem dos 28 minutos. A perder, o Irão conseguiu responder e acabou por igualar a partida aos 36 minutos. Canto cobrado na direita por Mahdavikia, Oswaldo Sanchez falha a intercepção e, no ressalto, o defesa central Golmohammadi restabeleceu a iguldade, lançando a euforia entre a equipa e os milhares de iranianos presentes no Franken-Stadion, em Nuremberga. Na segunda parte, o futebol praticado pelo Irão baixou muito de rendimento e o México começou a controlar todas as incidências do jogo. No entanto, não conseguia chegar à baliza de Mirzapour com perigo. Rafael Marquez integrava bem a manobra ofensiva e, num desses lances, terá sofrido uma carga dentro da área que o árbitro não sancionou. A partir de certa altura, o Irão parecia satisfeito com o resultado, mas o técnico Ricardo La Volpe insistia com os seus jogadores para alcançar a vitória. Já ao intervalo, o técnico mexicano havia deixado Franco e Torrado nos balneários, fazendo entrar Luis Perez e Zinha. No começo da segunda parte foi obrigado a substituir Borgetti, por lesão, entrando Fonseca. A 15 minutos do fim, o México chegou finalmente à vantagem, de novo por intermédio de Bravo. Mirzapour falhou a reposição, a bola sobrou para Zinha que, em superioridade numérica, fez um excelente passe para Bravo bisar. Três minutos depois, o México voltou a marcar. Jogada na direita iniciada por Zinha, Mario Mendez cruzou próximo da linha e o mesmo Zinha, na área, entrou de rompante fixando o resultado final num excelente cabeceamento. O México alcançou uma vitória que se revelou difícil e espera agora pelo resultado de Portugal. Do outro lado, o Irão terá que fazer bastante mais para aspirar a um lugar nos oitavos-de-final. » MUNDIAL'2006 Grupo D: Jornada 1
México 3-1 Irão (Bravo, 28' e 75', Zinha, 78'; Golmohammadi, 36') |
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# Artigo de Rui Silva Publicado às 19:02 |
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TÉNIS Roland Garros: Final Masculina
» Nadal vence Roland Garros Rafael Nadal venceu a edição de 2006 de Roland Garros, ao vencer Roger Federer por 1-6, 6-1, 6-4 e 7-6. O tenista espanhol, Rafael Nadal, entrou muito nervoso no primeiro set e Roger Federer aproveitou para efectuar dois breaks logo no princípio do jogo, acabando por ganhar calmamente o primeiro set por 6-1. No segundo set, o jovem espanhol de apenas 20 anos e vencedor em título de Roland Garros, começou a encarrilar e não deu mais hipóteses ao suíço Federer. À derrota por 6-1 no primeiro set, respondeu com 6-1 no segundo set. O espanhol parecia definitivamente melhor em court que o adversário e os níveis de confiança permitiam-lhe começar a colocar as bolas próximo das linhas e vencendo pontos importantes. No terceiro set, "Rafa" Nadal conseguiu fazer o break numa altura crucial, vencendo por 6-4. No quarto e último set, o tenista espanhol começou novamente melhor e começou a caminhar para a vitória, que acabaria por vencer apenas no tie-break. Rafael Nadal, com 20 anos completados no fim-de-semana passado, conquistou o seu segundo título de Roland Garros e mantém a invencibilidade em terra batida desde Abril de 2005. Roger Federer perdeu a oportunidade de fazer o pleno em torneios de Grand Slam consecutivos.
# Artigo de Rui Silva Publicado às 17:23 |
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MUNDIAL'2006 Holanda vence Sérvia e Montenegro
» Robben oferece três pontos à já mecanizada Laranja Foto ASSOCIATED PRESS Arjen Robben marcou o único golo do triunfo da Holanda sobre a Sérvia e Montenegro. Os holandeses venceram pela margem mínima e juntaram-se à Argentina da liderança do Grupo C, o grupo de onde vai sair o adversário de Portugal caso a selecção nacional atinja os oitavos-de-final. A Laranja dominou durante todo o jogo e acabou por vencer com toda a justiça. Rematou mais vezes, dispôs de mais oportunidades de golo e, fundamentalmente, mostrou ao Mundo uma inegável capacidade ao nível do passe e da retenção de bola. Até ao momento, é a selecção que se apresentou em melhor forma nesta fase final. Mesmo assim, o primeiro lance de perigo da partida aconteceu junto da baliza de Van der Sar, logo aos 13 minutos, na sequência de uma jogada de Djordjevic à qual Kezman e Milosevic não conseguiram dar o melhor seguimento. A Sérvia e Montenegro não marcou e sofreu o primeiro e único golo da partida logo de seguida. Um golo made in London: Van Persie, do Arsenal, isolou Robben e o extremo do Chelsea bateu Jevric à saída deste, depois de ter escapado em velocidade a Gavrancic. Até ao intervalo, o melhor que os comandados de Ilija Petkovic conseguiram nasceu dos pés de Koroman, entrado minutos antes, e saiu ao lado do poste esquerdo da baliza holandesa. Na segunda metade, os servo-montenegrinos entraram de início com o gigante Nikola Zigic no lugar de Milosevic, mas nem por isso as coisas melhoraram no ataque, apesar da postura mais ofensiva. A Holanda optou por defender a vantagem sempre com a bolinha no pé e a vitória nunca esteve em risco, embora Koroman e Zigic tivessem tentado o golo da igualdade. Assim, face à falta de argumentos da formação de Leste, não estranhou que o melhor lance do segundo tempo tivesse pertencido à Holanda e a Arjen Robben. O melhor em campo desta tarde em Leipzig tirou alguns adversários do caminho e levou a bola a passar a centímetros do poste esquerdo da baliza de Jevric. » MUNDIAL'2006 Grupo C: Jornada 1
Sérvia e Montenegro 0-1 Holanda (Robben, 18') |
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# Artigo de Da Rocha Publicado às 16:21 |
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AUTOMOBILISMO Fórmula 1 - GP Grã-Bretanha
» Alonso vence em Silverstone, Tiago Monteiro termina em 16ºFernando Alonso continua imparável na edição deste ano da Formula 1. Em Silverstone, conquistou a pole position e dominou a partida desde a primeira volta. O piloto espanhol da Renault conquistou a 5ª vitória deste ano e a 13ª da sua carreira e deu mais um passo gigante na revalidação do título. Michael Schumacher (Ferrari) foi segundo e está já a 23 pontos de Alonso na classificação geral. O finlandês Kimi Raikkonen (McLaren-Mercedes) fechou o pódio. O piloto português, Tiago Monteiro (Midland), obteve um excelente resultado na qualificação, mas hoje enfrentou algumas dificuldades. Tiago Monteiro obteve o 16ºlugar, de onde tinha partido.
# Artigo de Rui Silva Publicado às 13:40 |
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Sábado, Junho 10, 2006
MUNDIAL'2006 Argentina derrota Costa do Marfim
» Crespo e Saviola assinam triunfo da Alviceleste A Argentina entrou com o pé direito no Mundial'2006, ao derrotar a Costa do Marfim ( 2-1) no jogo inaugural do Grupo C. Em Hamburgo, a selecção de Henry Michel até deixou bons apontamentos no relvado do AOL Arena, principalmente durante a primeira parte, mas não conseguiu fazer frente à maior eficácia da Alviceleste, que ganhou graças aos golos da dupla de pontas-de-lança composta por Crespo e Saviola - enquanto Drogba reduziu para os africanos. Os marfinenses começaram mais perigosos, com Kanga Akalé a assustar 'Pato' Abbondazieri, porém pertenceu à selecção das Pampas a primeira grande ocasião de golo, quando Ayala cabeceou ao poste da baliza de Jean-Jacques Tizié, num lance em que fica a ideia que a bola ultrapassou a linha de golo. Nove minutos volvidos, a Argentina marcou mesmo. Riquelme cobrou o livre da esquerda, Heinze e Drogba não abordaram o lance da melhor forma e a bola sobrou para Hernán Crespo, que não teve quaisquer dificuldades em inaugurar o marcador. A Costa do Marfim reagiu bem à desvantagem e só não chegou ao empate nos minutos seguintes porque Kalou e Keita, num curto espaço de tempo, não tiveram a clarividência necessária para bater Abbondazieri. Os Elefantes não marcaram e vai daí sentiram na pele o provérbio, sofrendo o segundo golo à passagem do minuto 38. Riquelme isolou - com mestria - Javier Saviola e 'El Conejo' desviou de primeira para o fundo das redes de Tizié, fixando o resultado no final do primeiro tempo. Na segunda parte, o ritmo de jogo baixou bastante, muito por culpa da Argentina, que optou por gerir o resultado, e o encontro só aqueceu durante os últimos dez minutos, quando a Costa do Marfim reduziu já depois de Pekerman ter abdicado da dupla de avançados para lançar em campo Palacio e o portista Lucho González. Numa jogada de insistência, Aruna Dindane cruzou atrasado e Didier Drogba não enjeitou a oportunidade, reduzindo de pé esquerdo a desvantagem no marcador. A Argentina terminou (escusadamente) encostada às cordas mas acabou por conseguir segurar um triunfo muito importante, que a coloca provisoriamente na liderança deste Grupo C, que prossegue amanhã com a realização do embate entre Sérvia e Montenegro e Holanda. » MUNDIAL'2006 Grupo C: Jornada 1
Argentina 2-1 Costa do Marfim (Crespo, 24', Saviola, 38'; Drogba, 82') |
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# Artigo de Da Rocha Publicado às 22:03 |
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MUNDIAL'2006 Trinidad e Tobago surpreende Suécia
» Escandinavos incapazes de bater Hislop Foto REUTERS A Suécia empatou hoje frente à Trinidad e Tobago sem golos, num resultado que se torna até agora a maior surpresa do torneio. Os jogadores suecos, mesmo em superioridade numérica durante todo o segundo tempo, foram incapazes de quebrar a determinação dos Soca Warriors e complicaram a passagem aos oitavos-de-final. A Suécia entrou melhor em campo, assumindo o favoritismo e ocupando-se no meio-campo defensivo de Trinidad e Tobago. A dupla Ibrahimovic e Larsson era alvo de marcação especial, mas as investidas de Ljungberg e Wilhelmsson pelas laterais constituíam perigo para a defensiva tobaguenha. Na selecção caribenha, Stern John era a referência ofensiva e era constantemente solicitada em profundidade. De resto, apostavam num forte povoamento do meio-campo para encurtar os espaços e cortar as linhas de passe aos suecos. A Suécia atravessou grandes dificuldades, apesar do domínio, para importunar Shaka Hislop e, só nos minutos finais da primeira parte, testou a qualidade de Hislop. Wilhelmsson e Ibrahimovic obrigaram o guarda-redes tobaguenho a duas defesas apertadas. Na segunda parte o cerco sueco aumentou e as coisas não poderiam ter começado pior para a selecção tobaguenha. Avery John viu o segundo amarelo e deixou a sua selecção a jogar com dez. Apesar de tudo, acabaria por ser Cornell Glenn o primeiro a criar muito perigo na segunda parte, contudo o remate embateu na barra da baliza sueca. Na resposta, Ibrahimovic, em excelente posição, rematou contra o corpo de Hislop. O técnico sueco precisava de arriscar e lançou Allback. O avançado dispôs de várias oportunidades, mas a selecção sueca estava definitivamente em dia não. A Suécia complica as suas contas no Grupo B com este empate, enquanto os tobaguenhos têm várias razões para festejar o seu primeiro jogo em Mundiais. » MUNDIAL'2006 Grupo B: Jornada 1
Trinidad e Tobago 0-0 Suécia |
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# Artigo de Rui Silva Publicado às 19:01 |
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MUNDIAL'2006 Inglaterra vence Paraguai
