MUNDIAL'2006
Equador vence Costa Rica
» Domínio absoluto a caminho dos oitavos-de-final

O Equador venceu a Costa Rica por 3-0 e garantiu desde já o apuramento para os oitavos-de-final. A vitória dilatada dos equatorianos qualificou também a selecção alemã, deixando Polónia e Costa Rica sem qualquer hipóteses.
Carlitos Tenorio, Agustin Delgado e o ex-portista Kaviedes marcaram os golos do Equador.
O Equador mostrou hoje que a vitória ante a Polónia não deve ser encarada como uma surpresa. Luis Suarez montou uma equipa bastante organizada, muito coesa defensivamente e forte na transição ofensiva, onde Edison Mendez assume papel fulcral. A circulação de bola a toda a largura do terreno é o meio mais utilizado para chegar ao objectivo, em que Ulises de la Cruz e Reasco, os laterais, envolvem-se bastante bem nas jogadas de ataque. Na frente, Delgado e Tenorio repetiram a dose de sucesso do jogo contra a Polónia e repetiram o tento.
O Equador baseia-se no futebol apoiado nos três sectores. Consegue avançar compactamente no terreno com a bola controlada, conferindo desta forma uma coesão tanto defensiva, como ofensiva que o torna bastante difícil de surpreender como o comprova o número de golos sofridos até agora (zero), apesar de ainda não ter defrontado a selecção teoricamente mais forte, a Alemanha.
Do lado da Costa Rica, Paulo Wanchope não se conseguiu livrar da boa marcação de Espinoza (mais uma grande exibição), e os elementos do meio-campo, com especial destaque para Centeno, não conseguiram assentar o seu futebol no último terço.
O Equador precisava da vitória para se qualificar e, logo aos oito minutos, fez o primeiro golo. Valencia conquistou a linha do lado direito e cruzou para Carlitos Tenorio adiantar a equipa sul-americana no marcador.
Durante a primeira parte, podiam ter dilatado o marcador por diversas vezes, com especial destaque para a oportunidade perdida de Delgado em cima do intervalo. Nesta jogada, o Equador terá feito mais de 30 passes entre os seus jogadores, circulando a bola do lado direito para o centro-esquerdo, voltando à direita, em que o cruzamento saiu perfeito para o falhanço de Delgado.
Antes disso, aos 42 minutos, Douglas Sequeira falhou, de cabeça, a oportunidade de empatar.
O Equador dilatou a vantagem no princípio da segunda parte. Lançamento na direita de de la Cruz, Edison Mendez assistiu Delgado que, de ângulo reduzido, rematou forte entre o poste esquerdo e o guarda-redes Porras para o segundo golo equatoriano.
A vencer por dois golos de diferença, o Equador controlava o jogo como queria. Os Ticos pareciam rendidos ao poderio equatoriano e limitavam-se às tarefas defensivas. O ritmo de jogo já não era o mesmo, já que o Equador baseava-se agora numa circulação menos progressiva no meio-campo.
Já depois de um golo bem anulado a Kaviedes, a Costa Rica poderia ter reduzido a desvantagem aos 87 minutos. Bernard, numa jogada muito confusa onde ganhou alguns ressaltos, assistiu Saborio que rematou enrolado à barra da baliza de Mora que estava batido.
O jogo acabou com mais um golo a culminar uma excelente jogada de ataque. Depois de um excelente pormenor no meio-campo, a bola chegou a Edison Mendez na direita do ataque, que cruzou para o remate de Kaviedes a fixar o resultado final.
Na terceira e última jornada do Grupo A, o Equador vai discutir o primeiro lugar do grupo diante da Alemanha, onde lhe basta apenas um empate, já que a diferença de golos lhe favorece. A Costa Rica despede-se sem glória deste Mundial e faz o jogo de despedida frente a outra equipa eliminada, a Polónia.

O Equador venceu a Costa Rica por 3-0 e garantiu desde já o apuramento para os oitavos-de-final. A vitória dilatada dos equatorianos qualificou também a selecção alemã, deixando Polónia e Costa Rica sem qualquer hipóteses.Carlitos Tenorio, Agustin Delgado e o ex-portista Kaviedes marcaram os golos do Equador.
O Equador mostrou hoje que a vitória ante a Polónia não deve ser encarada como uma surpresa. Luis Suarez montou uma equipa bastante organizada, muito coesa defensivamente e forte na transição ofensiva, onde Edison Mendez assume papel fulcral. A circulação de bola a toda a largura do terreno é o meio mais utilizado para chegar ao objectivo, em que Ulises de la Cruz e Reasco, os laterais, envolvem-se bastante bem nas jogadas de ataque. Na frente, Delgado e Tenorio repetiram a dose de sucesso do jogo contra a Polónia e repetiram o tento.
O Equador baseia-se no futebol apoiado nos três sectores. Consegue avançar compactamente no terreno com a bola controlada, conferindo desta forma uma coesão tanto defensiva, como ofensiva que o torna bastante difícil de surpreender como o comprova o número de golos sofridos até agora (zero), apesar de ainda não ter defrontado a selecção teoricamente mais forte, a Alemanha.
Do lado da Costa Rica, Paulo Wanchope não se conseguiu livrar da boa marcação de Espinoza (mais uma grande exibição), e os elementos do meio-campo, com especial destaque para Centeno, não conseguiram assentar o seu futebol no último terço.
O Equador precisava da vitória para se qualificar e, logo aos oito minutos, fez o primeiro golo. Valencia conquistou a linha do lado direito e cruzou para Carlitos Tenorio adiantar a equipa sul-americana no marcador.
Durante a primeira parte, podiam ter dilatado o marcador por diversas vezes, com especial destaque para a oportunidade perdida de Delgado em cima do intervalo. Nesta jogada, o Equador terá feito mais de 30 passes entre os seus jogadores, circulando a bola do lado direito para o centro-esquerdo, voltando à direita, em que o cruzamento saiu perfeito para o falhanço de Delgado.
Antes disso, aos 42 minutos, Douglas Sequeira falhou, de cabeça, a oportunidade de empatar.
O Equador dilatou a vantagem no princípio da segunda parte. Lançamento na direita de de la Cruz, Edison Mendez assistiu Delgado que, de ângulo reduzido, rematou forte entre o poste esquerdo e o guarda-redes Porras para o segundo golo equatoriano.
A vencer por dois golos de diferença, o Equador controlava o jogo como queria. Os Ticos pareciam rendidos ao poderio equatoriano e limitavam-se às tarefas defensivas. O ritmo de jogo já não era o mesmo, já que o Equador baseava-se agora numa circulação menos progressiva no meio-campo.
Já depois de um golo bem anulado a Kaviedes, a Costa Rica poderia ter reduzido a desvantagem aos 87 minutos. Bernard, numa jogada muito confusa onde ganhou alguns ressaltos, assistiu Saborio que rematou enrolado à barra da baliza de Mora que estava batido.
O jogo acabou com mais um golo a culminar uma excelente jogada de ataque. Depois de um excelente pormenor no meio-campo, a bola chegou a Edison Mendez na direita do ataque, que cruzou para o remate de Kaviedes a fixar o resultado final.
Na terceira e última jornada do Grupo A, o Equador vai discutir o primeiro lugar do grupo diante da Alemanha, onde lhe basta apenas um empate, já que a diferença de golos lhe favorece. A Costa Rica despede-se sem glória deste Mundial e faz o jogo de despedida frente a outra equipa eliminada, a Polónia.
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