EURO'2008
Portugal empata em Helsínquia
» Nuno Gomes marcou para a turma das quinas

Foto ASSOCIATED PRESS
Finlândia 1-1 Portugal
(Johannsson, 22'; Nuno Gomes, 41')
Portugal começou a campanha para o Euro'2008 com um empate a uma bola frente à Finlândia. A turma das quinas esteve alguns furos abaixo daquilo que pode e deve fazer nesta fase de apuramento, mas acabou por conseguir trazer um empate que se pode considerar positivo de Helsínquia, mesmo tendo jogado quase 40 minutos em inferioridade numérica, devido à expulsão do central Ricardo Costa. Nuno Gomes, a passe de Deco, apontou o golo português.
A selecção nacional (com Caneira a defesa-direito e Petit ao lado de Costinha) entrou muito mal na partida e sentiu muitas dificuldades durante a primeira meia-hora, altura em que a Finlândia, depois de já ter criado duas oportunidades claríssimas por intermédio de Sami Hyypia, aproveitou para inaugurar o marcador, estavam decorridos 22 minutos. Kolkka trabalhou bem na esquerda, mesmo com a marcação de Ricardo Costa, e centrou atrasado para o golo do ponta-de-lança Jonatan Johannsson.
Em desvantagem, Portugal reagiu e fez uso da criatividade de Nani, Deco e Ronaldo para chegar mais próximo da baliza à guarda de Jaaskelainen. Os nórdicos mostraram-se então muito agressivos (até em demasia) na sua defensiva, mas não puderam fazer nada à passagem do minuto 41, quando Deco abriu o livro e isolou Nuno Gomes, que coroou a sua 50ª internacionalização com o golo do empate.
Na etapa complementar, o conjunto português entrou bem mais afoito, mas ficou reduzido a dez unidades logo aos 53 minutos, depois de Ricardo Costa ter sido expulso (acumulação de amarelos) devido a uma entrada sobre Johannsson que teve tanto de dura como de desnecessária. Scolari mexeu na equipa, tirando Nani e reforçando o eixo da defesa com a entrada de Ricardo Rocha, e Portugal, mais experiente que o adversário, passou a gerir o empate. O que, dadas as circunstâncias, não era um mau resultado.
A formação orientada pelo britânico Roy Hodgson, com o "patrão" Jari Litmanen (100ª internacionalização) a acusar algum desgaste físico, passou o resto do encontro a despejar bolas para a área portuguesa, na esperança que o 'peso-pesado' Shefki Kuqi ou a cabeça de Hyypia desbloqueassem a situação. No entanto, apesar de um ou dois lances mais perigosos, Portugal defendeu quase sempre bem e segurou o empate.

Foto ASSOCIATED PRESS
Finlândia 1-1 Portugal(Johannsson, 22'; Nuno Gomes, 41')
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Portugal começou a campanha para o Euro'2008 com um empate a uma bola frente à Finlândia. A turma das quinas esteve alguns furos abaixo daquilo que pode e deve fazer nesta fase de apuramento, mas acabou por conseguir trazer um empate que se pode considerar positivo de Helsínquia, mesmo tendo jogado quase 40 minutos em inferioridade numérica, devido à expulsão do central Ricardo Costa. Nuno Gomes, a passe de Deco, apontou o golo português.
A selecção nacional (com Caneira a defesa-direito e Petit ao lado de Costinha) entrou muito mal na partida e sentiu muitas dificuldades durante a primeira meia-hora, altura em que a Finlândia, depois de já ter criado duas oportunidades claríssimas por intermédio de Sami Hyypia, aproveitou para inaugurar o marcador, estavam decorridos 22 minutos. Kolkka trabalhou bem na esquerda, mesmo com a marcação de Ricardo Costa, e centrou atrasado para o golo do ponta-de-lança Jonatan Johannsson.
Em desvantagem, Portugal reagiu e fez uso da criatividade de Nani, Deco e Ronaldo para chegar mais próximo da baliza à guarda de Jaaskelainen. Os nórdicos mostraram-se então muito agressivos (até em demasia) na sua defensiva, mas não puderam fazer nada à passagem do minuto 41, quando Deco abriu o livro e isolou Nuno Gomes, que coroou a sua 50ª internacionalização com o golo do empate.
Na etapa complementar, o conjunto português entrou bem mais afoito, mas ficou reduzido a dez unidades logo aos 53 minutos, depois de Ricardo Costa ter sido expulso (acumulação de amarelos) devido a uma entrada sobre Johannsson que teve tanto de dura como de desnecessária. Scolari mexeu na equipa, tirando Nani e reforçando o eixo da defesa com a entrada de Ricardo Rocha, e Portugal, mais experiente que o adversário, passou a gerir o empate. O que, dadas as circunstâncias, não era um mau resultado.
A formação orientada pelo britânico Roy Hodgson, com o "patrão" Jari Litmanen (100ª internacionalização) a acusar algum desgaste físico, passou o resto do encontro a despejar bolas para a área portuguesa, na esperança que o 'peso-pesado' Shefki Kuqi ou a cabeça de Hyypia desbloqueassem a situação. No entanto, apesar de um ou dois lances mais perigosos, Portugal defendeu quase sempre bem e segurou o empate.


