» Inglaterra vence com desvio de Gamarra  A Inglaterra entrou a ganhar no Mundial da Alemanha ao vencer o Paraguai por 1-0. O único golo da partida surgiu aos quatro minutos, através de um desvio de Gamarra após livre de Beckham. A Inglaterra entrou da melhor forma no Mundial da Alemanha. Na sequência de um livre cobrado por Beckham do lado direito, Carlos Gamarra desviou a bola do guarda-redes Villar introduzindo-a na própria baliza. Depois do golo, a Inglaterra continuou mais forte e não dava espaço à lenta equipa do Paraguai para responder. Por outro lado, os jogadores ingleses eram mais rápidos sobre a bola e dividiam o desenho ofensivo de duas formas. O futebol directo, normalmente iniciado do lado direito, para a referência Peter Crouch e um futebol baseado em rápidas trocas de bola, em que a lateralização do jogo a dois ou três toques confundia a defesa paraguaia. Poucos minutos depois do golo, o guarda-redes Justo Villar lesionou-se e obrigou o técnico Aníbal Ruiz a efectuar a primeira substituição, fazendo entrar Bobadilla para a baliza. O nervosismo paraguaio, evidenciado por Gamarra, dificultava a tarefa dos sul-americanos e apenas à passagem do quarto de hora conseguiram importunar Robinson. Paredes rematou ao lado e, no minuto seguinte, Riveros obrigou Robinson a uma defesa apertada. A Inglaterra esteve sempre mais forte, mas perto do intervalo, Valdez podia ter igualado a partida, mas rematou ao lado. Na segunda parte, o Paraguai surgiu com uma disposição mais ofensiva, procurando a baliza inglesa com maior frequência. Apercebendo-se disso, Eriksson conferiu maior estabilidade ao meio-campo inglês, fazendo entrar Downing para o lugar de Owen, ficando Joe Cole a actuar nas costas de Crouch. Aos 15 minutos, o Paraguai poderia ter marcado, mas Paredes não aproveitou a falha de Robinson após cruzamento de Bonet e rematou por cima. O Paraguai continuou a tentar, mas a Inglaterra conseguiu controlar o ímpeto adversário e acabou por conquistar a vitória, colocando-se em posição privilegiada para alcançar os oitavos-de-final. Mesmo sem convencer, a selecção de Eriksson e McLaren volta a entrar a ganhar num Mundial depois do empate em 2002 frente à Suécia. » MUNDIAL'2006 Grupo B: Jornada 1
Inglaterra 1-0 Paraguai (Gamarra, ag, 4') |
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# Artigo de Rui Silva Publicado às 16:00 |
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TÉNIS Roland Garros: Final Feminina
» Justine Henin-Hardenne vence pela terceira vez A tenista belga Justine Henin-Hardenne confirmou o favoritismo para a final frente à russa Kuznetsova e conquistou o seu terceiro título de Roland Garros (2003, 2005 e 2006). A belga começou o jogo da melhor forma, fazendo um break a Kuznetsova no primeiro jogo de serviço. O segundo break a Kuznetsova colocou Henin-Hardenne em excelente posição, mas a russa surgiu transfigurada a partir daí e fez o contra-break. Apesar dos esforços de Kuznetsova, Henin-Hardenne acabaria por vencer o primeiro set por 6-4. O segundo set foi mais equilibrado e Henin-Hardenne só conseguiu o break no sétimo jogo. A partir daqui, a tenista belga estava a um passo da vitória e com a sua experiência não a deixou fugir. Venceu novamente por 6-4 e conquistou o seu terceiro triunfo na sua quinta participação em Roland Garros.
# Artigo de Rui Silva Publicado às 15:55 |
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Sexta-feira, Junho 09, 2006
MUNDIAL'2006 Equador surpreende Polónia
» Tenorio e Delgado colocam Equador em posição privilegiada  O Equador surpreendeu a selecção polaca ao vencer por dois golos sem resposta. Carlos Tenorio e Agustin Delgado marcaram os golos de um jogo em que os polacos desiludiram a forte falange de apoio. A Polónia entrou melhor na partida incentivada pelo público que se encontrava em maioria em Gelsenkirchen. Com maior tempo de posse de bola e um domínio territorial, os polacos sentiam dificuldades no último passe, não só pela boa barreira defensiva dos equatorianos, como também pela desinspiração própria. Aos poucos, os sul-americanos soltaram-se no terreno e começaram a visar com perigo a baliza de Boruc. O golo do Equador surgiu à passagem do minuto 24. Ulisses de la Cruz efectuou um lançamento longo, Delgado cabeceou para trás e, na cara de Boruc, Carlos Tenorio desviou para o fundo das redes. A partir daqui, a selecção equatoriana ganhou motivação e foi subindo no terreno com maior frequência. O lateral direito, Ulisses de la Cruz, ganhou especial preponderância não só pelo perigosismo dos seus lançamentos longos, bem como pela forma como desequilibrava através das suas subidas constantes. A jogada de maior perigo surgiu já perto do intervalo, quando Cristian Mora falhou a intercepção do canto de Krzynowek e Zurawski não conseguiu dar o melhor seguimento ao cruzamento. Na segunda parte, a Polónia voltou a controlar o jogo territorialmente, mas a verdade é que nunca conseguiu importunar verdadeiramente o guarda-redes Mora. Smolarek esteve muito apagado e Zurawski insistia nas jogadas individuais. Do outro lado, o Equador apareceu mais recuado em campo, espreitando a possiblidade de contra atacar e aproveitar o desposicionamento dos polacos. A Polónia não conseguia rematar à baliza e acabou por ser o Equador a marcar novamente. Numa jogada de belo desenho ofensivo, Kaviedes isolou-se e ofereceu o golo a Agustin Delgado. A Polónia apareceu apenas nos últimos seis minutos. Smolarek obrigou Mora à primeira defesa durante todo o jogo aos 84 minutos. No minuto seguinte, Jelen voltou a criar perigo levando a bola a bater no poste esquerdo da baliza equatoriana. Em cima dos 90 minutos, a Polónia voltou a acertar no poste da baliza, desta feita por intermédio de Brozek. O Equador alcançou uma vitória decisiva no Grupo A, enquanto a Polónia protagonizou uma exibição muito pálida desiludindo os milhares de polacos presentes no estádio. Na próxima jornada, a Polónia defronta a Alemanha e o Equador vai medir forças com a Costa Rica. » MUNDIAL'2006 Grupo A: Jornada 1
Polónia 0-2 Equador (Carlos Tenorio, 24', Agustin Delgado, 80') |
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# Artigo de Rui Silva Publicado às 22:09 |
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MUNDIAL'2006 Alemanha bate Costa Rica
» Klose bisa na estreia vitoriosa dos anfitriõesSeis golos no jogo inaugural do Mundial'2006. Em Munique, a jogar em casa, a Alemanha, mesmo sem convencer, derrotou a Costa Rica por 4-2 e assumiu a liderança provisória do Grupo A, ficando à espera para ver o que fazem Polónia e Equador. Miroslav Klose, melhor marcador da Bundesliga desta temporada, e Paulo Wanchope, com dois golos cada, foram duas das figuras do encontro. Sem o patrão Ballack, que não recuperou a tempo, a Mannschaft inaugurou o marcador logo aos 6 minutos. Philip Lahm trabalhou bem na esquerda sobre Martínez e Fonseca e, da quina da área, rematou sem hipóteses para Porras, marcando o primeiro golo - e que golo! - desta fase final. No entanto, a vantagem durou pouco tempo, já que a Costa Rica, quase na resposta, restabeleceu o empate. Wanchope isolou-se depois de tabelar com o companheiro de ataque Ronald Gómez e desfeiteou Lehmann pela primeira vez. O jogo vivia um período louco e o placard voltou a alterar-se aos 17 minutos, com novo golo dos germânicos, desta feita apontado pelo aniversariante Miroslav Klose, na sequência de um cruzamento-remate de Schweinsteiger - golo muito consentido pela selecção de Alexandre Guimarães. Na etapa complementar, o mesmo Klose dilatou a vantagem, aos 61 minutos, após cruzamento de Lahm, e Los Ticos voltaram a responder na mesma moeda, como novo golo de Wanchope. Walter Centeno construiu todo o lance e o avançado do Herediano bisou, partindo de posição muito duvidosa. Os costa-riquenhos acreditaram que seria possível chegar ao empate num ou outro contra-ataque em que conseguissem explorar as costas de Mertesacker e Metzelder, mas a Alemanha sentenciou a partida aos 87 minutos, com um grande golo - uma bomba - de Torsten Frings, um dos melhores em campo da formação orientada por Jürgen Klinsmann. » MUNDIAL'2006 Grupo A: Jornada 1
Alemanha 4-2 Costa Rica (Lahm, 6', Klose, 17', 61', Frings, 87'; Wanchope, 12', 73') |
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# Artigo de Da Rocha Publicado às 19:21 |
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Quinta-feira, Junho 08, 2006
MUNDIAL'2006 Grupo H
Espanha, Ucrânia, Tunísia e Arábia Saudita são as selecções que compõem o Grupo H, o último a entrar em acção durante este Mundial'2006, visto a primeira jornada estar agendada apenas para o dia 14 de Junho - e logo com um interessante embate entre espanhóis e ucranianos. As duas selecções europeias são claramente favoritas ao apuramento para os oitavos-de-final, mas não se sabe bem até que ponto Tunísia e Arábia Saudita, principalmente os tunisinos, não serão capazes de se intrometerem na luta pela qualificação. A selecção espanhola é, teoricamente, a principal candidata a vencer o grupo. São a mais experiente das quatro equipas e são uma presença assídua das fases finais das grandes competições, embora nos últimos 20 anos nunca tenham conseguido passar dos quartos-de-final. Relativamente ao Euro'2004, em que nuestros hermanos foram afastados por Portugal, Luís Aragonés tem ao seu dispor um leque de jogadores significativamente melhor que o que esteve às ordens de Iñaki Saez. Iniesta, Fábregas e Fernando Torres são três jovens certezas do futebol espanhol e, só para citar alguns, Luís Garcia, Xabi Alonso, David Villa e Pernía chegam à Alemanha depois de terem brilhado a grande altura nos seus respectivos clubes. Os oitavos-de-final são praticamente uma certeza, mas o grande objectivo passa por chegar novamente aos quartos, onde há quatro anos foram eliminados pela anfitriã Coreia do Sul. Quanto às outras equipas deste Grupo H, a estreante Ucrânia apresenta-se como forte candidata ao apuramento e quem sabe a roubar o trono à armada espanhola. Apesar da inexperiência em fases finais, os ucranianos têm a seu favor fantástica prestação na qualificação, na qual deixaram pelo caminho Turquia, Dinamarca e a campeã europeia Grécia. Shevchenko, Voronin, Vorobey são algumas das figuras da turma de Oleg Blokhin, que conta ainda com quatro vice-campeões europeus de Sub'21 - Milevskiy, Iatsenko, Chygrynskiy e Pyatov. A Tunísia de Jemmali, Trabelsi, Jaïdi e Namouchi tem no inevitável Francileudo Dos Santos a sua grande estrela. Treinadas por Roger Lemerre, as Águias de Cartago foram campeãs africanas em 2004 e entraram na história em 2005 ao conseguir a primeira vitória numa competição oficial da FIFA - a Taça das Confederações. Apesar das poucas probabilidades que tem de surpreender Espanha ou Ucrânia, a Tunísia é tida por muitos como a mais europeia das selecções africanas e isso pode jogar a seu favor neste Mundial. Finalmente, temos a Arábia Saudita. Sabe-se pouco sobre a selecção orientada pelo brasileiro Marcos Paquetá, já que todos os jogadores seleccionados actuam no próprio país, divididos entre Al-Ittihad e Al-Hilal (próximo clube de José Peseiro?). Al Deayea e Al Jaber são dois dos sauditas mais conhecidos, mas as grandes figuras da equipa são mesmo Mohammed Noor, médio do Al-Ittihad, clube que marcou presença no Mundial de Clubes da FIFA, e Hamad Al Montashari, central que foi considerado o melhor jogador asiático de 2005. Para já, talvez para esquecer a goleada ( 0-8) sofrida em 2002, não têm feito outra coisa se não golear equipas amadoras dos regionais da Alemanha. Vamos ver quando for mais a sério... » Todos os convocados deste Grupo H:Espanha

1 Iker Casillas (Real Madrid/ESP) 19 Santiago Canizares (Valência/ESP) 23 Pepe Reina (Liverpool/ING)
2 Michel Salgado (Real Madrid/ESP) 12 António Lopez (Atl.Madrid/ESP) 22 Pablo Ibanez (Atl.Madrid/ESP) 15 Sérgio Ramos (Real Madrid/ESP) 20 Juanito (Bétis/ESP) 5 Carles Puyol (Barcelona/ESP) 4 Marchena (Valência/ESP) 3 Mariano Pernía (Getafe/ESP)
14 Xabi Alonso (Liverpool/ING) 8 Xavi (Barcelona/ESP) 6 David Albelda (Valência/ESP) 13 Andres Iniesta (Barcelona/ESP) 18 Cesc Fábregas (Arsenal/ING) 16 Marcos Senna (Villarreal/ESP) 17 Joaquín Sánchez (Bétis/ESP)
10 Reyes (Arsenal/ING) 11 Luís Garcia (Liverpool/ING) 7 Raúl (Real Madrid/ESP) 9 Fernando Torres (Atl.Madrid/ESP) 21 David Villa (Valência/ESP)
Seleccionador: Luís Aragonés | Ucrânia

1 Oleksandr Shovkovskyi (D.Kiev/UCR) 23 Bogdan Shust (Shakhtar/UCR) 12 Andrei Pyatov (Vorskla/UCR)
2 Andrei Nesmachnyi (D.Kiev/UCR) 3 Oleksandr Iatsenko (Kharkiv/UCR) 17 Vladyslav Vashchuk (D.Kiev/UCR) 5 Volodymyr Yezersky (Dniepr/UCR) 13 Dmytro Chygrynskiy (Shakhtar/UCR) 22 Vycheslav Sviderskiy (Ars.Kiev/UCR) 6 Andrei Rusol (Dniepr/UCR)
14 Andriy Gusin (Samara/RUS) 18 Sergei Nazarenko (Dniepr/UCR) 8 Oleg Shelayev (Dniepr/UCR) 4 Anatolii Tymoschuk (Shakhtar/UCR) 19 Maksym Kalynychenko (Spartak/RUS) 21 Ruslan Rotan (D.Kiev/UCR) 9 Oleg Gusev (D.Kiev/UCR) 11 Serhiy Rebrov (D.Kiev/UCR)
10 Andriy Voronin (Leverkusen/ALE) 16 Andriy Vorobei (Shakhtar/UCR) 20 Olexiy Belik (Shakhtar/UCR) 15 Artem Milevskiy (D.Kiev/UCR) 7 Andriy Shevchenko (AC Milan/ITA)
Seleccionador: Oleg Blokhin | Tunísia

1 Ali Boumnijel (CA Tunis/TUN) 20 Hamdi Kasraoui (Espérance Tunis/TUN) 21 Adel Nefzi (US Monastir/TUN)
18 David Jemmali (Bordéus/FRA) 6 Hatem Trabelsi (Ajax/HOL) 3 Karim Hagui (Estrasburgo/FRA) 21 Karim Saïdi (Lecce/ITA) 7 Mehdi Meriah (Etoile du Sahel/TUN) 15 Rahdi Jaïdi (Bolton/ING) 4 Alaeddine Yahia (St.Etienne/FRA) 19 Anis Ayari (Samsunspor/TUR)
13 Riadh Bouazizi (Erciyesspor/TUR) 23 Sofiène Melliti (Gaziantepspor/TUR) 12 Jawher Mnari (Nuremberga/ALE) 10 Kaïs Ghodhbane (Samsunspor/TUR) 14 Adel Chedli (Nuremberga/ALE) 8 Mehdi Nafti (Birmingham/ING) 20 Hamed Namouchi (Rangers/ESC)
9 Yassine Chikhaoui (Etoile du Sahel/TUN) 5 Ziad Jaziri (Troyes/FRA) 2 Karim Essediri (Rosenborg/NOR) 17 Issam Jomaa (Lens/FRA) 11 Dos Santos (Toulouse/FRA)
Seleccionador: Roger Lemerre | Arábia Saudita

1 Mohammed Al Deayea (Al-Hilal/AS) 21 Mabrouk Zaid (Al-Ittihad/AS) 22 Mohammad Khouja (Al-Shabab/AS)
2 Ahmad Al Dokhi (Al-Ittihad/AS) 5 Nayef Al Qadi (Al-Ahli/AS) 3 Redha Tukar (Al-Ittihad/AS) 12 Abdulaziz Khathran (Al-Hilal/AS) 4 Hamad Al Montashari (Al-Ittihad/AS) 15 Ahmad Al Bahri (Al-Ittifak/AS) 13 Hussein Sulimani (Al-Ahli/AS)
6 Omar Al Ghamdi (Al-Hilal/AS) 16 Khaled Aziz (Al-Hilal/AS) 10 Mohammed Al Shlhoub (Al-Hilal/AS) 7 Mohammed Ameen (Al-Ittihad/AS) 18 Nawaf Al Temyat (Al-Hilal/AS) 14 Saoud Khariri (Al-Ittihad/AS) 19 Mohammed Masaad (Al-Ahli/AS) 8 Mohammed Noor (Al-Ittihad/AS)
17 Mohammed Al Anbar (Al-Hilal/AS) 11 Saad Al Harthi (Al-Nasr/AS) 20 Yaser Al Kahtani (Al-Hilal/AS) 23 Malek Mouath (Al-Ahli/AS) 9 Sami Al Jaber (Al-Hilal/AS)
Seleccionador: Marcos Paquetá |
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# Artigo de Da Rocha Publicado às 23:51 |
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Terça-feira, Junho 06, 2006
MUNDIAL'2006 Grupo G
 O Grupo G é constituído pelas selecções da França, Suíça, Coreia do Sul e Togo. Os franceses, campeões em 1998, são naturalmente a equipa mais forte do grupo e é previsível que deixem a discussão do apuramento entregue a suíços e coreanos, já que a selecção africana é uma das mais fracas de entre as presentes no Alemanha'2006. Os comandados de Raymond Domenech procuram limpar a má imagem deixada em 2002, quando defenderam o título da pior forma possível, terminando a prova sem qualquer golo marcado. Titi Henry e Zinedine Zidane, que se despede dos relvados após o Mundial, são as figuras de proa desta selecção, que tem ainda nos seus quadros jogadores como Thuram, Makelele, Vieira, Trezeguet ou Franck Ribéry, nova coqueluche do futebol francês, tido por muitos como o sucessor de 'Zizou'. A qualificação para os oitavos-de-final não está em causa, mas a partir daí os gauleses terão de fazer muito mais do que o que fizeram na fase de apuramento. Curiosamente, a Suíça foi um dos adversários com quem se bateram para garantir o passaporte para a Alemanha. Orientados por Köbi Kuhn, os helvéticos ultrapassaram a Turquia (3ª classificada em 2002) num play-off dramático e são talvez a selecção melhor colocada para garantir a outra vaga nos oitavos. Senderos, Philipp Degen, Vogel, Behrami, Tranquillo Barnetta e Alexander Frei são alguns dos elementos mais importantes do conjunto suíço, que conta ainda como uma cara bem conhecida do nosso campeonato: Diego Benaglio, guarda-redes titular dos Sub'21 que na última temporada alinhou no Nacional da Madeira. De salientar que a Suíça regressa a uma fase final doze anos depois de ter superado Portugal na caminhada para o Estados Unidos'94, onde atingiu os oitavos-de-final. De resto, Coreia do Sul e Togo são, a meu ver, as duas equipas que deverão fazer as malas mais cedo. A selecção coreana, agora dirigida por Advocaat, continua especialista a actuar em contra-ataque, fazendo uso da rapidez de Pyo Young Lee, Ji Sung Park e Ahn Jung-Hwan, por exemplo, mas é praticamente irrepetível o quarto lugar alcançado em 2002. O Togo, por seu turno, só com uma espécie de milagre conseguirá algo mais que o último lugar do grupo. Em Janeiro foi uma das piores equipas presentes na Taça das Nações Africanas, onde contou por derrotas os jogos disputados. Adebayor é, diga o que disser o guarda-redes Agassa, a estrela da companhia, a ponto de há uns tempos ter entrado em ruptura com a federação do seu país, o que prejudicou a prestação dos Falcões do Pardal na prova africana e levou à exclusão do treinador Stephen Keshi. » Todos os convocados deste Grupo G:França

16 Fabien Barthez (Marselha/FRA) 23 Grégory Coupet (Lyon/FRA) 1 Mickaël Landreau (Nantes/FRA)
19 Willy Sagnol (Bayern/ING) 21 Pascal Chimbonda (Wigan/ING) 17 Gaël Givet (AS Mónaco/FRA) 2 Boumsong (Newcastle/ING) 5 William Gallas (Chelsea/ING) 15 Lilian Thuram (Juventus/ITA) 13 Mikaël Silvestre (Man.Utd/ING) 3 Eric Abidal (Lyon/FRA)
6 Claude Makelele (Chelsea/ING) 4 Patrick Vieira (Juventus/ITA) 18 Alou Diarra (Lens/FRA) 8 Vikash Dhorasoo (PSG/FRA) 22 Franck Ribéry (Marselha/FRA) 7 Florent Malouda (Lyon/FRA) 10 Zidane (Real Madrid/ESP)
14 Louis Saha (Man.Utd/ING) 9 Djibril Cissé (Liverpoo/ING) 11 Sylvain Wiltord (Lyon/FRA) 20 David Trezeguet (Juventus/ITA) 12 Thierry Henry (Arsenal/ING)
Seleccionador: Raymond Domenech | Suíça

1 Pascal Zuberbühler (Basileia/SUI) 21 Fabio Coltorti (Grasshopper/SUI) 12 Diego Benaglio (Nacional/POR)
2 Johan Djourou (Arsenal/ING) 23 Philipp Degen (Dortmund/ALE) 20 Patrick Müller (Lyon/FRA) 4 Philippe Senderos (Arsenal/ING) 17 Christop Spycher (E.Frankfurt/ALE) 3 Ludovic Magnin (Estugarda/ALE) 13 Stéphane Grichting (Auxerre/FRA)
5 Xavier Margairaz (FC Zurique/SUI) 6 Johann Vogel (AC Milan/ITA) 19 Valon Behrami (Lázio/ITA) 8 Raphaël Wicky (Hamburgo/ALE) 15 Blerim Dzemaili (FC Zurique/SUI) 7 Ricardo Cabanas (Colónia/ALE) 16 Tranquillo Barnetta (Leverkusen/ALE)
10 Daniel Gygax (Lille/FRA) 18 Mauro Lustrinelli (Sparta Praga/RCH) 11 Marco Streller (Colónia/ALE) 22 Johan Vonlanthen (NAC Breda/HOL) 14 David Degen (Basileia/SUI) 9 Alexander Frei (Rennes/FRA)
Seleccionador: Köbi Kuhn | Coreia do Sul

1 Lee Woon-Jae (Suwon Bluewings/COR) 20 Kim Yong-Dae (Seongnam Chunma/COR) 21 Kim Young-Kwang (Chunnam Dragons/COR)
2 Kim Young-Chul (Seongnam Chunma/COR) 3 Kim Dong-Jin (FC Seoul/COR) 23 Cho Won-Hee (Suwon Bluewings/COR) 4 Choi Jin-Cheul (Chonbuk Motors/COR) 6 Kim Jin-Kyu (Jubilo Iwata/JAP) 22 Song Chong-Gug (Suwon Bluewings/COR) 18 Kim Sang-Shik (Seongnam Chunma/COR) 12 Lee Young-Pyo (Tottenham/ING)
17 Lee Ho (Ulsan Horang/COR) 15 Baek Ji-Hoon (FC Seoul/COR) 8 Kim Do-Heon (Seongnam Chunma/COR) 13 Lee Eul-Yong (Trabzonspor/TUR) 5 Kim Nam-Il (Suwon Bluewings/COR) 7 Park Ji-Sung (Man.Utd/ING)
14 Lee Chun-Soo (Ulsan Horang/COR) 16 Chung Kyung-Ho (Gwangju Sangmu/COR) 11 Seol Ki-Hyeon (Wolverhampton/ING) 19 Cho Jae-Jin (Shimizu S-Pulse/JAP) 10 Park Chu-Young (FC Seoul/COR) 9 Ahn Jung-Hwan (Duisburgo/ALE)
Seleccionador: Dick Advocaat | Togo

23 Kossi Agassa (Metz/FRA) 12 Nimini Tchagnirou (Djoliba/MLI) 1 Kodjovi Obilalé (Etoile Filante/TOG)
2 Daré Nibombé (Mons/BEL) 19 Ludovic Assémoassa (Clermont/FRA) 3 Jean-Paul Abalo (Apoel/Chipre) 5 Massamasso Tchangai (Benevento/ITA) 21 Karim Guédé (Hamburgo/ALE) 12 Eric Akoto (Admira/AUT) 23 Touré Assimiou (Leverkusen/ALE)
20 Afo Erassa (Clermont/FRA) 9 Thomas Dossèvi (Valenciennes/FRA) 6 Yao Aziawonou (Youngs Boys/SUI) 10 Touré Mamam (Metz/FRA) 15 Alexis Romao (Cuiseaux/FRA) 8 Kuami Agboh (Beveren/BEL) 18 Yao Sènaya (YF Juventus/SUI)
14 Adékamni Olufadé (Al Siliyah/QAT) 11 Robert Malm (Brest/FRA) 13 Richmond Forson (JA Poire/FRA) 17 Mohamed Kader (Guingamp/FRA) 7 Moustapha Salifou (Brest/FRA) 4 Emmanuel Adebayor (Arsenal/ING)
Seleccionador: Otto Pfister |
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# Artigo de Da Rocha Publicado às 21:21 |
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LIVRES CD da Liga já decidiu «caso Mateus»
» Gil Vicente despromovido, Belenenses repescado De acordo com as edições de hoje dos jornais 'A Bola' e 'O Jogo', a Comissão Disciplinar da Liga vai dar razão ao Belenenses na sequência da participação, motivada pelo polémico «caso Mateus», feita pelo clube do Restelo a 9 de Maio, dois dias depois da última jornada da Liga Portuguesa 2005/06, que havia ditado a despromoção dos lisboetas à Liga de Honra. A Comissão Disciplinar da Liga reuniu-se ontem e vai deliberar nas próximas horas a descida de divisão do Gil Vicente, clube que contratou o avançado angolano (que estará presente no Mundial'2006) ao Lixa e violou o artigo 63º do Regulamento Disciplinar na tentativa de inscrição desse jogador, ao recorrer a tribunais comuns sem autorização da Liga ou da Federação Portuguesa de Futebol, infracção punida com a descida de divisão. No entanto, importa realçar que esta sentença ainda é passível de recurso e o clube de Barcelos deverá avançar para o Conselho de Justiça antes de se considerar despromovido ao segundo escalão do futebol nacional. Assim, prevê-se que este caso ainda fará correr muita tinta... O melhor é mesmo aguardar pelo fim do processo. Recorde-se que o Gil Vicente terminou a Liga Portuguesa no 12º lugar, com 40 pontos, enquanto o Belenenses quedou-se pela 15ª posição, com 39 pontos, e acabou despromovido. Curiosamente, estas duas equipas encontraram-se na última jornada e a vitória sorriu aos gilistas, que festejaram efusivamente a permanência no escalão maior, ao mesmo tempo que os jogadores azuis abandonaram o relvado cabisbaixos e envergonhados pela descida de divisão.
# Artigo de Da Rocha Publicado às 10:31 |
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Segunda-feira, Junho 05, 2006
BRASILEIRÃO Jornada 10
» Cruzeiro e Internacional retomam liderança À décima ronda, nova troca de líderes no Brasileirão'2006. O São Paulo empatou ( 1-1) com o Juventude e viu Cruzeiro e Internacional regressarem ao comando da tabela, por onde se vão manter pelo menos até ao início de Julho, já que o campeonato sofre agora uma interrupção motivada pelo Alemanha'2006. Corinthians e Palmeiras é que estão pior e vão passar quase 40 dias mergulhados na zona de despromoção. Os dois históricos paulistas são, respectivamente, 18º e 19º classificados e somam ambos quatro derrotas consecutivas na prova. Em Caxias do Sul, o São Paulo deixou escapar a hipótese de se manter na frente do campeonato. É verdade que alinhou com 9 elementos durante algum tempo, mas também só conseguiu igualar o encontro a um minuto do final, numa grande penalidade convertida pelo lateral-esquerdo Júnior, permitindo que Cruzeiro e Inter segurassem a liderança alcançada no sábado. A Raposa ganhou 2-0 em Fortaleza, com golos de Thiago Heleno e Gil, e é líder graças à diferença de golos, enquanto o Colorado de Abel Braga foi ao Maracanã derrotar o Fluminense por 3-2, com um bis de Iarley, e é agora segundo classificado da geral. O Santos de Luxemburgo não foi além de um nulo em casa diante do Botafogo e também perdeu uma boa oportunidade de subir na classificação, mantendo-se por enquanto no quinto posto. Nos outros desafios, o destaque vai naturalmente para os desaires de Corinthians e Palmeiras. O Timão contabilizou o quarto jogos sem marcar qualquer golo e perdeu em casa com o Flamengo, ao passo que o Verdão foi à Arena da Baixada perder com o Atlético Paranaense ( 0-2). De resto, saliência ainda para o regresso às vitórias do Vasco da Gama. Em casa, no São Januário, a equipa de Renato Gaúcho levou a melhor sobre o «lanterna-vermelha» Santa Cruz ( 2-1, com golos de Abedi e Ramon). O Brasileirão'2006 regressa no dia 12 de Julho, dia em que o campeão em título Corinthians se desloca a Belo Horizonte para defrontar o líder Cruzeiro, que nos próximos dias deverá passar a contar com o contributo do benfiquista Geovanni. » BRASILEIRÃO | 10ª Jornada
» Sábado: Fluminense 2-3 Internacional Fortaleza 0-2 Cruzeiro Grémio 1-1 São Caetano
» Domingo: Ponte Preta 3-0 Figueirense Corinthians 0-2 Flamengo Vasco da Gama 2-1 Santa Cruz Atlético Paranaense 2-0 Palmeiras Goiás 1-2 Paraná Juventude 1-1 São Paulo Santos 0-0 Botafogo |
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» CLASSIFICAÇÃO: (completa) (marcadores)
| | J | P | | 1º | Cruzeiro | 10 | 21 | | 2º | Internacional | 10 | 21 | | 3º | São Paulo | 10 | 20 | | 4º | Fluminense | 10 | 19 | | | | | | 17º | Fortaleza | 10 | 10 | | 18º | Corinthians | 10 | 9 | | 19º | Palmeiras | 10 | 4 | | 20º | Santa Cruz | 10 | 3 |
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# Artigo de Da Rocha Publicado às 22:25 |
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BLOGOBOLA MUNDIAL Jornada 1
 BlogoBola Mundial Jornada 1
1: Alemanha (-) Costa Rica 2: Polónia (-) Equador
3: Inglaterra (-) Paraguai 4: Trinidad e Tobago (-) Suécia
5: Argentina (-) Costa do Marfim 6: Sérvia e Montenegro (-) Holanda
7: México (-) Irão 8: Angola (-) Portugal |
9: Itália (-) Gana 10: Estados Unidos (-) Rep.Checa
11: Brasil (-) Croácia 12: Austrália (-) Japão
13: França (-) Suíça 14: Coreia do Sul (-) Togo
15: Espanha (-) Ucrânia 16: Tunísia (-) Arábia Saudita | » Ligações: Regulamento do 'BlogoBola Mundial'
# Artigo de Livre Indirecto Publicado às 22:24 |
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MUNDIAL'2006 Grupo F
  O Grupo F é o grupo do Brasil, actual campeão do Mundo. Os canarinhos dispensam apresentações e vencerão a sua série com maior ou menor dificuldade. Assim, prevê-se uma luta interessante pelo segundo lugar, tendo em conta que Croácia, Austrália e Japão se apresentam no Alemanha'2006 a atravessar momentos de forma semelhantes e com naturais aspirações a um lugar nos oitavos. O Brasil de Roberto Carlos, Kaká, Ronaldinho, Adriano ou Ronaldo tenta em solo germânico o sexto título mundial, que curiosamente só por uma vez conseguiu em território europeu, em 1958, na Suécia - ano da estreia de Pelé. 48 anos depois, a turma de Carlos Alberto Parreira apresenta-se no Mundial como o mais forte candidato e tem todo o seu poder de fogo na frente de ataque, composta por alguns dos melhores executantes do planeta. O ponto fraco? A dupla de centrais, vulnerável especialmente em lances de futebol aéreo, como ficou patente na última edição da Taça das Confederações, prova que, mesmo assim, o Escrete «limpou» com a maior das facilidades. Nas outras três equipas do Grupo F, o destaque vai para a Croácia. Os croatas estão longe do fulgor da era de Boban, Prosinecki e Davor Suker - Euro'96 e France'98 -, mas continuam a contar com bons valores como os irmãos Niko e Robert Kovac, Niko Kranjcar (filho do seleccionador) ou Ivan Klasnic e são os favoritos a acompanhar o Brasil para a segunda fase. De qualquer forma, Austrália e Japão também tenham algo a dizer quanto à discussão de um lugar nos oitavos-de-final. Os Socceroos reeditam na Alemanha a primeira (e única) presença num Campeonato do Mundo da FIFA - foi há 32 anos. Têm jogadores como Cahill, Emerton, Kewell ou Viduka, mas a sua principal arma é mesmo o treinador Guus Hiddink, técnico holandês que há quatro anos levou a Coreia do Sul ao quarto lugar, depois de ter feito o mesmo ao serviço da sua Holanda em 1998. O Japão é equipa que falta falar neste grupo. Desta feita os nipónicos não jogam em casa, como na última edição, mas têm evoluído bastante sob o comando do brasileiro Zico. Mostraram alguma qualidade na Taça das Confederações e depositam as suas esperanças em Alex Santos, Hidetoshi Nakata, Shinji Ono, Nakamura e Takahara. » Todos os convocados deste Grupo F:Brasil

1 Dida (AC Milan/ITA) 12 Rogério Ceni (São Paulo/BRA) 22 Júlio César (Inter/ITA)
2 Cafú (AC Milan/ITA) 13 Cicinho (Real Madrid/ESP) 3 Lúcio (Bayern/ALE) 4 Juan (Leverkusen/ALE) 14 Luisão (Benfica/POR) 15 Cris (Lyon/FRA) 16 Gilberto (Hertha/ALE) 6 Roberto Carlos (Real Madrid/ESP)
5 Emerson (Juventus/ITA) 18 Mineiro (São Paulo/BRA) 20 Ricardinho (Corinthians/BRA) 17 Gilberto Silva (Arsenal/ING) 19 Juninho Pernambucano (Lyon/FRA) 11 Zé Roberto (Bayern/ALE) 8 Kaká (AC Milan/ITA) 10 Ronaldinho (Barcelona/ESP)
23 Robinho (Real Madrid/ESP) 7 Adriano (Inter/ITA) 9 Ronaldo (Real Madrid/ESP) 21 Fred (Lyon/FRA)
Seleccionador: Parreira | Croácia

23 Tomislav Butina (Club Brugge/BEL) 1 Stipe Pletikosa (Hajduk Split/CRO) 12 Joseph Didulica (Áustria Viena/AUS)
7 Dario Simic (AC Milan/ITA) 3 Josip Simunic (Hertha/ALE) 13 Stjepan Tomas (Galatasaray/TUR) 5 Igor Tudor (Siena/ITA) 4 Robert Kovac (Juventus/ITA) 11 Mario Tokic (Áustria Viena/AUT)
2 Darijo Srna (Shakhtar/UCR) 10 Niko Kovac (Hertha/ALE) 14 Luka Modric (D.Zagreb/CRO) 15 Ivan Leko (Club Brugge/BEL) 16 Jerko Leko (Dínamo Kiev/UCR) 20 Anthony Seric (Panathinaikos/GRE) 19 Niko Kranjcar (Hajduk Split/CRO) 6 Jurica Vranjes (Werder Bremen/ALE) 8 Marko Babic (Leverkusen/ALE)
22 Ivan Bosnjak (D.Zagreb/CRO) 21 Bosko Balaban (Club Brugge/BEL) 18 Ivica Olic (CSKA/RUS) 9 Dado Prso (Rangers/ESC) 17 Ivan Klasnic (Werder Bremen/ALE)
Seleccionador: Zlatko Kranjcar | Austrália

1 Mark Schwarzer (Middlesbrough/ING) 18 Zeljko Kalac (AC Milan/ITA) 12 Ante Covic (Hammarby/SUE)
2 Lucas Neill (Blackburn/ING) 6 Tony Popovic (Crystal Palace/ING) 16 Michael Beauchamp (Coster Marines/AUS) 4 Mark Milligan (Sydney/AUS) 3 Craig Moore (Newcastle/ING) 5 Scott Chipperfield (Basileia/SUI)
5 Jason Culina (PSV/HOL) 11 Stan Lazaridis (Birmigham/ING) 21 Mile Sterjovski (Basileia/SUI) 8 Josip Skoko (Wigan/ING) 13 Vince Grella (Parma/ITA) 23 Marco Bresciano (Parma/ITA) 4 Tim Cahill (Everton/ING) 20 Luke Wilkshire (Bristol City/ING) 7 Brett Emerton (Blackburn/ING)
10 Harry Kewell (Liverpool/ING) 17 Archie Thompson (PSV/HOL) 15 John Aloisi (Alavés/ESP) 9 Mark Viduka (Middlesbrough/ING) 19 Joshua Kennedy (Dynamo Dresden/ALE)
Seleccionador: Guus Hiddink | Japão

23 Yoshikatsu Kawaguchi (Jubilo Iwata/JAP) 12 Yoichi Doi (FC Tokyo/JAP) 1 Seigo Narazaki (Nagoya Grampus/JAP)
5 Tsuneyasu Miyamoto (Gamba Osaka/JAP) 19 Keisuke Tsuboi (Urawa Reds/JAP) 3 Yuichi Komano (Sanfrecce Hiroshima/JAP) 21 Akira Kaji (Gamba Osaka/JAP) 22 Yuji Nakazawa (Yokohama Marinos/JAP) 2 Teruyuki Moniwa (FC Tokyo/JAP) 6 Koji Nakata (Basileia/SUI) 14 Alex (Urawa Reds/JAP)
17 Junichi Inamoto (WBA/ING) 7 Hidetoshi Nakata (Bolton/ING) 18 Shinji Ono (Urawa Reds/JAP) 15 Takashi Fukunishi (Jubilo Iwata/JAP) 4 Yasuhito Endo (Gamba Osaka/JAP) 8 Mitsuo Ogasawara (Kashima Antlers/JAP) 10 Shunsuke Nakamura (Celtic/ESC)
13 Atsushi Yanagisawa (Kashima Antlers/JAP) 20 Keiji Tamada (Nagoya Grampus/JAP) 11 Seiichiro Maki (JEF United /JAP) 16 Masashi Oguro (Grenoble/FRA) 9 Naohiro Takahara (Hamburgo/ALE)
Seleccionador: Zico |
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# Artigo de Da Rocha Publicado às 11:35 |
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Domingo, Junho 04, 2006
EUROPEU SUB'21 Holanda derrota Ucrânia na final
» Huntelaar oferece título europeu aos holandeses Foto ASSOCIATED PRESSA Holanda é a nova campeã da Europa de Sub'21, depois de derrotar a Ucrânia na final do «nosso» Euro'2006. No Bessa, os holandeses venceram por três bolas a zero, com dois golos de Huntelaar, e garantiram o primeiro título europeu da categoria, sucedendo assim à Itália, campeã em 2004, na galeria de vencedores da competição de Esperanças. A selecção holandesa marcou a abrir e a fechar a primeira parte, enquanto, pelo meio, os ucranianos acertaram duas vezes nos postes da baliza de Vermeer. Aos 11 minutos, Klaas Jan Huntelaar bateu Pyatov depois de receber no peito um cruzamento largo de Nicky Hofs e, a dois minutos do intervalo, foi novamente o ponta-de-lança do Ajax a fazer o gosto ao pé, desta feita na conversão de uma grande penalidade a castigar mão na bola de Yatsenko. Com estes dois tentos, Huntelaar sagrou-se o melhor marcador do torneio, com 4 golos marcados. Na etapa complementar, os pupilos de Mykhaylychenko transfiguraram-se depois da entrada de Olexandr Aliyev e procuraram a sorte que lhes faltou no primeiro tempo. No entanto, as iniciativas de Artem Milevskiy, Cheberyachko e companhia terminaram invariavelmente paradas pelo guarda-redes Vermeer, que foi um gigante na baliza dos holandeses. A expulsão de Romanchuk constituiu um rude golpe nas poucas esperanças que os ucranianos tinham em conseguir mudar o rumo dos acontecimentos e acabou por ser a Holanda a alargar a vantagem, já em período de compensação. Hofs trabalhou bem sobre Chygrynskiy e apontou o seu terceiro golo na prova, fixando o resultado final, algo pesado tendo em conta o que a formação de Leste fez durante todo o encontro. No final, os holandeses fizeram a festa no relvado do Estádio do Bessa. Recorde-se que a Holanda irá, em 2007, organizar o próximo Europeu de Sub'21, a partir de agora num novo formato, com uma fase de apuramento independente das selecções 'AA'. » EURO'2006 - SUB'21 Final
HOLANDA 3-0 Ucrânia (Klaas Jan Huntelaar, 11', 43', gp, Nicky Hofs, 90+3') |
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# Artigo de Da Rocha Publicado às 21:51 |
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MUNDIAL'2006 Grupo E
Itália e Rep.Checa são os favoritos do Grupo E, que conta ainda com as selecções do Gana e dos Estados Unidos da América, que prometem complicar as contas às duas formações teoricamente mais fortes. A Squadra Azzurra pertence sempre ao restrito lote de candidatos ao título mundial e apresenta em 2006 melhores argumentos do que por exemplo há quatro anos, quando caiu perante a Coreia do Sul. Buffon, Cannavarro, Nesta, Zambrotta, Pirlo, Totti, Del Piero e Luca Toni, entre outros, representam a nata da Serie A italiana e garantem que a turma de Lippi está na Alemanha para discutir um lugar no pódio. Se a estes nomes se juntarem outros como os de Zaccardo, Gattuso, Camoranesi ou Gilardino, dá para perceber o porquê da Itália ser apontada por muitos como um dos mais fortes candidatos a festejar em Berlim no dia 9 de Julho. Em princípio, às outras três selecções - Rep.Checa, Estados Unidos e Gana, por esta ordem - restará a luta pelo segundo lugar do grupo. A selecção ganesa, pelo que fez na Taça das Nações Africanas, não deverá ter capacidade para ambicionar o apuramento para os oitavos, apesar de contar com estrelas como Essien, Muntari, Stephen Appiah e Kuffour, pelo que a luta pelo apuramento se deve resumir às outras duas formações - Rep.Checa e EUA. Os checos são segundos classificados no ranking da FIFA e regressam, 16 anos depois, a uma fase final de um Mundial, depois de terem marcado presença no Itália'90 ainda como Checoslováquia. Petr Cech, Pavel Nedved, Milan Baros e Jan Koller são as grandes figuras de uma das melhores selecções que passou pelo «nosso» Euro'2004 e que continua a contar com um jogador que passeou a sua classe nos relvados portugueses: Karel Poborsky, que aos 34 anos actua no Ceske Budejovice, da segunda divisão checa. Os Estados Unidos, por seu turno, marcam presença num Mundial pela quinta vez consecutiva e na sequência de terem atingido os quartos-de-final em 2002, após terem deixado Portugal pelo caminho. Bruce Arena tem feito um grande trabalho à frente da selecção norte-americana, uma selecção que hoje em dia tem mais de metade dos seus seleccionáveis a alinhar na Europa. DaMarcus Beasley, Bocanegra, Claudio Reyna, Landon Donovan e Brian McBride apresentam-se como os jogadores dos Estados Unidos a ter em conta. » Todos os convocados deste Grupo E:Itália

1 Gigi Buffon (Juventus/ITA) 12 Angelo Peruzzi (Lázio/ITA) 14 Marco Amélia (Livorno/ITA)
2 Cristian Zaccardo (Palermo/ITA) 22 Massimo Oddo (Lázio/ITA) 3 Fabio Grosso (Palermo/ITA) 23 Marco Materazzi (Inter/ITA) 6 Andrea Barzagli (Palermo/ITA) 5 Fabio Cannavaro (Juventus/ITA) 13 Alessandro Nesta (AC Milan/ITA) 19 Gianluca Zambrotta (Juventus/ITA)
21 Andrea Pirlo (AC Milan/ITA) 8 Gennaro Gattuso (AC Milan/ITA) 20 Simone Perrotta (AS Roma/ITA) 4 Daniele De Rossi (AS Roma/ITA) 10 Francesco Totti (AS Roma/ITA) 16 Mauro Camoranesi (Juventus/ITA) 17 Simone Barone (Palermo/ITA)
7 Alessi Del Piero (Juventus/ITA) 15 Vincenzo Iaquinta (Udinese/ITA) 18 Filippo Inzaghi (AC Milan/ITA) 11 Alberto Gilardino (AC Milan/ITA) 9 Luca Toni (Fiorentina/ITA)
Seleccionador: Marcello Lippi | Rep.Checa

1 Petr Cech (Chelsea/ING) 16 Jaromir Blazek (Sparta Praga/RCH) 23 Antonin Kinsky (Ramenskoye/RUS)
21 Tomas Ujfalusi (Fiorentina/ITA) 2 Zdenek Grygera (Ajax/HOL) 13 Martin Jiranek (Spartak Moscovo/RUS) 3 Pavel Mares (Zenit/RUS) 5 Radoslav Kovac (Spartak Moscovo/RUS) 22 David Rozenhal (PSG/FRA) 6 Marek Jankulovski (AC Milan/ITA)
4 Tomas Galasek (Ajax/HOL) 20 Jaroslav Plasil (AS Mónaco/FRA) 14 David Jarolim (Hamburgo/ALE) 19 Jan Polak (Nuremberga/ALE) 10 Tomas Rosicky (Dortmund/ALE) 11 Pavel Nedved (Juventus/ITA) 7 Libor Sionko (Rangers/ESC) 18 Marek Heinz (Galatasaray/TUR) 8 Karel Poborsky (Ceske Budejovice/RCH)
17 Jiri Stajner (Hannover/ALE) 12 Vratislav Lokvenc (Austria Salzburgo/AUT) 9 Jan Koller (Dortmund/ALE) 15 Milan Baros (Aston Villa/ING)
Seleccionador: Karel Brückner | Estados Unidos

18 Kasey Keller (Moenchengladbach/ALE) 1 Tim Howard (Man.Utd/ING) 19 Marcus Hahnemann (Reading/ING)
6 Steve Cherundolo (Hannover/ALE) 22 Oguchi Onyewu (Standard Liège/BEL) 3 Carlos Bocanegra (Fulham/ING) 13 Jimmy Conrad (Kansas City/EUA) 4 Pablo Mastroeni (Colorado Rapids/EUA) 2 Chris Albright (LA Galaxy/EUA) 23 Eddie Pope (Real State Lake/EUA) 7 Eddie Lewis (Leeds/ING) 12 Gregg Berhalter (Energie Cottbus/ALE)
5 John O'Brien (ADO Haia/HOL) 15 Bobby Convey (Reading/ING) 8 Clint Dempsey (New England/EUA) 14 Ben Olsen (DC United/EUA) 17 DaMarcus Beasley (PSV/HOL) 10 Claudio Reyna (Man.City/ING)
21 Landon Donovan (LA Galaxy/EUA) 11 Brian Ching (Houston Dynamo/EUA) 16 Josh Wolff (Kansas City/EUA) 9 Eddie Johnson (Kansas City/EUA) 20 Brian McBride (Fulham/ING)
Seleccionador: Bruce Arena | Gana

1 Sammy Adjei (Moadan Sport/ISR) 22 Richard Kingston (Ankaraspor/TUR) 16 George Owu (AsantiGold/GAN)
2 Hans Sarpei (Wolfsburgo/ALE) 15 John Painstil (Hapoel Telavive/ISR) 5 John Mensah (Rennes/FRA) 13 Habib Mohammed (King Faisal/GAN) 17 Daniel Quaye (Hearts of Oak/GAN) 21 Issah Ahmed (Randers/DIN) 4 Samuel Kuffour (AS Roma/ITA) 6 Emmanuel Pappoe (Hapoel Kfar Saba/ISR) 7 Sheila Illiasu (Asante Kotoko/GAN)
18 Eric Addo (PSV/HOL) 20 Otto Addo (Mainz/ALE) 9 Derek Boateng (AIK Estocolmo/SUE) 10 Stephen Appiah (Fenerbahçe/TUR) 23 Haminu Dramani (E.Vermelha/SER) 8 Michael Essien (Chelsea/ING) 11 Sulley Muntari (Udinese/ITA)
3 Asamoah Gyan (Modena/ITA) 19 Razak Pimpong (FC Copenhaga/DIN) 12 Alex Tachie-Mensah (St.Gallen/SUI) 14 Matthew Amoah (Dortmund/ALE)
Seleccionador: Ratomir Dujkovic |
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# Artigo de Da Rocha Publicado às 15:57 |
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Sábado, Junho 03, 2006
BLOGOBOLA MUNDIAL Regulamento
 Depois de, com o lançamento do 'BlogoBola', ter sido pioneiro nesta coisa de passatempos para blogues sobre desporto, o 'Livre Indirecto' apresenta hoje um novo passatempo, exclusivamente dedicado ao Alemanha'2006: o 'BlogoBola Mundial'. Em traços gerais, este é também um passatempo de predictions, mas baseado num formato diferente do 'BlogoBola', pois o que conta no 'BlogoBola Mundial' é o placard e não apenas a tendência do resultado. O regulamento está apresentado no fundo. Quem quiser tirar algumas dúvidas, pode fazê-lo; quem não perceber o dito e quiser jogar para ganhar na mesma, pode sempre confiar nos editores do blog. » REGULAMENTO:a) Participação. Para participar, cada participante deve indicar, no sistema de comentários referente ao post do 'BlogoBola Mundial', o resultado final dos jogos correspondentes a determinada jornada do Mundial'2006.
Exemplo: Angola (1-1) Portugal
b) Pontuações. Ganha o participante que, no final do passatempo, somar menos pontos e a pontuação será atribuída da seguinte forma: por cada resultado correcto, o concorrente contabiliza -(X+1) pontos, com X igual ao nº de golos do jogo e '+1' por ter acertado na tendência do resultado. Além disso, quem acertar apenas na tendência (vitória, empate ou derrota) também tem direito a -1 ponto. Por cada golo 'em falta' ou 'em excesso', digamos assim, a pontuação a atribuir é +1 ponto.
Exemplos:
Angola (1-1) Portugal - palpite Angola (2-2) Portugal - resultado real Pontuação atribuída: +1 ponto (+2 pontos pelos golos indicados a mais para Angola e Portugal e -1 ponto por ter acertado na tendência)
Angola (1-2) Portugal - palpite Angola (2-1) Portugal - resultado real Pontuação atribuída: +2 pontos (+1 ponto devido ao golo a menos para Angola e +1 ponto devido ao golo a mais para Portugal, para além de não ter acertado na tendência do resultado)
Angola (1-3) Portugal - palpite Angola (1-3) Portugal - resultado real Pontuação atribuída: -5 pontos (-4 pontos pelo palpite correcto, com a pontuação correspondente ao nº de golos, e -1 ponto por ter acertado na tendência)
Angola (0-0) Portugal - palpite Angola (0-0) Portugal - resultado real Pontuação atribuída: -2 pontos (-1 ponto de bónus porque o 0-0 é o único empate que não respeita o método de pontuações acima descrito e -1 ponto por ter acertado na tendência)
Nota: Na segunda fase, em caso de empate no final do tempo regulamentar, o resultado que conta é verificado após prolongamento.
c) Classificação. No final da primeira fase do Mundial'2006 ficam automaticamente apurados para a segunda fase os 16 primeiros classificados do 'BlogoBola Mundial'. Esses 16 mantêm a pontuação acumulada no final da primeira fase e passam a discutir entre eles o primeiro lugar do passatempo, permanecendo este exactamente nos mesmos moldes. Nota: Caso um concorrente queira começar a sua participação apenas na Jornada 2 ou na Jornada 3, entra em prova com os mesmos pontos do pior classificado até então.
e) Envio dos palpites. A grelha de palpites estará disponível, o mais tardar, 48 horas antes do início de cada uma das jornadas, dando tempo suficiente para cada participante enviar os seus palpites. Para o efeito, haverá um link na barra lateral da página. Nota: Os mais atrasados ficam a saber que só são aceites os palpites até ao início do terceiro jogo de cada jornada, com uma penalização de +3 pontos por cada um dos jogos falhados.
f) Resultados. Os resultados e respectivas classificações são publicados nas seguintes datas:
Jornada 1 - 15 de Junho; Jornadas 2 e 3 - 24 de Junho; FIM DA PRIMEIRA FASE (APURADOS APENAS OS 16 PRIMEIROS CLASSIFICADOS) Oitavos-de-Final - 28 de Junho; Quartos-de-Final - 2 de Julho; Meias-Finais - 6 de Julho; 3º/4º e Final - 10 de Julho; FIM DO PASSATEMPO (ESTÁ ENCONTRADO O CAMPEÃO)
# Artigo de Livre Indirecto Publicado às 22:12 |
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MUNDIAL'2006 Grupo D
México, Irão e Angola são os adversários de Portugal no Grupo D do Mundial'2006. Neste cenário, a selecção nacional tem obrigação de atingir os oitavos-de-final, quanto mais não seja pelo prestígio que tem a defender depois da prestação no Euro'2004 - é, para todos os efeitos, a melhor equipa europeia em prova, face à ausência da campeã Grécia. Comparando com a situação vivida há quatro anos na Coreia, Portugal também chega este ano à Alemanha embalado por uma boa campanha num Campeonato Europeu e com um grupo bem acessível. No entanto, na última presença o resultado foi o que todos conhecemos, pelo que Luiz Felipe Scolari tentará a todo o custo não cometer os mesmos erros que António Oliveira. Para isso, o técnico campeão do Mundo em título conta com o núcleo duro da sua confiança, com o seu «clube», sendo que o central Jorge Andrade é a única ausência de vulto do grupo de trabalho. Carvalho, Deco, Figo, Ronaldo e Pauleta são os principais destaques de uma selecção que, após uma fase de apuramento sem qualquer derrota, tem legítimas aspirações a sonhar com uma presença nos quartos-de-final, ou quem sabe repetir algo parecido com o que 'Os Magriços' fizeram há 40 anos atrás - desde então note-se que Portugal, nas duas participações que teve, nunca passou da primeira fase. Assim, o melhor mesmo é pôr um travão na euforia generalizada, até porque o Grupo D não é assim tão fácil como parece. Podia ser muito pior, mas México e Irão, principalmente, têm argumentos suficientes para baralhar as contas portuguesas. A selecção mexicana é, quer nós queiramos ou não, a equipa mais experiente do grupo nestas andanças e tem que ser candidato ao apuramento. Vai para a quarta presença consecutiva em Mundiais e nas últimas três atingiu sempre os oitavos-de-final, sendo eliminada pela Bulgária em 1994, pela Alemanha em 1998 e pelos Estados Unidos em 2002. Há um ano, deixou boa imagem na Taça das Confederações, terminando em quarto lugar. Ricardo La Volpe orienta um grupo muito homogéneo, de onde se destaca desde logo Rafael Marquéz, campeão europeu pelo Barcelona esta temporada. De resto, de salientar ainda o guarda-redes Oswaldo Sanchez, o central Salcido, os médios Torrado e Zinha e os pontas-de-lança Guille Franco, argentino naturalizado mexicano, e Jared Borgetti. O Irão é, em teoria, a terceira equipa mais forte deste Grupo D. Não esteve presente no Coreia/Japão em 2002, mas tem hoje muito mais recursos do que aqueles que apresentou há oito anos, quando conseguiu a célebre vitória sobre os Estados Unidos, rival político. Os iranianos fazem do colectivo a sua principal arma e, pelas amostras deixadas nos particulares recentes, com a Croácia e Bósnia-Herzegovina, são talvez uma das selecções mais abnegadas em prova. Nunca viram a cara à luta e isso, aliado à qualidade de Mahdavikia, Ali Karimi e Hashemian, pode representar um grande trunfo para o croata Branko Ivankovic. Por último, a selecção angolana é uma das estreantes em fases finais de Campeonatos do Mundo. Os Palancas Negras atingiram o Alemanha'2006 depois de deixarem pelo caminho a poderosa Nigéria, mas, pelo que mostraram na recente Taça das Nações Africanas, em terras germânicas dificilmente podem fazer frente a qualquer um dos adversários do grupo. Luís de Oliveira Gonçalves tem ao seu dispor jogadores bem conhecidos do futebol português, como João Ricardo, Figueiredo, Edson Nobre, Akwá ou o inevitável Pedro Mantorras. Angola não conta com o esquerdino Gilberto (viu ainda recusada a utilização de Pedro Emanuel, Chaínho e Edgar) e estreia-se frente à selecção portuguesa no dia 11 de Junho, em Colónia. » Todos os convocados deste Grupo D:Portugal

1 Ricardo (Sporting/POR) 12 Quim (Benfica/POR) 22 Paulo Santos (Sp.Braga/POR)
2 Paulo Ferreira (Chelsea/ING) 13 Miguel (Valência/ESP) 4 Ricardo Costa (FC Porto/POR) 16 Ricardo Carvalho (Chelsea/ING) 5 Fernando Meira (Estugarda/ALE) 3 Marco Caneira (Sporting/POR) 14 Nuno Valente (Everton/ING)
6 Costinha (Sem Clube) 8 Petit (Benfica/POR) 19 Tiago (Lyon/FRA) 18 Maniche (Chelsea/ING) 10 Hugo Viana (Valência/ESP) 20 Deco (Barcelona/ESP) 15 Luís Boa Morte (Fulham/ING) 11 Simão Sabrosa (Benfica/POR) 7 Luís Figo (Inter/ITA) 17 Cristiano Ronaldo (Man.Utd) 23 Hélder Postiga (St.Ettiene/FRA) 21 Nuno Gomes (Benfica/POR) 9 Pedro Pauleta (PSG/FRA)
Seleccionador: Scolari | México

1 Oswaldo Sanchez (Chivas/MEX) 12 Jesús Corona (Tecos/MEX) 13 Guillermo Ochoa (América/MEX)
2 Claudio Suárez (ChivasUSA/EUA) 15 José Antonio Castro (América/MEX) 22 Francisco Rodríguez (Chivas/MEX) 5 Ricardo Osorio (Cruz Azul/MEX) 4 Rafael Márquez (Barcelona/ESP) 18 Andrés Guardado (Atlas/MEX) 3 Carlos Salcido (Chivas/MEX) 16 Mario Méndez (Monterrey/MEX) 14 Gonzalo Pineda (Chivas/MEX)
6 Gerardo Torrado (Cruz Azul/MEX) 23 Luis Pérez (Monterrey/MEX) 8 Pavel Pardo (América/MEX) 20 Rafael García (Atlas/MEX) 11 Ramón Morales (Chivas/MEX) 7 Zinha (Toluca/MEX) 21 Jesús Arellano (Monterrey/MEX) 19 Omar Bravo (Chivas/MEX) 17 Francisco Fonseca (Cruz Azul/MEX) 10 Guillermo Franco (Villarreal/ESP) 9 Jared Borgetti (Bolton/ING)
Seleccionador: Ricardo La Volpe | Irão

1 Ebrahim Mirzapour (Foolad Ahvaz/IRN) 12 Hassan Roudbarian (Pas Teheran/IRN) 22 Vahid Talebloo (Esteghlal Teheran/IRN)
13 Hossein Kaabi (Foolad Khuzestan/IRN) 4 Yahya Golmohammadi (Saba Battery/IRN) 20 Mohammad Nosrati (Pas Teheran/IRN) 5 Rahman Rezaei (Messina/ITA) 3 Sohrab Bakhtiarizadeh (Saba Battery/IRN) 19 Hossein Sadeqi (Esteghlal Teheran/IRN) 18 Sattar Zare (Bargh Shiraz/IRN)
6 Javad Nekounam (Sharjah/EAU) 7 Fereydoon Zandi (Kaiserslautern/ALE) 2 Mehdi Mahdavikia (Hamburgo/ALE) 14 Andranik Teymourian (Khorasan/IRN) 8 Ali Karimi (Bayern/ALE) 21 Mehrzad Madanchi (Persepolis/IRN) 23 Masoud Shojaei (Saipa/IRN)
17 Javad Kazemian (Persepolis/IRN) 15 Arash Borhani (Pas Teheran/IRN) 11 Rasoul Khatibi (Sepahan Isfahan/IRN) 16 Reza Enayati (Esteghlal Teheran/IRN) 10 Ali Daei (Saba Battery/IRN) 9 Vahid Hashemian (Hannover/ALE)
Seleccionador: Branko Ivankovic | Angola

1 João Ricardo (Sem Clube) 12 Lamá (Petro de Luanda/ANG) 22 Mário (Inter de Luanda/ANG)
2 Marco Airosa (Barreirense/POR) 23 Marco Abreu (Portimonense/POR) 4 Lebo Lebo (Petro de Luanda/ANG) 3 Jamba (ASA/ANG) 5 Kali (Barreirense/POR) 21 Delgado (Petro de Luanda/ANG) 15 Rui Marques (Leeds/ING) 20 Locó (1º de Agosto/ANG)
8 André Makanga (Kuwait FC/KUW) 6 Miloy (Inter de Luanda/ANG) 7 Figueiredo (Varzim/POR) 14 Mendonça (Varzim/POR) 17 Zé Kalanga (Petro de Luanda/ANG) 11 Mateus (Gil Vicente/POR) 13 Edson Nobre (P.Ferreira/POR)
18 Love Kabungula (ASA/ANG) 19 André Titi Buengo (Clermont/FRA) 10 Fabrice Akwá (Sem Clube) 16 Flávio Amado (Al Ahly/EGP) 9 Pedro Mantorras (Benfica/POR)
Seleccionador: Oliveira Gonçalves |
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# Artigo de Da Rocha Publicado às 10:05 |
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Sexta-feira, Junho 02, 2006
BRASILEIRÃO Jornada 9
» São Paulo é o novo líder, Corinthians e Palmeiras continuam em queda livre Foto LANCENET À nona jornada, o Brasileirão'2006 conheceu um novo líder: o São Paulo. O Tricolor Paulista derrotou o Fluminense por uma bola a zero, com um golo de Souza, e igualou a equipa do ex- leão Rogério no topo da tabela, contando com os deslizes de Cruzeiro, Internacional e Santos. O jogo do Morumbi ficou ainda marcado pelo facto do médio Mineiro, autor do golo que deu o título mundial de clubes ao São Paulo, ter sido chamado à última hora por Parreira para substituir Edmilson nos convocados para o Mundial'2006. Cruzeiro e Inter não foram além de empates a uma bola frente a Atlético Paranaense e São Caetano, respectivamente, enquanto o Santos de Luxemburgo conseguiu fazer ainda pior e foi a Porto Alegre perder 1-0 com o Grémio. O Peixe caiu para o quinto lugar e já está acompanhado pelo Goiás, que tem vindo a protagonizar uma excelente recuperação na tabela. No reencontro com o técnico Geninho, o alviverde goiano venceu fora de casa o Corinthians ( 1-0), mesmo alinhando grande parte do encontro com menos duas unidades. O Timão, campeão em título, somou a terceira derrota consecutiva e caiu para a zona de despromoção, onde faz companhia a Botafogo, Palmeiras e Santa Cruz. Numa jornada com pouco golos, o destaque vai para nova derrota do Palmeiras, desta feita no Maracanã diante do Flamengo ( 1-2) e para o segundo empate consecutivo ( 1-1 em Fortaleza) do Vasco da Gama, que teima em abandonar a zona crítica da tabela. » BRASILEIRÃO | 9ª Jornada
» Quarta: Juventude 0-1 Ponte Preta Cruzeiro 1-1 Atlético Paranaense Fortaleza 1-1 Vasco da Gama São Caetano 1-1 Internacional Flamengo 2-1 Palmeiras Grémio 1-0 Santos São Paulo 1-0 Fluminense
» Quinta: Corinthians 0-1 Goiás Botafogo 2-3 Figueirense Paraná 3-0 Santa Cruz |
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» CLASSIFICAÇÃO: (completa) (marcadores)
| | J | P | | 1º | São Paulo | 9 | 19 | | 2º | Fluminense | 9 | 19 | | 3º | Cruzeiro | 9 | 18 | | 4º | Internacional | 9 | 18 | | | | | | 17º | Corinthians | 9 | 9 | | 18º | Botafogo | 9 | 9 | | 19º | Palmeiras | 9 | 4 | | 20º | Santa Cruz | 9 | 3 |
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# Artigo de Da Rocha Publicado às 23:39 |
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Quinta-feira, Junho 01, 2006
EUROPEU SUB'21 Meias-Finais
» Holanda e Ucrânia na final do torneioHolanda e Ucrânia são as finalistas do «nosso» Europeu de Sub'21. Os holandeses derrotaram, após prolongamento, a favorita França ( 3-2), enquanto os de Mykhaylychenko bateram a Sérvia e Montenegro no desempate por pontapés da marca de grande penalidade ( 5-4), após um nulo ao fim de 120 minutos. No Municipal de Braga, durante o tempo regulamentar, só houve golos numa das balizas. A Holanda esteve a vencer por duas bolas a zero, graças aos golos de Nicky Hofs e Klaas Jan Huntelaar, mas a formação gaulesa reagiu no decorrer do segundo tempo. Julien Faubert reduziu logo no recomeço e Bryan Bergougnoux, a 5 minutos do fim, na cobrança de um livre directo, restabeleceu a igualdade, levando o jogo para prolongamento. Aí, Faubert viu o segundo amarelo e foi expulso, deixando os de René Girard em inferioridade numérica. Depois da troca de campo, a Holanda carimbou em definitivo o passaporte para a final. Schaars lançou Hofs e o jogador do Feyenoord bisou na partida, batendo Mandanda pela terceira vez e sentenciando o encontro. Vitória justa dos holandeses. Castelen, Huntelaar e Hofs partiram a loiça toda e foram uma autêntica dor de cabeça para a defensiva francesa, que ainda não tinha sofrido qualquer golo no torneio. Na outra meia-final, em Aveiro, a Ucrânia ganhou na lotaria dos penalties e assegurou a presença na final do próximo domingo, no Bessa. Depois de um empate a 4 golos no final da primeira série ( Aliyev e Jankovic falharam), Maksymov não desperdiçou o 11º penálti, ao passo que Purovic acusou a pressão e atirou por cima, dando asas aos festejos do guarda-redes Rybka, que substituiu, propositadamente, Pyatov no último minuto do prolongamento. Ucrânia e Holanda vão agora reencontrar-se na final deste Euro'2006. Recorde-se que as duas equipas defrontaram-se na jornada inaugural do Grupo B, então com o triunfo a sorrir à formação de Leste ( 2-1). » EURO'2006 - SUB'21 Meias-Finais
França 2-3 HOLANDA (a.p.) (Faubert, 51', Bergougnoux, 85'; Hofs, 6, 107', Huntelaar, 38')
UCRÂNIA *0-0 Sérvia e Montenegro (*5-4 nas g.p.) |
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# Artigo de Da Rocha Publicado às 23:08 |
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MUNDIAL'2006 Grupo C
  «O Grupo da Morte». O Grupo C, formado por Argentina, Holanda, Sérvia e Montenegro e Costa do Marfim, actual vice-campeã africana, é seguramente o mais renhido deste Mundial'2006 e é o grupo de onde vai sair, como todos esperamos, o adversário de Portugal nos oitavos-de-final do certame. A Argentina é sempre uma das selecções favoritas a chegar longe nas fases finais. Nem sempre as coisas correm bem, como por exemplo em 2002, quando perdeu os bilhetes dos oitavos para Inglaterra e Suécia e acabou por ficar pelos grupos, mas, olhando à qualidade dos jogadores da alviceleste, há sempre que ter em conta a selecção das Pampas. A permeabilidade da defesa é uma das principais preocupações de José Pekerman, que procura dar maior sentido colectivo ao futebol argentino, por vezes exagerado nas acções individuais, sem ligar ao que vem na pauta do maestro Juan Román Riquelme. Há um ano, na Taça das Confederações, deixaram uma boa imagem, quando só perderam com o Brasil. E não tinham, entre outros, Ayala, Lucho González, Mascherano, Leo Messi, Julio Cruz ou Hernán Crespo... Javier Zanetti, Walter Samuel, Verón e Martin Demichelis são os grandes ausentes do lote de convocados. Marco Van Basten comanda a Holanda neste regresso, oito anos depois, ao grande palco do futebol mundial. Em relação ao France'98, já não há Overmars, Ronald e Frank de Boer ou Dennis Bergkamp, mas a Laranja continua a dar sumo e a contar com jogadores como Robben, Mathijsen, Van Persie, Van der Vaart ou Van Nistelrooy. Van der Sar, Phillip Cocu e Giovanni van Bronckhorst são os nomes que transitam da última aparição numa fase final, enquanto Stam, Davids, Seedorf, Kluivert e Makaay são as ausências mais notadas e foram os sacrificados pelo processo de rejuvenescimento da selecção operado por Van Basten. Wesley Sneijder, Hedwiges Maduro e Ryan Babel, três jogadores com grande margem de progressão, são os benjamins do lote de convocados da turma holandesa. A Sérvia e Montenegro pode partir em desvantagem relativamente a Argentina e Holanda, mas não é por isso que não apresenta credenciais suficientes para atingir os oitavos-de-final. Ilija Petkovic comanda uma das selecções que mais evoluiu nos últimos anos, e que promete evoluir mais ainda, de acordo com os resultados conseguidos pelos Sub'21 nos dois últimos Europeus da categoria. Muito fortes na defesa (só sofreram um golo durante o apuramento), os servo-montenegrinos depositam as suas esperanças em Vidic, Ergic, Stankovic, Milosevic e Kezman. E para o que der e vier há sempre o gigante Nikolas Zigic (2.02 m) no banco... Finalmente, a Costa do Marfim chega ao Alemanha'2006 embalada pela excelente participação na Taça das Nações Africanas, onde só foi batida na final pelo Egipto e nas grandes penalidades. Didier Drogba é o grande embaixador dos marfinenses, orientados pelo francês Henry Michel, enquanto Emmanuel Eboué, Kolo Touré, Bonaventure Kalou e Aruna Dindane dispensam apresentações. Pelo que se pôde ver na CAN, Boka, Didier Zokora, Yaya Touré e Kanga Akalé também são jogadores a ter em conta nesta Costa do Marfim, que deixou pelo caminho a poderosa selecção dos Camarões na fase de qualificação. » Todos os convocados deste Grupo C:Argentina

1 Pato Abbondanzieri (Boca Juniors/ARG) 13 Leo Franco (Atl.Madrid/ESP) 22 Alfredo Ustari (Independiente/ARG)
13 Lionel Scaloni (West Ham/ING) 21 Nicolas Burdisso (Inter/ITA) 4 Fabrício Coloccini (Deportivo/ESP) 15 Gabriel Milito (Saragoça/ESP) 17 Leandro Cufré (AS Roma/ITA) 2 Roberto Ayala (Valência/ESP) 6 Gabriel Heinze (Man.Utd/ING) 3 Juan Pablo Sorín (Villarreal/ESP)
8 Javier Mascherano (Corinthians/BRA) 5 Estebán Cambiasso (Inter/ITA) 18 Maxi Rodríguez (Atl.Madrid/ESP) 16 Pablito Aimar (Valência/ESP) 22 Lucho González (FC Porto/POR) 10 Juan Román Riquelme (Villarreal/ESP) 19 Lionel Messi (Barcelona/ESP)
14 Rodrigo Palacio (Boca Juniors/ARG) 11 Carlitos Tévez (Corinthians/BRA) 7 Javier Saviola (Sevilha/ESP) 20 Julio Cruz (Inter/ITA) 9 Hernán Crespo (Chelsea/ING)
Seleccionador: José Pekerman | Holanda

1 Van der Sar (Man.Utd/ING) 22 Henk Timmer (AZ Alkmaar/HOL) 23 Maarten Stekelenburg (Ajax/HOL)
12 Jan Kromkamp (Liverpool/ING) 2 Kew Jaliens (AZ Alkmaar/HOL) 3 Khalid Boulahrouz (Hamburgo/ALE) 13 André Ooijer (PSV/HOL) 14 Johnny Heitinga (Ajax/HOL) 4 Joris Mathijsen (AZ Alkmaar/HOL) 15 Tim de Cler (AZ Alkmaar/HOL) 5 Gio Van Bronckhorst (Barcelona/ESP)
6 Denny Landzaat (AZ Alkmaar/HOL) 8 Phillip Cocu (PSV/HOL) 16 Hedwiges Maduro (Ajax/HOL) 20 Wesley Sneijder (Ajax/HOL) 18 Van Bommel (Barcelona/ESP) 10 Van der Vaart (Hamburgo/ALE)
21 Ryan Babel (Ajax/HOL) 19 Vennegoor of Hesselink (PSV/HOL) 17 Robin Van Persie (Arsenal/ING) 11 Arjen Robben (Chelsea/ING) 7 Dirk Kuijt (Feyenoord/HOL) 9 Ruud Van Nistelrooy (Man.Utd/ING)
Seleccionador: Marco Van Basten | Sérvia e Montenegro

1 Dragoslav Jevric (Ankaraspor/TUR) 12 Oliver Kovacevic (Zeleznik/SER) 23 Vladimir Stojkovic (E.Vermelha/FRA)
13 Dusan Basta (E.Vermelha/SER) 15 Milan Dudic (E.Vermelha/SER) 6 Goran Gavrancic (Dínamo Kiev/UCR) 20 Mladen Krstajic (Schalke 04/ALE) 3 Ivica Dragutinovic (Sevilha/ESP) 5 Nemanja Vidic (Man.Utd/ING) 14 Nenad Djordjevic (Partizan/SER)
4 Igor Duljaj (Shakhtar/UCR) 17 Albert Nadj (Partizan/SER) 2 Ivan Ergic (Basileia/SUI) 7 Ognjen Koroman (Portsmouth/ING) 18 Zvonimir Vukic (Partizan/SER) 11 Predrag Djordjevic (Olympiakos/GRE) 22 Sasa Ilic (Galatasaray/TUR) 10 Dejan Stankovic (Inter/ITA)
21 Danijel Ljuboja (Estugarda/ALE) 16 Dusan Petkovic (OFK Belgrado/SER) 9 Savo Milosevic (Osasuna/ESP) 8 Mateja Kezman (Atl.Madrid/ESP) 19 Nikola Zigic (E.Vermelha/SER)
Seleccionador: Llija Petkovic | Costa do Marfim

1 Jean-Jacques Tizié (Esperance Tunis/TUN) 23 Boubacar Barry (Beveren/BEL) 16 Gérard Gnanhouan (Montpellier/FRA)
21 Emmanuel Eboué (Arsenal/ING) 17 Cyril Domoraud (Créteil/FRA) 6 Blaise Kouassi (Troyes/FRA) 13 Marc Zoro (Messina/ITA) 4 Kolo Touré (Arsenal/ING) 12 Abdoulaye Méité (Marselha/FRA) 2 Arthur Boka (Estrasburgo/FRA)
5 Didier Zokora (St.Etienne/FRA) 7 Emerse Faé (Nantes/FRA) 10 Gilles Yapi Yapo (Young Boys/SUI) 22 Romaric Ndri Koffi (Le Mans/FRA) 18 Kader Keita (Lille/FRA) 19 Yaya Touré (Olimpiacos/GRE) 20 Guy Demel (Hamburgo/ALE) 3 Kanga Akalé (Auxerre/FRA)
14 Bakary Koné (Nice/FRA) 8 Bonaventure Kalou (PSG/FRA) 9 Arouna Koné (PSV/HOL) 15 Aruna Dindane (Lens/FRA) 11 Didier Drogba (Chelsea/ING)
Seleccionador: Henry Michel |
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# Artigo de Da Rocha Publicado às 09:17 |
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LIVRES Mercado #5
» Shevchenko no Chelsea por 4 anos Andriy Shevchenko é o novo reforço do Chelsea de José Mourinho. O avançado ucraniano que se encontrava ao serviço do AC Milan assinou um contrato de quatro anos com o clube londrino numa transferência que, segundo o clube inglês, constitui novo record. O avançado que marcará presença no Mundial da Alemanha chegou a acordo durante o dia de ontem e já foi sujeito a exames médicos. Shevchenko afirmou ser um projecto aliciante jogar na Premiership, especialmente numa " equipa de campeões". Considera ter chegado ao Chelsea no " momento certo" e que a Champions terá de ser o alvo na próxima época, embora o tricampeonato também seja importante num clube que aprecia pela mentalidade ganhadora em todos os jogos disputados. Relativamente ao técnico José Mourinho, afirmou que segue a sua carreira atentamente nos últimos anos e sente-se muito impressionado pela forma como treina. " Privilegia o colectivo em detrimento do individual que se torna decisivo para formar uma grande equipa". Confessou ainda que se fosse apenas pelo dinheiro, teria ficado em Itália. O técnico José Mourinho admitiu ser uma prioridade desde que chegou, mas que apenas agora se tornou possível. Quanto às suas características, o treinador português destacou " a ambição, disciplina, sentido táctico e, claro, a veia goleadora". Depois de Ballack, Hilário e Kalou, Shevchenko é mais uma aposta de luxo da equipa que mais investe no futebol mundial.
# Artigo de Rui Silva Publicado às 08:36 |
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